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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Signo de Donald Trump e seu desespero para salvar o Império Americano

 

 Signo de Trump 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Governo abre representação do Ministério da Economia em Washington e desagrada Itamaraty

 


De acordo com jornal, inauguração do escritório teria irritado o Itamaraty, a partir do momento que diplomatas acham a iniciativa desnecessária.

Apareceu hoje (27) publicado no Diário Oficial da União, após um longo processo, o decreto do presidente, Jair Bolsonaro (PL), oficializando a criação do escritório de representação do Ministério da Economia em Washington, EUA.
Segundo o blog de Lauro Jardim, em O Globo, a nova ação do governo não agradou ao Itamaraty, visto que diplomatas enxergam sua abertura como desnecessária, uma vez que as atribuições do novo escritório já são cumpridas pelos diplomatas que estão na capital norte-americana.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na Casa Branca em Washington, EUA, 27 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.01.2022
Panorama internacional
Biden indica Elizabeth Bagley para embaixada dos EUA no Brasil
Segundo a mídia, essas foi a solução encontrada pelo chefe da Economia, Paulo Guedes, para abrigar o atual secretário de Produtividade e Competitividade da pasta, Carlos da Costa. No lugar de Costa, entrará sua assessora, Danielle Marques, cuja nomeação deve ser oficializada nos próximos dias.

Lauro Jardim aponta que o descontentamento do Itamaraty também acontece pelo valor que Costa receberá pelo cargo, já que seu salário será baseado como se fosse o de um embaixador.
Atualmente, o secretário recebe R$ 18,3 mil mensais e o montante será quadruplicado, segundo O Globo.
O presidente Jair Bolsonaro discursa durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, em 7 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 26.01.2022
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Bolsonaro afirma que Brasil está pronto para aderir à OCDE: 'Sem hesitação'



sábado, 2 de outubro de 2021

Economia mundial corre risco de ser afetada por escassez de silício, reporta Bloomberg

 


A atual escassez de silício metálico, feito do elemento químico do mesmo nome e que está presente em 28% da crosta terrestre, poderia representar um entrave para a economia global.

De acordo com a agência Bloomberg, este problema, gerado por um corte no maior produtor mundial, a China, fez com que os preços do metal subissem cerca de 300% em menos de dois meses

A forte redução na produção de silício metálico de alta pureza pelo gigante asiático é resultado dos esforços de Pequim para reduzir o consumo de eletricidade em meio a uma crise energética global.

O silício é um dos elementos mais utilizados nos mais diversos produtos, desde chips de computador e concreto, até vidro e peças de automóveis. Também pode ser purificado, resultando em um material ultracondutor que ajuda a converter a luz solar em eletricidade nos painéis solares. É também a matéria-prima do silicone, um composto resistente à água e ao calor, amplamente utilizado em implantes médicos, cargas, desodorizantes, entre outras coisas.

"Apesar de sua abundância natural em estado bruto, como a areia e a argila, tem havido avisos nos últimos anos de que a crescente demanda industrial arrisca criar uma improvável escassez de matérias-primas [...] Agora a improvável fragilidade da cadeia de fornecimento de silício está sendo exposta a um grau alarmante", aponta a mídia norte-americana.
De acordo com Yang Xiaoting, analista sênior do Mercado de Metais de Xangai, é esperado que os preços do silício permaneçam elevados entre junho e agosto do próximo ano, até que a produção aumente no segundo semestre do ano..

domingo, 15 de agosto de 2021

Tesouro Nacional sofreu ataque de ransomware, confirma Ministério da Economia

 


Segundo o órgão, a invasão hacker do tipo ransomware impede o acesso ao sistema e força a vítima a pagar um resgate.

O Ministério da Economia confirmou que a rede interna da Secretaria do Tesouro Nacional sofreu um ataque hacker na noite de sexta-feira (13).

Em nota, a pasta afirma que "as medidas de contenção foram imediatamente aplicadas e a Polícia Federal, acionada [...]. Os efeitos da ação criminosa estão sendo avaliados, neste primeiro momento, pelos especialistas em segurança da Secretaria do Tesouro Nacional e da Secretaria de Governo Digital", relata o jornal O Globo neste domingo (15). O ministério não detalhou o grau de dano provocado pela invasão.

De acordo com o Ministério da Economia, o sistema do Tesouro Nacional sofreu um ataque de ransomware, em que os invasores pedem um resgate, geralmente em forma de criptomoedas, em troca dos dados sequestrados (criptografados) do computador. Há um bloqueio para que o usuário invadido não consiga acessar os dados sequestrados.

"Nesta primeira etapa, avaliou-se que a ação não gerou danos aos sistemas estruturantes da Secretaria do Tesouro Nacional, como o Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) e os relacionados à Dívida Pública. As medidas saneadoras estão sendo tomadas", acrescenta a nota.

