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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Em reunião do PT, Lula fala de combate ao “bolsonarismo”

 

Presidente apareceu de surpresa no encontro da bancada de deputados do partido #governo #esquerda #Bolsonaro


quarta-feira, 21 de junho de 2023

Política na Bahia: Tanquinho

 

Flamarion garante que está curado de um câncer de próstata e vai encarar mais uma eleição | Foto: Raimundo Mascarenhas
Flamarion garante que está curado de um câncer de próstata e vai encarar mais uma eleição | Foto: Raimundo Mascarenhas

Poucas e boas da política do território do sisal e outras regiões
O assunto principal é eleições municipais 2024

O ex-prefeito Jorge Flamarion de Souza (PT), disse que colocou seu nome como pré-candidato a prefeito para disputa do próximo ano, mas garantiu está bem alinhado com o seu colega de partido, atual prefeito Zé Luiz. Disse que se curou de um câncer recentemente e deve encarar, se não a disputa para prefeito, pode ser também na vice.


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Política na Bahia: Euclides da Cunha

 

Jerônimo Rodrigues e Luciano Pinheiro | Foto: Raimundo Mascarenhas
Jerônimo Rodrigues e Luciano Pinheiro | Foto: Raimundo Mascarenhas

Poucas e boas da política do território do sisal e outras regiões
O assunto principal é eleições municipais 2024

O prefeito Luciano Pinheiro (PDT), está concluindo o mandato de 8 anos [ eleito em 2016 e reeleito em 2020] disse que só divulga o nome do sucessor, ou seja, aquele que terá o apoio do seu grupo, no inicio do próximo ano. Mas, uma coisa ele deixou certo: vai ser do PDT, pois “a família 12 é forte e não tem pra ninguém. Vamos ganhar as eleições, tanto para prefeito como maioria dos vereadores,”, garantiu.


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Política na Bahia: São Domingos

 

Fabinho (de verde) e Chico de Flori | Foto: Raimundo Mascarenhas
Fabinho (de verde) e Chico de Flori | Foto: Raimundo Mascarenhas


Poucas e boas da política do território do sisal e outras regiões
O assunto principal é eleições municipais 2024

A grande novidade no último fim de semana durante o São João antecipado foi o anunicio do rompimento do ex vice-prefeito Fabinho de Santo Antônio com o grupo liderado por Izaque Junior. O impacto maior foi o rompimento, seguido de anuncio de adesão ao grupo de Ilário Carneiro, e a quem diga que ele será o próximo candidato a vice, já que Marcão rompeu com Ilário.

Fabinho disse que a primeira conversa que teve com liderança do grupo de Ilario foi com Chico de Flori, seu  irmão. Segundo ele, mesmo estando em situação politica oposta jamais perdeu amizade com Chico e disse ao Calila que Izaque Junior descumpriu a palavra e não tinha como seguir, mas deixou claro, não foi dinheiro, “todos em São Domingos sabem que ninguém me oferece dinheiro por apoio que não aceito, se me oferecer dinheiro mando embora”, disse.

Luciano Araújo e Ilário Carneiro

Luciano Araújo e Ilário Carneiro

O presidente estadual do Solidariedade Luciano Araújo disse ao CN que fez articulação para que Fabinho que é filiado ao seu partido aderir ao grupo de Ilario, segundo ele sempre teve vontade de fazer política do lado de Ilário e que agora Fabinho chega para dá mais musculatura a gestão de Ilario e tem certeza que Fabinho vai somar muito por ele não ter ido só, “Fabinho já trouxe um grupo com ele e tem mais gente para aderir”.afirmou o deputado.


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Política na Bahia: preparações chapas, para disputar as Eleições 2024 em Conceição do Coité

 


Poucas e boas da política do território do sisal e outras regiões
O assunto principal é eleições municipais 2024


Tem comentários e a cada dia ganha mais força que a chapa que terá o apoio do deputado estadual Alex da Piatã já está formada, tendo Val sua esposa, ela que foi vice-prefeita de 2016 a 2020 para prefeita e o vereador Betão como vice. Val era o nome mais badalado para a disputa em 2020, porém o então prefeito Assis ‘bateu o pé’ e disse que a escolha do candidato era dele e acabou apoiando um nome que não foi o desejo da maioria e no final ‘entregou o ouro’ a um desconhecido.

O que se comenta é que Val vem numa ‘mesma pegada’ e seu nome se mantém em alta, e tem sido aceita a ideia de Betão vereador de seis mandatos na vice. Os dois estão ‘correndo trecho’.


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sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Bolsonarista assassina eleitor de Lula a facadas após discussão política em Confresa - Mato Grosso

 



Uma discussão entre um eleitor do ex-presidente Lula (PT) e um bolsonarista acabou em morte no município de Confresa (a 1.135 km de Cuiabá, capital do Mato Grosso).

