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sábado, 3 de abril de 2021

Kassio usou jurisprudência dos Estados Unidos e tomou decisão ilegal, diz Reinaldo

 


O jornalista Reinaldo Azevedo afirmou em suas redes sociais que a decisão do ministro Kassio Nunes, do Supremo Trnunal Federal, que libera aglomerações em templos em plena pandemia, é Ilegal.

"Para liberar templos, Kássio Conká atendeu a pedido de liminar em ADPF impetrada por uma tal Associação Nacional de Juristas Evangélicos. Ocorre que a tal não tem legitimidade pra isso. Podem apelar a ADPF os mesmos agentes que podem apelar a ADI, segundo Art. 103 da Constituição", afirmou o jornalista.

De acordo com a Constituição, tem legitimidade para apresentar Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) o presidente da República, as Mesas do Senado, da Câmara e de Assembleias Legislativas, governadores, o procurador-geral da República, o Conselho Federal da OAB, partido político com representação no Congresso e confederação, Sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. 

“A tal Associação de Juristas Evangélicos não é nada disso. Kássio Conká se cobre de novo de vergonha.  Ou não se cobre. Ele tem de descobrir primeiro onde ela se esconde", frisou Reinaldo, que ainda cita uma ação da Advocacia-Geral da União (AGU).

"Até a AGU considerou que a tal Associação de Juristas Evangélicos não tem legitimidade para recorrer a ADPF.  A AGU APONTA, vou transcrever: “a) a ilegitimidade ativa da ANAJURE;  b) inobservância do princípio da subsidiariedade;  c) ausência de indicação dos atos impugnados;  d) impossibilidade de controle abstrato de norma com eficácia exaurida;  e) ofensa meramente reflexa à Constituição Federal;   Kássio Conká...VERGONHA ALHEIA É TEU NOME!", acrescentou.




segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

APÓS ASSASSINAR A ESPOSA, MARIDO USOU CARTÃO DA VÍTIMA PARA FAZER COMPRAS E VIAJAR COM AMANTE

 

O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência


Adriano Meinster, de 35 anos, foi preso após matar a esposa, Ana Paula Proença Almeida, de 25 anos, e enterrar o corpo nos fundos da residência do casal em Fazenda Rio Grande, em Curitiba, no Paraná. Segundo Paulo, o padrasto de Ana, o homem usou o cartão da vítima para fazer compras e viajar com a amante horas depois do crime. De acordo com ele, Adriano gastou cerca de R$ 2.200 para comprar provisões e fazer uma revisão no carro antes de partir com a amante e com o filho, de dois anos. “É para o Brasil inteiro ver o quanto esse cara é um canalha, safado, sem vergonha, não vale a comida que come. No mesmo dia que ele matou a menina, ele foi na em várias lojas com o cartão da Ana Paula gastar, comprar pneu, comprar guarda-chuva para descer para a praia, como se nada tivesse acontecido”, relatou Paulo.

matou esposa viajou com a amante 

A amante de Adriano já prestou depoimento na delegacia de Fazenda Rio Grande, onde confirmou o relacionamento com o suspeito e também a viagem realizada pelos dois. De acordo com o delegado Ademair Braga, Adriano se escondeu em Mandirituba, onde foi preso no último domingo (03). “Nós fomos até o local onde ele estaria, que seria casa dos pais dele, numa região rural de Mandirituba. Lá o encontramos, ele tentou empreender fuga e acabou confessando que teria feito o crime”, explicou Ademair. Adriano confessou que matou a companheira asfixiada, no início do dia 21 de dezembro, durante uma discussão porque a mulher havia descoberto a existência de sua amante.

“Eu levantei para tomar água e nisso ela estava tomando café para ir trabalhar. Eu voltando para o quarto, ela veio por trás de mim perguntando sobre as mensagens que ela tinha visto no celular. Eu dei a explicação, ela não contente veio para o meu lado, eu segurei na mão dela e falei: ‘Vai trabalhar, a tarde a gente conversa’. Nosso filho estava dormindo e levantou da cama. A hora que ele levantou da cama, eu fui para o lado para pegar ele, e nisso ela correu para a cozinha e veio na minha frente com uma faca. Eu tentei desviar e segurei no pescoço dela. Não lembro se exatamente eu dei um ‘mata leão’ ou segurei com a mão no pescoço dela. Eu tentei me defender porque vi a faca, não tinha intenção nenhuma de fazer nada com ela, só de tentar me defender, e nisso a gente debruçou em cima da cama”, contou Meinster.


Após ver a esposa desacordada, ele saiu de casa, levou o filho para conhecidos, e foi a todos os lugares que já havia planejado ir como, por exemplo, na oficina mecânica. Ao retornar para a residência, ele resolveu esconder o corpo da vítima.

