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sábado, 16 de maio de 2020

#GloboHack: usuários relatam ataque hacker à plataforma de streaming da TV Globo



Vários usuários da plataforma de streaming Globoplay relataram na noite deste sábado (16) ter recebido alertas de um possível ataque de hackers ao aplicativo.

De acordo com mensagens publicadas no Twitter com a hashtag #GloboHack, o ataque teria sido realizado pelo grupo OurMine, conhecido por invadir sistemas com o objetivo de mostrar vulnerabilidades em sua segurança cibernética. 

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​Enquanto alguns internautas demonstraram preocupação com o ocorrido, elaborando até teorias da conspiração pouco depois do ataque, outros pensaram se tratar de uma estratégia de marketing da própria Globo para promover algum conteúdo. 
Primeiro foi o Jornal Nacional saindo do ar misteriosamente, agora a GloboPlay sendo hackeada, socorro! 🗣
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​DETALHES A SEGUIR

Farpas de EUA à China lesam ambas economias e impedem luta com futuras pandemias, avisam analistas



Ataques da administração Trump à China podem reduzir drasticamente ou destruir a cooperação bilateral, ameaçando ambas economias e os esforços mútuos contra futuras pandemias, alertam especialistas.

Em 15 de maio, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, afirmou que seria melhor a China e os Estados Unidos cooperarem para acabar com a pandemia a fim de revitalizar suas respectivas economias.
A declaração de Lijian foi enunciada a seguir à ameaça de Trump, proferida em 14 de maio, que os Estados Unidos poderiam cortar completamente as relações diplomáticas com a China durante a crise atual da COVID-19.

Cooperação essencial

No início desta semana, legisladores norte-americanos propuseram um projeto de lei para sancionar Pequim se a China não fornecesse um relatório completo da epidemia em solo chinês, ao mesmo tempo que o FBI abriu uma investigação contra alegados ciberataques chineses visando impedir as pesquisas norte-americanas sobre o coronavírus.
Zhao Lijian refutou as acusações, frisando ser a China líder na pesquisa de opções de tratamento da COVID-19 e, ela sim, teria mais motivos para se preocupar com furto de informações.
Pequim já por diversas vezes reiterou que divulgaria mais informações sobre o surto quando fosse oportuno.
Michael T. Klare, professor de Estudos de Paz e Segurança Mundial em Hampshire College (EUA) e membro sênior da Associação de Controle de Armas, advertiu que considerar a China como bode expiatório pode destruir as perspectivas de uma recuperação econômica bem-sucedida após a pandemia do novo coronavírus.
"Neste momento em que o mundo inteiro está sofrendo as consequências do coronavírus, é essencial que todos os países cooperem para superar seus efeitos e prevenir futuras pandemias", comentou Klare à Sputnik Internacional.
Para o especialista, as consequências econômicas da pandemia estão se mostrando especialmente duras e poderiam ser melhor geridas através de esforços coordenados de recuperação por parte das grandes potências econômicas, especialmente os EUA, China, Japão e União Europeia.

© SPUTNIK / VITALY PODVITSKY
Trump pondo fogo em todas as lembranças chinesas
"Por estas razões, lamento os esforços da administração Trump para explorar as ansiedades públicas sobre a pandemia e demonizar a China, impondo novas sanções, impedindo assim os esforços de cooperação para superar os danos econômicos impostos pela pandemia", afirmou o analista.
"Isso só pode servir para prolongar os danos e impedir a cooperação na prevenção de futuras pandemias, o que devemos supor que é provável que ocorra", concluiu Klare.

Recuperação ameaçada

O diretor do Centro de Paz e Liberdade do Instituto Independente (EUA), Ivan Eland, opina que a retórica hostil da administração Trump contra a China está condenada a ser um tiro pela culatra, prejudicando as perspectivas de recuperação econômica dos EUA.
"É estúpido exacerbar ainda mais o marasmo econômico dos Estados Unidos ao reduzir a relação econômica mutuamente benéfica entre os dois países", observou Eland, para quem movimentações já em andamento no Congresso arriscam colocar Pequim e Washington em uma perigosa rota de colisão.
"Se o projeto de lei do [senador] Tom Cotton for aprovado, o qual fornecerá US$ 43 bilhões [R$ 251,98 bilhões] em armas adicionais dos EUA para a Ásia Oriental e acelerará a venda de armas para Taiwan, isso pode agravar ainda mais o déficit e a dívida dos EUA, arrastar mais a economia norte-americana e aumentar as tensões militares com a China, podendo mesmo levar à guerra", alertou.
Para o especialista, Trump está provocando confrontos com a China por razões de política interna, e não de política externa, como forma de aumentar suas próprias chances de reeleição.
"Trump está tentando fazer da China um bicho-papão para desviar a atenção de seus próprios fracassos em resposta ao surto pandêmico", garantiu Eland.
Eland concluiu alertando que a China, como nação poderosa, jamais permitiria que sua soberania fosse violada por uma investigação federal norte-americana sobre as origens do vírus.
As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik

As mais visitadas

Investigação cita advogado de Bolsonaro como divulgador de conspiração



Frederick Wassef, advogado de Jair Bolsonaro, foi citado no relatório da segunda investigação que procura identificar possíveis mandantes ou patrocinadores do atentado contra o presidente durante a campanha presidencial, diz a Folha.

