Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador britânico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador britânico. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de junho de 2022

Novo chefe do Estado-Maior britânico exorta a criar Exército capaz de vencer a Rússia

 


O Reino Unido deve preparar-se para regressar à Europa continental para lutar e vencer um conflito contra a Rússia, disse o novo chefe do Estado-Maior do Exército britânico, general Patrick Sanders

"Hoje existe um imperativo ardente para formar um Exército capaz de lutar ao lado de nossos aliados e derrotar a Rússia em combate. Somos a geração que deve preparar o Exército para lutar na Europa mais uma vez", escreveu ele em uma carta às tropas depois de assumir o cargo de seu antecessor, o general Mark Carleton Smith.
Sanders enfatizou que ele é o primeiro chefe de Estado-Maior britânico "desde 1941 a assumir o comando do Exército na sombra de uma guerra terrestre na Europa envolvendo uma potência continental", formulou ele cuidadosamente na sua observação, evitando mencionar o envolvimento da OTAN nas guerras iugoslavas dos anos 1990, incluindo o bombardeio de 78 dias da Iugoslávia em 1999.
O general apontou que a crise na Ucrânia realçou o "objetivo principal" do Exército de proteger o Reino Unido "estando pronto para lutar e vencer guerras em terra".
Recentemente, em uma entrevista ao jornal alemão Bild, o chefe da OTAN, Jens Stoltenberg, exortou os aliados a "estarem preparados" para que a crise da Ucrânia possa "durar anos", e ressaltou que o bloco "não deve enfraquecer o seu apoio à Ucrânia, mesmo que os custos sejam elevados – não só em termos de apoio militar, mas também devido ao aumento dos preços da energia e dos produtos alimentares".
Bandeira da Ucrânia ondulando em Stoyanka, a oeste de Kiev, 4 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.06.2022
Panorama internacional
Tenente-coronel americano: 'não há nenhum caminho racional para a Ucrânia vencer'
Autoridades russas têm acusado o Ocidente de enviar bilhões de dólares em apoio militar à Ucrânia para prolongar a crise o máximo possível e "lutar contra a Rússia até o último ucraniano" através do conflito por procuração.
O Exército russo alertou que destruirá as entregas de armas ocidentais e mercenários estrangeiros.

domingo, 30 de janeiro de 2022

Argentina chama de 'demonstração injustificada de força' reforço militar britânico nas Malvinas

 


O Reino Unido instalou o sistema de defesa antiaérea Sky Sabre nas ilhas Malvinas, que "substitui os mísseis do tipo Rapier e triplica seu alcance", em ação rechaçada pela Argentina.

O Ministério das Relações Exteriores da Argentina repudiou neste sábado (29) de maneira contundente a nova implantação de armamento militar nas ilhas Malvinas pelo Reino Unido.

"Recentemente, tomamos conhecimento da instalação do sistema antiaéreo Sky Sabre nas ilhas Malvinas, um sistema de defesa aérea terrestre de nova geração que substitui os mísseis do tipo Rapier e triplica seu alcance", diz o comunicado do ministério.

O governo defendeu que a decisão de Londres é uma "nova e injustificada demonstração de força" e "um afastamento deliberado" dos apelos de resolução das Nações Unidas e de outras organizações, que buscam a retomada dos diálogos "a fim de encontrar uma solução pacífica e definitiva para a disputa de soberania que envolve ambos os países na questão das ilhas Malvinas".

O governo afirmou ainda que "a persistência do Reino Unido em expandir seu armamento militar no Atlântico Sul contraria especificamente a resolução 31/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas, que insta ambas as partes [...] que se abstenham de adotar decisões unilaterais que envolvam a introdução de mudanças na situação enquanto as ilhas passam pelo processo de negociação por ela recomendado".
"As Malvinas fazem parte do território argentino roubado pelo imperialismo britânico. Continuamos a reivindicar diplomaticamente nossa soberania sobre elas para acabar com o colonialismo no tempo em que vivemos". O presidente Alberto Fernández em entrevista à RT
Foto divulgada pela Presidência argentina do presidente argentino Alberto Fernandez durante coletiva de imprensa sobre acordo alcançado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) em Olivos, Buenos Aires, em 28 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
Panorama internacional
Argentina fecha acordo com FMI para pagamento de dívida bilionária
Ainda de acordo com o comunicado, "a presença militar também contraria a resolução 41/11 da Assembleia Geral [Zona de Paz e Cooperação no Atlântico Sul], que, entre outras disposições, insta os Estados de todas as outras regiões, especialmente os Estados militarmente importantes, a respeitarem a região do Atlântico Sul como zona de paz e cooperação, em particular reduzindo e, eventualmente, eliminando sua presença militar naquela região".

Nesse sentido, a "suposta condição defensiva da base militar britânica no Atlântico Sul não só é totalmente injustificada como representa uma ameaça para toda a área", acrescenta.

Em face do ocorrido, a Argentina persiste em retomar as negociações com o Reino Unido para alcançar "uma solução definitiva para a disputa de soberania".

Minha lista de blogs