Benedito Cardoso dos Santos, 42, foi assassinado na madrugada desta quinta-feira (8) pelo colega de trabalho, Rafael Silva de Oliveira, 24, que confessou o crime à polícia, informa o site hnt notícias.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a dupla teria dado início a uma discussão política entre a noite da última quarta-feira e a madrugada de quinta. Os dois chegaram a se agredir fisicamente até que o suspeito "saiu de si" e matou o colega a facadas, conforme ele próprio relatou. Depois, ainda tentou decapitar a vítima.

Ao confessar o crime, Rafael confirmou que agiu motivado pelas discordâncias ideológicas entre ele e seu colega. Segundo o site Olhar Alerta, a motivação do homicídio foi “ódio político”.

Em seu depoimento, Rafael informou à equipe de Polícia Civil que a motivação do crime seria por uma desavença política. Benedito seria a favor da eleição do ex-presidente Lula e, Rafael, seria eleitor do atual presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro. 

O crime ocorreu em uma chácara da Agrovila Lumiar, zona rural de Confresa.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Ponto Novo: A reprovação política das contas de Tiago Venâncio que não surpreendeu ninguém

 


Aprovadas pelo TCM, contas de Tiago Venâncio são reprovadas na Câmara em decisão política


Numa votação que não surpreendeu ninguém, vereadores, que vistos de longe, por nós que somos de outro município, parecem bem submissos ao prefeito atual, levaram a um desfecho já esperado sobre as contas da gestão anterior. Assim as contas do ex-prefeito Tiago Venâncio (PT) na noite da última quarta-feira (20).

Sabemos bem que votações em casas legislativas se dão de forma técnica ou política, mas, em muitos casos a subserviência de um poder ao outro, tira todo esplendor da harmonia entre os poderes. A Comissão de Orçamento, Finanças e Seguridade Social da Casa, presidida pelo vereador Arnóbio Carneiro, opinou pela reprovação das contas alegando, entre outros pontos, a falta dos repasses previdenciários ao IPNN. O voto do vereador Bujão, integrante da comissão que foi contrário ao parecer, não foi lido em plenário. Já vimos gestões obscuras, atrapalhadas e desastrosa, num passado não muito distante e mesmo assim, nunca vimos muitos dos que hoje defendem a gestão atual, que diga-se de passagem, também não é muito transparente, não agiram com tanta vontade de copiar o que o TCM DIZIA. Não somos também muito admiradores da gestão do ex-prefeito Tiago Venância, mas, olhando daqui de longe, a votação pareceu já arranjada, sem levar muito ou nada em conta, sobre a defesa do ex-gestor.

Na defesa do ex-prefeito, o advogado Dr. Manoel apresentou indícios que colocaram em xeque a confiança jurídica do parecer da comissão, já que [palavras dele] “o voto da comissão copia, transcreve o parecer do Tribunal de Contas”. Perguntado pelo advogado de defesa se as cópias da defesa final haviam sido apresentadas aos vereadores, o presidente da Câmara patinou, gaguejou e não respondeu evidenciando uma articulação meramente política que já estava pronta para reprovar as contas do ex-prefeito. Além da falta da apresentação da defesa final do ex-prefeito aos vereadores, o que já é um absurdo, Tiago Venâncio denunciou que antes que a defesa chegasse à comissão, o parecer votando pela reprovação das contas já estava pronto! É muito estranho, pois vereador Arnóbio Carneiro, que no ano de 2016, enquanto era presidente da Casa, recebeu contas do ex-prefeito Adelson Maia reprovadas pelo TCM e as mesmas foram aprovadas pela Câmara, e olha que foi uma gestão muito criticável, pra dizer o mínimo, o que pra nós, parece ser votos dados pelo senhor Arnóbio e seus colegas governistas, mais por ideologia e submissão ao prefeito, do que por convicção.

O vereador Nel Maia, que votou pela aprovação das contas, sem dar mais detalhes afirmou que foi chamado para votar contra as contas de Tiago, evidenciando que já havia uma articulação para ‘tirar o ex-prefeito da jogada’. O vereador Bujão em um dos seus melhores discursos na Casa, criticou o sistema e conclamou o caráter dos vereadores “Vejo um julgamento onde não tem cabimento reprovar as contas do ex-gestor”. A sessão encerrou com o resultado que foi comemorado com gritos dentro da Câmara e fogos do lado de fora: a reprovação por 8 votos a 3 das contas do ex-prefeito Tiago Venâncio. Algo jamais registrado na história de Ponto Novo: o TCM opina pela aprovação e a Câmara vai contra e reprova as contas. 

