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domingo, 15 de maio de 2022

'O Brasil está sufocado, mas provamos que o povo pode ter comida e melhores salários', diz o PT em inserção para a TV (vídeo)

 


247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compartilhou no Twitter a nova inserção do Partido dos Trabalhadores para a TV. Na peça, a legenda destacou a alta da inflação, falta de emprego e de comida na mesa de milhares de brasileiros. 

"Por onde você olha tudo ficou mais caro e os empregos cada vez mais difíceis", afirmou o interlocutor. "Existe uma saída. A sensação é que estamos sufocados. O Brasil já provou que pode ser um País melhor para todos, com comida, emprego e uma vida mais feliz para as famílias", disse. 


Antes de fazer a postagem sobre a inserção, Lula afirmou que o Brasil precisa "recuperar uma vida digna para o povo". "Gerar empregos para que as pessoas consigam, com seu salário, sustentar sua casa, colocar comida na mesa, ter um bom almoço de domingo em família. O Brasil merece isso". 

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A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,1% no primeiro trimestre de 2022.

Em abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial do País, aumentou 1,73%, a maior variação mensal desde fevereiro de 2003 (2,19%) e a maior alta para abril desde 1995 (1,95%).

Ao todo, 116 milhões de pessoas vivem com algum grau de insegurança alimentar e ao menos 19 milhões estão passando fome, de acordo com dados, referentes a 2020, do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, conduzido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan).

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Guardian, maior jornal inglês, destaca na capa corrupção de Bolsonaro, que supostamente roubava salários de assessores

 


O maior jornal da Inglaterra, o The Guardian, repercutiu a revelação de que Jair Bolsonaro participou diretamente de esquema de "rachadinhas" enquanto deputado federal. 

Gravações da ex-cunhada do presidente, a fisiculturista Andrea Siqueira Valle, obtidas pela jornalista Juliana Dal Piva, do UOL, mostram que Bolsonaro participava ativamente do esquema. Segundo Andrea, Bolsonaro demitiu o irmão dela porque ele se recusou a devolver a maior parte do salário como assessor.

O Guardian destaca que as revelações reforçam o chamado das ruas pelo impeachment "de um presidente que já enfrenta a crescente raiva da população por sua resposta anticientífica à pandemia da Covid-19, que matou quase 525.000 brasileiros".

Internet em peso chama Bolsonaro de corrupto e ladrão após revelação de que ele roubava 90% dos salários de funcionários

 


Usuários foram ao Twitter criticar Jair Bolsonaro após novas revelações apontarem atuação direta dele para o desvio de salários de assessores tanto no gabinete dele quando era deputado federal como no de Flávio Bolsonaro na época em que o atual senador ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). "Corrupto", afirmou o ator Gregório Duvivier. 

Ex-cunhada de Jair Bolsonaro, a fisiculturista Andrea Siqueira Valle afirmou, por exemplo, que ele demitiu um irmão dela, André Siqueira Valle, por ter se recusado a entregar a maior parte do salário de assessor do então deputado federal. De acordo com Andrea, Bolsonaro retirou de um familiar dela do esquema por não entregar o valor combinado - quase 90% do salário.

"Rachadinha = roubo. Quem faz rachadinha = ladrão", postou o jornalista Leandro Demori.

"Pode chamar de corrupto sim", afirmou a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). "Ele sabia de tudo e mandava demitir quem não devolvia parte do salário", disse.

"Bolsonaro SEMPRE foi corrupto!", postou a deputada federal Erika Kokay (PT-DF).

O jornalista Xico Sá classificou Bolsonaro como o "rachadão do Patriarca, 30 anos como sanguessuga do dinheiro público!".

Médico e pesquisador da USP, Daniel A. Dourado também criticou Bolsonaro. "Da rachadinha ao crime contra a humanidade: a história do miliciano que virou presidente. Parece que estamos chegando na última parte. Tomara que o final dessa história chegue logo".

"Era um verdadeiro negócio em família", disse a presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). "Quem era usado nem sempre concordava", afirmou. 

"Esse é o homem que prometeu acabar com a mamata", escreveu o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sábado, 8 de maio de 2021

Câmara de Ponto Novo aprova Projeto de Lei que cria Plano de Cargos e Salários da Guarda Municipal

 


Câmara de Ponto Novo aprova Projeto de Lei que cria Plano de Cargos e Salários da Guarda Municipal



sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Funcionários fantasmas do clã Bolsonaro receberam quase R$ 29 milhões em salários


Pelo menos 39 funcionários que já passaram por gabinetes da família Bolsonaro têm indícios de que não trabalharam nos cargos. Juntos, eles receberam 16,7 milhões em salários brutos, o que equivale a R$ 29,5 milhões em valores corrigidos pela inflação


Pelo menos 39 funcionários que já passaram por gabinetes da família Bolsonaro têm indícios de que não trabalharam nos cargos. Juntos, eles receberam 16,7 milhões em salários brutos, o que equivale a R$ 29,5 milhões em valores corrigidos pela inflação. De acordo com levantamento realizado pela revista Época e publicado nesta sexta-feira (11), 28% do total pago aos 286 funcionários já contratados por Bolsonaro e seus três filhos mais velhos entre 1991 e 2019 foram depositados na conta de servidores com indícios de serem fantasmas. 

