Duas mulheres disputando o amor do mesmo homem. O resultado dessa paixão foi que as duas “periguetes” se atracaram em plena via pública. O “fight do amor” desta vez aconteceu no bairro Val Paraíso, Zona Leste de Manaus, onde as duas mulheres colocaram as “aranhas caranguejeiras” para brigar depois de muita bebedeira. Como a polícia sempre aparece e leva todos os envolvidos para a delegacia, o “gostosão” que era o pivô da disputa cuidou logo de “capar o gato” do local para não acabar no xilindró.
A musa ainda convidou os fãs para um banho de piscina Juliana Caetano, do Bonde do Forró, resolver animar o sábado (29) dos seguido..
Quanto à pancadaria no meio da rua, o que mais se via eram as calcinhas e os avantajados mamilos aparecendo a cada tapa, queda e puxa-puxa de cabelo, para a alegria da galera que assistia ao fight. Até o entregador de botija de gás parou para assistir ao porradal e atrasou o pedido de emergência do seu cliente
Os comentários giravam em torno do fato de que o homem que foi capaz de apaixonar dois “dragões furiosos” ao mesmo tempo, nem é devoto de São Jorge. Uma terceira mulher foi ajudada por outras pessoas e conseguiu separar as duas mulheres antes que ficassem carecas com tanto puxões de cabelo. Um vídeo que está sendo divulgado em vários grupos de WhatsApp mostra alguns momentos da briga e da alegria da galera ao assistir o “fight do amor” ao vivo e em plena luz do dia.
Ataques da administração Trump à China podem reduzir drasticamente ou destruir a cooperação bilateral, ameaçando ambas economias e os esforços mútuos contra futuras pandemias, alertam especialistas.
Em 15 de maio, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, afirmou que seria melhor a China e os Estados Unidos cooperarem para acabar com a pandemia a fim de revitalizar suas respectivas economias.
A declaração de Lijian foi enunciada a seguir à ameaça de Trump, proferida em 14 de maio, que os Estados Unidos poderiam cortar completamente as relações diplomáticas com a China durante a crise atual da COVID-19.
Cooperação essencial
No início desta semana, legisladores norte-americanos propuseram um projeto de lei para sancionar Pequim se a China não fornecesse um relatório completo da epidemia em solo chinês, ao mesmo tempo que o FBI abriu uma investigação contra alegados ciberataques chineses visando impedir as pesquisas norte-americanas sobre o coronavírus.
Zhao Lijian refutou as acusações, frisando ser a China líder na pesquisa de opções de tratamento da COVID-19 e, ela sim, teria mais motivos para se preocupar com furto de informações.
Pequim já por diversas vezes reiterou que divulgaria mais informações sobre o surto quando fosse oportuno.
Michael T. Klare, professor de Estudos de Paz e Segurança Mundial em Hampshire College (EUA) e membro sênior da Associação de Controle de Armas, advertiu que considerar a China como bode expiatório pode destruir as perspectivas de uma recuperação econômica bem-sucedida após a pandemia do novo coronavírus.
"Neste momento em que o mundo inteiro está sofrendo as consequências do coronavírus, é essencial que todos os países cooperem para superar seus efeitos e prevenir futuras pandemias", comentou Klare à Sputnik Internacional.
Para o especialista, as consequências econômicas da pandemia estão se mostrando especialmente duras e poderiam ser melhor geridas através de esforços coordenados de recuperação por parte das grandes potências econômicas, especialmente os EUA, China, Japão e União Europeia.
"Por estas razões, lamento os esforços da administração Trump para explorar as ansiedades públicas sobre a pandemia e demonizar a China, impondo novas sanções, impedindo assim os esforços de cooperação para superar os danos econômicos impostos pela pandemia", afirmou o analista.
"Isso só pode servir para prolongar os danos e impedir a cooperação na prevenção de futuras pandemias, o que devemos supor que é provável que ocorra", concluiu Klare.
Recuperação ameaçada
O diretor do Centro de Paz e Liberdade do Instituto Independente (EUA), Ivan Eland, opina que a retórica hostil da administração Trump contra a China está condenada a ser um tiro pela culatra, prejudicando as perspectivas de recuperação econômica dos EUA.
"É estúpido exacerbar ainda mais o marasmo econômico dos Estados Unidos ao reduzir a relação econômica mutuamente benéfica entre os dois países", observou Eland, para quem movimentações já em andamento no Congresso arriscam colocar Pequim e Washington em uma perigosa rota de colisão.
