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sábado, 5 de novembro de 2022

Militares: Pentágono ameaça a China com 'poderio' do Exército dos EUA

 


Ninguém deve duvidar que o Exército dos EUA é o mais capaz do mundo, disse o subsecretário de Defesa dos EUA Colin Kahl nesta sexta-feira (4) em uma conferência da Brookings Institution, um instituto de pesquisa.

"Ninguém deve duvidar que os Estados Unidos [têm] o Exército mais capaz do mundo", disse ele.
Kahl acrescentou que, em sua opinião, a China também não questiona esta afirmação.

"Não acho que a China duvide disso, na verdade. Acho que a China está bem ciente de nossas capacidades", observou o subsecretário durante o evento da Brookings.

Ontem (4), Tan Kefei, porta-voz do Ministério da Defesa da China, disse que o Exército do seu país continua a se preparar para uma eventual guerra e se opõe firmemente a qualquer forma de atividades separatistas para alcançar a independência de Taiwan, criticando os EUA de corroer o princípio de Uma Só China.
Desfile militar na China (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 04.11.2022
Panorama internacional
Exército da China se prepara para 'cenário de guerra' e não tolerará interferência em Taiwan
Em setembro Kahl revelou que a Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono classifica a China como uma "ameaça em andamento" capaz de desafiar os EUA em várias áreas, incluindo defesa, tecnologia e economia.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Apoio da China à Rússia é 'alarmante', diz Pentágono



Washington revelou preocupação com a diplomacia da China e o seu apoio à Moscou em "questões de segurança no continente europeu", alertou o Pentágono.

Falando à imprensa nesta segunda-feira (14), o secretário de imprensa do Pentágono, John Kirby, apresentou sua opinião sobre a colaboração cada vez mais estreita entre Pequim e Moscou.
"Certamente temos observado o relacionamento florescente entre a Rússia e a China", observou Kirby ao comentar a declaração do presidente russo, Vladimir Putin, e de seu colega chinês, Xi Jinping, pedindo a suspensão da expansão da OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte) no início deste mês.

"A declaração conjunta de 4 de fevereiro certamente forneceu mais evidências de que a China decidiu que vai ficar ao lado da Rússia em relação ao que está acontecendo na Europa", disse Kirby.

De acordo com Kirby, o apoio de Pequim a Moscou em questões de "alto risco é ainda mais desestabilizador para a situação de segurança na Europa". "É profundamente alarmante", completou.
John Kirby, secretário de imprensa do Pentágono, durante briefing no Pentágono em Washington, EUA, 3 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.02.2022
John Kirby, secretário de imprensa do Pentágono, durante briefing no Pentágono em Washington, EUA, 3 de fevereiro de 2022. Foto de arquivo
Líderes ocidentais alertaram repetidamente por vários meses que a Rússia poderia ordenar em breve uma invasão da Ucrânia.

Nesta terça-feira (15), o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, reforçou mais uma vez que a Rússia não tem planos de invadir a Ucrânia e classificou como "info-terrorismo" a constante cobertura midiática sobre o assunto.
ministro justificou que Moscou tem o direito de movimentar tropas dentro de seu território soberano e isto inclui a realização de exercícios militares.
A embaixadora dos Estados Unidos na OTAN, Julianne Smith fala durante entrevista coletiva na sede da OTAN em Bruxelas, terça-feira, 15 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.02.2022
Panorama internacional
EUA afirmam estar prontos para nova rodada de diálogos depois de fala de Lavrov

Moscou e Pequim enfatizaram a importância de seu relacionamento em vários campos, incluindo comércio, energia, economia e defesa, com Putin afirmando no início de fevereiro que seus laços atingiram níveis "sem precedentes".


quarta-feira, 25 de agosto de 2021

COVID-19: Pentágono determina que todos os militares norte-americanos sejam vacinados o quanto antes

 


Cerca de 171 milhões de norte-americanos foram totalmente vacinados contra o novo coronavírus. A Casa Branca redobrou seus esforços para promover a vacinação neste verão em meio à rápida propagação da variante Delta.

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, ordenou nesta quarta-feira (25) que todos os militares sejam vacinados contra a COVID-19 e instruiu os oficiais de alto escalão a "impor cronogramas ambiciosos para a implementação" das doses.

