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domingo, 1 de maio de 2022

O que as autoridades estão fazendo para livrar os nossos jovens das armadilhas da sociedade e dos vícios

 


PRECISAM DAR OPORTUNIDADES AOS NOVOS JOVENS PARA USAR SEU TEMPO EM COISAS BOAS E CRIATIVAS


Se tem uma coisa que é dada como certa é que todos nós iremos morrer um dia. O tamanho da nossa existência aqui no planeta Terra, ninguém pode precisar, mas, que todos irão morrer um dia, é a única certeza que nós seres viventes temos. E nos tempos de rapidez na informação como é agora na era da internet e das redes sociais, cada dia mais acessadas, ficamos sabendo de mortes, guerras, tragédias e ouvimos falar tanto em morte que parece que as pessoas estão anestesiadas e nem ligam mais pra quem morre. Porém, mesmo que seja de forma inconsciente, todos sogremos, pois como diz a filosofia QUANDO MORRE UM SER HUMANO, PARTE DA CIVILIZAÇÃO MORRE COM ELE, POIS SOMOS PARTE DO MESMO ORGANISMO UNIVERSAL... Por isso a Cabalá Judáica nos ensina a nunca desejar a morte de ninguém, nem mesmo do nosso pior inimigo, pois o carma que é compartilhado com quem deseja o fim do outro, é muito forte.

Hoje na nossa sociedade tão conflituosa e cada vez mais autodestrutiva, além da certeza da morte certa que todos temos, o ser humano, inventa a cada dia, inúmeras formas de se destruir. Seja com vícios, com armas ou com descontroles sociais, como mortes no trânsito ou em todo tipo de aventuras de risco elevado. E o nível de depressão, stress e doenças mentais, levam as pessoas a se destruir de muitas formas degradantes, desde ultrapassar os limites da prudência com o número cada dia maior de suicídios, aos incontáveis vícios que destroem a alma e o corpo. E a classe mais vulnerável na sociedade são as crianças e jovens. Por isso é preciso uma atenção especial, não só da família, como dos líderes da comunidade - autoridades ligadas a saúde pública, líderes religiosos e os agentes da lei.

As drogas cada vez mais presente na sociedade, incluindo de forma muito nociva e mais acessível as bebidas alcoílicas, cada vez mais toxicas, viciantes e doentias. Com a falta de opção e muitas vezes pertencendo a famílias desestruturadas, os jovens começam cada vez mais cedo a se afundar nos vícios. E como aconteceu recentemente no Distrito de Espanta Gado, a morte do jovem Rogério, que chocou a comunidade, nos leva a pensar o quanto esse problema grave coloca em risco um grande número de jovens. Muitas vezes, abandonado pela família, por se sentir incapaz de intervir, abandonados pelo Estado, que finge não ver e apenas na mira das autoridades, que apenas marcam esses jovens como "VAGABUNDOS", sem levar em conta o problema que cada um deles posa ter.

A Escola é um caminho importante para amenizar este problema, afinal quem se afasta do caminho da educação é uma presa fácil para as armadilhas dos vícios e do crime. No entanto, ela não é o único caminho de salvação, pois quando esses jovens resolvem abrir mão dele, os profissionais de educação não podem fazer mais nada. E por isso, queremos questionar, o que órgãos e autoridades públicas estão fazendo para combater esses graves problemas sociais? O que de fata estão fazendo, CONSELHO TUTELAR, CRAS, CAPS, ASSISTÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO PÚBLICO e por fim e também de muita importância OS LÍDERES RELIGIOSOS? E quando falo aqui em líderes religiosos, falo exclusivamente padres e pastores, pois são as religiões cristãs as predominantes em nossa região, mas, qualquer outra religião também tem esse dever social - afinal para salvar a alma, tem que primeiro salvar o corpo do cidadão.

O papel do religioso, não é apenas ir realizar cultos ou rituais, visando conquistar adeptos e seguidores que se tornam um colaborador financeiro em potencial. O papel do líder religioso é acima de tudo, propagar que cuidar do corpo e da mente, vem antes que cuidar apenas do espírito e da alma. Não apenas esperando pagamento de dízimos, ofertas durante os cultos, ou só rezar uma missa se alguém pagar... na verdade a missão dos que se dizem sacerdotes de Cristo é a salvação do homem e não haverá alma pra salvar, se não tiver corpo são e mente limpa. Não apenas se trajar de sacerdote e querer julgar pecados, mas, agir para que eles não aconteçam. O QUE SE FAZ PELOS JOVENS FORA DOS TEMPLOS RELIGIOSOS? Perguntar não ofende!

O que o poder público está fazendo em especial para tirar nossos jovens dos caminhos errados? Tem investimentos em esporte, cultura, geração de emprego ou cursos? Não basta fazer quadras e deixar como propagando eleitoral ou simplemente fazer coisas comuns. Cada o algo mais? Cadê aulas de teatro, dança, educação física ou qualquer outra coisa que revele uma expectativa de vida aos nossos jovens?

