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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Turquia não planeja pedir permissão dos EUA para testar sistemas S-400, afirma Erdogan

 


Ancara não planeja pedir autorização de Washington para testar os sistemas de defesa antiaérea S-400 comprados da Rússia, afirmou o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

Entre os dias 13 e 17 de outubro, as Forças Armadas da Turquia testaram o funcionamento de seus sistemas de defesa antiaérea S-400, de fabricação russa, perto da cidade de Sinop, localizada na costa do mar Negro.

"Sim, testes foram e estão sendo conduzidos em Sinop. E nós não estamos planejando pedir permissão dos EUA se podemos conduzi-los ou não. Isso quer dizer que estes senhores estão incomodados especialmente por ser um armamento pertencente à Rússia", disse o presidente turco a jornalistas.

Erdogan salientou que Ancara "está determinada em continuar [com os testes] como planejado".

Ao mesmo tempo, o presidente Erdogan assinalou que a Turquia não desiste da intenção de adquirir sistemas de mísseis Patriot dos EUA e está disposta a discutir este assunto com os colegas americanos.

Os Departamentos de Defesa e de Estado dos EUA condenaram o relatado teste de mísseis que ocorreu na Turquia perto da costa do mar Negro, o senador americano Jim Risch também desaprovou o teste.

"O teste do sistema de defesa de mísseis russo S-400 da Turquia é um comportamento inaceitável de um aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Isso danifica mais a aliança e põe sob risco direto o F-35 e outros sistemas dos EUA e aliados da OTAN", declarou o senador americano Jim Risch, que chefia o Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA.

Analista identifica antinacionalismo e jogo de interesses por trás de negacionismo bolsonarista

 


Em entrevista à Sputnik Brasil, a cientista política Clarisse Gurgel avaliou a postura negacionista do governo brasileiro para além do meio ambiente, identificando uma doutrina pró-americana e pró-mercado que guiaria as atitudes do presidente Bolsonaro e de seus ministros.

Mantendo uma postura polêmica em meio aos persistentes problemas ambientais verificados em seu governo, o presidente Jair Bolsonaro voltou a causar impacto entre ambientalistas na última quinta-feira (22). Durante participação na cerimônia de formatura dos novos diplomatas do Instituto Rio Branco, em Brasília, o chefe de Estado brasileiro reforçou declarações dadas anteriormente pelo seu vice, Hamilton Mourão, sobre um projeto de convidar diplomatas estrangeiros para verem com os próprios olhos a suposta inexistência de devastações na floresta amazônica.

A ideia, segundo Bolsonaro, seria realizar uma viagem de uma hora e meia pela região, de Manaus a Boa Vista, durante a qual não seria visto "nada queimando ou sequer um hectare de selva devastada". 

Problema tem, 'o que não tem é governo'​

Esse plano de viagem do governo, segundo o pesquisador Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, é, obviamente, bem possível de ser realizado, dadas as dimensões avantajadas da Amazônia. Por outro lado, ele afirma, também seria muito fácil oferecer uma rota de passeio para os diplomatas estrangeiros onde seria possível verificar todos os "problemas reais" que vêm abalando a região: desmatamento, invasões de terra pública, garimpo ilegal, extração ilegal de madeira, grilagem e incêndios.

"Portanto, o governo pode até optar em levar os embaixadores apenas para ver as áreas preservadas da Amazônia, que realmente existem. Mas o grande problema, pelo qual o governo é cobrado, é exatamente nas áreas que estão sendo desmatadas e queimadas na floresta", disse o ambientalista em entrevista à Sputnik Brasil.

Astrini acredita que a insistência do presidente em entrar em choque com dados e números, relativizando ou até negando crises ambientais graves no país tem a ver tanto com interesses políticos de grupos de apoio ao governo, para quem vale "desenvolver a Amazônia a qualquer custo, passando por cima da floresta", quanto com o fato de Bolsonaro ser "adepto de teorias conspiratórias", que colocam a política ambiental e o desenvolvimento do país como fatores mutuamente excludentes. 

"O governo diz que o problema não existe, quando, na verdade, a gente tem os dados provando que a situação está muito ruim, e cada vez pior. Mas o governo, para não agir, ele briga contra os números, briga contra a realidade, briga contra os dados. E quando não consegue vencer os dados, então, ele parte para essa ofensiva, dizendo que tudo não passa de uma conspiração internacional. Infelizmente, esse é o presidente que nós temos hoje."