"Para defender esta nação precisamos de uma força saudável e pronta. Após cuidadosa consulta com médicos especialistas e lideranças militares, e com o apoio do presidente [Joe Biden], eu determinei que a vacinação obrigatória contra a doença do coronavírus [...] é necessária para proteger as Forças [Armadas] e defender o povo norte-americano", afirmou Austin em memorando distribuído pelo Pentágono e citado pela agência Associated Press.

Embora o documento não forneça um prazo definido para a vacinação dos cerca de 800.000 militares da reserva e da ativa não vacinados, um oficial de defesa sênior anônimo disse à mídia que Austin deixou claro aos comandantes que espera que o processo seja concluído em semanas, não em meses.

Até agora, pouco mais de um milhão de membros ativos, Guarda Nacional e reservistas foram totalmente vacinados nos EUA.



© AP PHOTO / ELAINE THOMPSON
Enfermeira enche seringas com a vacina da Pfizer no Centro Médico St. Joseph PeaceHealth, EUA, 3 de junho de 2021

Pfizer e exceções

A vacinação obrigatória lançada pelo Pentágono oferecerá especificamente o inoculante da Pfizer/BioNTech aos militares e o secretário de Defesa norte-americano disse que tinha o suficiente em estoque. No entanto, as tropas são livres para obter outra vacina, se assim desejarem.

Apesar de obrigatória, a campanha de vacinação do Pentágono permite exceções, informa a mídia. Se um militar tiver "imunidade existente" para COVID-19, um distúrbio de imunodeficiência como o HIV, ou uma reação alérgica aos componentes da vacina, o militar pode ser isento da vacinação. Também existem várias isenções administrativas raras, como nos casos em que a religião de uma pessoa proíbe a vacinação.

Mais de 171 milhões, ou 51,6%, de todos os norte-americanos foram totalmente vacinados contra a COVID-19 até agora, com a Casa Branca expandindo sua campanha pró-vacinação em meio à propagação da variante Delta.

domingo, 27 de junho de 2021

Relatório de OVNIs do Pentágono prova que avistamentos eram reais e 'não nossos', diz ex-funcionário

 


Uma força-tarefa do Pentágono publicou um relatório prévio sobre casos de supostos OVNIs registrados desde 2004, com opiniões divergentes de especialistas sobre as conclusões apresentadas.

O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI, na sigla em inglês), uma força-tarefa do Pentágono, lançou na sexta-feira (25) um relatório provisório sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) chamado "Avaliação Preliminar: Fenômenos Aéreos Não Identificados", ou UAP (na sigla em inglês), como são chamados pelo governo norte-americano.

O relatório de nove páginas, que tem o objetivo de fornecer ao Congresso dos EUA uma ideia de como o governo lidaria com um relatório mais completo do que ele sabe sobre os fenômenos, não fornece explicações naturais adequadas para 143 dos 144 dos incidentes relatados desde 2004, mas também não conclui que os fenômenos devem ser alienígenas.

Outras possibilidades mencionadas são fenômenos atmosféricos, reflexos de emissões de radar e "desenvolvimentos e programas classificados por entidades dos EUA".

Segundo o relatório, 18 dos incidentes descritos em 21 dos 80 relatos parecem demonstrar capacidades tecnológicas totalmente desconhecidas para os terráqueos norte-americanos, incluindo objetos se movendo sem propulsão observável, ou acelerando e desacelerando mais rápido do que qualquer nave conhecida.

No entanto, de acordo com um artigo de abril de 2021 publicado pelo portal The Drive, há tecnologias desconhecidas que estão sendo implantadas pela China, Rússia ou outros países.

Na opinião do editor Tyler Rogoway, "as Forças Armadas americanas parecem distantes do fato de que um adversário terrestre está jogando com elas, e que as principais capacidades podem estar comprometidas", apontando para uma longa história de aeronaves experimentais, desde aviões-espiões a drones, sendo interpretadas como OVNIs.

Luis Elizondo, um controverso ex-funcionário do Pentágono que afirma ter liderado o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais do governo em 2020, também deu sua opinião sobre o relatório.

"Este é certamente um momento histórico para nós, para nosso país, e eu acho, para nossos militares e nossa comunidade de inteligência", disse Elizondo na sexta-feira (25) à emissora Fox News.

O ex-agente especial da Contraespionagem do Exército dos EUA elogiou o governo por admitir "formal e oficialmente" que as dezenas de avistamentos de OVNIs de 2004 a 2021 por pilotos da Marinha dos EUA eram reais e "não nossos".

