Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador importação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador importação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Servidora que teria atropelado processo de importação da Covaxin foi indicada por Ricardo Barros, líder bolsonarista

 


(Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | ABr)

Em depoimento à CPI da Covid nesta sexta-feira (25), o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda afirmou que uma colega - Regina Celia Silva Oliveira - teria dado o aval para a importação da Covaxin, vacina indiana contra a Covid-19, ao Brasil, sendo que tal prerrogativa é de Miranda.

O jornalista Leandro Demori, do site The Intercept Brasil, revelou pelo Twitter que Regina Celia foi indicada para cargo no Ministério da Saúde pelo deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

A CPI apura o motivo pelo qual, segundo denúncias de Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), o governo federal teria tido preferência e pressa pela Covaxin, sendo que demonstrou desinteresse por outros imunizantes.

O senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou requerimento de convocação de Regina Célia à CPI.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Coronavírus: China suspende importação de carne suína de unidade da Aurora em Santa Catarina

 


A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou nesta segunda-feira (4) que a China, por medidas de segurança, suspendeu a importação de carne suína de unidade da Aurora em Santa Catarina. 

A fábrica fica localizada na cidade de Chapecó. Não há informações sobre o prazo da proibição. O Ministério da Agricultura disse que foi notificado sobre a medida em 28 de dezembro.

Segundo a pasta, as autoridades chinesas pediram informações sobre casos da COVID-19 detectados na unidade catarinense. 

A Associação Brasileira de Proteína Aninal, por sua vez, afirmou que a entidade está auxiliando o Ministério da Agricultura a prestar os esclarecimentos necessários para o governo chinês, para que assim a suspensão seja revertida. 

"A ABPA ressalta que se trata de uma situação pontual e pretérita", disse a entidade. "Todas as informações e demonstrações de boas práticas da cooperativa --que segue os rígidos protocolos setoriais e oficiais referentes à COVID-19, detalhadamente demonstradas às autoridades chinesas", acrescentou a entidade, segundo o portal G1.

China já adotou medida em outras ocasiões

Essa não é a primeira vez que a China suspende a importação de carne do Brasil durante a pandemia do coronavírus por questões de segurança. 

O país asiático já aplicou vetos a 11 frigoríficos e uma unidade de pescados brasileiros. 

Cinco unidades ainda não podem vender carne para a China: duas fábricas da JBS, em Passo Fundo (RS) e Três Passos (RS; uma da Minuano, em Lajeado (RS); e duas da Aurora, a primeira em Xaxim (SC) e agora a de Chapecó. 

Entre os motivos apontados pelas autoridades chinesas está a detecção de traços do coronavírus nas embalagens das carnes oriundas do Brasil. 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Fachin suspende resolução de Bolsonaro que zerou imposto para importação de armas


 

Ministro atende a pedido do PSB, que alegou que a redução na alíquota afeta a receita e, consequentemente, prejudica o combate ao coronavírus no Brasil. Liminar de Fachin será julgada pelo plenário do Supremo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu nesta segunda-feira (14) a resolução do governo Jair Bolsonaro que zerou a alíquota - antes de 20% - para a importação de revólveres e pistolas.

A decisão do ministro atende pedido do PSB, que argumentou que a medida diminuiria a receita da União que poderia ser aplicada na estratégia de combate ao coronavírus. Além disso, o partido também pontuou que a redução nos impostos estimula o aumento da taxa de crimes violentos no país.

A liminar de Fachin será levada ao plenário do Supremo para ser avaliada. O magistrado requisitou que a votação ocorra na próxima sessão do plenário virtual, que começa na sexta-feira (18).

O conhecimento liberta. Saiba mais

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

China teme que importação de alimentos congelados seja responsável por casos da COVID-19

 


Nem a Organização Mundial de Saúde, nem especialistas ocidentais acreditam que haja evidência de infecção por baixa temperatura de comida que inclui frango brasileiro.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) não concorda. Especialistas sanitários ocidentais também não. Mas autoridades chinesas suspeitam que casos esporádicos da COVID-19 recentemente registrados tenham um culpado relacionado a baixas temperaturas: a importação de alimentos congelados, informou a rede de TV a cabo CNN.
A OMS alega ser "altamente improvável que as pessoas possam pegar COVID-19 de alimentos ou embalagens de comida" e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos diz que o risco é "considerado muito baixo". Ambos insistem que não há evidência de tal transmissão. Mas a China acha que há sim.

"Cada vez mais provas estão mostrando que frutos do mar congelados ou produtos de carne podem trazer vírus de países com surtos", disse esta semana Wu Zunyou, epidemiologista-chefe do CDC chinês.

Nos últimos cinco meses, a China disse ter detectado vestígios do coronavírus em uma série de produtos congelados importados ou em suas embalagens, incluindo camarões do Equador, lulas da Rússia, peixes da Noruega e da Indonésia e asas de carne e frango do Brasil. Mas especialistas dizem que os testes de ácido nuclêico da China podem estar detectando fragmentos genéticos de vírus mortos que não são mais infecciosos.

Então no mês passado, ao rastrear a origem de um surto na cidade de Qingdao, o CDC chinês anunciou que havia detectado e isolado coronavírus vivo nas embalagens de bacalhau congelado importado, uma descoberta que dizia ser a "primeira do mundo" e informou que o contato com embalagens externas contaminadas pelo novo coronavírus vivo pode causar infecção.

A declaração do CDC chinês apresentou algumas perguntas não respondidas. Os funcionários do Qingdao disseram que o surto foi rastreado até dois trabalhadores portuários que deram positivo, mas o CDC não disse se esses trabalhadores tinham contraído o vírus da embalagem contaminada ou por outros meios.

Jin Dongyan, professor de virologia da Universidade de Hong Kong, disse que embora exista tal possibilidade, o CDC não forneceu provas da transmissão. Ele disse que os trabalhadores poderiam ter contraído o vírus de outro lugar e depois contaminado a embalagem de alimentos. O passo que faltava, disse ele, seria comparar as sequências genéticas do vírus nos operários de Qingdao e nas pessoas que manipularam a embalagem.

"Cada vírus tem suas próprias marcas. Se elas corresponderem, então podemos dizer que existe uma cadeia de provas", disse Dongyan.

Ainda assim, as autoridades de Qingdao intensificaram o exame e ordenaram que "cada peça" de produtos importados da cadeia do frio fosse testada. Os trabalhadores que descarregam, carregam e transportam esses produtos também foram ordenados a serem testados a cada três ou cinco dias.

NOTÍCIAS MAIS ACESSADAS

Minha lista de blogs