Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador imposto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador imposto. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de abril de 2022

Redes Sociais: 'Big Techs' pagarão imposto anual e terão que explicar algoritmos sob nova legislação da UE


 

Após acordo entre parlamentares da União Europeia neste sábado (22), Google, Meta e outras empresas podem ter de mudar práticas de negócios na União Europeia (UE).


Google, Meta, Twitter e outras grandes plataformas on-line precisarão fazer mais para combater o conteúdo ilegal que circula pelo continente Europeu, ou enfrentarão multas e punições sob as novas regras para a Internet acordadas pelo bloco.
O acordo veio após mais de 16 horas de negociações, escreve o The Guardian. A ampla Lei de Serviços Digitais (DSA) pode multar uma empresa em até 6% de seu faturamento global por violar as regras.
Violações repetidas podem resultar em uma empresa de tecnologia sendo proibida de fazer negócios na UE.
As novas regras, que entram em vigor em 2024. O Ato para Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) foi elaborado em um cenário de ação política e regulatória contra plataformas on-line que acontece no mundo inteiro.
As novas obrigações incluem a remoção mais rápida de conteúdo e bens ilegais, explicar a usuários e pesquisadores como seus algoritmos funcionam e tomar medidas mais rigorosas contra a disseminação de informações erradas.
Táticas que induzem as pessoas a fornecer dados pessoais para empresas on-line também serão proibidos.
As empresas podem ser forçadas a entregar dados relacionados a seus algoritmos a reguladores e pesquisadores e também enfrentam o pagamento de uma taxa anual de até 0,05% da receita anual mundial para cobrir os custos de monitoramento de compliance.
Logotipo do Google. - Sputnik Brasil, 1920, 06.04.2022
Panorama internacional
Rússia solicita que Google abandone restrições a briefings do MRE russo no YouTube


sexta-feira, 2 de julho de 2021

Em evento com empresários, Guedes diz que ser rico no Brasil não é vergonhoso, vergonha é não pagar imposto

 


Em evento virtual promovido pelo empresário Abílio Diniz, o ministro da Economia, Paulo Guedes, após ouvir reclamações de empresários sobre a proposta do governo para reformular o Imposto de Renda, disse que estuda reduzir o tributo cobrado das empresas, mas não abrirá mão da alíquota de 20% sobre lucro e dividendos distribuídos às pessoas físicas.

Segundo Guedes, "Ninguém precisa se envergonhar de ser rico. Mas precisa se envergonhar de não pagar imposto sobre dividendos”.  Guedes lembrou que além do Brasil, somente a Lituânia têm essa prática.

De acordo com reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo,  em contrapartida, o ministro vai reduzir a alíquota de Imposto de Renda para as empresas. Pela proposta do governo, entregue na semana passada ao Congresso, a alíquota do IRPJ cairia 5 pontos porcentuais de 25% para 20% em dois anos, metade em 2022 e 2023. 

“Quem não pagava impostos diretamente, ou seja, a classe mais alta que vive de dividendos, vai pagar agora. Aí vai dizer que já pagar por meio da empresa. Não se preocupe, vamos reduzir a tributação da empresa. Não queremos que você pague através da empresa, mas sim pela pessoa física”, afirmou.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Fachin suspende resolução de Bolsonaro que zerou imposto para importação de armas


 

Ministro atende a pedido do PSB, que alegou que a redução na alíquota afeta a receita e, consequentemente, prejudica o combate ao coronavírus no Brasil. Liminar de Fachin será julgada pelo plenário do Supremo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu nesta segunda-feira (14) a resolução do governo Jair Bolsonaro que zerou a alíquota - antes de 20% - para a importação de revólveres e pistolas.

A decisão do ministro atende pedido do PSB, que argumentou que a medida diminuiria a receita da União que poderia ser aplicada na estratégia de combate ao coronavírus. Além disso, o partido também pontuou que a redução nos impostos estimula o aumento da taxa de crimes violentos no país.

A liminar de Fachin será levada ao plenário do Supremo para ser avaliada. O magistrado requisitou que a votação ocorra na próxima sessão do plenário virtual, que começa na sexta-feira (18).

O conhecimento liberta. Saiba mais

Minha lista de blogs