Talita Oliveira usou seu perfil no Instagram para contar que já teve mais de uma relação sexual com o empresário evangélico
Após André Valadão cometer um crime de incitação à morte da comunidade LGBTQIAP+, a travesti Talita Oliveira usou seu perfil no Instagram para contar que já teve mais de uma relação sexual com o empresário evangélico bolsonarista.
Além disso, foi categórica ao afirmar que Valadão a contratou duas vezes para executar serviços.
“É muito fácil condenar o outro, assuma os erros do seu passado, assuma que me pagou duas vezes, na hora que você assumir conversaremos novamente”, escreveu na legenda do post. Talita ainda disse para Valadão assumir que a pagou duas vezes para realizar programas sexuais.
“O André Valadão tá abrindo a boca pra falar muita besteira, sabe? Então, André, eu vou abrir a minha boca também, sabe? Porque você pagou meu programa anos atrás em São Paulo e em Porto Alegre. Você se lembra, André Valadão?”, disparou a travesti.
A já difícil relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ganhou outro capítulo. O filho mais velho do presidente, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, representou criminalmente contra Ciro por eventuais crimes contra a honra na Justiça Eleitoral da Bahia.
A razão da representação se deu por falas feitas pelo candidato derrotado na disputa pela presidência nas eleições de 2022. Em entrevista à Rádio Metrópole em 5 de setembro do ano passado, no período eleitoral, Ciro Gomes teria ofendido a honra de "Lulinha" chamando-o de “filho de ladrão”, “filho corrupto”, além de citar “transações milionárias com a TELEMAR”.
Os fatos citados por Ciro foram classificados pelo empresário como "mentirosos e injustificáveis mesmo no calor de uma disputa eleitoral". Em contato com o Bahia Notícias, os representantes de Lulinha na ação, os advogados Maurício Vasconcelos e Fábio Tofic Simantob, indicaram que a representação Criminal promovida por Lulinha contra Ciro Gomes foi distribuída para o Juízo da 19ª Zona Eleitoral de Salvador.
"Por sua vez encaminhou os autos a promotora eleitoral junto àquela serventia, Izabel Cristina Vitória Santos, desde o dia 23 de março de 2023, que até o momento não se manifestou em nenhum sentido", completou Vasconcelos.
O advogado explicou que "como se tratam de crimes contra a honra de natureza eleitoral, a iniciativa de processar o ofensor, por força do artigo 355 do Código Eleitoral, é exclusiva do Ministério Público Eleitoral, não podendo a parte provocar o Poder Judiciário por iniciativa própria como ocorre nos crimes comuns por meio de queixa-crime".
"Embora reconheça a carga de trabalho que recai sobre os promotores eleitorais e a seriedade da promotora de Justiça Izabel Cristina, é injustificável que passados 53 dias do protocolo da representação de Lulinha não tenha havido uma manifestação do Ministério Público Eleitoral, que no caso é obrigatória", indicou o representante do filho do presidente.
O advogado também lembrou que, nos crimes eleitorais, os prazos de prescrição são reduzidos e, caso não ocorra o recebimento de uma eventual denúncia para interromper o prazo prescricional, os crimes apontados ficarão impunes. “Continuo aguardando uma manifestação ministerial o mais breve possível, afinal o empresário Fábio Luís Lula da Silva, embora filho do Presidente da República, nunca disputou mandatos eletivos e em 2022 era um espectador como qualquer outro eleitor brasileiro, o que torna ainda mais graves os achincalhes lançados contra a sua honra”, finalizou o advogado baiano.
A primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro, foi derrotada em ação na Justiça de São Paulo (número 1002144-76.2020.8.26.0050) contra o jornalista Germano Oliveira e a revista “Isto É”. Michelle buscava a condenação dos acusados por injúria e difamação, alegando que o jornalista teria insinuado, em reportagem publicada no dia 21 de fevereiro de 2020, que ela manteria um caso extraconjugal com o ex-ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS), o que seria mentira.
No último dia 17, no entanto, a 1ª Vara Criminal de São Paulo rejeitou a denúncia (queixa-crime) e extinguiu a ação antes mesmo de chamar o jornalista para se defender.
É que a Justiça entendeu que Michelle Bolsonaro e Osmar Terra (que também é autor da denúncia) não conseguiram demonstrar qualquer mentira, injúria ou difamação que tenha sido publicada pela revista e por Germano Oliveira, muito embora classifique a reportagem como “fofoca”. Leia, abaixo, trecho da decisão:
Não se nega que a matéria mais se pareça com uma espécie de “fofoca”, mas não está apta a ensejar a condenação do querelado por prática do crime de injúria, nem mesmo a dar início a uma ação penal.
