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sábado, 8 de maio de 2021

The National Interest aconselha Estados Unidos a 'ficarem longe' das tropas russas

 


Em um artigo no jornal americano The National Interest, analista aconselha os Estados Unidos a evitarem confronto com o Exército russo na Síria e no Leste Europeu.

Segundo o analista Bonnie Kristian, o presidente Biden deve minimizar os riscos de um conflito armado com a Rússia. Para tal, o autor propõe que os EUA voltem ao Tratado Céus Abertos e retirem suas tropas da Síria.

"Embora as forças norte-americanas e russas não estejam formalmente combatendo na Síria, [...] sua proximidade é inerentemente arriscada, é um risco desnecessário." 

O especialista está seguro de que os Estados Unidos devem também "ficar longe" do Exército russo no Leste Europeu, especialmente na Ucrânia.

Soldados da Guarda Nacional da Ucrânia durante treinamentos
© SPUTNIK / STRINGER
Soldados da Guarda Nacional da Ucrânia durante treinamentos

Ele relembrou que Moscou retirou suas tropas da fronteira perto da Ucrânia. Mas, mesmo que a Rússia decida aumentar suas forças na zona fronteiriça, isso não pode ser uma justificação para Washington iniciar um conflito, considera o analista.

De acordo com ele, os interesses dos EUA nesta região não são grandes o suficiente para dar tal passo.

"Os interesses vitais incluem a segurança, soberania, integridade territorial e posição de poder dos Estados Unidos", sublinha.

O autor do artigo considera, por isso, que, mesmo que toda a Ucrânia se junte à Rússia, isso dificilmente afetaria a segurança dos EUA.


As mais vistas da semana

sábado, 3 de abril de 2021

Kassio usou jurisprudência dos Estados Unidos e tomou decisão ilegal, diz Reinaldo

 


O jornalista Reinaldo Azevedo afirmou em suas redes sociais que a decisão do ministro Kassio Nunes, do Supremo Trnunal Federal, que libera aglomerações em templos em plena pandemia, é Ilegal.

"Para liberar templos, Kássio Conká atendeu a pedido de liminar em ADPF impetrada por uma tal Associação Nacional de Juristas Evangélicos. Ocorre que a tal não tem legitimidade pra isso. Podem apelar a ADPF os mesmos agentes que podem apelar a ADI, segundo Art. 103 da Constituição", afirmou o jornalista.

De acordo com a Constituição, tem legitimidade para apresentar Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) o presidente da República, as Mesas do Senado, da Câmara e de Assembleias Legislativas, governadores, o procurador-geral da República, o Conselho Federal da OAB, partido político com representação no Congresso e confederação, Sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. 

“A tal Associação de Juristas Evangélicos não é nada disso. Kássio Conká se cobre de novo de vergonha.  Ou não se cobre. Ele tem de descobrir primeiro onde ela se esconde", frisou Reinaldo, que ainda cita uma ação da Advocacia-Geral da União (AGU).

"Até a AGU considerou que a tal Associação de Juristas Evangélicos não tem legitimidade para recorrer a ADPF.  A AGU APONTA, vou transcrever: “a) a ilegitimidade ativa da ANAJURE;  b) inobservância do princípio da subsidiariedade;  c) ausência de indicação dos atos impugnados;  d) impossibilidade de controle abstrato de norma com eficácia exaurida;  e) ofensa meramente reflexa à Constituição Federal;   Kássio Conká...VERGONHA ALHEIA É TEU NOME!", acrescentou.




sexta-feira, 2 de abril de 2021

Washington Post, jornal mais influente dos Estados Unidos, pede impeachment de Bolsonaro

 


“O Brasil de Bolsonaro não conseguiu impedir a covid-19. Agora ele pode estar visando a democracia”, diz o editorial de um dos maiores jornais dos Estados Unidos, que pede seu afastamento


Editorial do jornal The Washington Post - O BRASIL ESTÁ vivendo um dos piores picos de infecções por covid-19 que o mundo já viu. Na quarta-feira, ele registrou 3.869 mortes, um recorde que representou quase um terço de todas as mortes por coronavírus no mundo naquele dia. Não há fim para a onda à vista: graças à impressionante incompetência do presidente Jair Bolsonaro e seu governo, apenas 2 por cento dos brasileiros foram totalmente vacinados e as medidas de bloqueio necessárias para retardar novas infecções, incluindo de uma variante virulenta que surgiu no Brasil, são praticamente inexistentes.

