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domingo, 31 de maio de 2026

Solteira, Virginia Fonseca exibe curvas em passeio de lancha com a família

 



No sábado (30), Virginia Fonseca reuniu seus amigos próximos e familiares para celebrar o aniversário da sua filha primogênita, Maria Alice, fruto do relacionamento com o cantor Zé Felipe, que completou 5 anos. 

Um dos registros compartilhados pela influenciadora nas redes sociais chamou a atenção dos internautas. Na foto, Virginia exibiu as coxas tonificadas em um vestidinho de crochê que mostrou outras curvas.



Solteira desde o recente término com Vini Jr., Virginia vem abalando corações nas redes sociais. A influenciadora já chegou a ser cantada por um influenciador chamado Gui, que deu a entender que poderia passar o Dia dos Namorados com a loira.

Maria Alice faz 5 anos

A filha mais velha de Virginia Fonseca e Zé Felipe completou 5 anos no sábado (30). Nas redes sociais, a influenciadora compartilhou uma homenagem para a filha. "Hoje minha primogênita completa 5 aninhos… Passou muito rápido e não sei se fico feliz ou triste kk feliz por ver ela cada dia mais inteligente, saudável, linda, carinhosa ou triste por ver que meu neném não é mais neném (mas que pra mim será meu neném para o resto da vida)", declarou.

"Mariazinha, você me mostrou o maior do mundo, foi grávida de você que eu aprendi o que é aquele amor que dói na alma e sou muito grata a Deus por ter me dado você de presente", acrescentou a influenciadora.

Emocionada, Virginia Fonseca fez questão de garantir que sempre apoiaria a filha. "Saiba que eu sempre estarei aqui por você e pra você, obrigada por ser essa menina de personalidade, atitude, divertida e engraçada! Que Deus conserve e guie seus caminhos sempre, te amo muito minha princesa. Agora vamos curtir seu dia e comemorar sua vida mais um pouquinho", concluiu.


As mais vistas da semana

Primeiros indícios astronômicos sugerem que estrelas anãs vermelhas podem devorar planetas

 


Após identificarem níveis inesperadamente altos de lítio em anãs vermelhas, astrônomos concluem que estrelas deste tipo podem devorar planetas inteiros durante a formação de seus sistemas.

Astrônomos encontraram as primeiras evidências de que anãs vermelhas podem devorar seus próprios planetas, um comportamento há muito suspeitado, mas nunca confirmado. A descoberta surge a partir de dados do levantamento espectroscópico Gaia‑ESO, que revelou estrelas desse tipo com níveis anormais de lítio.

Essas pequenas estrelas, muito menores e mais frias que o Sol, não deveriam conter lítio, já que o elemento é rapidamente destruído em seus interiores quentes e turbulentos. Por isso, qualquer vestígio detectável funciona como um marcador claro de contaminação externa — um sinal de que a estrela engoliu material planetário ainda rico em lítio.

Segundo o pesquisador Robin Jeffries, até mesmo uma pequena quantidade desse elemento funciona como "tinta em uma tela em branco", tornando a assinatura química impossível de ignorar. A equipe identificou seis anãs vermelhas em três aglomerados estelares com teores de lítio muito acima do esperado.

Raios gama revelam magnetar por trás de supernova superluminosa inédita


A análise detalhada sugere que essas estrelas podem ter consumido o equivalente a três a dez Terras em material planetário. Esse processo destrutivo teria injetado lítio em suas atmosferas, explicando o excesso observado.

Como as anãs vermelhas representam cerca de 75% das estrelas da Via Láctea, o fenômeno pode ser muito mais comum do que se imaginava. Se confirmado, isso mudaria a compreensão sobre a evolução inicial de sistemas planetários e sobre o destino de mundos que orbitam estrelas de baixa massa.


