O Reino Unido deve preparar-se para regressar à Europa continental para lutar e vencer um conflito contra a Rússia, disse o novo chefe do Estado-Maior do Exército britânico, general Patrick Sanders
"Hoje existe um imperativo ardente para formar um Exército capaz de lutar ao lado de nossos aliados e derrotar a Rússia em combate. Somos a geração que deve preparar o Exército para lutar na Europa mais uma vez", escreveu ele em uma carta às tropas depois de assumir o cargo de seu antecessor, o general Mark Carleton Smith.
Sanders enfatizou que ele é o primeiro chefe de Estado-Maior britânico "desde 1941 a assumir o comando do Exército na sombra de uma guerra terrestre na Europa envolvendo uma potência continental", formulou ele cuidadosamente na sua observação, evitando mencionar o envolvimento da OTAN nas guerras iugoslavas dos anos 1990, incluindo o bombardeio de 78 dias da Iugoslávia em 1999.
O general apontou que a crise na Ucrânia realçou o "objetivo principal" do Exército de proteger o Reino Unido "estando pronto para lutar e vencer guerras em terra".
Recentemente, em uma entrevista ao jornal alemão Bild, o chefe da OTAN, Jens Stoltenberg, exortou os aliados a "estarem preparados" para que a crise da Ucrânia possa "durar anos", e ressaltou que o bloco "não deve enfraquecer o seu apoio à Ucrânia, mesmo que os custos sejam elevados – não só em termos de apoio militar, mas também devido ao aumento dos preços da energia e dos produtos alimentares".
Autoridades russas têm acusado o Ocidente de enviar bilhões de dólares em apoio militar à Ucrânia para prolongar a crise o máximo possível e "lutar contra a Rússia até o último ucraniano" através do conflito por procuração.
O Exército russo alertou que destruirá as entregas de armas ocidentais e mercenários estrangeiros.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão planejando criar um pelotão só de mulheres como parte de uma de suas unidades de combate de ambos os sexos, que servem nas fronteiras do país com a Jordânia e o Egito.
A informação foi revelada pela rede de notícias Kan e confirmada pela Forças de Defesa de Israel.
Até agora, as mulheres só podiam ingressar no Exército israelense na linha de frente em uma das unidades mistas, como parte do alistamento obrigatório, o que acaba afastando recrutas preocupadas em seguir normas religiosas.
A estratégia de criar o pelotão feminino não ocorre por uma "agenda social", mas justamente devido a necessidade de atrair recrutas que estejam dispostas a servir na linha de frente, informou o IDF.
Chefes de seminários religiosos israelenses haviam relatado às Forças de Defesa que muitas de suas alunas estavam dispostas a ingressar no Exército, mas tinham medo de não conseguir cumprir as regras na presença de homens em um unidade de combate.
Soldados das Forças de Defesa de Israel (foto de arquivo). Foto de arquivo
O IDF já utiliza tanques blindados Merkava IV operados exclusivamente por mulheres.
Ainda não está definida a data do início do recrutamento do novo pelotão. Por enquanto, as mulheres continuam podendo ingressar apenas em pelotões mistos. Os homens sempre tiveram a opção de servir em pelotões mistos ou nos exclusivamente masculinos.
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA, desenvolveram um conceito, segundo o qual bactérias enviadas do nosso planeta para Marte ajudariam a produzir combustível de foguete no Planeta Vermelho que poderia ser usado para lançar futuros astronautas de volta à Terra.
O processo de bioprodução usaria três recursos que existem no Planeta Vermelho: dióxido de carbono (CO2), luz solar e água congelada, além de incluir o transporte de dois micróbios para Marte.
A primeira etapa envolveria cianobactérias (algas), que retirariam CO2 da atmosfera marciana e usariam a luz solar para criar açúcares.
Em seguida, bactérias modificadas Escherichia coli, mais conhecidas como E. coli e que também seriam enviadas da Terra, converteriam esses açúcares em um propelente específico de Marte para foguetes e outros dispositivos de propulsão.
O propelente marciano, que se chama butano-2,3-diol, já existe e pode ser criado por E. coli, na Terra é usado para produzir polímeros para produção de borracha.
"Dióxido de carbono é um dos únicos recursos disponíveis em Marte. Saber que a biologia é especialmente boa na conversão de CO2 em produtos úteis torna-o uma boa opção para criação de combustível de foguete", disse Nick Kruyer, primeiro autor do estudo e doutor pelo Instituto Técnico da Geórgia.