O delegado Rodrigo Morais narra o episódio em que Wassef, durante o programa Aqui na Band, relatou que uma testemunha teria dito que o PT está por trás do atentado e que Adélio Bispo foi pago para dar a facada no então candidato.



No documento, a PF afirma que sabe de quem o advogado estaria falando e afirma que já ouviu essa pessoa.

“Convém mencionar que Wassef, embora se apresente como advogado da vítima, não possui procuração, sendo que jamais esteve nesta PF para consultar as investigações, para indicar testemunhas ou para propor diligências, como se depreende da ausência de petições, certidões ou termos de vista em seu nome, sendo certo que a vítima possui outros advogados regularmente constituídos”, disse.

Em nota, Wassef afirmou que não foi à Band para dar “furo jornalístico”:

“Sou  advogado do Presidente Jair Bolsonaro desde  2014, como também  sou advogado do seu filho o Senador Flávio  Bolsonaro. Em setembro de 2019 , após várias  reuniões  entre mim e o Presidente Jair  Bolsonaro no  Palácio da Alvorada foram divulgadas na imprensa  matérias  com o titulo “a intensa  agenda entre o Presidente Bolsonaro e seu advogado Frederick Wassef ” .    Após tais materias,  o General  porta voz da Presidência da República  convocou uma coletiva de imprensa e anunciou  que a pauta tratada, entre outras era o caso Adelio Bispo e que o Presidente me acionou para atuar  no caso.  No dia 21 de Setembro o Presidente  assinou  minhas procurações.  Não fui a TV Bandeirantes  para dar furo jornalístico,  mas ao contrário, fui  convidado por eles a dar entrevista em nome do Presidente  e aceitei  pois me informaram que  outras  pessoas  seriam  também entrevistadas  dentre  elas um  delegado da   policia  federal  representando  a instituição,  que  infelizmente  não compareceu.   Não existem mentiras  ou nada fake no que afirmei. Ao contrario, fake e falsa é a afirmação que quem prendeu  Adélio  Bispo foi um agente da Policia Federal.  Quem prendeu Adélio  Bispo  foi  um  Policial Militar  que o algemou  e o levou  para um lugar seguro ate chegar o reforço da polícia  militar.  Este policial  é testemunha  presencial  de  que a  Adélio Bispo não estava sozinho e que conseguiu  se soltar da primeira pessoa que o prendeu  graças a  ajuda de seus comparsas que agrediram  fisicamente  esta pessoa  possibilitando desta  forma sua fuga ,  que terminou  frustrada  graças à atuação  do Policial que o prendeu  ato contínuo.”

Fonte: O ANTAGONISTA

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Policiais rodoviários repudiam fala de Guedes sobre servidores públicos



A Federação da Polícia Rodoviária Federal (FenaPRF) divulgou neste sábado uma nota “em repúdio” à declaração de Paulo Guedes em que o ministro pediu aos servidores públicos para não “assaltarem” o Brasil.

“Qual o limite do escárnio, do desrespeito e da covardia desse Senhor que, além de negar seu papel de funcionário público, trata os milhares de brasileiros que servem a esse país com expressões brutais, agressivas e mentirosas?”, questionam.

“É estarrecedor ouvir que o Ministro da Economia compara os funcionários públicos do Brasil a assaltantes. Trata-se de uma afronta a dignidade pessoal de todas as categorias, não apenas aos da Segurança Pública, em parte aqui representados nesta manifestação pela FenaPRF.

Ressaltamos nosso compromisso com o Estado Brasileiro e com o seu povo que luta literalmente pela vida, contra essa pandemia que ataca nossa saúde e nossa economia.

O que estamos pedindo, Sr Ministro, como representantes dos Policiais Rodoviários Federais, não é aumento. É respeito.”


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Cloroquina não tem eficácia no tratamento de Covid-19 e é perigoso, segundo maior estudo já feito com o medicamento



Na semana em que Nelson Teich pediu demissão do Ministério da Saúde porque ele se recusou a liberar a cloroquina como remédio para todos os casos de Covid-19, como quer Jair Bolsonaro, foi divulgado o maior estudo já feito sobre o uso da substância.

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association, a hidroxicloroquina não é capaz de evitar mortes pela Covid-19 e ainda pode causar problemas no coração.





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