"Quando eu tive minhas comunicações particulares com alguns de meus antigos colegas e algumas pessoas que ainda estão em Washington D.C., a conversa de que estes são veículos não controlados por humanos, mas ainda controlados inteligentemente por algo ou alguém, certamente não está fora da mesa", contou à Fox News.

Segundo ele, há muito estigma e tabu na hora de relatar tais incidentes e admitir que os objetos poderiam ter origem alienígena: "Ninguém está tendo esta conversa realmente em público [...] isso é parte do problema".

Reação menos entusiasmante

"Não temos indicações claras de que haja qualquer explicação não terrestre para eles, mas iremos aonde quer que os dados nos levem", afirmou na sexta-feira (25) um alto funcionário de Washington à emissora NBC News.

"Não temos nenhuns dados que indiquem que qualquer desses fenômenos aéreos não identificados faça parte de um programa de coleta estrangeiro, nem temos nenhum dado que seja indicativo de um grande avanço tecnológico por parte de um adversário potencial", comentou.

Os EUA não são o único país que se preocupa com o fenômeno. O jornal South China Morning Post informou em 4 de junho que a força-tarefa de OVNIs de Pequim está "sobrecarregada" com relatos. O Exército de Libertação Popular (ELP) da China acredita que as "condições aéreas não identificadas" são um fenômeno mais provavelmente criado pelo homem do que por alienígenas.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

'Não sabemos exatamente o que são', revela Obama sobre imagens de OVNIs no Pentágono

 


O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, revelou no show de James Corden que em arquivos secretos do Pentágono há fotos de chamados "discos voadores" cujo movimento não pode ser explicado.

Obama contou que, quando tomou posse em 2008, tentou descobrir se os EUA têm laboratórios secretos com naves alienígenas e provas da existência de civilizações extraterrestres.

"Quando assumi o cargo, perguntei se existe um laboratório em algum lugar onde estamos mantendo os espécimes e nave espacial alienígenas. Eles [funcionários da administração] realizaram uma pequena investigação e a resposta é não", disse o ex-presidente norte-americano.

Ao mesmo tempo, o ex-presidente sublinhou que há gravações e observações de objetos voadores cuja origem não é conhecida. Obama afirmou que não podem explicar sua trajetória e como se movem.

"O que é verdade, e eu estou realmente falando sério aqui, é que há imagens e registros de objetos nos céus que nós não sabemos exatamente o que são", disse Obama.

Anteriormente, o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) James Woolsey afirmou que os pilotos militares norte-americanos encontram constantemente objetos misteriosos capazes de se mover no ar, alguns deles se parecem muito com Objetos Voadores não Identificados (OVNIs).

Ex-diretor da CIA afirmou que os encontros regulares de pilotos militares com OVNIs são confidenciais, no entanto, ultimamente as autoridades norte-americanas mudaram sua abordagem e começaram a discutir mais abertamente esse assunto.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Pentágono explica destacamento de tropas para perto da fronteira com Rússia




O chefe do Pentágono, Mark Esper, afirmou que a atual retirada de tropas norte-americanas da Alemanha se enquadra na estratégia de dissuasão seguida pelos EUA.

A retirada das tropas norte-americanas da Alemanha se enquadra na estratégia militar seguida pelos EUA, disse o chefe do Pentágono, Mark Esper.
"Estamos movendo mais tropas para o leste, para mais perto das fronteiras da Rússia, para os dissuadir", disse ele em uma entrevista ao canal Fox News, na qual também discutiu outros temas.
De acordo com a autoridade norte-americana, a maioria dos aliados com os quais falou considerou esse um "bom passo".
No final de julho, Esper disse que cerca de 12.000 militares norte-americanos seriam retirados da Alemanha. A maioria deles (6,4 mil) será enviada para casa, enquanto os outros serão transferidos para diversos países da OTAN, incluindo a Polônia, a Itália e a Bélgica.
Além disso, a sede das forças dos EUA na Europa será transferida da Alemanha para a cidade belga de Mons, onde está localizada a Sede do Comando Supremo das Forças Aliadas na Europa.
Na segunda-feira (3), o chefe do Pentágono comunicou que os Estados Unidos enviariam mais mil soldados para a Polônia, além dos 4.500 já presentes no país em regime de rotação.
O Congresso dos EUA tem financiado nos últimos cinco anos a iniciativa de dissuasão militar da Rússia, que prevê um aumento da presença de militares norte-americanos na Europa Oriental.

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