Ontem (22), começou a valer uma decisão do Ibama de interromper os trabalhos das brigadas de incêndios florestais em todo o país, por falta de recursos. Esse órgão e o ICMBio acumulam mais de três meses de atrasos de contas de serviços básicos. As dívidas somam dezenas de milhões de reais.

A fim de evitar um aprofundamento da crise, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu liberar R$ 60 milhões para o Ministério do Meio Ambiente. No entanto, para o secretário-executivo do Observatório do Clima, falta de dinheiro não é, definitivamente, a causa da dificuldade de se fiscalizar e combater práticas antiambientais no Brasil atual. 

​"O governo tem, por exemplo, o Fundo Amazônia, com mais de R$ 2 bilhões depositados nesse fundo e parados. O governo não usa esse dinheiro, está sendo processado no Supremo Tribunal [Federal]. O governo tem baixa execução do seu próprio orçamento. Para fiscalização, por exemplo, ações de fiscalização, usou menos da metade do orçamento disponível. Portanto, o problema não é dinheiro. O problema é gestão, o problema é planejamento, o problema é competência e o problema também é, acima de tudo, interesse em fazer a coisa certa. Dinheiro existe, o que não tem é governo."

Negacionismo é também pró-EUA e pró-mercado

Para a cientista política Clarisse Gurgel, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), embora, em um primeiro momento, a postura negacionista do governo Bolsonaro possa parecer desconectada das pressões internas e externas, ela, na verdade, seria também uma resposta às pressões, que, muitas vezes, vão muito além daquilo que se vê ou que é noticiado. 

"Existe também aquilo que é feito nas camadas mais subterrâneas da política e da economia política, não só do Brasil como do mundo todo", diz a especialista também em declarações à Sputnik Brasil. 

​Uma das principais pressões, explica a acadêmica, partiria daquele que a administração Bolsonaro escolheu como grande parceiro na empreitada pró-mercado liderada pelo ministro Paulo Guedes, os Estados Unidos. Prova disso, ela destaca, seriam os recentes acordos sobre regras comerciais e transparência, facilitação de comércio e boas práticas regulatórias firmados entre os dois países e a parceria de US$ 1 bilhão [R$ 5,6 bilhões] entre o Banco de Importação e Exportação dos EUA (Eximbank) e o Ministério da Economia do Brasil, que, segundo ela, visam, resumidamente, a facilitar o uso da máquina pública brasileira em favor dos interesses de Washington. Indo contra os próprios interesses nacionais.

"Essa razão cínica é possibilitada por uma base doutrinária daqueles que formam a composição do governo Bolsonaro, que é uma base doutrinária americana."

Em nome desse americanismo e, em geral, do capital, é que o governo Bolsonaro, para a pesquisadora, se dispõe a assumir essa posição negacionista não apenas em relação ao meio ambiente, mas em qualquer situação que for preciso.

"Portanto, a atenção maior é para o resultado. Agora, que resultado é esse? 'Eu não me importo muito com o que é verdade, o que me importa é o resultado'. E que resultado? Resultado dessas taxas de lucro, que é o centro das atenções de Paulo Guedes", afirma.

De acordo com a cientista política, ao longo dos últimos 22 meses, o governo Bolsonaro desenvolveu, como tática política, uma espécie de "modelo de violência direta" para lidar com forças antagônicas que poderiam representar alguma ameaça para a sua gestão. E isso se mostrou muito eficiente. 

"Esse método da violência direta tem se mostrado bastante eficaz no sentido de calar algumas instituições que se apresentavam, de início, como alternativas e até caminhos para se canalizar processos de derrubada do governo Bolsonaro. E isso permitiu, portanto, que ele seguisse em uma mesma linha", avalia. "Essa concessão, essa própria disposição das instituições brasileiras e de setores do empresariado brasileiro em aceitar o governo Bolsonaro e calar-se diante do governo Bolsonaro também é típica dessa doutrina, que é uma doutrina pragmática, em que menos importa a verdade, mais importa o resultado." 