“Pensei: ‘Ela deve ter desmaiado’. A hora que eu virei ela, estava alguma coisa de café que tinha saído da boca dela e ela estava mole. Tentei reanimar ela, ver a respiração, ver os batimentos cardíacos, aí eu me desesperei, não sabia o que fazia. […] Passou na cabeça de eu vir na delegacia e me entregar, de cometer alguma coisa contra mim, de fugir, passou de tudo. No desespero sem saber o que fazer, você nunca fez isso, já tinha cometido o crime ali, fui atrás, cavei o buraco e coloquei ela lá”, revelou Adriano.


 

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O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência. Segundo familiares da vítima, o casal estava junto há seis anos.


Fonte: Revista IstoÉ

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Surgem novas provas de que Flávio Bolsonaro usou dinheiro das “rachadinhas” para quitar a compra de imóveis no Rio

 


Provas foram obtidas após a quebra de sigilo do corretor de imóveis que auxiliava Flávio e sua esposa, Fernanda Bolsonaro

Sputnik - O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF) acredita ter mais uma prova de que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) usou dinheiro proveniente do esquema das "rachadinhas" para quitar a compra de imóveis no Rio de Janeiro, informou o jornal O Globo.

Essa prova envolve o norte-americano Glenn Dillard. Graças à quebra de sigilo autorizada pela Justiça, os promotores do MPF tiveram acesso ao arquivo do email (a chamada nuvem) do corretor de imóveis. E identificaram que ele registrou na agenda de seu celular um encontro para fechar negócio com o filho mais velho do presidente da República e sua mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro.

Entre as anotações de Dillard, responsável pela venda dos imóveis, os promotores notaram a frase “Closing at HSBC”, o que indica, para eles após investigações, que o negócio foi concluído em uma agência deste banco no centro do Rio. 

No mesmo dia em que a compra dos apartamentos por R$ 310 mil foi registrada em cartório, Dillard depositou R$ 638 mil em dinheiro vivo em uma agência do HSBC próxima do cartório onde foi lavrada a escritura.

Para o MP, o pagamento em espécie feito no momento da escritura veio de dinheiro oriundo do esquema das "rachadinhas" na Assembleia Legislativa do Rio, a ALERJ, quando Flávio Bolsonaro ainda era deputado estadual. Neste sistema, funcionários eram contratados para trabalhar nos gabinetes de parlamentares, mas devolviam aos empregadores parte de seus salários.

Há três meses, em depoimento ao MP, o senador disse não se lembrar se teve algum encontro na agência bancária para fazer o pagamento relativo aos imóveis. Ele também afirmou que não se recordava se a aquisição envolveu dinheiro em espécie.

Para o MP “todas essas circunstâncias deixam claro que os valores ilícitos foram entregues ao procurador (Dillard) pelo casal Bolsonaro, ou a seu mando, no interior da agência bancária no dia da assinatura das escrituras de compra e venda dos imóveis, e que o dinheiro em espécie foi depositado juntamente com os cheques”, diz o texto da denúncia.

Dillard é um dos 17 denunciados no caso juntamente com o casal Flávio e Fernanda Bolsonaro. O senador é acusado de ser líder de organização criminosa, além de lavagem de dinheiro e peculato.

O conhecimento liberta. Saiba mais

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

MP denuncia Flávio Bolsonaro por corrupção e diz que senador usou R$ 2,7 milhões de 'rachadinha'




Nesta segunda-feira (28), o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou o senador Flávio Bolsonaro e seu ex-funcionário, Fabrício Queiroz, por diversos crimes, acusando o senador de usar R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo, fruto do esquema de "rachadinha" na ALERJ.

A denúncia do MP-RJ ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra Flávio Bolsonaro e o subtenente da Polícia Militar e ex-assessor do senador, Fabrício Queiroz, vem após mais de dois anos de investigações.
Conforme publicou o jornal O Globo, a investigação de cerca de 300 páginas concluiu que Flávio agiu como líder de uma organização criminosa com a ajuda de Queiroz, que operou o esquema de corrupção do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). Os dois foram acusados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

© FOTO / REPRODUÇÃO / TWITTER
Ex-PM Fabrício Queiroz (primeiro à dir.) ao lado de policiais militares e do seu ex-patrão, Flávio Bolsonaro (primeiro à esq.)
Os dados obtidos pelos investigadores apontam que o senador da família Bolsonaro utilizou ao menos R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo no esquema de rachadinhas que liderava na ALERJ, sendo que o valor foi observado a partir de pelo menos três métodos de lavagem de dinheiro.
As investigações tiveram início em 2018 após um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações suspeitas nas contas de Fabrício Queiroz, que segue preso no Rio de Janeiro desde junho, depois de ser encontrado na casa do advogado de Flávio, Frederick Wassef, em Atibaia, no interior de São Paulo.

