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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Guerra na extrema-direita: Carlos Bolsonaro quer censura de site “O Antagonista” ao STF

 



Uma nova guerra na extrema-direita ganhou os holofotes nesta quinta-feira (27). O vereador Carlos Bolsonaro, o Carluxo, foi às redes sociais pedir a censura do site “O Antagonista” ao STF.

“STF, por que o blog chamado antagonista prega fakenews indiscriminadamente e nada acontece com essa raça sem sequer ser rebatida? Isso sem falar na possibilidade de ligação com certos traíras e alguns milhões com direcionamento de ataques. Tem método?”, escreveu Carluxo.

Confira abaixo:

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Antagonista respondeu Carlos Bolsonaro

Ao ver a publicação, o site, que também é conhecido por defender pautas da extrema-direita, rebateu Carluxo. chamando-o de platelminto, que significa “verme achatado”.

“O platelminto sugere que mantemos ligações espúrias com desafetos seus e estamos na origem de ataques maciços nas redes sociais — uma especialidade dele, aliás”, escreveram.

O Antagonista ainda disse que “jamais pedirá que ele seja censurado”. “Em primeiro lugar, porque somos integralmente favoráveis à liberdade de expressão, mesmo que ela seja usada como papel higiênico por platelmintos e outros invertebrados morais. O limite da liberdade de expressão está suficientemente inscrito no direito penal. Em segundo lugar, porque achamos que os movimentos dessa fauna podem ser instrutivos para quem deseja realmente separar a verdade da mentira. É no cotidiano que se aprende, não em manuais de gurus ou em conchavos noturnos”, completou.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Carlos Bolsonaro recebe selo de 'informação falsa' em 2 postagens no Instagram

 


Vereador publicou trecho de discurso de Lula, afirmando que o ex-presidente "deu" para Bolívia refinarias, e justificando assim a alta no preço do gás de cozinha. No entanto, as mesmas refinarias foram vendidas por R$ 622 milhões em 2007.

Neste domingo (7), o Instagram resolveu inserir o selo de "informação falsa" em duas postagens feitas pelo vereador, Carlos Bolsonaro (Republicanos), na rede social.

A plataforma também informou que "outros verificadores" já haviam caracterizado o conteúdo como fake news, segundo o G1.

Postagem do vereador Carlos Bolsonaro que o Instagram marcou como falsa
Postagem do vereador Carlos Bolsonaro que o Instagram marcou como falsa

A postagem era proveniente de um trecho do seminário "Bolívia: 10 anos de transformações políticas, étnicas e sociais" de 2015, no qual o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comenta sobre o processo de nacionalização de instalações estrangeiras pelo governo da Bolívia.

Entretanto, o trecho foi retirado de forma estratégica, e recebeu o título de "Acredite se quiser. Lula confessa que deu refinaria da Petrobras para Bolívia".

Segundo a mídia, o vídeo também foi analisado pela agência Aos Fatos, a qual afirma que a informação é falsa, explicando que "as refinarias da Petrobras na Bolívia foram vendidas por US$ 112 milhões [R$ 622 milhões] em 2007".

"O acordo para a venda das refinarias da Petrobras em 2007 encerrou uma crise entre o Brasil e a Bolívia após o recém-empossado governo de Evo Morales ordenar, em 2006, a ocupação de instalação da petrolífera e de outras empresas estrangeiras, como Repsol, British Gas, British Petroleum, Total, a fim de nacionalizá-las", informou a agência citada pela mídia.

Porém, o vereador usou o vídeo para afirmar que o ex-presidente havia dado as refinarias, e escreveu na legenda do post que "[...] fazem de tudo para destruir as fontes de renda do povo, aumentam impostos, priorizam outros países com seu dinheiro e estrategicamente unidos culpam quem zerou o imposto do gás de cozinha".

Após receber o primeiro selo do Instagram, o vereador postou o vídeo novamente, e recebeu o mesmo bloqueio de "informação falsa" pela rede social.

segunda-feira, 15 de março de 2021

Quebra de sigilos do Caso Flávio revela que rachadinha ocorria também nos gabinetes de Jair e Carlos Bolsonaro

 


A quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) revela indícios de que o esquema da rachadinha também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro, quando este era deputado federal, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ)

As quebras de sigilos de Flávio Bolsonaro em setembro de 2020, quando ainda não havia uma decisão judicial contestando a legalidade da decisão da Justiça fluminense revelam a amplitude do esquema das rachadinhas por parte dele, de seu irmão Carlos e de Jair Bolsonaro, quando era deputado federal. A informação faz parte de uma série de reportagens publicadas pelo UOL nesta segunda-feira (15).