Planeja-se que os motores de foguetes que vão partir de Marte sejam alimentados por metano e oxigênio líquido (LOX, na sigla em inglês). Nenhum destes elementos existe no Planeta Vermelho, o que significa que precisariam ser transportados da Terra para fornecer combustível a uma nave espacial para ela retornar à orbita marciana.
Segundo estimam os pesquisadores, o transporte das 30 toneladas necessárias de metano e LOX deve custar cerca de US$ 8 bilhões (R$ 44,3 bilhões). Para reduzir esse custo, a NASA propôs usar catálise química para converter dióxido de carbono marciano em LOX, embora isso ainda exija que o metano seja transportado da Terra.
Nesta quarta-feira (16), as delegações da Rússia e da China apresentaram uma estratégia para criar uma Estação Científica Internacional na Lua até 2035.
A estação vai ser construída em três estágios. Durante o primeiro, de 2026 a 2030, os dois países vão iniciar as operações conjuntas, obter amostras da superfície lunar e testar as tecnologias do centro de comando da estação.
Depois disso, os países vão implantar sistemas responsáveis pela energia, comunicação e entrega de equipamentos na órbita e na Lua. O segundo estágio ocorrerá de 2031 a 2035.
Rússia e China pretendem colocar a estação totalmente em serviço durante o terceiro estágio.
O vice-diretor da Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla em inglês), Wu Yanhua, afirmou que diversos países já expressaram interesse em participar do projeto.
"Alguns países, como a Tailândia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos também demonstraram interesse em participar do programa", afirmou Wu.
A professora Carla Santos Pinheiro, da Escola Municipal do Loteamento Santa Júlia, em Lauro de Freitas, cidade da região metropolitana de Salvador, foi a vencedora na categoria Educação Infantil do prêmio Arte na Escola Cidadã, do Instituto Arte na Escola, com o projeto “Uhuru! Procura-se Representação”.
O projeto desenvolvido pela baiana trabalha música, teatro, artes visuais e dança com os alunos, e trata sobre ancestralidade e pertencimento, e proporcionou para crianças uma jornada de descobrimento e valorização de suas raízes afro-brasileiras. O resultado saiu no dia 25 de novembro, por uma live.
“O resultado dos projetos finalistas saiu em 20 de agosto. E o resultado dos vencedores seria em 28 de agosto, pois, o evento de premiação acontecia – até então – em novembro, na cidade de São Paulo. Mas, em decorrência da pandemia, fez-se necessário alterar esta dinâmica e o resultado aconteceu por meio de live iniciada às 19h do dia 25 de novembro de 2020”.
O professor autor do projeto premiado de cada categoria recebe R$ 10 mil e, a escola, equipamentos eletrônicos. Todos os inscritos – premiados ou não – ganham do Instituto Arte na Escola um material educativo impresso e um percurso formativo totalmente online, inspirados na obra de Siron Franco – o artista homenageado da edição 2020.
Segundo Carla Santos, a premiação por ter criado o projeto representa o enfoque quanto à educação antirracista.
“Além da experiência poder constituir-se como inspiração na abordagem quanto às relações étnico-raciais, a trajetória teve por amparo a efetiva relação escola/família/comunidade. Além de itinerários que privilegiou a cultura da infância e o protagonismo infantil para a construção da identidade racial positiva'”, disse.
Carla Pinheiro lembra que após alguns anos de realização, o Prêmio Professores do Brasil, feito pelo Governo Federal, foi cancelado, em 2019, sob a justificativa de que seria reestruturado e ainda não foi retomado na gestão atual.
“Enfim, se o Estado – por meio de posturas objetivas e subjetivas – invisibiliza nossas práticas que se impõem como mecanismos capazes de concretizar um projeto de nação alicerçado na democracia, em contrapartida, há outros itinerários a serem seguidos para não permitir que silenciem nossas vozes”, contou.
Importância do projeto
Professora inspirou alunos e alunas em Lauro de Freitas — Foto: Arquivo Pessoal
Ao G1, Carla Pinheiro contou que o impacto do prêmio na escola acontece de formas distintas, potentes e eficazes.
“A princípio, houve a reflexão e ressignificação de identidades em suas múltiplas e complexas dimensões. Repensamos sobre nossas identidades individuais e coletivas, sobre o nosso modo de ser, de pensar, de agir e de existir”, disse.
Além disto, segundo a professora, o recebimento de um prêmio pela comunidade escolar e local repercute na autoestima, nas possibilidades de mudanças de alguns quadros – sobretudo de violências materiais e simbólicas.
