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domingo, 26 de julho de 2026

Ministério da Saúde coloca Santaluz e Queimadas com piores indicadores de saúde básica da Região Sisaleira; veja ranking

 


Santaluz e Queimadas possuem os piores indicadores no desempenho de  saúde básica da região sisaleira da Bahia. Os dados, levantados pelo Região em Pauta, foram atualizados neste mês de julho pelo Ministério da  Saúde e levam em consideração os primeiros quatro meses do ano. Governocentral e local

O chamado ranking de cofinanciamento federal é uma ferramenta de gestão que classifica os municípios brasileiros com base no desempenho de suas equipes de  saúde na Atenção Primária à Saúde (APS).

O APS estrutura 15 indicadores, divididos em Saúde da Família, Saúde Bucal e Equipes Multiprofissionais. Segundo o Ministério da Saúde, eles avaliam acesso, acompanhamento e prevenção para populações como gestantes, crianças e idosos.

Na região sisaleira, composta por 20 municípios, São Domingos alcançou o primeiro lugar. No ranking geral da Bahia, Lapão conseguiu o topo do pódio, com Ibititá e Dom Basílio em segundo e terceiro, respectivamente.


CONFIRA O RANKING DA REGIÃO SISALEIRA


1º – São Domingos – 13º lugar na Bahia;

2ª – Barrocas – 78º lugar na Bahia;

3ª – Cansanção – 108º lugar na Bahia;

4ª – Ichu – 133º lugar na Bahia;

5ª – Nordestina – 143º lugar na Bahia;

6ª – Biritinga – 155º lugar na Bahia;

7ª – Valente – 156º lugar na Bahia;

8ª – Monte Santo – 158º lugar na Bahia;

9ª – Retirolândia – 159º lugar na Bahia;

10ª – Candeal – 184º lugar na Bahia;

11ª – Tucano – 203º lugar na Bahia;

12ª – Araci – 15º lugar na Bahia;

13ª – Itiúba – 212º lugar na Bahia;

14ª – Conceição do Coité – 221º lugar na Bahia;

15ª – Lamarão – 278º lugar na Bahia;

16ª – Quijingue – 299º lugar na Bahia;

17ª – Serrinha – 315º lugar na Bahia;

18ª – Teofilândia – 334º lugar na Bahia;

19ª – Queimadas – 335º lugar na Bahia;

20ª – Santaluz – 355º lugar na Bahia


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quarta-feira, 30 de junho de 2021

CPI da Covid quebra sigilo bancário de Pazuello e de diretor exonerado do Ministério da Saúde

 


Pedidos foram feitos vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e os requerimentos foram aprovados em meio a acusações de irregularidades na compra das vacinas Covaxin e Astrazeneca.

A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (30) a quebra do sigilo bancário do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e do diretor exonerado do Ministério da Saúde Roberto Dias.

O pedido partiu do senador Randolfe Rodrigues, que pretende investigar denúncia de que, na gestão de Pazuello, militares escolheram, sem licitação, empresas para reformar prédios antigos no Rio de Janeiro. E, para isso, usaram a pandemia do novo coronavírus como justificativa para considerar as obras urgentes.

O ex-diretor Roberto Dias foi denunciado por um representante de empresa que relatou ter sido pressionado por Dias para pagar propina na compra da vacina Oxford/Astrazeneca. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30).

Também foram quebrados sigilos de empresários, assessores do governo e representantes do chamado "gabinete do ódio", um dos objetos de apuração da CPI, informa o portal G1.

Brasileiros marcham em protesto contra a resposta do governo no combate à COVID-19, exigindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, Rio de Janeiro, Brasil, 29 de maio de 2021
© AP PHOTO / BRUNA PRADO
Brasileiros marcham em protesto contra a resposta do governo no combate à COVID-19, exigindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, Rio de Janeiro, Brasil, 29 de maio de 2021

'Superpedido' de impeachment

Nesta quarta-feira (30), um "superpedido" de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro foi protocolado na Câmara Federal.

Horas antes do pedido ser enviado à Câmara, Bolsonaro ignorou a denúncia de oferta de propina na compra da vacina indiana Covaxin, e disse que mentiras não vão tirá-lo do Palácio do Planalto. Ele também se referiu a membros da CPI da Covid como sendo "bandidos".

"Não conseguem nos atingir. Não vai ser com mentiras ou com CPI, integrada por sete bandidos, que vão nos tirar daqui. Temos uma missão pela frente: conduzir o destino da nossa nação e zelar pelo bem-estar e pelo progresso do nosso povo", afirmou o presidente.


domingo, 21 de março de 2021

Ministério da Saúde admite que chegada de vacinas da Índia pode ter novo atraso

 


A empresa indiana que fornecerá vacinas Aztrazeneca/Oxford para o Brasil informou que vai atrasar a entrega de uma nova remessa de imunizantes. O governo Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou neste domingo (21) que o cronograma pode sofrer alterações. O Instituto Serum, da Índia, é responsável pela produção de doses fornecidas ao país. Já havia desde a semana passada informações de que haveria atrasos, conforme publicado pela Folha neste domingo.