"Se o projeto de lei do [senador] Tom Cotton for aprovado, o qual fornecerá US$ 43 bilhões [R$ 251,98 bilhões] em armas adicionais dos EUA para a Ásia Oriental e acelerará a venda de armas para Taiwan, isso pode agravar ainda mais o déficit e a dívida dos EUA, arrastar mais a economia norte-americana e aumentar as tensões militares com a China, podendo mesmo levar à guerra", alertou.
Para o especialista, Trump está provocando confrontos com a China por razões de política interna, e não de política externa, como forma de aumentar suas próprias chances de reeleição.
"Trump está tentando fazer da China um bicho-papão para desviar a atenção de seus próprios fracassos em resposta ao surto pandêmico", garantiu Eland.
Eland concluiu alertando que a China, como nação poderosa, jamais permitiria que sua soberania fosse violada por uma investigação federal norte-americana sobre as origens do vírus.
As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik
“Nas estatísticas, minha mãe será mais um número, mas, para mim, ela é minha mãe, e queria apenas poder dizer a ela o quanto a amo”. Nas redes sociais, a jornalista publicou um apelo
A jornalista Silvana Andrade, fundadora da Agência de Notícias Anda, publicou um depoimento comovente nas redes sociais nesta quinta-feira (16).
A publicação de Silvana é um apelo para que os médicos permitam que ela se despeça da sua mãe, internada com coronavírus na UTI do Hospital Português de Pernambuco.
“Eu sei que todos os profissionais de saúde estão sobrecarregados nesta época, mas é preciso pensar num protocolo de despedida. Nas estatísticas, minha mãe será mais um número, mas, para mim, ela é minha mãe, e queria apenas poder dizer a ela o quanto a amo”, diz.
Silvana foi entrevistada pelos jornalistas Fábio Pannuzio e Florestan Fernandes. Também participaram da conversa com ela o economista Eduardo Moreira e o historiador Jesse Souza (vídeo abaixo).
A seguir, a íntegra do apelo de Silvana Andrade:
Em nome do mais Sagrado, leiam meu apelo.
Minha mãe está internada na UTI do Hospital Português de Pernambuco, no Recife, há 14 dias, após contrair Covid -19 no próprio hospital. Ela está sedada e entubada. Os médicos não acreditam que ela possa sobreviver. Diante do quadro crítico dela, eu solicitei que fosse feita uma chamada de vídeo para que pudesse ver minha mãe e me despedir dela virtualmente.
Em todo o mundo estão dando esse direito humanitário aos familiares de pacientes com coronavírus.
Mas a princípio me negaram e depois de insistir disseram que poderia fazer uma chamada comum. Como assim? Como terei certeza de que ela estará ouvindo e por que não posso ver minha mãe? O celular é o mesmo para ligação com vídeo ou sem vídeo.
A chamada pode ser feita pelos assistentes sociais dos hospitais, não estou pedindo isso aos médicos ou enfermeiros.
Há um mês meu pai faleceu no mesmo Hospital Português. Um dia antes, os médicos ligaram para nos avisar. Toda a família teve tempo de se despedir dele.
A situação agora é a mesma e não entendo porque a dificuldade de fazer uma chamada de vídeo. De dizer o quanto amo minha mãe olhando para ela.
Deveria ser um protocolo simples e humanitário de todos os hospitais. Temos o direito à despedida. Quem sabe o paciente ao ouvir a voz dos seus familiares possa inclusive melhorar? Pais, filhos, maridos e esposas, avós têm o direito natural de se despedirem de seus entes amados. Negar isso é crueldade. Um dia no futuro isto será considerado uma vergonha, um ato violento, sem consciência.
Não precisamos tornar esta pandemia ainda mais cruel do que já é. Aliás, precisamos com ela nos tornar mais humanos. Esta é a grande lição que temos que aprender.
Eu e todos os familiares de paciente com Covid-19 precisam e querem se despedir. E isto não custa nada aos hospitais, apenas humanidade.
O post teve quase 4 mil reações e mil comentários. Ontem, por liberalidade de um médico, ela conseguiu se despedir da mãe, com uma chamada por vídeo. Foram cerca de dois minutos de fala.
Silvana teve esse conforto em dias muito difíceis, que continuarão difíceis. Mas quantas outras pessoas não conseguem exercer o direito de despedida?
Está na hora de pensar de fato em um protocolo para situações desse tipo, alguém que possa conectar a família ao doente, em seus últimos momentos de vida.
A jornalista publicou uma atualização após o apelo inicial:
Padrões de beleza e a vaidade
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Assim como a moda, os padrões de beleza estão em constante mutação. Seja
para se adequar às roupas da estação, seja para nos deixar loucas da vida
enq...