Pesquisas futuras devem investigar quando essas estrelas são mais propensas a devorar seus planetas e como esse comportamento afeta a formação e a estabilidade de sistemas planetários. Isso pode oferecer pistas valiosas sobre a história química e dinâmica da galáxia e sobre a sobrevivência de mundos ao redor de anãs vermelhas, como os estudados em exoplanetas rochosos e sistemas planetários jovens.


Camas pré-históricas revelam hábitos sofisticados de humanos há 200 mil anos na África (FOTOS)

Camas pré-históricas

 

Uma nova pesquisa revela que os humanos da Idade da Pedra da Caverna Border na África construíram camas de palha complexas há cerca de 200 mil anos, escreve a revista Archaeology News.

A revista salienta que a Caverna Border, localizada no alto das Montanhas Lebombo, na fronteira entre a atual África do Sul e o Reino da Suazilândia, é escavada desde a década de 1930. Pesquisas recentes revelaram nela restos orgânicos excepcionalmente bem preservados, incluindo antigos colchões de grama.

"Os povos da Idade da Pedra Média que habitavam a Caverna Border, no sul da África, construíam e mantinham camas de vegetação por mais de 150 mil anos [...]. A pesquisa oferece uma das visões

Segundo a matéria, a análise microscópica dos depósitos da caverna revelou seis microfácies de camadas distintas, refletindo diferentes práticas de construção e manutenção, e ampliando significativamente a diversidade conhecida de estruturas de camadas antigas.

Muitos desses padrões se assemelham aos encontrados em outros sítios da Idade da Pedra na África, enquanto outros são únicos, apresentando variações no uso de cinzas, na disposição das plantas, bem como sinais de pisoteio ou queimadura, que sugerem diferentes hábitos de vida.


Fósseis do Brasil são alvos de tráfico para o exterior - Sputnik Brasil, 1920, 29.05.2026

Ciência e sociedade
Pesquisadora: Alemanha concentra a maioria dos fósseis brasileiros retirados irregularmente do país (VÍDEOS)

As evidências indicam que a camada era frequentemente colocada sobre cinzas ou misturada a elas, provavelmente para melhorar o isolamento térmico, a secagem e o controle de insetos, e que essas práticas se repetiam por longos períodos.

Os depósitos também apresentam sinais evidentes de manutenção contínua, como a adição de material vegetal fresco, queimadas repetidas e pisoteio. Algumas camadas preservam esteiras de grama complexas e multicamadas.

As diferenças entre camadas mais antigas e mais recentes, bem como atividades inesperadas em certos tipos de sedimentos, apontam padrões de ocupação em mudança. A seleção de plantas e a organização espacial, por sua vez, refletem um manejo precoce e estruturado dos ambientes de vida, conclui a reportagem.


As mais vistas da semana

domingo, 17 de maio de 2026

Bahia: Polícia Civil investiga produção de vídeos adultos envolvendo menores em Serrinha

 

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (12), uma operação com o objetivo de enfrentar crimes praticados contra crianças e adolescentes. A ação é nacional, batizada de “Caminhos Seguros”.

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Salvador, no Corredor da Vitória, Pau Miúdo, Paripe, Boca do Rio e Mata Escura, além do município de Serrinha. Na capital, uma das decisões judiciais foi contra o morador de um edifício de luxo.

As investigações apuram produção e armazenamento de material pornográfico infantojuvenil, extorsão e lesão corporal praticada no contexto de violência doméstica contra crianças e adolescentes.

A operação é coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e conta com a participação integrada das polícias Civil, Militar e Federal em diversos estados do país.

Na Bahia, a ação mobiliza mais de 100 policiais civis e é coordenada pelo Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DERCCA) e do Núcleo Especializado em Repressão a Crimes Contra Crianças e Adolescentes no Ambiente Virtual (NERCCA).

Além dos mandados cumpridos em Salvador, um alvo também será submetido a medida de busca e apreensão no município de Serrinha, por meio do Núcleo Especial de Atendimento à Mulher, vinculado à investigação relacionada à produção de material pornográfico infantojuvenil.