De acordo com a professora, o projeto buscou tocar, por meio pedagógico, o exercício da cidadania como forma de mudar a sociedade, em especial, quanto a presença do município em índices de violência divulgados, dentre outras ferramentas, pelo Mapa da Violência e pelo Atlas da Violência.
“Neste contexto, tem os jovens negros e as mulheres como principais vítimas, mas, que, sabemos é a causa da violação de direitos de outras pessoas, em especial, das famílias e da comunidade”.
Prêmio ‘Arte na Escola Cidadã’
Mesmo com as dificuldades provocadas pela pandemia da Covid-19 na educação, a 21ª edição do prêmio recebeu o maior número de projetos inscritos em toda a sua história: 1.488 professores de todas as regiões do Brasil compartilharam suas práticas, apresentando trabalhos que envolvem uma ou mais linguagens artísticas (música, teatro, artes visuais, dança), e foram realizados entre 2018 e 2019, em escolas de ensino regular, públicas ou particulares, com turmas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A participação de Carla Pinheiro na seleção do XXI PAEC contou com inscrição, que aconteceu entre 20 de março a 19 de abril, em que precisou informar dados pessoais, formação acadêmica e profissional, dados da escola onde trabalha, relação com a Rede Arte na Escola e com o Prêmio Arte na Escola. A professora, no entanto, não tem relação com a Rede, mas, submete projeto ao Prêmio desde 2017.
Além da baiana, o professor Sérgio Tück, da cidade de Bom Jesus dos Perdões (SP) venceu a categoria Ensino Fundamental 1 com o projeto “Músicas do Mundo”; a professora Caroline da Silva Barbosa foi premiada na categoria Ensino Fundamental 2 com “Histórias ficcionais em busca de protagonismos reais: O teatro como lugar de fala”.
O professor Emanuel Alves Leite, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – Campus Pau dos Ferros, venceu a categoria Ensino Médio com o Projeto Artes Cênicas: Pulando o muro da escola. Por último, Fellipe Eloy, responsável pelo Projeto: Memória, identidades e patrimônio, em São Paulo, na categoria Educação de Jovens e Adultos.
Pesquisador diz que atualmente não há provas de que o álcool em gel mate o novo coronavírus e faz alerta para cenário de Armagedom. A Organização Mundial da Saúde recomenda o uso.
Dr. Andrew Kemp, chefe do conselho consultivo científico do Instituto Britânico de Ciência de Limpeza, no Reino Unido, afirma que ainda não há provas de que álcool em gel mate o vírus SARS-CoV-2 e o uso excessivo pode permitir que outras bactérias e vírus em nossas mãos se adaptem e sobrevivam ao uso do produto, relata o tabloide Daily Express.
Kemp enfatiza que a higiene das mãos é vital para lidar com a disseminação da COVID-19 e que lavar as mãos é uma arma poderosa, mas ele adverte que mesmo os desinfetantes mais potentes não destroem tudo e as bactérias sobreviventes podem ser mais resistentes ao álcool e potencialmente muito mais prejudiciais.
Movimentação de pessoas em lojas para comprar álcool em gel que está sendo limitado a venda de um frasco por pessoa na região da 25 de Março na tarde desta quarta-feira (18) em São Paulo.
"Álcool em gel para as mãos só deve ser usado como último recurso e como uma medida temporária de curto prazo […] Alegações em muitos produtos de que matam 99,9% das bactérias são enganosas. […] O que eles realmente querem dizer é que matam 99,9% das bactérias contra as quais testaram. No momento, não há provas publicadas de que o álcool em gel mata a COVID-19", explica o especialista.
OMS recomenda o uso
Dessa forma, o uso excessivo de álcool em gel durante a pandemia pode criar uma superbactéria e levar a um "potencial cenário de Armagedom", garante o pesquisador. Dessa forma, "nas próximas duas ou três décadas não seremos mais capazes de realizar operações de rotina com segurança, como próteses de quadril, porque temos bactérias resistentes a vários desinfetantes ao lado de bactérias resistentes a antibióticos", afirma Kemp.
Vendedor de rua oferecendo máscaras e géis de álcool no Rio
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda lavar as mãos regularmente com água e sabão e sugere o uso de um anti-séptico para as mãos à base de álcool "se você não tiver acesso imediato a água e sabão".
A OMS sugeriu que não há prova de que o desinfetante leve a superbactérias, mas estudos recentes mostram que as bactérias estão se tornando cada vez mais resistentes ao álcool.
Cabala: O poder dos Anjos
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Na imaginação, misturam-se a imago (imagem) e a essentia (essência) do
Pássaro e do Homem, para que se construa a transparência do Anjo (do grego
“ág...