Em vez de lutar contra o coronavírus, Bolsonaro parece estar preparando as bases para outro desastre: um golpe político contra os legisladores e eleitores que poderiam removê-lo do cargo. Com alguns no Congresso ameaçando impeachment, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva emergindo como um potente adversário nas eleições do ano que vem, Bolsonaro despediu o ministro da Defesa nesta semana e os principais comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica saíram juntos de suas posições.

Não foram dadas explicações, mas o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, era conhecido por seu tratamento à distância de um presidente que se referiu às Forças Armadas no mês passado como “meus militares”. O Sr. Bolsonaro escolheu seu ex-chefe de gabinete para substituir o Sr. Azevedo e Silva e nomeou um policial próximo à sua família como o novo ministro da Justiça. As medidas foram suficientes para levar seis prováveis ​​candidatos à presidência a emitir uma declaração conjunta alertando que "a democracia do Brasil está ameaçada". “O claro plano de apoio do Bolsonaro”, escreveu o editor-chefe Brian Winter no Americas Quarterly, “é ter tantos homens armados do seu lado quanto possível no caso de um impeachment ou um resultado adverso na eleição de 2022”.

Embora as instituições democráticas do Brasil sejam relativamente fortes após mais de três décadas de consolidação, há motivos para preocupação. Bolsonaro expressou abertamente sua admiração pela ditadura militar que governou o país nas décadas de 1960 e 1970. Admirador de Donald Trump, ele adotou a tática do ex-presidente dos EUA de alertar sobre fraude nas próximas eleições e exigir que os sistemas de votação eletrônica sejam substituídos por cédulas de papel. Ele apoiou as alegações de Trump sobre fraude eleitoral, e seu filho, um legislador que visitou Washington, D.C., na véspera de 6 de janeiro, expressou consternação porque o ataque ao Capitólio não teve sucesso.


O Congresso brasileiro pode propor o impeachment de Bolsonaro por sua péssima gestão da pandemia, incluindo minimizar sua gravidade, resistir às medidas de saúde pública e promover curas charlatanescas. Mas as democracias dos Estados Unidos e da América Latina devem prestar atenção à medida que as eleições do próximo ano se aproximam - e deixar claro para Bolsonaro que uma interrupção da democracia seria intolerável. O presidente brasileiro já contribuiu muito para o agravamento da pandemia covid-19 em seu próprio país e, por meio da disseminação da variante brasileira, pelo mundo. Ele não deve ter permissão para destruir uma das maiores democracias do mundo também.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Tornados no sul dos Estados Unidos causam destruição e mortes



Tornados no sul dos Estados Unidos causaram danos “catastróficos” e ao menos 18 pessoas morreram até a manhã desta segunda-feira (13), de acordo com autoridades locais.

O Mississippi foi um dos mais atingidos pelas tempestades de domingo e registrou 11 vítimas, afirmou a porta-voz da Agência de Gerenciamento de Emergências do estado. Seis pessoas morreram na Geórgia e outra em Arkansas.

Cerca de 860 mil norte-americanos amanheceram sem energia elétrica nos estados do Texas, Louisiana, Mississippi e Geórgia.



A confirmed large and dangerous tornado was located over the town of Monroe, LA. Monroe a town of around 50,000 is located in north central, Louisiana.

Em 24 horas foram registrados 39 tornados e 29 chuvas de granizo. Os ventos seguem em direção à costa leste dos EUA. Mais de 39 milhões de pessoas em 11 estados estão sob ameaça de condições climáticas severas nesta segunda-feira.