A operação conta com apoio operacional dos departamentos de Inteligência Policial (DIP), Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Polícia Metropolitana (DEPOM) e Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC).


Marcela Mc Gowan e Luiza Martins se casam em meio à maratona de festas luxuosas e famosos


 



A médica e ex-BBB Marcela McGowan, de 37 anos, e a cantora sertaneja Luiza Martins, de 33, oficializaram a união neste domingo (17), durante uma cerimônia romântica realizada no Bohemian Village, em São Paulo. 

Juntas desde 2020, as duas celebraram o casamento cercadas por amigos e familiares em uma festa marcada pela estética boho-chique e clima de bosque encantado. A decoração contou com flores em tons de lilás, roxo e rosa-claro, além de referências ao universo esotérico cultivado pelo casal, incluindo elementos ligados à lua, renda e tarô. As informações são da revista Quem. 

A troca das alianças aconteceu sob uma tenda decorada com bordados que levavam os nomes das noivas. Os vestidos também seguiram a proposta romântica do evento, com modelos rendados e detalhes delicados. Marcela apostou em um vestido com ombros à mostra, inspirado no estilo cigana. 

A comemoração, no entanto, começou ainda no sábado (16), com um pré-wedding batizado de “Disco Road”, mistura de referências da discoteca com o universo country. As noivas usaram looks brancos em estilo country e receberam os convidados em uma noite com pista de dança, brilho e franjas. 

Marcela explicou a proposta da festa. “Todo mundo veio, os convidados estão interagindo, se conhecendo. A gente fez uma decoração que combina esses elementos da discoteca com rodeio. Então, muita franja de brilho, muita coisa country misturada”, contou.

O fim de semana de comemorações será encerrado nesta segunda-feira (18) com um encontro descontraído apelidado pelas noivas de “churrasco da fofoca”, reservado para convidados mais íntimos relembrarem os bastidores da celebração. 

O casamento marca o ponto alto da relação iniciada pouco depois da participação de Marcela no Big Brother Brasil 20. Entre as madrinhas está a influenciadora Bianca Andrade, amiga da médica desde o confinamento. 


Policia: Suspeito que saiu da Bahia para matar ex-namorada no Paraná tinha cópia da chave da casa da vítima

 


Natan de Souza Brito, de 28 anos, preso após sair da cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, para matar a ex-namorada Thainara Cavalcante, na cidade de Terra Roxa, no Paraná, tinha uma cópia da chave da casa da vítima. Ele confessou o crime à polícia.

Segundo as investigações, o suspeito percorreu cerca de 2 mil quilômetros até a residência da vítima após descobrir, por meio das redes sociais, que ela estava em um novo relacionamento. Na madrugada de quinta-feira (14), ele pulou o muro da residência e usou a chave que ainda mantinha para entrar no imóvel sem levantar suspeitas. Thainara foi atacada com golpes de faca e morreu ainda no local.

Após o feminicídio, o suspeito deixou a residência e seguiu para a cidade de Toledo, também no oeste do Paraná. De acordo com a polícia, ele tomou banho, trocou de roupa e depois procurou uma delegacia para se entregar.

Natan foi autuado em  flagrante por feminicídio e segue preso à disposição da Justiça. O caso segue sendo investigado.


quinta-feira, 7 de maio de 2026

Astrofísica: Estrelas gigantes revelam erupções que imitam supernovas e redefinem sua evolução cósmica

 


Erupções violentas em estrelas gigantes, capazes de imitar supernovas sem destruí-las, estão ajudando astrônomos a recalibrar como esses colossos perdem massa — um processo explosivo que redefine modelos de evolução estelar e revela o papel decisivo da metalicidade nessas tempestades cósmicas.