Ainda que os querelantes (Michelle e Osmar Terra) tenham se sentido ofendidos, no cotejo entre o direito à honra e o direito de informar, este último prepondera sobre o primeiro, posto que não se comprovou com a inicial (denúncia) que as informações transmitidas são inverídicas.
Trecho da decisão em que a queixa-crime de Michelle Bolsonaro é rejeitada pela Justiça de São Paulo – Foto: Reprodução
Na queixa-crime de Michelle e Osmar, os dois já admitiam que a publicação da revista não afirmava com todas as letras que eles estavam tendo um caso amoroso. Ainda assim, segundo afirmavam, construção textual utilizada por Germano Oliveira teria como objetivo insinuar que a primeira-dama estaria sendo infiel em relação ao marido. Leia, abaixo, a acusação no processo judicial:
Os RÉUS (Germano Oliveira e “Isto É”) veicularam notícia puramente especulativa sobre a integridade e caráter da AUTORA (Michelle Bolsonaro), afirmando ao leitor de maneira sorrateira e tendenciosa que havia sido infiel em seu matrimônio.
Em outras palavras, que em razão de um suposto caso extraconjugal da AUTORA com o ex-Ministro da Cidadania Osmar Terra, o Exmo. Sr. Presidente destituiu este do cargo e passou a se esforçar “para vigiar a mulher de perto” “instalando-a” na Biblioteca do Planalto.
Não poderia ter sido mais ardil o meio de manipulação da informação pelos RÉUS na publicação dessa notícia, dado o fato de que se utilizou de TÍTULO INDUTIVO para levar o leitor à conclusão de que a AUTORA havia traído seu marido, o Exmo. Sr. Presidente.
Trecho da queixa-crime de Michelle e Osmar, que foi rejeitada pela Justiça no último dia 17. – Foto: Reprodução
A Justiça, entretanto, não enxergou crime algum, como se lê em mais um trecho, transcrito abaixo:
Não restou evidenciada a vontade específica de macular a honra dos querelantes (Michelle e Osmar), pois a matéria tratou de meras atividades da querelante, primeira-dama, figura pública, sujeita à exposição de sua vida pública e pessoal, mas não possui nitidamente conteúdo ofensivo, tanto é assim que os próprios querelantes ressalvam que a matéria foi escrita de forma dissimulada, ou seja, não se trata de ofensa direta.
A decisão judicial, por fim, traz ainda uma lição a Michelle e Osmar sobre liberdade de expressão e direito de informar, que segue abaixo:
Sem a liberdade de manifestação e de opinião não há democracia. Somente o acesso a informação viabiliza a oportunidade de desvendar fatos ocorridos e a formação de um juízo de valor, sendo função primordial da imprensa denunciar o mal e abrir debate a respeito de temas relevantes para a sociedade.
É importante considerar, a propósito, que, no que se refere às pessoas públicas, que exercem cargos políticos ou não, como o caso da querelada, ocupante do posto de primeira-dama, o grau de resguardo da intimidade não é o mesmo da pessoa comum. A invasão da privacidade é de certa forma consentida, ainda que de forma tácita, quando se trata de pessoa pública.
Rússia iniciou o desenvolvimento de uma aeronave de comando e controle militar para ser usado em caso de uma guerra nuclear.
Os "aviões do Juízo Final" são criados com base no Il-96-400M de fuselagem larga. Ao todo os militares receberão dois destes postos de comando aéreo, disse à Sputnik uma fonte no complexo militar-industrial.
"A Força Aeroespacial da Rússia receberá dois postos de comando aéreo na base do Il-96-400M. Um deles está em produção", disse o interlocutor.
Segundo a fonte, no futuro não é excluída a criação de um terceiro posto de comando aéreo. O projeto é denominado de Zveno-3S, acrescentou.
O sistema de rádio da aeronave permitirá transmitir ordens para as tropas, incluindo a aviação estratégica, lançadores de mísseis móveis e de silos e submarinos portadores de armas nucleares estratégicas em um raio de 6.000 quilômetros.
Estes "aviões do Juízo Final" substituirão os atuais Il-80 construídos com base no avião de passageiros Il-86. A futura aeronave terá o dobro de autonomia de voo em comparação com o Il-80.
O objetivo destes aviões é evacuar as mais altas autoridades do país e comandar as tropas em caso de destruição da infraestrutura terrestre e de satélites. Os Il-96-400M podem realizar reabastecimento aéreo e no ar são escoltados por caças.
A Justiça Federal decidiu nesta segunda-feira (21), de acordo com Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, trancar a ação penal contra o ex-candidato a prefeito de São Paulo e líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) Guilherme Boulos, acusado de invadir o triplex de Guarujá (SP) cuja propriedade era atribuída ao ex-presidente Lula pela Lava Jato.