Até o momento, a Defesa Civil informou que centenas de estruturas foram danificadas pelas tempestades. “Ao menos 200 ou 300 casas foram danificadas só aqui em Monroe”, disse Jaime Mayo, prefeito da cidade, no estado da Louisiana.

Os ventos fortes e as chuvas intensas devem atingir a cidade de Nova York ainda nesta segunda-feira. O prefeito Bill de Blasio disse aos moradores que a melhor proteção contra as tempestades é manter o distanciamento social e permanecer em casa.

A ameaça das tempestades coincide com a pandemia do novo coronavírus. Oficiais da saúde e da Defesa Civil no Mississipi garantiram que haveria álcool em gel nos abrigos e pediram que as pessoas continuem usando máscaras.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Sanções em meio a pandemia: discordância de abordagens entre União Europeia e EUA?



Enquanto a União Europeia defende o direito de países sancionados de receber ajuda humanitária, os EUA não estão dispostos a fazer o mesmo, opina especialista.

O representante da União Europeia para a Política Exterior, Josep Borrell, destacou que as sanções não devem frear ou prejudicar o envio de ajuda humanitária, ainda menos quando os países sancionados enfrentam atualmente a pandemia do coronavírus. Apesar disso, para fornecer itens médiсos ao Irã, a União Europeia precisou desenvolver um mecanismo comercial para evitar as sanções dos Estados Unidos.
O analista político Mustafa Toussa, consultado pela Sputnik Árabe, opina que a UE está se movendo em direção ao levantamento de sanções durante a pandemia.
"A UE considera que as sanções impedem a ajuda humanitária e o apoio à população desse Estado. Portanto, as sanções deveriam ao menos serem congeladas para ajudar todos os Estados a fazer frente à propagação da doença", disse o especialista.
Enquanto isso, a Administração Trump prefere obstruir a remoção de sanções.
"A visão europeia das sanções em condições de proliferação do coronavírus é fundamentalmente diferente da dos Estados Unidos. Trump quer utilizar as sanções em meio à pandemia como um fator de pressão adicional sobre países com regimes não desejados por Washington. Os Estados Unidos estão aproveitando o problema para alcançar seus próprios objetivos", salienta Mustafa Toussa.
A União Europeia e Estados Unidos, tradicionais aliados ocidentais, divergem cada vez mais quanto ao rumo do sistema internacional. O bloco europeu declarou que não impedirá a luta global contra o coronavírus aplicando sanções.
Em 31 de março, para evitar as sanções norte-americanas, França, Alemanha e Reino Unido confirmaram oficialmente a conclusão da sua primeira transação com o mecanismo comercial INSTEX com o Irã, exportando bens médicos para o país do Oriente Médio.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Agredida pelo governo Bolsonaro, China troca soja brasileira por soja dos Estados Unidos


China inicia retaliação aos ataques despropositados do governo brasileiro de Jair Bolsonaro ao maior parceiro comercial do país e única nação capaz de fornecer equipamentos para o combate ao coronavírus. A primeira medida é reduzir as importações da soja brasileira