​Para Gurgel, Bolsonaro, assim como seu homólogo norte-americano, Donald Trump, procura seguir uma dramaturgia e uma estética peculiares em seus discursos e aparições, afastando a possibilidade de surpreender o público com a sua persona. Quando ele faz suas declarações polêmicas, como a da última quinta-feira (22), é evidente, segundo ela, que ele está falando para o seu próprio público em primeiro lugar, mas não é possível acreditar que esse público não possa se expandir ao longo do tempo.

"Essas figuras grotescas aparentam uma espontaneidade, elas aparentam uma espécie de sinceridade, mesmo que da mais bruta. Então, essa sinceridade, que é aparente, essa espontaneidade aparente provoca uma espécie de prazer, mesmo que não se perceba. E o sujeito pode vir a aderir, na mesma lógica pragmática americanista." 

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


Vídeo em que Pazuello é humilhado foi exigência de Bolsonaro para manter ministro no cargo

 


Vídeo da visita que Jair Bolsonaro fez ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, foi uma exigência do próprio ex-capitão para que o militar permanecesse à frente da pasta. “É simples assim, um manda e outro, obedece”, diz Pazuello no vídeo

O vídeo da visita que Jair Bolsonaro fez ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, foi uma das exigências feitas pelo próprio ex-capitão para que o militar permanecesse à frente da pasta. No vídeo, Pazuello aparenta dificuldade para respirar em função da Covid-19 e é alvo de uma humilhação pública por parte de Bolsonaro. 

Segundo reportagem da coluna da jornalista Bela Megale, do jornal O Globo, “no auge de sua irritação com o episódio que envolveu Eduardo Pazuello, João Doria e a vacina chinesa, Jair Bolsonaro determinou uma condição básica para manter o ministro da Saúde no cargo: ele teria que se retratar publicamente”. 

Horas antes, Bolsonaro havia cancelado o acordo de intenção de compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa produzida em parceria com o Butantan e exigiu a gravação do vídeo como um espécie de pedido de desculpas por parte de Pazuello.

O conhecimento liberta. Saiba mais

Protegido do papai! Bolsonaro mobiliza órgãos do governo federal para anular investigação contra Flávio

 


O presidente Jair Bolsonaro recebeu Luciana Pires e Juliana Bierrenbach, advogadas de Flávio Bolsonaro no caso Queiroz, na companhia de Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). 

O encontro no Palácio do Planalto discutiu uma tese que poderia livrar Flávio e todos os demais deputados investigados por rachadinhas no Legislativo fluminense. O grupo discutiu a existência de uma organização criminosa instalada na Receita Federal, responsável por levantar informações que embasariam os relatórios de inteligência financeira pelo Conselho de Controle de Atividades Econômicas (Coaf). 

Bolsonaro incubiu o chefe da Segurança Institucional e o diretor de Inteligência do governo federal de, “em nome da segurança da família presidencial”, checar se existe documento que comprove que Flávio foi vítima de uma devassa ilegal por integrantes da Inteligência da Receita.

De acordo com a Época, registros feitos pelo GSI apontam que as advogadas apresentaram uma série de indícios no relatório do Coaf, que, na avaliação da defesa, o distinguiria dos demais tradicionalmente feitos pelo órgão por trazer informações das quais este não dispõe em seus bancos de dados. E apresentaram documentos que mostram que um grupo de funcionários da Receita, lotados na Corregedoria do Rio de Janeiro, estaria alimentando os órgãos de controle, entre eles o Coaf, com dados sigilosos sobre políticos, empresários, funcionários públicos, entre outros.

O indício mostra o envolvimento de força da Presidência da República para tentar anular as investigações contra o filho do presidente. Segundo a Época, o GSI não conseguiu, mas de lá para cá passou a acompanhar cada etapa da investida da defesa do filho do presidente para conseguir uma prova que possa anular o caso.

Na Receita, existe um temor na cúpula com dois possíveis desfechos para o caso: Se a defesa de Flávio Bolsonaro judicializar o caso, a Receita pode se ver no meio de um tiroteio jurídico. A outra alternativa Jair Bolsonaro trocar o chefe da Receita antes mesmo que o caso vá para a Justiça.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Em vídeo, Paolla Oliveira esbanja bumbum e corpaço de roupa íntima


 


Paolla Oliveira sempre encanta os seus seguidores e, no ar na reprise de “A Força do Querer”, a beldade roubou a cena nas mídias sociais. Por meio de uma propaganda de empoderamento feminino, a famosa surgiu só de roupa íntima e, claro, o corpaço ficou evidenciado.