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi o que mais empregou funcionários fantasmas. No grupo de pessoas que constaram como assessores, mas com sinais de que não atuavam nos cargos, 17 foram contratadas no gabinete do parlamentar. Outros dez no de Carlos e três no de Bolsonaro.
Marcia Aguiar, esposa de Fabrício Queiroz, e Nathália Queiroz são dois funcionárias fantasmas e que estão envolvidos nas investigações contra Flávio. Em dez anos, cada uma das duas recebeu ao longo de uma década um total de R$ 1,3 milhão atualizados pela inflação, mas nunca tiveram crachá na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), onde o parlamentar cumpria mandato antes de ser eleito para o Senado. 
Queiroz foi preso no dia 18 de junho em Atibaia (SP), onde estava escondido em um imóvel que pertence a Frederick Wassef, então advogado de Flávio - depois ele deixou a defesa de Flávio. O ex-assessor é investigado por envolvimento em um esquema de "rachadinha" que ocorria na Alerj.
Segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz fez movimentações financeiras atípicas. Foram R$ 7 milhões de 2014 a 2017, apontaram cálculos do órgão. 
O procurador da República Sérgio Pinel afirmou ter encontrado “fortes indícios da prática de crime de lavagem de dinheiro” envolvendo Flávio. O Ministério Público do Rio (MP-RJ) investiga o possível esquema de rachadinha no antigo gabinete de Flávio na Alerj desde 2018 e já disse ter encontrado indícios de que o senador lavou R$ 2,27 milhões com compra de imóveis e em sua loja de chocolates. 

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Bolsonaro faz agrado à cúpula das Forças Armadas aumentando salários de oficiais em até R$ 1.600


A partir do próximo mês, militares terão aumento de até R$ 1.600 nos rendimentos, adicionando valores a salários brutos que já são altos. A medida vai favorecer oficiais das Forças Armadas


Em completa contradição com o quadro de dificuldades econômicas do país e de crescimento da pobreza, o governo Bolsonaro vai aumentar os rendimentos de um grupo restrito de oficiais superiores das Forças Armadas. 

Milhões de trabalhadores perdem empregos ou são atingidos por suspensão e corte de salários. A ajuda emergencial não chega a todos os que precisam, mas Bolsonaro vai beneficiar militares com um aumento de até R$ 1.600  em salários que já são muito altos. 
O benefício que será aumentado, chamado de “adicional de habilitação”, criado durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, é concedido a quem fez cursos ao longo da carreira. O valor era o mesmo desde 2001. No ano passado, Bolsonaro autorizou o reajuste para até 73% sobre o soldo, em quatro etapas. Na primeira delas, o privilégio para quem fez “curso de altos estudos”, por exemplo, subirá a partir de julho de 30% para até 42% sobre o valor do soldo. O aumento vale para militares da ativa e da reserva, informa reportagem do Estadão.
Com isso, um general de quatro estrelas, topo hierárquico das três Forças, passará a somar R$ 5.600 por mês ao soldo de R$ 13.400. Até então, o adicional era de cerca de R$ 4.000 mensais. Eles ainda acumulam outros adicionais que elevam o salário para, pelo menos, R$ 29.700 – a remuneração pode subir, a depender da formação, permanência em serviço, atividades e local de trabalho.
Atualmente, recebem o adicional basicamente oficiais e, no caso do Exército, alguns praças. Militares de baixa patente da Aeronáutica e da Marinha também pressionam para receber. Questionado pelo Estadão, o Ministério da Defesa não informou quantos militares recebem o benefício e qual será o impacto total na folha de pagamento da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Desde que assumiu, em janeiro de 2019, Bolsonaro já fez outros agrados aos militares. Empregou 2.900 no seu governo e promoveu uma reforma previdenciária mais amena.
Hoje, os maiores salários brutos entre os 381 mil militares em geral são do general Luiz Eduardo Ramos (ministro-chefe da Secretaria de Governo) e de Bento Albuquerque. Em março, pagamento mais recente publicado pelo governo, eles receberam, respectivamente, R$ 51.026,06 e R$ 50.756,51, conforme o Portal da Transparência. Os valores, contudo, caíram para R$ 24.861,18 e R$ 28.140,46, pela regra do abate-teto. O redutor é aplicado porque servidores não podem acumular vencimentos além de R$ 39,2 mil, valor do salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Oficiais das Forças Armadas comandam dez ministérios. Há cerca de 3 mil militares em diferentes postos do governo Bolsonaro.  

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