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sábado, 5 de novembro de 2022

Militares: Pentágono ameaça a China com 'poderio' do Exército dos EUA

 


Ninguém deve duvidar que o Exército dos EUA é o mais capaz do mundo, disse o subsecretário de Defesa dos EUA Colin Kahl nesta sexta-feira (4) em uma conferência da Brookings Institution, um instituto de pesquisa.

"Ninguém deve duvidar que os Estados Unidos [têm] o Exército mais capaz do mundo", disse ele.
Kahl acrescentou que, em sua opinião, a China também não questiona esta afirmação.

"Não acho que a China duvide disso, na verdade. Acho que a China está bem ciente de nossas capacidades", observou o subsecretário durante o evento da Brookings.

Ontem (4), Tan Kefei, porta-voz do Ministério da Defesa da China, disse que o Exército do seu país continua a se preparar para uma eventual guerra e se opõe firmemente a qualquer forma de atividades separatistas para alcançar a independência de Taiwan, criticando os EUA de corroer o princípio de Uma Só China.
Desfile militar na China (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 04.11.2022
Panorama internacional
Exército da China se prepara para 'cenário de guerra' e não tolerará interferência em Taiwan
Em setembro Kahl revelou que a Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono classifica a China como uma "ameaça em andamento" capaz de desafiar os EUA em várias áreas, incluindo defesa, tecnologia e economia.

domingo, 19 de junho de 2022

Novo chefe do Estado-Maior britânico exorta a criar Exército capaz de vencer a Rússia

 


O Reino Unido deve preparar-se para regressar à Europa continental para lutar e vencer um conflito contra a Rússia, disse o novo chefe do Estado-Maior do Exército britânico, general Patrick Sanders

"Hoje existe um imperativo ardente para formar um Exército capaz de lutar ao lado de nossos aliados e derrotar a Rússia em combate. Somos a geração que deve preparar o Exército para lutar na Europa mais uma vez", escreveu ele em uma carta às tropas depois de assumir o cargo de seu antecessor, o general Mark Carleton Smith.
Sanders enfatizou que ele é o primeiro chefe de Estado-Maior britânico "desde 1941 a assumir o comando do Exército na sombra de uma guerra terrestre na Europa envolvendo uma potência continental", formulou ele cuidadosamente na sua observação, evitando mencionar o envolvimento da OTAN nas guerras iugoslavas dos anos 1990, incluindo o bombardeio de 78 dias da Iugoslávia em 1999.
O general apontou que a crise na Ucrânia realçou o "objetivo principal" do Exército de proteger o Reino Unido "estando pronto para lutar e vencer guerras em terra".
Recentemente, em uma entrevista ao jornal alemão Bild, o chefe da OTAN, Jens Stoltenberg, exortou os aliados a "estarem preparados" para que a crise da Ucrânia possa "durar anos", e ressaltou que o bloco "não deve enfraquecer o seu apoio à Ucrânia, mesmo que os custos sejam elevados – não só em termos de apoio militar, mas também devido ao aumento dos preços da energia e dos produtos alimentares".
Bandeira da Ucrânia ondulando em Stoyanka, a oeste de Kiev, 4 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.06.2022
Panorama internacional
Tenente-coronel americano: 'não há nenhum caminho racional para a Ucrânia vencer'
Autoridades russas têm acusado o Ocidente de enviar bilhões de dólares em apoio militar à Ucrânia para prolongar a crise o máximo possível e "lutar contra a Rússia até o último ucraniano" através do conflito por procuração.
O Exército russo alertou que destruirá as entregas de armas ocidentais e mercenários estrangeiros.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Coronel foge para não explicar por que o Exército compra Viagra do laboratório que inundou o país de cloroquina

 


O coronel Anderson Berenguer, diretor do laboratório químico farmacêutico do Exército, não apresentou motivo para negar o convite feito pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, conforme informa a Folha. Mas ao fazer forfait e deixar os deputados à espera de suas explicações, é possível que tenha avaliado que deveria proteger a própria pele. Ou a própria “imagem”, se preferirem. 