Governo chinês prepara-se para aumentar as importações de soja dos Estados Unidos e reduzir as do Brasil, como retaliação aos seguidos ataques do governo Bolsonaro ao país durante a crise do coronavírus. Decisão do governo chinês comprova que ataques de Abraham Weintraub e Eduardo Bolsonaro à China atendem apenas aos interesses dos Estados Unidos – e não do Brasil. Com isso, os ruralistas, que ajudaram a colocar Bolsonaro no poder, serão prejudicados porque, na prática, colocaram um governo que serve a interesses internacionais – e não do Brasil.
Segundo o jornalista Nelson de Sá, na Folha de S.Paulo o diário Xin Jing Bao, de Pequim, noticiou no sábado (4) uma coletiva sobre "segurança e suprimento alimentar" de um diretor do ministério chinês da agricultura, convocada porque "muitas pessoas se preocupam que a soja importada do Brasil venha a ser afetada".
Wei Baigang afirmou que "as importações do Brasil não foram afetadas em março", mas que as importações dos EUA devem crescer", agora que "a primeira fase do acordo comercial sino-americano foi implementada".
A China é o principal importador de produtos agrícolas brasileiros. O valor das aquisições pelo país asiático foi US$ 31,01 bilhões em 2019, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em sgundo lugar ficaram os Estados Unidos (US$ 7,18 bilhões).
De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, em levantamento que envolveu 13 correspondentes na América Latina, o número de confirmações de coronavírus gira em torno de 30 mil na América Latina, sendo mais de um terço no Brasil, que tem pelo menos 11,2 mil e 489 mortes provocadas pela doença. 
Segundo relato da coluna de Nelson de Sá, O tabloide Huanqiu/Global Times ironizou em título que, em meio à escalada dos números, "Presidente brasileiro convoca jejum para se livrar do pecado". Na rede CCTV, "três epidemias estão para acontecer ao mesmo tempo no Brasil", acrescentando dengue e gripe. 
O fato é que, em meio a uma pandemia global, o governo Jair Bolsonaro ainda consegue arrumar briga com a China, após integrantes da atual administração acusarem o país asiático de esconder informações sobre a covid-19 e de querer dominar o mundo com a doença. 
De acordo com artigo do jornalista Leonardo Attuch, editor do 247, "um dos maiores erros dos analistas políticos no Brasil é dividir o governo Bolsonaro entre uma ala de ministros técnicos, uma ala militar e uma suposta ala formada por ministros 'ideológicos', que teria como principais representantes Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, e Abraham Weintraub, da Educação – os ministros "olavistas" que seriam protegidos pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que por muito pouco não foi indicado embaixador do Brasil em Washington". 
"Volta e meia, há quem diga que Ernesto Araújo e Abraham Weintraub são 'loucos' ou 'burros'. Nem uma coisa nem outra. Ambos sabem muito bem o que estão fazendo e conhecem também as consequências de seus atos. Sabem que, no limite, o Brasil poderá sofrer retaliações econômicas da China", diz. "O que interessa à dupla é agradar aos patrões. E ambos sabem que Bolsonaro deve sua eleição ao pesadíssimo esquema de fake news desenvolvido pela extrema-direita estadunidense e por Steve Bannon – um personagem que já declarou que o Brasil é o principal território em disputa por Estados Unidos e China".

terça-feira, 31 de março de 2020

Goldman Sachs prevê queda catastrófica do PIB dos Estados Unidos: - 34% e desemprego em 15%



O maior banco de investimentos dos Estados Unidos, a Goldman Sachs, acaba de divulgar sua projeção, que aponta queda de mais de um terço do PIB da maior economia do mundo


"O banco Goldman Sachs Group Inc. espera que a economia dos EUA sofra uma queda muito mais profunda do que o anteriormente previsto, uma vez que a pandemia de coronavírus massacra os negócios, causando uma onda de desemprego em massa. A maior economia do mundo encolherá 34% anualizado no segundo trimestre, em comparação com uma estimativa anterior de 24%, escreveram economistas liderados por Jan Hatzius em um relatório. O desemprego subirá para 15% até o meio do ano, acima da previsão anterior de 9%, eles escreveram", aponta reportagem da Bloomberg.
"Os economistas, no entanto, agora esperam uma recuperação mais forte no terceiro trimestre, com o produto interno bruto expandindo 19%. 'Nossas estimativas sugerem que um pouco mais da metade do declínio da produção no curto prazo é compensado até o final do ano', escreveram eles. Embora exista um risco de conseqüências a longo prazo sobre a receita e os gastos, a ação agressiva do Federal Reserve e do governo deve ajudar a conter isso. As novas previsões vêm dias depois que o presidente Donald Trump estendeu as diretrizes de 'distanciamento social' dos EUA para conter o vírus até abril, abandonando um plano para um fim anterior", aponta ainda a agência de notícias.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Pastor que se recusou a fechar igreja tem prisão decretada nos Estados Unidos