Em fevereiro, o Ministério da Saúde sofreu um ataque similar. Na ocasião, segundo a pasta, não houve vazamento de informações e a situação foi controlada pela equipe de segurança da informação.

sábado, 14 de agosto de 2021

Dinheiro: Open Banking é algo nunca antes visto no Brasil e pode ser muito positivo para clientes, diz Analista

 


A Sputnik Brasil conversou com Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, sobre o que é e como vai funcionar o Open Baking, além de quais são as vantagens e perigos da nova plataforma.

A segunda fase do Open Banking no Brasil teve início nesta sexta-feira (13). O Open Banking é uma plataforma supervisionada pelo Banco Central (BC) que permite que as pessoas compartilhem, sob autorização, dados pessoais com instituições financeiras para receber um atendimento diferenciado.

"Estamos criando o maior Open Banking do mundo e batendo vários recordes mundiais [...]. Batemos recordes em tempo de implementação, quantidade de chamadas [integrações entre instituições] e quantidade de participantes", afirmou João André Pereira, chefe do departamento de regulação do BC, citado pelo jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (13).

Para entender melhor o que é o Open Banking, como funciona a plataforma e quais são as vantagens e perigos para os cidadãos, a Sputnik Brasil conversou com Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset.

Edifício do Banco Central, em Brasília, no dia 13 de abril de 2021
Edifício do Banco Central, em Brasília, no dia 13 de abril de 2021

Implementação da 2ª fase

Na primeira fase, os bancos abriram informações básicas, como canais de atendimento e serviços oferecidos, entre as próprias instituições financeiras. A segunda etapa começa com mais de 100 instituições financeiras participantes. Apenas 11 são obrigatórias, o restante optou por integrar o projeto, explica Jason Vieira.

"Os 11 maiores bancos brasileiros são obrigados a aderir. Outras empresas que são autorizadas, reguladas e supervisionadas pelo BC também podem aderir, mas não é compulsório [...]. A partir da implementação o cliente vai ser alertado sobre a possibilidade de utilização do sistema [...]. Os aplicativos dos bancos efetivamente vão ter a possibilidade de aderir ao Open Banking", explica.

Na etapa que começa nesta sexta-feira (13), as pessoas vão decidir se permitem que outras instituições financeiras tenham acesso às suas informações. De acordo com o BC, o compartilhamento das informações só poderá ser feito após a autorização do cliente e se for informada a finalidade e o prazo de uso dos dados. Os clientes também têm direito de cancelar esse consentimento a qualquer momento.

Pix é o pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia.
MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL
Pix é o pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia

Vantagens da plataforma

Jason Vieira recorda que o conceito por trás do Open Banking já funciona há muitos anos no Reino Unido e nos EUA e tem por finalidade gerar serviços diferenciais para os clientes. Ele acrescenta que o programa brasileiro Consumidor Positivo já trazia algumas vantagens nessa linha, mas destaca que o Open Banking opera em outro patamar.

"A diferença é que o Consumidor Positivo simplesmente pegava as informações que cada instituição financeira tinha, dava nota aos clientes e as instituições utilizam isso como parâmetro para qualificar esse cliente em relação ao crédito [...]. A vantagem do Open Banking é que esse histórico de informações fica mais aberto entre as instituições financeiras. É um sistema bancário aberto, coisa que no Brasil nós nunca tivemos antes. Os bancos sempre mantiveram uma perspectiva muito fechada com relação às informações dos clientes."

A expectativa é que com o Open Banking taxas de cartão de crédito, por exemplo, comecem a ficar mais competitivas. E que clientes com boa saúde financeira sejam recompensados.

Cartões de crédito (imagem referencial)
Cartões de crédito (imagem referencial)
"A diferenciação do crédito é algo muito importante e que foi uma demanda por anos. É algo que pode influenciar não só sistema bancário, mas o mercado de seguros, o mercado de consumo. [...]. [Eles podem] fazer uma diferenciação direta e imediata em cima do cliente, sobre a saúde financeira dele e premiar o bom pagador. E o prêmio virá na redução de custos de operações bancárias, de investimentos, de crédito em suas diversas esferas", comenta.

O especialista ressalta ainda que com o novo ciclo de juros altos no país, ocorre o encarecimento do crédito e os clientes podem conseguir um crédito mais vantajoso por ter um bom comportamento financeiro. "Vai ser muito positivo para tentar evitar que parte dos efeitos de apertos monetários, de elevações muito grandes de juros, sejam transpassados diretamente para esses clientes."

Perigos e incertezas

Em janeiro deste ano, ocorreu um vazamento de dados da empresa de classificação de crédito Serasa Experian, que expôs dados de 220 milhões de brasileiros, incluindo nome, CPF, endereço, foto de rosto, entre outras informações. Jason Vieira afirma que, apesar de os dados do Open Banking estarem em sistema de segurança, existe a possibilidade de os dados vazarem.