Chamado a participar de audiência pública ontem (01/06), o coronel fugiu de ter que debater parcerias para Desenvolvimento Produtivo (PDPs) em curso nos laboratórios públicos do país. Uma dessas PDPs, segundo alega o Exército, é a da transferência de tecnologia para a produção do citrato de sildenafila, (nome científico do Viagra), que incluiu a compra de milhões de comprimidos entre 2019 e 2022. Em carta aos deputados da comissão, Berenguer diz que declinou do “digno convite”, e sugere que a Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil seja chamada a falar.

Jorge Solla, deputado federal do PT-BA, disse ao jornal que “Eles – Forças Armadas – contrataram a aquisição do Viagra como sendo de PDP, com o laboratório EMS. Com isso, fizeram uma compra de Viagra sem licitação. “Nossa suspeita, com evidências fortes, é a de que foi uma forma de burlar a licitação e escolher um laboratório específico”, afirma o parlamentar. Bingo!

Conforme apurou a Comissão, como não existe patente do Viagra no Brasil e o sistema de PDP permite que você não precise fazer licitação, já há quatro anos o Exército adotou a prerrogativa de indicar uma empresa detentora da tecnologia, capaz de transferir suas especificidades a um laboratório público do Brasil. Durante esses quatro anos, segundo o deputado, a Força adota esse expediente sem, contudo, se beneficiar da transferência de tecnologia. Uma forma de burlar a licitação, apenas.

Embora a sociedade ignore se há uma “epidemia de impotência” nas fileiras e o Exército alegue que a compra foi para uso no combate à “hipertensão pulmonar” (doença que costuma acometer mais mulheres, e cuja posologia não é a mesma do Viagra, pois no caso da hipertensão é de apenas 20mg, quando a do Viagra é de 25mg), o contrato segue nesses moldes.

Aí começam as coincidências. Prestaram a atenção ao nome do laboratório que fornece o “estimulante” para as fileiras? Não?! Pois foi o EMS, reconhecidamente o “rei dos genéricos”.

O EMS, maior indústria farmacêutica do Brasil, foi o primeiro laboratório a obter licença da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para produzir a versão genérica do Viagra, no país, em 2014, ano em que expirava a validade da patente do medicamento (fonte: portal Guiame.com). Àquela altura, – 21/06/2014 -, Waldir Eschberger Júnior, o vice-presidente de mercado da EMS, publicou nota, avisando que aguardava apenas isto para disponibilizar o remédio no mercado brasileiro, a expiração da patente.

Tinham diante de si um mercado para lá de promissor, anunciavam, para “um dos medicamentos mais vendidos no país, que movimentou cerca de R$ 170 milhões no ano passado (2013 – grifo nosso). Em âmbito global, esta quantia chegou a US$ 1,9 bilhão.” E avisava: “Queremos ser o primeiro a chegar às farmácias, pois, quem sai na frente, sempre acaba liderando as vendas”, dando mostras do seu “tino” comercial.

E não foi diferente com a Cloroquina, amplamente debatida durante a pandemia, quando foi apresentada por Bolsonaro, filhos e membros do seu governo, como a “saída milagrosa” para as milhares de mortes por Covid-19, em um mercado potencial de R$ 9,7 milhões por mês no Brasil. Bolsonaro queria que a população esquecesse as vacinas e acatasse a sua empulhação negacionista. Fazia corpo mole para a aquisição das vacinas comprovadas cientificamente como eficazes e que não chegavam ao Brasil devido às “negociatas” flagradas pela CPI da Covid.

