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sábado, 8 de maio de 2021

The National Interest aconselha Estados Unidos a 'ficarem longe' das tropas russas

 


Em um artigo no jornal americano The National Interest, analista aconselha os Estados Unidos a evitarem confronto com o Exército russo na Síria e no Leste Europeu.

Segundo o analista Bonnie Kristian, o presidente Biden deve minimizar os riscos de um conflito armado com a Rússia. Para tal, o autor propõe que os EUA voltem ao Tratado Céus Abertos e retirem suas tropas da Síria.

"Embora as forças norte-americanas e russas não estejam formalmente combatendo na Síria, [...] sua proximidade é inerentemente arriscada, é um risco desnecessário." 

O especialista está seguro de que os Estados Unidos devem também "ficar longe" do Exército russo no Leste Europeu, especialmente na Ucrânia.

Soldados da Guarda Nacional da Ucrânia durante treinamentos
© SPUTNIK / STRINGER
Soldados da Guarda Nacional da Ucrânia durante treinamentos

Ele relembrou que Moscou retirou suas tropas da fronteira perto da Ucrânia. Mas, mesmo que a Rússia decida aumentar suas forças na zona fronteiriça, isso não pode ser uma justificação para Washington iniciar um conflito, considera o analista.

De acordo com ele, os interesses dos EUA nesta região não são grandes o suficiente para dar tal passo.

"Os interesses vitais incluem a segurança, soberania, integridade territorial e posição de poder dos Estados Unidos", sublinha.

O autor do artigo considera, por isso, que, mesmo que toda a Ucrânia se junte à Rússia, isso dificilmente afetaria a segurança dos EUA.


As mais vistas da semana

terça-feira, 28 de abril de 2020

Forças russas no Extremo Oriente recebem sistema de radar capaz detectar caças furtivos F-35 e F-22



Novos sistemas de radar Nebo-M e Podlet, reforçados com sistema de controle automático Fundament-M, irão monitorar os céus no Extremo Oriente russo.

De acordo com o jornal russo Izvestia, que cita fontes no Ministério da Defesa da Rússia, o referido equipamento militar foi recebido por uma das brigadas radiotécnicas do Extremo Oriente. Anteriormente, em 2018, o sistema de radar Nebo-M entrou em serviço na Crimeia.
Com um alcance de até 1.000 quilômetros, o radar é capaz de detectar e rastrear vários tipos de alvos aerodinâmicos, como aviões, helicópteros, mísseis balísticos e de cruzeiro, inclusive caças com tecnologia furtiva.
Até 2021 o Ministério da Defesa da Rússia planeja entregar às forças radiotécnicas ao menos 20 unidades de sistemas Nebo-M.
Na semana passada, a Base de Eielson da Força Aérea dos EUA, localizada no Alasca, recebeu as duas primeiras aeronaves furtivas F-35A, anunciou a entidade em um comunicado de imprensa. A base vai abrigar 54 caças furtivos até o final do ano.
Anteriormente, o especialista militar Aleksei Leonkov disse em entrevista ao portal russo Zvezda que os caças F-22 Raptor e F-35 Lightning II dos EUA, que dispõem de tecnologia furtiva, são detectados pelos sistemas de radar da defesa antiaérea russa.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

EUA afirmam ter interceptado aeronaves russas Il-38 no Alasca



Nesta quarta-feira (8), caças norte-americanos interceptaram dois aviões russos Il-38 próximo ao Alasca, afirma o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD, na sigla em inglês).

O incidente colocou os gigantes do Hemisfério Norte em uma disputa sobre o que teria ocorrido, com o Ministério da Defesa russo garantido que não houve violação do espaço aéreo norte-americano.
F-22 fighters, supported by KC-135 Stratotanker and E-3 AWACS aircraft from the North American Aerospace Defense Command intercepted two Russian IL-38 aircraft entering the Alaskan Air Defense Identification Zone on April 8th, 2020.

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​Caças F-22, apoiados por aeronaves KC-135 Stratotanker e E-3 AWACS do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte interceptaram dois aviões russos Il-38 entrando a zona de identificação de Defesa aérea do Alasca em 8 de abril de 2020
Contudo, o serviço de imprensa do Distrito Militar Oriental comunicou que as aeronaves russas da Frota do Pacífico realizavam voos de exercício distanciados da região fronteiriça.
O Ministério da Defesa russo reiterou repetidas vezes que a aviação russa realiza seus voos em estrito cumprimento das as regras internacionais de uso do espaço aéreo.
território norte-americano do Alasca possui uma grande fronteira marítima e aérea com a Rússia, presenciando intensa atividade de exercícios militares de ambos os lados da fronteira.

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