Documentos brasileiros. Foto de arquivo
© FOLHAPRESS / JR MANOLO/FOTOARENA
Documentos brasileiros. Foto de arquivo
"É passível de vazamento? É, infelizmente a gente sabe que isso já acontece [...]. O Open Banking vai funcionar com a anuência do cliente, o cliente vai ser a ponta final a decidir se vai deixar sua vida financeira aberta [...]. Ele pode querer ficar na média em termos de valores de empréstimos, de juros, de facilidades em termos de questões bancárias e não expor a sua vida financeira, vai depender exatamente de cada cliente", afirma.

O especialista frisa ainda que os sistemas que têm sido adotados pelo BC costumam ter um nível de segurança elevado e os dados dos clientes já estão disponíveis aos bancos de origem e que a consequência legal de um possível vazamento será igual ao de um sistema fechado.

Ainda assim há alguns clientes que serão são obrigados a participar do Open Banking, "pessoas politicamente expostas" terão seus fluxos de informação "flutuando" entre as instituições financeiras.

Jason Vieira afirma que não há como saber ainda quanto tempo demorará para o sistema engrenar e os clientes começarem a receber melhores créditos, mas salienta os potenciais vantagens da plataforma.

"O Open Banking não vai servir só para empréstimos de grande monta, empréstimos de imobiliária, financiamento de veículos ou coisa parecia, ele também poderia servir, de certa maneira, dada a saúde financeira de um cliente, no custo de um cartão de crédito, por exemplo. O spread bancário em cima de empréstimos pessoais e de empréstimos de cartão de crédito [no Brasil] estão entre os mais elevados do mundo", comenta.

O especialista conclui destacando a importância dessa segunda fase, de adesão das pessoas, porque é partir dessa anuência que as instituições bancárias vão poder começar efetivamente a dividir a informação.

"O Consumidor Positivo teve alguns efeitos na redução de custos de empréstimos, isso foi observado especialmente em empréstimos imobiliários. Em alguns, casos, como no empréstimo automotivo, o banco te oferece via celular: você tem disponível determinado valor a crédito para comprar um carro. Significa que eles já olharam o seu score, que eles já sabem sua saúde financeira e significa que você é um bom cliente potencial para eles. Isso é muito provavelmente o que vai acontecer agora com o [novo] sistema. Vai ter uma oferta de crédito ficando mais abundante exatamente para aqueles que tem melhores capacidades de pagamento. Vamos aguardar, vamos ver o que vai se diferenciar efetivamente do sistema antigo, do consumidor positivo."

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Economia: Sony vai fechar fábrica em Manaus e deixará de vender vários produtos no Brasil em 2021

 


A Sony estará fechando sua fábrica em Manaus no final de março de 2021, de acordo com fontes relacionadas à empresa que falaram com a Interfaces. Informações sobre o possível encerramento das atividades na fábrica já estavam circulando durante a noite de ontem (14/09), mas só foram confirmadas hoje de manhã por fontes. Uma carta da Sony enviada aos seus parceiros revela que a empresa vai encerrar quase todas suas operações no setor de eletrônicos no Brasil, afetando a produção de TVs, câmeras digitais e produtos de áudio.EMPRESA FECHARÁ FÁBRICA DEPOIS DE ATUAR POR 48 ANOS EM MANAUS

Uma das justificativas para o encerramento das operações no país considera “o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”. O fechamento da fábrica em Manaus era algo previsível, já que a pandemia de Covid-19 dificultou várias linhas de produções e “o desaquecimento da economia também acabou colaborando para isso”, disse uma das fontes para a Interfaces.

Você pode ler abaixo o comunicado da Sony exclusivo aos seus parceiros (varejistas, fornecedores e funcionários) explicando a situação. Assinada pelo gerente de operações sênior da Sony no Brasil, a carta diz que alguns setores no país como o de games, soluções profissionais, música e cinema serão mantidos. 



Suposta carta enviada pela Sony Brasil aos seus parceiros

Depois de 48 anos atuando em Manaus, a empresa decreta o fechamento de suas operações na fábrica de eletrônicos. Com a decisão da Sony, a oferta de produtos no Brasil diminui, além das demissões de funcionários que deverão se desligar da empresa em meados de 2012. Apesar de suspender a produção, a empresa declarou que vai continuar a oferecer serviços de suporte técnico e garantia dos produtos comercializados. 



O ano fiscal da Sony se encerra no dia 31 de março de 2021, podendo ser esse o último trimestre de atuação da empresa no Brasil. A Sony ainda não confirmou para a imprensa sobreo fechamento da fábrica de Manaus de maneira oficial. De acordo com informações da Interfaces, a companhia contratou a agência CDN para lidar com a parte de comunicação, mas até o momento de publicação dessa notícia nenhuma nota oficial da Sony foi liberada.Via: Correio da Amazonia Fonte: Interfaces


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