Que a morte precoce do jovem Rogério sirva de lição aos jovens da nossa comunidade, pois infelizmente ele não foi o primeiro e não será o último infelizmente! Uma pesquisa encomendada pela Unifesp revelou que 60 % dos adolescentes com menos de 18 anos já experimentaram álcool. Desses, cerca de 15% têm entre 10 e 12 anos. Outra pesquisa feita pelo IBGE mostrou que 27% das pessoas entre 18 e 24 anos bebem ao menos uma vez por semana.

Relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou o álcool como o maior responsável por mortes de brasileiros entre 15 e 19 anos, seja em acidentes ou por paradas cardíacas. No trabalho da USP, a maior parte dos casos de suicídio corresponde a adultos jovens: 49% possuíam entre 25 e 44 anos. E, dentro dessa faixa etária, mais de 61% dos episódios foram atrelados ao consumo de álcool. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 11 mil indivíduos tiram suas vidas todos os anos.

Que Deus proteja nossos jovens!


Da redação do C7 NOTÍCIAS


domingo, 27 de junho de 2021

Relatório de OVNIs do Pentágono prova que avistamentos eram reais e 'não nossos', diz ex-funcionário

 


Uma força-tarefa do Pentágono publicou um relatório prévio sobre casos de supostos OVNIs registrados desde 2004, com opiniões divergentes de especialistas sobre as conclusões apresentadas.

O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI, na sigla em inglês), uma força-tarefa do Pentágono, lançou na sexta-feira (25) um relatório provisório sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) chamado "Avaliação Preliminar: Fenômenos Aéreos Não Identificados", ou UAP (na sigla em inglês), como são chamados pelo governo norte-americano.

O relatório de nove páginas, que tem o objetivo de fornecer ao Congresso dos EUA uma ideia de como o governo lidaria com um relatório mais completo do que ele sabe sobre os fenômenos, não fornece explicações naturais adequadas para 143 dos 144 dos incidentes relatados desde 2004, mas também não conclui que os fenômenos devem ser alienígenas.

Outras possibilidades mencionadas são fenômenos atmosféricos, reflexos de emissões de radar e "desenvolvimentos e programas classificados por entidades dos EUA".

Segundo o relatório, 18 dos incidentes descritos em 21 dos 80 relatos parecem demonstrar capacidades tecnológicas totalmente desconhecidas para os terráqueos norte-americanos, incluindo objetos se movendo sem propulsão observável, ou acelerando e desacelerando mais rápido do que qualquer nave conhecida.

No entanto, de acordo com um artigo de abril de 2021 publicado pelo portal The Drive, há tecnologias desconhecidas que estão sendo implantadas pela China, Rússia ou outros países.

Na opinião do editor Tyler Rogoway, "as Forças Armadas americanas parecem distantes do fato de que um adversário terrestre está jogando com elas, e que as principais capacidades podem estar comprometidas", apontando para uma longa história de aeronaves experimentais, desde aviões-espiões a drones, sendo interpretadas como OVNIs.

Luis Elizondo, um controverso ex-funcionário do Pentágono que afirma ter liderado o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais do governo em 2020, também deu sua opinião sobre o relatório.

"Este é certamente um momento histórico para nós, para nosso país, e eu acho, para nossos militares e nossa comunidade de inteligência", disse Elizondo na sexta-feira (25) à emissora Fox News.

O ex-agente especial da Contraespionagem do Exército dos EUA elogiou o governo por admitir "formal e oficialmente" que as dezenas de avistamentos de OVNIs de 2004 a 2021 por pilotos da Marinha dos EUA eram reais e "não nossos".

"Quando eu tive minhas comunicações particulares com alguns de meus antigos colegas e algumas pessoas que ainda estão em Washington D.C., a conversa de que estes são veículos não controlados por humanos, mas ainda controlados inteligentemente por algo ou alguém, certamente não está fora da mesa", contou à Fox News.

Segundo ele, há muito estigma e tabu na hora de relatar tais incidentes e admitir que os objetos poderiam ter origem alienígena: "Ninguém está tendo esta conversa realmente em público [...] isso é parte do problema".

Reação menos entusiasmante

"Não temos indicações claras de que haja qualquer explicação não terrestre para eles, mas iremos aonde quer que os dados nos levem", afirmou na sexta-feira (25) um alto funcionário de Washington à emissora NBC News.

"Não temos nenhuns dados que indiquem que qualquer desses fenômenos aéreos não identificados faça parte de um programa de coleta estrangeiro, nem temos nenhum dado que seja indicativo de um grande avanço tecnológico por parte de um adversário potencial", comentou.

Os EUA não são o único país que se preocupa com o fenômeno. O jornal South China Morning Post informou em 4 de junho que a força-tarefa de OVNIs de Pequim está "sobrecarregada" com relatos. O Exército de Libertação Popular (ELP) da China acredita que as "condições aéreas não identificadas" são um fenômeno mais provavelmente criado pelo homem do que por alienígenas.

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