O que se sabe é que o Laboratório Químico Farmacêutico do Exército (LQFEx) aumentou em 80 vezes a produção do remédio desde março de 2020, e laboratórios privados prometiam em julho daquele ano ampliar a fabricação. Embora especialistas em saúde pública temessem efeitos colaterais da cloroquina, no uso contra o coronavírus, o embate em torno do medicamento, com contornos técnicos e políticos, movimentou o mercado farmacêutico brasileiro. Diante de tamanha perspectiva, os laboratórios privados ampliaram a fabricação, para distribuição em hospitais e postos de saúde públicos.

O aumento da produção do foi determinado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, defensor enfático da cloroquina. Por que será?

Cloroquina foi assunto dos mais discutidos na PCI da Covid

Antes da pandemia, a média produzida era de 250 mil comprimidos a cada dois anos, quase todos para combater malária e doenças reumatoides, como lúpus. No auge da pandemia foram 2 milhões de pílulas em três meses (março, abril e maio), com prioridade para a covid-19.  A produção ganhou tal ritmo que precisou ser interrompida por falta de insumo – encomendado da Índia -, mas foi retomada em junho de 2020, numa quantia não divulgada pelas Forças Armadas, o que gerou investigação.

O Ministério Público de Contas (MPC) solicitou ao Tribunal de Contas da União auditoria sobre possível superfaturamento nas compras de insumos de cloroquina feitas pelo Exército, sem licitação, e mandou checar também o porquê da ampliação na oferta de um medicamento que ainda não tinha comprovação científica para tratar a covid-19.

O subprocurador-geral do MPC, Lucas Rocha Furtado, investigou se procediam informes de possível superfaturamento. Afinal, o preço do quilo do sal difosfato (matéria-prima produzida na Índia) comprado pelo Exército, na época, havia saltado de R$ 219 para R$ 1,3 mil entre maio de 2019 e maio de 2020.

Como a produção, não atendesse à enorme demanda provocada pela propaganda do presidente, a produção do laboratório militar, localizado no Rio de Janeiro e criado em 1808 (com o nome de Botica Real Militar), não tinha mãos a medir quanto à enorme demanda criada por ele e pelo medo da maior ameaça sanitária já enfrentada pelo Brasil. O país, àquela quadra estava com mais de 1,7 milhão de infectados pelo coronavírus e grande parcela permanecia hospitalizada em estado grave. As Forças Armadas não produziam todo o medicamento, mas apenas o difosato de cloroquina (fabricado desde 1940) e não dominavam a forma mais moderna e com menos efeitos colaterais, o sulfato de hidroxicloroquina, segundo alegavam para a compra, pelo governo, nos laboratórios privados.

Foi aí que entraram os laboratórios privados, prometendo medicamento de última geração, em troca da perspectiva de um mercado de R$ 9,7 milhões mensais. Uma fatia mercadológica a ser disputada. Somente três indústrias particulares estão autorizadas a comercializar a hidroxicloroquina no Brasil: a multinacional Sanofi, e as brasileiras EMS e Apsen. A da Sanofi é importada da Europa. Essa empresa, inclusive, decidiu interromper as vendas no Brasil, em meio à polêmica sobre efeitos adversos em pacientes com covid-19.

Uma quarta empresa, a brasileira Cristália, se ofereceu para também produzir. Essas indústrias farmacêuticas informaram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que reuniam condições de produzir 7,2 milhões de comprimidos por mês.

Um deles, o laboratório EMS – Chamado de “rei dos genéricos”. O EMS produz uma hidroxicloroquina genérica, semelhante ao Plaquinol, da francesa Sanofi-Aventis (que tem como acionista o presidente norte-americano Donald Trump). O dono do EMS e de outro laboratório apto a produzir cloroquina, o Germed, é Carlos Sanchez, chegaram a participar de duas reuniões de industriais com Jair Bolsonaro, nas quais o presidente prometeu pressionar a Índia pela venda de produtos necessários à fabricação do medicamento. Sanchez foi um dos que pediram e conseguiram que o imposto de importação dos insumos da cloroquina fosse zerado. Ele também obteve aprovação da Anvisa para estudos clínicos apoiados pela empresa EMS para uso de hidroxicloraquina em pacientes com coronavírus, (de acordo com informações da GZH).