Enfim, que os moradores de Ponto Novo, acompanhem o trabalho dos vereadores e tirem suas conclusões, mas, que mostra incoerências e falta de independência... ao menos pra nós fica muito evidente.


C7 NOTÍCIAS


quinta-feira, 31 de março de 2022

A decadência de Sérgio Moro

 


A figura desprezível, liliputiana, miúda, provinciana e maldosa de Sérgio Moro começa a colher os frutos de sua atuação criminosa como juiz parcial. As notícias mais recentes dão conta de que o sociopata sairá do partido onde se homiziou e se filiará a outro para ser candidato a deputado federal por São Paulo. Seu sonho de ser presidente da República virou pesadelo. Patinando nas pesquisas, com números ridículos, vê o inocente ao qual trancafiou em Curitiba disparado em primeiro lugar, com amplas possibilidades de voltar ao Palácio do Planalto. Perde feio até do genocida, a quem se vendeu e tornou-se seu ministro e, seguindo sua destinação moral, traiu miseravelmente. O marreco de Maringá não passará de figura desfrutável, bisonha, malévola, marcada pelas injustiças que praticou deliberadamente. Sérgio Moro quebrou o Brasil, numa equação da qual participaram a mídia, especialmente a Rede Globo, velha marafona da notícia, a elite financeira, a incompetência e inação da então presidente da República e o ódio de classe contra o Estadista Lula, sob o comando dos interesses claríssimos do Departamento de Justiça dos  EUA. Como office-boys da conspirata, os deslumbrados e argentários procuradores da tal “república de Curitiba”, o nefando TRF4, a covardia dos juízes de tribunais superiores (péssimas e ingênuas escolhas dos governos do PT). Moro - hoje um homem muito rico -  é um anão moral, político e intelectual. A história já o registra no capítulo obscuro dos infames.


(*)Ruy Nogueira é publicitário


quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Analista: ao recusar ir à posse de Boric no Chile, Bolsonaro impulsiona política que isola o Brasil

 


Ao fazer constantes declarações demonstrando seu posicionamento pessoal diante de líderes latino-americanos, Bolsonaro cria graves consequências para política externa brasileira. A Sputnik Brasil ouviu analista para entender por que o governo opta por um comportamento não diplomático.


No dia 19 de dezembro, o candidato de esquerda, Gabriel Boric (Convergência Social) ganhou as eleições no Chile ao concorrer com candidato da extrema direita, José Antonio Kast (Partido Republicano).
Desde então, os filhos parlamentares do presidente, Jair Bolsonaro (PL), assim como o próprio, vêm criticando a chegada do esquerdista ao poder, e ontem (12), Bolsonaro disse que não vai à posse de Boric que acontecerá no dia 11 de março, segundo o UOL.

"Quem é que vai na posse do presidente do Chile... Eu não irei. Vê quem vai", afirmou o mandatário.

Bolsonaro levou 72 horas para parabenizar o novo chefe do Executivo chileno, e em uma conduta parecida com a que vem tecendo com a Argentina, cria atritos com mais um país dentro da América Latina, dificultando a integração do Brasil na região.

Sputnik Brasil entrevistou Arnaldo Cardoso, cientista político e analista de política internacional para entender o porquê que o atual governo cria relações extremecidas com o Chile mesmo antes da posse do novo presidente, e se essa postura vai influenciar nos blocos de interligação entre os dois países, como o Mercosul e o Prosul.
Presidente do Chile, Gabriel Boric, em 20 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 25.12.2021
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'Claramente, somos muito diferentes', responde Boric às felicitações atrasadas de Bolsonaro
Segundo Cardoso, a não presença do presidente brasileiro na posse de Boric não é nenhuma surpresa, a partir do momento "que a América Latina nunca esteve na agenda de política externa do governo Bolsonaro".

"A equivocada orientação de alinhamento com os Estados Unidos de Donald Trump norteou a política externa nos primeiros anos do atual governo e subverteu a tradição diplomática brasileira, subordinando os interesses do país a uma visão ideológica que resultou em perda de prestígio regional e global do Brasil", analisa.

Além disso, o especialista ressalta que, nos últimos anos, o Itamaraty "abandonou qualquer projeto de liderança regional", e a decisão do presidente de não comparecer à posse "se integra a extensa série de erros que isolaram o Brasil do mundo".
A postura hostil brasileira em relação ao Chile, se estende a conduta com a Argentina, outro país que, publicamente, Bolsonaro critica dando alfinetadas no mandatário argentino, Alberto Fernández.
Cardoso observa a atitude como "um erro grosseiro" misturado a "ignorância e desprezo pela institucionalidade e ritos do Estado". Em sua visão, na atual política externa brasileira "falta entendimento do que é uma burocracia especializada" e sabedoria para distinguir "governo e Estado".