As estrelas mais massivas do cosmos protagonizam episódios violentos de "perda de massa eruptiva", explosões tão luminosas que podem ser confundidas com supernovas — embora a estrela sobreviva ao evento. Essas chamadas "impostoras de supernova" intrigam astrônomos há décadas, pois imitam explosões estelares reais sem destruírem seus núcleos. O fenômeno ocorre quando gigantes estelares expulsam enormes quantidades de material em surtos irregulares, criando um espetáculo brilhante e imprevisível. Medir essas erupções, porém, é um desafio: métodos tradicionais em infravermelho ou rádio captam apenas o momento presente, ignorando a natureza episódica dessas perdas de massa.


Erupções violentas em estrelas gigantes, capazes de imitar supernovas sem destruí-las, estão ajudando astrônomos a recalibrar como esses colossos perdem massa — um processo explosivo que redefine modelos de evolução estelar e revela o papel decisivo da metalicidade nessas tempestades cósmicas.

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Essa limitação afeta diretamente os modelos de evolução estelar. Para estrelas extremamente massivas, simulações frequentemente falham em completar seus ciclos de vida, em parte porque a perda de massa eruptiva — impulsionada por condições super-Eddington, ou seja, quando a luz acaba sendo mais forte que a contenção causada pela gravidade da estrela — depende de um parâmetro de eficiência cuja magnitude era, até agora, desconhecida.
A incerteza sobre esse parâmetro dificultava a compreensão dos mecanismos físicos por trás das erupções, apesar das evidências observacionais acumuladas. Foi para enfrentar esse obstáculo que uma equipe liderada por Shelley J. Cheng, do Centro de Astrofísica Harvard & Smithsonian, decidiu adotar uma abordagem populacional em vez de individual.
Exposição de 3 minutos de NGC 3184 mostrando o transiente óptico (SN 2010dn) observado com um telescópio de 24 polegadas. NGC 3184 tem magnitude aproximada de 10,4 - Sputnik Brasil, 1920, 04.05.2026
Exposição de 3 minutos de NGC 3184 mostrando o transiente óptico (SN 2010dn) observado com um telescópio de 24 polegadas. NGC 3184 tem magnitude aproximada de 10,4
O grupo analisou supergigantes vermelhas em galáxias do Grupo Local, aproveitando levantamentos como o PanSTARRS1 Medium-Deep Survey, que ampliaram a capacidade de detectar eventos luminosos transitórios. Essas estrelas, em estágios avançados de vida, fornecem um laboratório natural para calibrar a intensidade das erupções.
Usando o código de evolução estelar MESA, os pesquisadores ajustaram o parâmetro de eficiência e criaram populações simuladas de estrelas com diferentes massas e idades. Depois, compararam as distribuições de brilho previstas com observações reais na Pequena e Grande Nuvens de Magalhães e na galáxia de Andrômeda.
Ilustração artística de dois buracos negros  - Sputnik Brasil, 1920, 03.05.2026
Ciência e sociedade
Astrônomos descobrem colisão de quarares em galáxias em fusão no Universo primordial (VÍDEO)




A comparação revelou uma tendência clara: a eficiência das erupções aumenta com a metalicidade. Em outras palavras, quanto mais elementos pesados uma estrela contém, mais violentas são suas perdas de massa — um efeito que altera profundamente sua trajetória evolutiva. Com essa calibração, modelos mostram que estrelas acima de 20 massas solares podem perder tanto material que sequer chegam à fase de supergigante vermelha, desviando para caminhos evolutivos alternativos. Ainda assim, a relação entre metalicidade e erupções precisa ser testada em galáxias mais distantes, e simulações futuras deverão investigar se a composição química influencia apenas a quantidade de material expelido ou também o gatilho das erupções. A história dessas estrelas eruptivas permanece em aberto. Cada novo levantamento e cada modelo refinado revelam mais nuances desse comportamento extremo, lembrando-nos de que a vida das estrelas é muito mais dinâmica — e imprevisível — do que imaginávamos.


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