© AP PHOTO / SILVIA IZQUIERDO
Candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), vota no Rio de Janeiro junto ao seu filho Flávio, em 7 de outubro de 2018
Após quebra de sigilo bancário e fiscal de 106 pessoas, o MP-RJ obteve provas das rachadinhas, esquema no qual 23 assessores de Flávio devolviam a maior parte de seus salários a Queiroz, que organizava a coleta e distribuição dos valores. Alguns dos assessore eram "funcionários fantasmas". Entre os ex-assessores estão parentes de milicianos, parentes da ex-esposa de Jair Bolsonaro, além de familiares, vizinhos e amigos de Queiroz.
A investigação aponta que o dinheiro era lavado e repassado ao filho do presidente Jair Bolsonaro por meio de transações imobiliárias, pela loja de chocolates do senador e também pelo pagamento de despesas pessoais de Flávio com dinheiro vivo.
O esquema teria funcionado por pelo menos 11 anos e envolve, além dos assessores, o sócio de Flávio na loja de chocolates, Alexandre Santini, o empresário imobiliário Glenn Dillard e o policial militar Diego Ambrósio, dono de uma empresa de vigilância.

sábado, 29 de agosto de 2020

Assustador! Amiga que matou grávida a tijoladas diz à polícia que usou canivete para abrir o ventre e roubar bebê



A mulher presa nesta sexta-feira, 28, por ter assassinado uma grávida encontrada na cidade de Canelinha, relatou em depoimento que teria matado a vítima com um golpe de tijolo na cabeça.



Segundo a Polícia Civil, ela também afirmou que teria usado um canivete para retirar o bebê do ventre da gestante, identificada como Flavia Godinho Mafra. 



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quinta-feira, 21 de maio de 2020

DEPUTADO BOLSONARISTA MORTO POR COVID-19 USOU CLOROQUINA



O deputado estadual fluminense Gil Vianna (PSL-RJ), aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que morreu com a COVID-19 na noite dessa terça-feira, foi tratado com cloroquina. O medicamento, que teve protocolo de uso liberado em amplo aspecto nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde, é administrado, junto a outras medicações, no hospital em que o parlamentar estava internado, em Campos dos Goytacazes, no Rio.
Ex-oficial da PM e do Exército, Vianna tinha 54 anos e era aliado a Bolsonaro. A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo. Segundo o colunista, a unidade de saúde já utilizava protocolo para medicação com cloroquina para pacientes da COVID-19 em estado grave.
Nesta quarta-feira, o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu sinal verde para o protocolo de uso da cloroquina também para casos leves da doença. A pauta era prioridade na visão do presidente Jair Bolsonaro desde o início da pandemia no Brasil e foi um dos motivos que causaram as demissões dos médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich do Ministério da Saúde. Hoje o general Eduardo Pazuello comanda a pasta interinamente.
No dia da morte de Gil Vianna e de outros mais de mil brasileiros, nessa terça-feira, Jair Bolsonaro fez piada sobre o uso do medicamento. Em entrevista por rede social, aos risos, o presidente falou que ‘quem é de direita, toma cloroquina; quem é de esquerda, toma Tubaína’. Criticado, Bolsonaro lamentou a perda de tantas vidas já nesta quarta.
Internação
 Natural de Campos dos Goytacazes, no Norte do estado, Vianna estava internado desde a semana passada, quando foi diagnosticado com o novo coronavírus. O deputado fluminense fez o exame ainda no Rio e foi internado em um hospital particular em sua cidade natal, onde havia cumprido mandato como vereador e era pré-candidato à prefeitura municipal. A Alerj decretou luto e suspensão das atividades parlamentares por três dias.

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Bolsonaro usou 'Airton' e 'Rafael' como pseudônimos em exames de coronavírus


Segundo a jornalista Monica Bergamo, os resultados deram negativo para a Covid-19. Apesar dos pseudônimos, Bolsonaro informou dados pessoais de forma correta, como o RG e o CPF


Jair utilizou os pseudônimos "Airton Guedes" e "Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz" para fazer os exames para a presença do novo coronavírus. 
Segundo a jornalista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, os resultados dos três exames deram negativo. 
"O presidente, no entanto, manteve sua identificação assegurada ao informar ao laboratório seus documentos pessoais de forma correta, como o RG e o CPF, além da data de nascimento, o que tornaria inequívoco que os exames são de fato dele", diz Bergamo. 
Nesta quarta-feira, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, determinou a divulgação dos resultados dos exames, atendendo a pedido do jornal O Estado de S. Paulo.

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