 

“Em cada canto do Brasil habita uma beleza nata, insubstituível. E é lá que está você, mulher de força e que sabe do que é capaz. A musa @paollaoliveirareal aceitou o nosso pedido de representar o poder feminino que existe de Norte a Sul e esse foi o resultado!”, disse ela na legenda, que é um repost da publicidade.

 

“Um vídeo desse antes da hora do jantar é pra acabar né paolla, todo introjeto de me afogar no carboidrato foi pro ralo e vamos de saladinha kkkkk”, brincou uma seguidora da atriz. “Lindaaaa”, falou outra.

 

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Recentemente, Paolla Oliveira usou o Instagram para partilhar cliques de biquíni. Aproveitando bem o calor, a atriz mostrou os atributos e reuniu reações quentíssimas dos seguidores nas mídias.

 


 

 

 

Obeservatório


O escândalo que sacode a medicina brasileira

 


Às vésperas da homologação da vitória do médico César Eduardo Fernandes com 60,46% dos votos da Associação Médica Brasileira, derrotando a situação com 39,54%, sérias são as denúncias que sacodem o ambiente médico nacional.

Além de dados extraídos de auditoria contratada pela própria AMB – controlada pelo mesmo grupo no poder há uma década –, começam a surgir graves elementos de prova contra os integrantes da diretoria que ora deixa o poder.

A KPMG, uma das quatro maiores empresas de auditagem do mundo, já havia descoberto desvios para uma conta bancária fantasma, que recebeu 774 transferências em apenas dois anos, e que, ao fim, alguns milhões foram parar num salão de beleza.

Apesar das contas serem assinadas pelo presidente Florentino Cardoso Filho e o tesoureiro José Luiz Bonamigo Filho — os valores chegam aos R$ 50 milhões –, uma veterana funcionária burocrática, de baixo escalão, Maria Aparecida Rodrigues, foi responsabilizada pelo desvio de cerca de R$ 2 milhões.

À Folha de S.Paulo, ela declarou que foi trancada numa sala, coagida e que a acusação teria motivação política. Maria Aparecida foi funcionária da AMB por 25 anos e se declara disposta a testemunhar sobre todas as irregularidades que presenciou, inclusive manipulações eleitorais e desvios de grandes somas dinheiro.

Ambos são conselheiros federais do Conselho Federal de Medicina e Jose Bonamigo, chefe em um dos mais respeitados hospital do país, o Hospital Israelita Albert Einstein.

O processo, que já está nas mãos da polícia paulistana, vai crescendo. Documentos são acrescentados a cada dia.

A já famosa conta da AMB, cujos cheques eram assinados pelos Drs. Florentino (presidente) e Bonamigo (tesoureiro), registram transações entre a conta de número 2-151-4, da agência 0646, do Banco Itaú, na Avenida Paulista, e a número 115.688-8, da agência 4223-4 do Banco do Brasil. As duas tem os mesmo CNPJ, o 61.413.605/0001-07, o da AMB.

Foi através de conta-fantasma que verdadeiras pérolas são encontradas:

• O tesoureiro José Bonamigo autorizou a contratação da 5º maior empresa de auditoria de mundo, GRANT THORNTON para DEFENDER a Chapa 2 nas eleições da APM (Associação Paulista de Medicina), não tendo como justificar a saída desses valores na AMB, solicitou (alegando que estava de plantão no Hospital Albert Einstein e não poderia aprovar naquele momento) que o financeiro, sob supervisão de Maria Aparecida Rodrigues, providenciou a transferência do valor à empresa MEIRELES & BONAMIGO (empresa que tinha a esposa de Jose Bonamigo como sócia), conforme comprovante de 10 mil reais, conforme nota emitida pela GRANT THORNTON, o que foi devidamente reembolsado pela AMB.
• JOSE LUIZ BONAMIGO FILHO autorizou reembolsos em questões pessoais dos diretores: o pagamento do conserto de relógio e revisão e funilaria de veículo de propriedade da Gerente Financeira (veículo Honda City placa FRS 4541), grande aliada das apresentações dos balanços maquiados à auditoria e Conselho Fiscal. No processo está a nota fiscal do pagamento de Relógio Apple IWatch cujo serial number é de propriedade do presidente à época, Dr. Florentino Cardoso, reembolsado pela AMB a prestadores, por meio de relatórios de reembolso que propositadamente Jose Luiz Bonamigo Filho deixou de apresentar.
• USO DO DINHEIRO DA AMB PARA FINS PESSOAIS – JOSE BONAMIGO ORDENADOR DE DESPESAS PARA ABRIR SUA CLÍNICA INSTITUTO PAULISTA DE MEDICINA – Jose Luiz BonamigoFilho, médico chefe do Hospital Israelita Albert Einstein, segundo se apurou contratou pela Associação Médica Brasileira – AMB, uma empresa de contabilidade e utilizou a mesma para abrir sua própria empresa médica, quem pagou e reembolsou por essa abertura ao que parece pelos documentos foi a própria instituição. Isso tem demonstrado à polícia paulistana muito sobre a maneira que o tesoureiro, por quase 10 anos, utilizou o dinheiro da instituição e que deve ter muito a explicar sobre o desvio de 50 milhões descobertos por um prestador de serviços.
• DOCUMENTO PROBATÓRIO DE QUE JOSE BONAMIGO, FOI O RESPONSÁVEL DE DESPESAS PAGAS PELA ILEGALMENTE PELA AMB EM CAMPANHA ELEITORAL PARA ASSUMIR A APM, no item “Boleto Bancário Emitido Pela MT LOG BRASIL Transportes Rápidos”, tornando-se necessário esclarecer que JOSE BONAMIGO solicitou ao financeiro que pagasse uma empresa que fizesse os “disparos” de materiais de campanha contra a APM, em que justificou não poder fazer porque ele, (Bonamigo) estava fora da AMB em plantão no Hospital Israelita Albert Einstein. Financeiro, AUTORIZADO POR EMAIL INSTITUCIONAL DA AMB, pagou pelas despesas e em seguida recebeu o reembolso pela AMB, autorizada por Jose Bonamigo. (E-mail em anexo)
• USO COMPROVADO DO DINHEIRO DA AMB PARA ELEGER JOSE BONAMIGO COMO GOVERNADO DO AMERICAN COLLEGE OF PHISICYANS Atual Governador do ACP-BR, Jose Bonamigo solitou que fizesse a abertura do capítulo com todas as depesas custeadas pela AMB, inclusive que fosse negociado com a contabilidade que somente eles teriam a conta das instituições dos médicos jovens ANMR, AMERESP, ABLAM, caso não cobrassem para fazer a abertura, isso consta em contrato assinado por JOSE BONAMIGO.
• JOSE BONAMIGO – FALSIFICAÇÃO DA ASSINATUDA DA EMPRESA DO CANDIDATO LINCOLN LOPES FERREIRA PARA ELEIÇÕES AMB 2017 – PAGA OU REEMBOLSADA PELA AMB – DISPARO DE MAILMARKETING Esse foi o fato que gerou a rescisão da assessoria jurídica que atuou até 2017 com a AMB. Jose Bonamigo solicitou a um prestador de serviços de confiança para figurar como representante legal da empresa do atual presidente da AMB – Lincoln Lopes Ferreira no contrato de disparador de e-mails de campanha – que se compromissou com Jose Bonamigo, que se eleito à presidência da AMB o indicaria para o cargo de Conselheiro Federal indicado pela AMB.
• USO POLÍTICO DO DINHEIRO DO ASSOCIADO EM 2019 – AMB PAGA GUIA JUDICIAL DE 35.000,00 REAIS PARA A CHAPA 2 DA APM ONDE JOSE BONAMIGO É CANDIDATO A DIRETOR ADMINISTRATIVO – processo nº 1083344-57.2017.8.26.0100 me curso na 1ª Vara Cível Central de São Paulo. Lincoln Lopes Ferreira e Jose Bonamigo, suportaram o pagamento da perita judicial no processo nº 1083344-57.2017.8.26.0100 me curso na 1ª Vara Cível Central de São Paulo que a Chapa de Jose Bonamigo promove contra a APM, tanto é que as conversas, mostram o Presidente da AMB justificando o atraso no pagamento e que estava atuando junto com o Tesoureiro (Jose Bonamigo) para ver como faria o pagamento, se pela AMB ou se por terceiros para posterior reembolso. A verdade é que a GUIA JUDICIAL da PERITA JUDICIAL dos membros da Chapa 2 contra a atual diretoria da APM foi paga pela AMB na pessoa de seus diretores e devem ser cobrados sobre a prestação de contas.
• Dois depoimentos explosivos começaram a nortear as investigações policiais: a do 2º tesoureiro Miguel atestando que os próprios ex-advogados da AMB foram os responsáveis pela descoberta do milionário desvio de cerca de R$ 50 milhões através da caixa 2 durante a gestão que agora se finda;e a de Alisson Mello de Queiroz, morador em Sorocaba e ex-funcionário da Associação Paulista de Medicina (APM), alvo de tentativa de corrupção de dirigentes da AMBque o queriam contratar para realizar espionagem. Alisson revelou com riqueza de detalhes ter “sido muito procurador pelos Drs. José Luiz Bonamigo Filho e Diogo Sampaio Leite, membros da diretoria da AMB comandada pelo Dr. Florentino Cardoso, no ano de 2014, para que pudesse vasculhar informações, interferir no processo eletrônico e procurar por documentos que pudessem contribuir para a campanha eleitoral, por ser até então funcionário da Associação Paulista de Medicina. De 2014 a 2017, a AMB autorizada pelo Dr. José Bonamigo, realizou o pagamento de todos os advogados que me defenderam, comprou passagens internacionais para justificar minha saída do país, pagou todas as taxas de processos, tudo isso para que eu não revelasse os pedidos que me fizeram durante o período eleitoral de 2014, sendo que enviei os comprovantes de despesas para o Dr. Bonamigo, que me pedia para enviar para as meninas do financeiro que elas dariam um jeito de arrumar e acertar, a que hoje entendo a grande gerência administrativa”. 