Por toda esta interligação entre uma situação e outra, o coronel Berenger deve ter avaliado com os botões da sua farda se valia a pena amarrotá-la durante horas de depoimento a deputados ávidos a espremê-lo, sobre tema espinhoso e cujas explicações ele talvez não detenha todas. Por fim, concluiu: melhor escapar desses congressistas cheios de tesão para arrancar dele a história da contratação de lotes de Viagra.

Publicado originalmente no site Jornalistas pela Democracia

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Cabo do Exército pagava R$ 30 para estuprar menores em Alagoas

 


A Polícia Civil prendeu um homem, que é cabo reformado do Exército, e uma mulher pelos crimes de estupro de vulnerável na cidade de Batalha, no Sertão de Alagoas, nesta quarta-feira (20). Segundo a delegada Daniella Andrade, testemunhas disseram que a mulher levou duas meninas, uma de 11 anos e outra de 12, para a casa do homem, em ocasiões diferentes, para que fossem estupradas. “Por ser pessoa de confiança das mães das vítimas, a suspeita levou as crianças sob o pretexto das mesmas a acompanharem até o supermercado, mas no caminho as levava até a casa do autor. Lá os dois autores, mediante violência, estupraram as crianças e as forçaram a presenciar relações sexuais entre os seus algozes. Durante as sessões de estupro, as crianças eram ameaçadas”, disse a delegada nas redes sociais da Polícia Civil. Ao ser presa, a mulher confessou que levava as crianças para serem abusadas por um pagamento no valor de R$ 30 pelo homem. As crianças eram ameaçadas durante as sessões de estupro. A autoridade policial informou ainda que a mulher confessou que houve o estupro de uma terceira criança pelo casal. O caso também será investigado pela Delegacia de Batalha. A prisão foi deferida pelo juiz Alberto Almeida, após representação da Delegacia Regional. As denúncias foram feitas pelo Conselho tutelar da cidade.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Blindado de Israel ganha força na disputa para equipar o Exército brasileiro, diz revista

 


O Brasil analisa possíveis candidatos que integrarão a nova frota de blindados das Forças Armadas Brasileiras (FAB).

Na semana passada, uma comitiva de generais brasileiros, liderada pelo chefe do Estado Maior do Exército, general Marcos Antônio Amaro dos Santos, esteve em Israel e visitou uma das plantas industriais que fabricam blindados.
O Exército brasileiro abriu uma disputa entre alguns produtores de equipamentos militares para comprar 221 blindados, que integrarão o projeto de renovação de viaturas da força, atualmente equipada com blindados Cascavel.
A revista Veja destacou que, segundo fontes militares, os israelenses estão na frente deste processo.
Veículo blindado Wolf (Lobo) das Forças Armadas de Israel, produzido pela empresa Carmor Integrated Vehicle Solutions - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2022
Veículo blindado Wolf (Lobo) das Forças Armadas de Israel, produzido pela empresa Carmor Integrated Vehicle Solutions
China, Itália, Alemanha são alguns dos outros países que buscam vender a tecnologia ao Brasil.

Além de um veículo de quatro eixos, o Exército considera comprar veículos de esteira e novos veículos de artilharia, que podem ser empregados em veículos já ativos na força brasileira.
Helicóptero AH-2 Sabre da Força Aérea Brasileira - Sputnik Brasil, 1920, 11.02.2022
Notícias do Brasil
FAB vai desativar frota de helicópteros russos AH-2 Sabre (FOTOS)


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  • Umbanda Maria Rosa é uma pomba-gira que trabalha na linha das almas, mas, sob a Vibração de Oxum. Trabalha para o amor e tudo que estiv...
  • Uriel Uriel ( אוּרִיאֵל “Chama de Deus”, Hebreu padrão Uriʾel , Hebreu tiberiano ʾÛrîʾēl ) é um dos arcanjos da tradição rabínica ...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Contrariando Bolsonaro, Exército exige de militares vacina e máscaras

 



O Comando do Exército contrariou Jair Bolsonaro. Os militares foram instruídos a se vacinar (para quem retornar ao trabalho presencial), praticar o distanciamento social e usar máscaras de proteção, além de não espalhar informações falsas sobre a pandemia da Covid-19, ao contrário do que prega o chefe de governo. 