"Política externa é coisa de Estado, é construída no longo prazo por meio de negociações visando a convergência e satisfação de interesses das partes. Não pode estar sujeita aos caprichos do governante de plantão."

Para o cientista político, este tipo de atuação com os vizinhos argentinos é um grande descuido, uma vez que "a Argentina é o principal parceiro comercial e político do Brasil na América do Sul".
"Independentemente do matiz ideológico dos presidentes, essas relações refletem interesses de diversos setores das respectivas sociedades. Promover a discórdia e atritos com vizinhos é um erro grosseiro", pontua.
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Aliança do Pacífico e Mercosul

No final de dezembro, o novo presidente chileno começou a apresentar suas diretrizes para política externa do país e deixou claro que, dentro deste tópico, Santiago vai priorizar as parcerias com a Aliança do Pacífico, grupo econômico formado por Chile, Colômbia, Peru e México.

"Vamos dar prioridade à Aliança do Pacífico no futuro. Já falei com vários dos presidentes, em particular com (Andrés) Manuel López Obrador do México, com o presidente (Iván) Duque da Colômbia, e também temos estado em contato com o Ministério das Relações Exteriores do Peru", disse Boric citado pela RFI.

Cardoso comenta que no começo da campanha, o presidente demonstrou iniciativa para movimentar o Chile dentro do Mercosul e o tornar efetivo no bloco, entretanto, orientado por assessores, posteriormente passou a informar que a Aliança do Pacífico estaria entre as prioridades de seu governo.

"A Aliança do Pacífico, formada em 2012, optou desde o início por um formato mais aberto e com ênfase na liberdade comercial e de investimentos, enquanto o Mercosul sempre visou uma maior integração política no Cone Sul da América do Sul", explica.

Ainda assim, o cientista político salienta que "o bilateralismo foi a orientação predominante adotada pelo Chile nas últimas décadas, preferindo acordos de menor grau de comprometimento".
Vale também lembrar que o país chileno é a única nação da América do Sul que tem acordo de livre comércio com o Japão.
Jair Bolsonaro atende com ministro da Economia, Paulo Guedes e o então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo à VI Reunião Extraordinária de Presidentes do PROSUL (videoconferência) em 16 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Jair Bolsonaro atende com ministro da Economia, Paulo Guedes e o então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo à VI Reunião Extraordinária de Presidentes do PROSUL (videoconferência) em 16 de março de 2021
No entanto, apesar de não se encontrarem, de fato, no bloco mercosulino, Brasil e Chile integram de forma equivalente em outra organização, o Prosul, Fórum para o Progresso e Desenvolvimento da América do Sul formado por mais 11 países.
Se as incompatibilidades entre o governo brasileiro e chileno pode minar a relação das duas nações dentro do Prosul, Cardoso diz que, pela aproximação das eleições do Brasil, esse quadro é difícil de acontecer.

"Com os resultados das pesquisas mais recentes de intenções de voto para o pleito de outubro no Brasil, o governo Bolsonaro entrou em contagem regressiva para o seu fim, sem possibilidades de reeleição, portanto, pouca influência terá neste ano sobre os rumos das negociações na região e, de modo geral, sobre temas internacionais", examina.

Em um futuro próximo, o analista acredita que vários arranjos "podem ser objetos de negociações", principalmente pela relevância política e econômica que abarca todos os países presentes neste tipo de organização.
"Mercosul e Aliança do Pacífico juntos, reúnem cerca de 475 milhões de habitantes e mais de 80% do PIB da América Latina. A região carece de um novo modelo de desenvolvimento, e isso pode ser buscado conjuntamente", pondera.
Portanto, uma boa articulação política regional "pode favorecer a concepção e implementação de bons projetos e, consequentemente, um melhor posicionamento desse conjunto de países na arena internacional", diz o especialista.
O presidente cessante do Chile, Sebastián Piñera (esquerda), se reúne com o presidente eleito Gabriel Boric no palácio presidencial La Moneda, em Santiago, 20 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
O presidente cessante do Chile, Sebastián Piñera (esquerda), se reúne com o presidente eleito Gabriel Boric no palácio presidencial La Moneda, em Santiago, 20 de dezembro de 2021
Boric, ex-líder estudantil, venceu com 54,72% dos votos válidos, contra 45,28% do adversário, José Antonio Kast.
A chegada do jovem chileno ao poder impulsiona uma possível nova onda de esquerda na América Latina, que pode ser amplificada se as pesquisas de intenções de votos no Brasil, as quais apontam o ex-presidente Lula (PT) como favorito, se concretizarem.
Candidato de esquerda Gabriel Boric, de 35 anos de idade, foi eleito presidente do Chile - Sputnik Brasil, 1920, 21.12.2021
Panorama internacional
Analistas explicam como Boric no Chile pode influenciar o cenário no Brasil e Europa


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