A tal conta-fantasma (milionária) que financia todas as ilegalidades da diretoria que está saindo do comando da Associação Médica Brasileira nunca foi apresentada perante o Conselho Fiscal, as Auditorias Internas ou as Assembleias de Delegados. Ela, simplesmente, não existia.

A Folha de S. Paulo puxou a ponta do novelo, mas o gordo novelo está sendo desenrolado em processo criminal sigiloso.

Fonte DCM

R$ 133,2 milhões: TCU vê irregularidades em contrato do Ministério da Saúde, assinado por Pazuello para reagentes de testes da Covid-19

 


Relatório do TCU aponta "falta de planejamento e coordenação por parte do Ministério da Saúde" para a aquisição de reagentes usados em testes da Covid-19. Contrato de R$ 133,2 milhões foi assinado na gestão do ministro Eduardo Pazuello

O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou suspeitas de irregularidades em um contato do Ministério da Saúde para aquisição de 10 milhões de kits de reagentes usados em testes da Covid-19. O valor do contato é de R$ 133,2 milhões e foi assinado em 21 de agosto, já na gestão do ministro Eduardo Pazuello. 


Segundo reportagem do jornal O Globo, as supostas irregularidades foram apontadas em relatório produzido Diretoria de Integridade (Dinteg) do próprio Ministério ao TCU. O documento também revela que um pedido de reconsideração apresentado pela empresa que ficou em segundo lugar no processo de aquisição emergencial, alegando direcionamento à vencedora, foi ignorado pelos setores responsáveis e mantido fora do conhecimento de outros integrantes da pasta.

"Conforme explanado por um dos integrantes da Dinteg (Diretoria de Integridade do Ministério da Saúde), a partir da documentação relacionada à contratação, é possível verificar a existência de indícios de irregularidades na contratação, o que evidencia a falta de planejamento e coordenação por parte do Ministério da Saúde para a aquisição", aponta o relatório do TCU.

Ainda de acordo com o Globo, a empresa que venceu, Thermofisher Scientific Inc, representada no Brasil pela Life Technologies Brasil Comércio e Indústria de Produtos para Biotecnologia Ltda, tinha que entregar no total 10 milhões de kits de insumos para extração de RNA (material genético), sendo 3 milhões em setembro, mais 3 milhões em outubro e 4 milhões em novembro. Mas, segundo dados atualizados até a primeira semana de outubro, apenas 336 mil itens (3,3%) haviam sido entregues.

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