Pastor Rodney Howard-Browne, da igreja The River at Tamba Bay, durante seu programa no Youtube
Imagem: Reprodução/Youtube


Do UOL.
Um pastor que decidiu realizar cultos com centenas de pessoas neste último domingo teve sua prisão decretada hoje pelas autoridades da cidade de Tampa, na Flórida. Um dos eventos chegou a juntar cerca de 500 pessoas e se deu em meio à quarentena decretada no estado americano, como principal forma de combate à epidemia do coronavírus.
Segundo informações do canal Fox 13, a igreja The River at Tamba Bay realizou dois cultos no domingo, colocando em risco a saúde de centenas de pessoas. Por isso, o pastor Rodney Howard-Browne foi acusado de reunião ilegal e violação de ordem de emergência de saúde pública, tendo seu mandado de prisão decretado pelo distrito de Hillsborough.
O xerife do distrito, Chad Chronister, explicou que os seus delegados tentaram advertir o pastor sobre o “ambiente perigoso” que sua igreja poderia criar caso mantivesse os cultos durante a pandemia da covid-19. O religioso, porém, anunciou que manteria as atividades normalmente e ainda prometeu um sistema que deixaria os fiéis imunes à contaminação.
(…)

domingo, 29 de março de 2020

Aos 26 anos, morre funcionário do FMI que dizia que economia é mais importante que a vida, por Covid-19 nos Estados Unidos



O paquistanês Rehman Shukr, especialista em sistemas financeiros no FMI, morreu de Covid-19 aos 26 anos nos Estados Unidos. 

No sábado (20), no Facebook, Shukr recuperou um artigo do jornal The New York Times intitulado: "Nossa luta contra o coronavírus é pior que a doença?". Na postagem, ele comentou sobre o tratamento que vem sendo dado à pandemia.

"Artigo muito importante. Difícil decidir se o aspecto humano da doença é mais importante do que suas implicações na economia e em outras áreas importantes. É muito fácil deixar a emoção guiar a política, e vimos várias vezes por que essa é uma má ideia", escreveu.


Rehman Shukr
há ± 1 semana
Very important article. Hard to decide whether the human aspect of the disease is more important than its implications on the economy and in other important areas. Very easy to let emotion guide policy, and we've seen time after time why thats a bad idea

sábado, 28 de março de 2020

WSJ relata grande escassez de ouro nos Estados Unidos devido ao coronavírus



Investidores e banqueiros nos EUA enfrentam uma séria escassez de barras e moedas de ouro à medida que o coronavírus se espalha, escreve The Wall Street Journal.

"Os negociantes venderam tudo ou estão temporariamente fechados. [O banco suíço] Credit Suisse, que tem cunhado suas próprias barras [de ouro] desde 1856, disse aos clientes nesta semana para não se incomodarem com pedidos. Em Londres, os banqueiros estão alugando aviões particulares ou tentam fretar aviões de carga militares para levar seus lingotes para as bolsas de Nova York", escreve o jornal.
falta de ouro na bolsa levou os banqueiros de Wall Street a pedir ajuda ao Canadá.
"A Casa da Moeda Real Canadense tem sido inundada com pedidos para aumentar a produção de barras de ouro que podem ser enviadas para Nova York", acrescenta o jornal.
Esta semana, o preço de futuros do ouro nos EUA subiu cerca de 9%, para US$ 1.620 (R$ 8.260) por onça troy, e atingiu a maior alta em sete anos.

Barras de ouro (imagem de arquivo)
Desde 2000, houve apenas alguns casos de tais aumentos de preços: por exemplo, imediatamente após a falência do maior banco americano, o Lehman Brothers, em setembro de 2008.

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