O fornecimento será adiado para o Brasil, Arábia Saudita e Marrocos, segundo informação publicada pelo jornal Índia Times. Isso ocorreu por causa de pressões para o fornecimento dos imunizantes para as necessidades da Índia. Estão previstas 8 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca para serem importadas da Índia pela Fiocruz. Nos últimos meses, o governo alterou ao menos duas vezes a previsão de entrega dessas doses.


A data seria entre abril e julho, com 2 milhões de doses já em abril. Em nota, o Ministério da Saúde já admite que atrasos podem ocorrer. "É importante esclarecer que o cronograma de entregas de doses, enviado pelos laboratórios fabricantes para o ministério, pode sofrer constantes alterações, de acordo com a produção dos insumos", diz texto deste domingo.


A Folha mostrou que, embora o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) tenha anunciado a contratação de 562 milhões de doses de vacinas contra a Covid para este ano, 37% desse total ainda consta apenas como intenção de compra ou enfrenta outros impasses. Falta, inclusive, aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para que possam ser aplicadas.


A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) já entregou o primeiro lote com mais de 1 milhão de doses da vacina AstraZeneca/Oxford produzido no Brasil, com matéria-prima (IFA) importada da China. Elas fazem parte da remessa de cerca de 5 milhões de vacinas entregues neste fim de semana a estados e municípios.

Por: Folhapress

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Após meses de incentivo, Ministério da Saúde recua e diz que vermífugo é ineficaz contra Covid-19


 

Ministério da Saúde comunicou que a nitazoxanida, vermífugo vendido com nome comercial de Annita, não consta do rol de remédios contra o tratamento da Covid-19. Em outubro, o governo Jair Bolsonaro anunciou que a droga era eficaz. Ministro astronauta Marcos Pontes foi grande incentivador da ideia estapafúrdia e investiu milhões num estudo que fracassou por completo

O Ministério da Saúde comunicou à Câmara dos Deputados que o medicamento nitazoxanida, vermífugo vendido com nome comercial de Annita, não consta do rol de remédios contra o tratamento da Covid-19. A droga, que já foi anunciada pelo próprio governo como eficaz no tratamento precoce da doença, também não aparece na lista de compras e distribuição pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ministro astronauta Marcos Pontes foi grande incentivador da ideia estapafúrdia e investiu milhões num estudo que fracassou por completo.

“A Nitazoxanida não consta nas orientações deste Ministério da Saúde para o tratamento da Covid-19, e também não se encontra incluída na Relação Nacional de Medicamentos – RENAME 2020, de forma que esse medicamento não é adquirido ou financiado com recursos federais do SUS”, diz trecho do texto do ministério enviado em resposta a um pedido de informações da bancada do PSOL, de acordo com o jornal O Globo.

"Este Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE) e Insumos Estratégicos informa que até o momento, não tem ciência de nenhum processo para aquisição de Nitazoxanida pelo Ministério da Saúde, ou de planos para sua disponibilização na rede pública de saúde", diz outro trecho do documento.

Em outubro, o governo federal afirmou ter comprovações que o vermífugo reduziria a carga viral nos primeiros dias em que os pacientes infectados pelo coronavírus apresentassem sintomas. O anúncio contou com a presença de Jair Bolsonaro e do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, principal promotor da ideia estapafúrdia.

"Este Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE) e Insumos Estratégicos informa que até o momento, não tem ciência de nenhum processo para aquisição de Nitazoxanida pelo Ministério da Saúde, ou de planos para sua disponibilização na rede pública de saúde", diz o texto encaminhado à Câmara.

A deputada Sâmia Bomfim, avaliou que o Ministério da Ciência e Tecnologia e o próprio Bolsonaro "demonstraram irresponsabilidade e desinformação" ao estimular o uso do medicamento. “O Ministério da Ciência e Tecnologia investiu milhões num estudo sobre a nitazoxanida, mesmo que a comunidade científica internacional já tivesse negado sua eficácia. Insistiram no estímulo ao uso, também através das redes sociais do próprio presidente da República”, disse a parlamentar.  

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

R$ 133,2 milhões: TCU vê irregularidades em contrato do Ministério da Saúde, assinado por Pazuello para reagentes de testes da Covid-19

 


Relatório do TCU aponta "falta de planejamento e coordenação por parte do Ministério da Saúde" para a aquisição de reagentes usados em testes da Covid-19. Contrato de R$ 133,2 milhões foi assinado na gestão do ministro Eduardo Pazuello

O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou suspeitas de irregularidades em um contato do Ministério da Saúde para aquisição de 10 milhões de kits de reagentes usados em testes da Covid-19. O valor do contato é de R$ 133,2 milhões e foi assinado em 21 de agosto, já na gestão do ministro Eduardo Pazuello. 