O site detalha uma série de operações suspeitas de assessores da família Bolsonaro, caracterizadas pelo uso de grandes volumes de dinheiro em espécie.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Rachadinha do 02: gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a funcionários fantasmas, aponta relatório


Onze servidores do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) estão sendo investigados como possíveis funcionários fantasmas na Câmara do Rio. Eles receberam um total de R$ 7 milhões, desde 2001


O gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a 11 funcionários fantasmas, mostra relatório do Ministério Público. Um dos servidores recebeu quase R$ 1,5 milhão ao longo de 11 anos e disse ter como função entregar panfletos.

A reportagem do portal G1 destaca que “o valor não foi atualizado pela inflação e consta em um ofício que está anexado à investigação do Ministério Público contra Carlos Bolsonaro por peculato – quando um funcionário público desvia dinheiro para uso próprio.”
A matéria ainda informa que “o site da Câmara não mostra quais funcionários trabalham nos gabinetes dos 51 vereadores. Só é possível ver uma lista com os nomes de todos os servidores, com um cargo que aparece em códigos. O salário-base de cada um consta em outra tela, onde não é possível ver o nome dos servidores ou o detalhamento das gratificações de cada um. Também não é possível saber para quem o servidor trabalha.”

terça-feira, 9 de junho de 2020

Pedido de cassação de Carlos Bolsonaro é protocolado na Câmara do Rio


Conselho de Ética da Câmara do Rio recebeu um pedido de cassação do vereador Carlos Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar. "Tudo que ele faz nas sessões é criar confusões, xingar os colegas e atrapalhar o andamento dos trabalhos”, argumentou o vereador Leonel Brizola, autor do pedido


O Conselho de Ética da Câmara do Rio recebeu nesta segunda-feira, 8, um pedido de cassação do vereador Carlos Bolsonaro. O documento é assinado por Leonel Brizola. A informação é do jornalista Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal O Globo. 
Segundo o colunista, o documento alega que Carlos ignora o decoro parlamentar em suas manifestações. Lembra, por exemplo, de quando o filho do presidente sugeriu que Brizola "queima ou cheira" ou da insinuação de que vereadores do Psol usam drogas. 
Gois destaca que o documento cita também o dia em que o vereador disparou xingamentos aos colegas durante uma sessão virtual."Carlos Bolsonaro, como o pai, não está preocupado com o sofrimento do povo. Tudo que faz nas sessões é criar confusões, xingar os colegas e atrapalhar o andamento dos trabalhos”, argumentou Brizola.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Allan Santos, líder do gabinete do ódio e íntimo de Eduardo e Carlos Bolsonaro, é alvo da PF


A Polícia Federal está na casa do blogueiro Allan dos Santos e em outros endereços para cumprir ordens de busca e apreensão do inquérito que investigação a disseminação de fake news a favor de Jair Bolsonaro





A Polícia Federal está na casa do blogueiro Allan dos Santos, em brasília (DF), e em outros endereços para cumprir ordens de busca e apreensão do inquérito que investigação a disseminação de fake news a favor de Jair Bolsonaro. São 29 mandados de busca e apreensão no processo presidido pelo ministro Alexandre de Moraes.

Vale ressaltar que a corporação já havia identificado o vereador Carlos Bolsonaro como um dos articuladores do esquema de fake news. 
A disseminação das fake news voltaram a ganhar destaque no noticiário nacional em 2018, com a eleição de Bolsonaro. Naquele ano, houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) com base na divulgação de fake-news (notícias falsas) no WhatsApp para prejudicá-lo. 
Conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A matéria apontou, ainda, que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan. 

Carlos e Eduardo Bolsonaro reagem à ação da PF e atacam STF


Carlos e Eduardo Bolsonaro, os dois comandantes do gabinete do ódio, reagiram na manhã desta quarta-feira à ação da PF a mando do STF contra a rede de fake news bolsonarista. Carlos acusou o STF de promover um "inquérito inconstitucional, político e ideológico"

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O vereador Carlos Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro resolveram atacar o Supremo Tribunal Federal, depois que agentes da Polícia Federal deflagraram, nesta quarta-feira (27), uma operação que investiga um esquema criminoso de fake news pró-Jair Bolsonaro. 
"O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está!", escreveu Carlos no Twitter.
"Esse não é aquele inquérito que a PGR Raquel Dodge pediu para arquivar mas o Min. STF Alexandre de Moraes não permitiu e deu continuidade?  Achei que não existisse processo judicialiforme no Brasil... Não é o MP/PGR titular da ação penal?", postou o parlamentar na rede social. 

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