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quinta-feira, 31 de março de 2022

SÉRGIO MORO, O DESPREZÍVEL


 


Com os parágrafos:


A figura desprezível, liliputiana, miúda, provinciana e maldosa de Sérgio Moro começa a colher os frutos de sua atuação criminosa como juiz parcial.


As notícias mais recentes dão conta de que o sociopata sairá do partido onde se homiziou e se filiará a outro para ser candidato a deputado federal por São Paulo.


Seu sonho de ser presidente da República virou pesadelo.


Patinando nas pesquisas, com números ridículos, vê o inocente ao qual trancafiou em Curitiba disparado em primeiro lugar, com amplas possibilidades de voltar ao Palácio do Planalto.


Perde feio até do genocida, a quem se vendeu e tornou-se seu ministro e, seguindo sua destinação moral, traiu miseravelmente.


O marreco de Maringá não passará de figura desfrutável, bisonha, malevóla, marcada pelas injustiças que praticou deliberadamente.


Sérgio Moro quebrou o Brasil, numa equação da qual participaram a mídia, especialmente a Rede Globo, velha marafona da notícia, a elite financeira, a incompetência e inação da então presidente da República e o ódio de classe contra o Estadista Lula, sob o comando dos interesses claríssimos do Departamento de Justiça dos EUA.


Como office-boys da conspirata, os deslumbrados e argentários procuradores da tal “república de Curitiba”, o nefando TRF4, a covardia dos juízes de tribunais superiores (péssimas e ingênuas escolhas dos governos do PT).


Moro – hoje um homem muito rico – é um anão moral, político e intelectual. A história já o registra no capítulo obscuro dos infames.


(*)Ruy Nogueira é publicitário




A decadência de Sérgio Moro

 


A figura desprezível, liliputiana, miúda, provinciana e maldosa de Sérgio Moro começa a colher os frutos de sua atuação criminosa como juiz parcial. As notícias mais recentes dão conta de que o sociopata sairá do partido onde se homiziou e se filiará a outro para ser candidato a deputado federal por São Paulo. Seu sonho de ser presidente da República virou pesadelo. Patinando nas pesquisas, com números ridículos, vê o inocente ao qual trancafiou em Curitiba disparado em primeiro lugar, com amplas possibilidades de voltar ao Palácio do Planalto. Perde feio até do genocida, a quem se vendeu e tornou-se seu ministro e, seguindo sua destinação moral, traiu miseravelmente. O marreco de Maringá não passará de figura desfrutável, bisonha, malévola, marcada pelas injustiças que praticou deliberadamente. Sérgio Moro quebrou o Brasil, numa equação da qual participaram a mídia, especialmente a Rede Globo, velha marafona da notícia, a elite financeira, a incompetência e inação da então presidente da República e o ódio de classe contra o Estadista Lula, sob o comando dos interesses claríssimos do Departamento de Justiça dos  EUA. Como office-boys da conspirata, os deslumbrados e argentários procuradores da tal “república de Curitiba”, o nefando TRF4, a covardia dos juízes de tribunais superiores (péssimas e ingênuas escolhas dos governos do PT). Moro - hoje um homem muito rico -  é um anão moral, político e intelectual. A história já o registra no capítulo obscuro dos infames.


(*)Ruy Nogueira é publicitário


sexta-feira, 24 de abril de 2020

Vladimir Aras afirma que PGR deve apurar crimes sinalizados por Sérgio Moro em coletiva



O procurador da República, Vladimir Aras, afirmou no Twitter que a Procuradoria Geral da República deverá investigar fatos narrados pelo agora ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, classificados como “gravíssimos”. Entre os fatos elencados por Aras estão falsidade ideológica, obstrução da justiça e crime de responsabilidade.  



Vladimir Aras foi candidato a procurador-geral da República em uma eleição de lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Para o procurador, a interferência política na Polícia Federal é “inadmissível”. O fato indicado de falsidade ideológica pode estar relacionado a informação de Sérgio Moro, durante a coletiva de imprensa, de que a exoneração do diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, não foi assinada por ele, e que ele soube da exoneração “a pedido” nesta madrugada, através do Diário Oficial da União.  Moro afirmou na coletiva que Valeixo não pediu para deixar o cargo.  



Para Aras, a independência da Polícia Federal pode ser assegurada com a introdução de uma regra de nomeação do diretor geral da instituição via lista tríplice e com termo fixo, com prazo desemparelhado do mandato presidencial. A medida, segundo ele, pode ser aprovada rapidamente pelo Congresso Nacional. 

Ministros do STF enxergam crimes de Bolsonaro em discurso de Sérgio Moro



Os ministros do Superior Tribunal Federal (STF) enxergaram diversos crimes do presidente Jair Bolsonaro nas declarações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro nesta sexta-feira (24). A informação é da coluna da jornalista Mônica Bergamo.


De acordo com Moro, o presidente queria ter acesso a relatórios de inteligência da Polícia Federal, o que significa advocacia administrativa. Com isso, ele pode ser enquadrado no artigo 321 do Código Penal, que prevê até três meses de prisão para quem "patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário".


Um segundo crime seria o de falsidade ideológica por dizer que demitiu o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. De acordo com Moro, isso não aconteceu e a decisão de saída foi do próprio Bolsonaro.


O artigo 299 do Código Penal prega que é crime "omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante".


A OAB vai pedir um relatório à sua comissão de estudos constitucionais para saber se Bolsonaro cometeu algum crime de responsabilidade, o que pode gerar um pedido de impeachment.

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