Segundo reportagem do jornal O Globo, as supostas irregularidades foram apontadas em relatório produzido Diretoria de Integridade (Dinteg) do próprio Ministério ao TCU. O documento também revela que um pedido de reconsideração apresentado pela empresa que ficou em segundo lugar no processo de aquisição emergencial, alegando direcionamento à vencedora, foi ignorado pelos setores responsáveis e mantido fora do conhecimento de outros integrantes da pasta.

"Conforme explanado por um dos integrantes da Dinteg (Diretoria de Integridade do Ministério da Saúde), a partir da documentação relacionada à contratação, é possível verificar a existência de indícios de irregularidades na contratação, o que evidencia a falta de planejamento e coordenação por parte do Ministério da Saúde para a aquisição", aponta o relatório do TCU.

Ainda de acordo com o Globo, a empresa que venceu, Thermofisher Scientific Inc, representada no Brasil pela Life Technologies Brasil Comércio e Indústria de Produtos para Biotecnologia Ltda, tinha que entregar no total 10 milhões de kits de insumos para extração de RNA (material genético), sendo 3 milhões em setembro, mais 3 milhões em outubro e 4 milhões em novembro. Mas, segundo dados atualizados até a primeira semana de outubro, apenas 336 mil itens (3,3%) haviam sido entregues.

O conhecimento liberta. Saiba mais


segunda-feira, 15 de junho de 2020

Enquanto EUA suspende cloroquina, Ministério da Saúde amplia uso para grávida e criança


Apesar de não existir comprovação da eficácia do medicamento para o tratamento da Covid-19, o governo Jair Bolsonaro defende o uso da droga de forma precoce para gestantes e crianças


No mesmo dia em que a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) revogou a autorização de uso emergencial da cloroquina e da hidroxicloroquina para tratar pacientes da Covid-19, o Ministério da Saúde do governo Jair Boslonaro ampliou a recomendação do uso da droga para gestantes e crianças.
A orientação é para prescrição da cloroquina e da hidroxicloroquina associados ao antibiótico azitromicina, mesmo para casos leves.
De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou que gestantes e crianças são grupos de risco para a doença, e por isso foram incluídos na recomendação.
Apesar de não existir comprovação da eficácia do medicamento para o tratamento da Covid-19, Bolsonaro defende o uso da droga.
Ao ser questionada sobre a decisão dos EUA, que suspendeu o uso, a secretária disse que a agência norte-americana se baseou em "trabalhos de péssima referência metodológica" e emendou afirmando que a agência só permitia uso para casos graves, enquanto no Brasil a recomendação é do uso precoce.
Ela adiantou ainda que o ministério deve orientar uso da cloroquina e de outros medicamentos na atualização da nota, ainda não divulgada.
A medida não é dita regras no SUS nem passa a autorizar procedimentos antes proibidos, mas tem forte poder político.
Segundo a secretária, a agência se baseou em "trabalhos de péssima referência metodológica". A secretária disse ainda que a agência só permitia uso para casos graves, enquanto no Brasil a recomendação é do uso precoce.

terça-feira, 9 de junho de 2020

(Vídeo) Bolsonaro marca reunião de técnicos do Ministério da Saúde com apoiadora que diz curar coronavírus com enxofre


A mulher, que afirmou conversar com Deus desde os seis anos e é apoiadora de Jair Bolsonaro, disse que o enxofre é a solução para o coronavírus. Bolsonaro prometeu colocá-la em contato com representantes do Ministério da Saúde


Jair Bolsonaro prometeu agendar uma reunião de integrantes do Ministério da Saúde com uma apoiadora de 38 anos que disse ter a cura para o coronavírus. Segundo a mulher, que afirmou conversar com Deus desde os seis anos, o enxofre é a solução para a doença que já matou mais de 37 mil pessoas e infectou mais de 700 mil no Brasil. Ela disse que é de Santa Helena, no Paraná. 
"Eu trouxe a cura do coronavírus e eu coloco a minha vida à disposição. Eu tenho 38 anos, sou mãe de três filhos e não estou aqui para brincar. Deus fala comigo desde os seis anos. Deus quer honrar esse país, Deus quer te exaltar na presença de todos os povos e nações. Não preciso que acreditem em mim, só preciso que ponham à prova. Podem injetar o vírus em mim, eu assumo todas as responsabilidades", disse ela a Bolsonaro.
"Eu liguei para a sua secretária, em 20 de abril,  enviei 27 e-mails, liguei para o Ministério da Saúde cinco vezes", afirma. 
Bolsonaro prometeu colocá-la em contato com representantes do Ministério da Saúde nesta terça-feira (8). "Eu te arranjo amanhã para você, para alguém conversar com a senhora lá no Ministério da Saúde, tá ok? Tá ok? Pode ser?". 

A mulher diz que Deus falou com ela e que tem a cura pro Coronavirus: Enxofre.


O que o presidente faz? Arruma um horário pra ela no Ministério da Saúde


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