Virginia Fonseca não pretende abandonar os planos de construir uma trajetória na televisão. Mesmo depois da repercussão negativa de sua participação na Globo durante a Copa do Mundo de 2026, a influenciadora continua aberta a novos projetos como apresentadora. As informações são da coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, que aponta que Virginia gostou da experiência diante das câmeras e não fechou as portas para futuras oportunidades.
Segundo a publicação, pessoas próximas à influenciadora afirmaram que ela segue disposta a conversar caso apareça uma proposta interessante. O estafe de Virginia também avalia realizar um novo levantamento para entender como a imagem dela é percebida atualmente pelo mercado publicitário. Com mais de 50 milhões de seguidores, a falta de grandes campanhas para marcas de alcance nacional seria um dos pontos que despertam atenção da equipe.
A Outro Canal relembra ainda que a Globo já havia feito, em 2025, uma análise sobre Virginia durante o período em que ela comandava o Sabadou, no SBT. De acordo com a coluna, o estudo procurou identificar características da apresentadora, seu público e o potencial comercial do programa e da própria influenciadora. Esse tipo de levantamento, segundo a publicação, faz parte de análises que emissoras realizam sobre profissionais que estão em outras empresas.
Na avaliação atribuída ao estudo pela Folha de S.Paulo, Virginia teria forte alcance entre mulheres das classes C e D. Ao mesmo tempo, a coluna afirma que o levantamento apontou uma percepção negativa entre determinados anunciantes por causa da exposição frequente da influenciadora em páginas de entretenimento e fofoca.
A reportagem da Outro Canal também ouviu fontes ligadas a agências de publicidade. Uma delas teria afirmado que não recomendaria Virginia como garota-propaganda para clientes da agência. Outra fonte citada pela coluna apontou as negociações e os valores cobrados pela influenciadora como fatores que podem dificultar a contratação.
Segundo a Folha de S.Paulo, Virginia pode cobrar até R$ 400 mil por uma publicação em suas redes sociais. A coluna cita o caso de uma empresa do setor de telefonia que teria considerado contratar a influenciadora para determinadas ações, mas desistido após avaliar o valor do cachê.
Até recentemente, conforme a publicação, Virginia concentrava boa parte de suas campanhas comerciais em empresas ligadas à própria influenciadora, como a We Pink, além da plataforma de apostas Blaze. Em fevereiro, ela também passou a integrar o grupo de influenciadores da cervejaria Itaipava.
Apesar das avaliações citadas pela coluna sobre sua relação com o mercado publicitário, Virginia continua demonstrando interesse em ampliar sua atuação na televisão. A influenciadora já teve experiências no SBT e na Globo e, segundo a Outro Canal, mantém o desejo de encontrar um novo projeto para seguir também como apresentadora.
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