As diretrizes são assinadas pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. O objetivo é o retorno pleno de todas as atividades administrativas e operacionais. 

Segundo a TV Globo, são 52 pontos. Entre eles, o Exército determina que:

  • os militares e os servidores civis que retornarem de viagem internacional, a serviço ou privada, ainda que não apresentem sintomas relacionados à Covid-1 deverão realizar o teste molecular (RT-PCR) até 72 horas antes do embarque.

Para as ações de campo, como as de forças-tarefas humanitárias, e nas operações de faixas de fronteira:

  • estabelece que é preciso continuar adotando medidas de prevenção à contaminação pelo coronavírus;
  • recomenda o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos.

O documento reforça que pode haver o retorno às atividades presenciais:

  • desde que respeitado o período de 15 dias após imunização contra a Covid-19. Os casos omissos sobre cobertura vacinal deverão ser submetidos à apreciação do DGP (Departamento Geral do Pessoal), para adoção de procedimentos específicos;

domingo, 8 de agosto de 2021

Exército dos EUA vai manter locais na Europa que seriam devolvidos à Alemanha e à Bélgica

 


Os EUA deixaram claro que veem a China como o principal desafio à segurança nacional. Washington está revendo sua "postura global", que pode envolver movimento adicional de tropas para a região do Pacífico.

Exército dos EUA comunicou na sexta-feira (6) que vai manter seis locais que estavam programados para serem devolvidos à Alemanha e à Bélgica em meio à crescente demanda por instalações no continente, reporta a agência Associated Press.

Os locais foram originalmente anunciados para fechamento em 2015. Mas a decisão foi reavaliada à medida que a demanda por instalações superou a construção e reforma.

Os locais mantidos na Alemanha são Barton Barracks, em Ansbach, Pulaski Barracks, em Kaiserslautern; o quartel de Husterhoeh, em Pirmasens, Coleman Barracks, em Mannheim, os depósitos de Weilimdorf, em Stuttgart, e o Centro Amelia Earhart, em Wiesbaden.

A presença militar norte-americana na Alemanha, inclusive, aumentou nos últimos meses. Os soldados dos EUA e suas famílias superaram os 35.000 no fim de março, distribuídos em 21 bases militares ao longo do país europeu.

Na Bélgica, o Exército norte-americano está mantendo o quartel Daumerie, de Mons, que será usado para apoiar as atividades dos EUA no quartel-general da OTAN.

O presidente dos EUA, Joe Biden, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, conversam após a cúpula da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 14 de junho de 2021
© REUTERS / KEVIN LAMARQUE
O presidente dos EUA, Joe Biden, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, conversam após a cúpula da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 14 de junho de 2021

Revisão da 'postura global'

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, ordenou em janeiro uma revisão da "postura global", que deve ser concluída nos próximos meses.

A revisão avalia como os EUA podem organizar e apoiar melhor sua rede mundial de tropas, armas, bases e alianças para se alinhar às mudanças na política externa e às ameaças à segurança.

Os EUA deixaram claro que veem a China, e não grupos militantes como a Al-Qaeda e Daesh (organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países), como o principal desafio à segurança nacional. E a revisão de postura pode envolver movimento adicional de tropas e bens dos EUA para a região do Pacífico.

No entanto, a mídia observa que, no momento, não está claro como esses últimos movimentos do Exército dos EUA na Europa se encaixam nessa revisão global.

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