Magistrados que julgaram o processo avaliaram que não há indícios mínimos que justifiquem o prosseguimento do caso.
"A decisão demonstra a inocência de Guilherme Boulos, que vinha sendo sustentada desde o início", declarou o advogado de Boulos, Alexandre Pacheco Martins.
Lula também chegou a ser condenado por causa do triplex, mas a sentença foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro. Também nesta segunda-feira o ex-presidente foi absolvido na Operação Zelotes.
O sistema espacial unificado Kupol, que deverá ser implantado até 2024, permitirá monitorar lançamentos de mísseis balísticos de um possível inimigo, particularmente dos EUA.
"As informações [sobre o lançamento de mísseis do adversário] são imediatamente transmitidas aos postos de comando terrestres do grupo orbital e, após uma avaliação de sua autenticidade, [os dados são transmitidos] ao Posto Central de Comando (PCC)", escreve o semanário.
O jornal aponta que, depois disso, o PCC emite a ordem "Atenção. Lançamento. 1º escalão". Simultaneamente é enviada para o sistema de defesa antimíssil a mensagem "Alerta". Logo a seguir, estações de radar terrestres "começam a acompanhar o alvo balístico a uma distância de 6.000 a 4.000 km, determinando suas características".
De acordo com o jornal, se o míssil balístico estiver se movendo em direção à Rússia, o PCC do Sistema de Alerta de Ataque de Mísseis emite a mensagem "Ataque de mísseis" que "é transferida para os órgãos da liderança político-militar do país para tomada de decisão".
Destaca-se que "todo o processo leva meros minutos", acrescentando que o Sistema de Alerta de Ataque de Mísseis está estreitamente interligado com o Sistema de Controle do Espaço Exterior e a defesa antimíssil, que são "interligados e funcionam como um só [mecanismo]".
Em meados de fevereiro deste ano, a Rússia concluiu testes estatais do SPRN, disse Sergei Boev, o principal responsável pela concepção do sistema e diretor-geral da corporação militar Vympel.
Conforme explica Boev, o SPRN russo sempre se desenvolveu com a aplicação das mais avançadas capacidades científicas e tecnológicas, por isso, ele é capaz de detectar e rastrear lançamentos de mísseis hipersônicos e seus voos a velocidades de Mach 5-6, ou seja, entre 6.125 e 7.350 km/h.
A quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) revela indícios de que o esquema da rachadinha também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro, quando este era deputado federal, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ)
As quebras de sigilos de Flávio Bolsonaro em setembro de 2020, quando ainda não havia uma decisão judicial contestando a legalidade da decisão da Justiça fluminense revelam a amplitude do esquema das rachadinhas por parte dele, de seu irmão Carlos e de Jair Bolsonaro, quando era deputado federal. A informação faz parte de uma série de reportagens publicadas pelo UOL nesta segunda-feira (15).
O site detalha uma série de operações suspeitas de assessores da família Bolsonaro, caracterizadas pelo uso de grandes volumes de dinheiro em espécie.
O apresentador Cesar Filho disse que teve "alteração nos exames de sangue" e que está internado para continuar seu tratamento contra a Covid-19
O apresentador Cesar Filho teve uma piora em seu quadro clínico e foi internado por causa da Covid-19, na noite da última quinta-feira (11), no hospital Vila Nova Star, no bairro da Vila Nova Conceição, zona sul da capital paulista.
A informação foi confirmada pela mulher dele, Elaine Mickely, em seus stories no Instagram. Ela disse que eles foram para o hospital às 23h, após Cesar sentir um "desconforto respiratório", de acordo com a IstoÉ Gente.
No Instagram, o apresentador disse que teve "alteração nos exames de sangue" e que está internado para continuar seu tratamento contra a Covid-19. "Aqui recebo um acompanhamento integral para que possamos ter melhores resultados. @elainemickely, que também testou positivo para a doença mas está bem, continua o tempo todo ao meu lado. Tenho certeza que estou no caminho da cura", afirmou.
A defesa do senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ) pediu nesta sexta-feira (22) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda o julgamento que definirá se a investigação sobre rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) volta para a primeira instância ou continua no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio.
Esse julgamento foi marcado para a próxima segunda (25) pelo presidente do TJ do Rio, desembargador Claudio de Mello Tavares. Será a primeira sessão do Órgão Especial em 2021.
No pedido, a defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o próprio STF ainda precisa analisar duas ações sobre o foro privilegiado do senador. “De pronto se constata, portanto, a usurpação desta Suprema Corte para deliberar sobre a matéria”, afirma a defesa.
“Coitada da sua filha. E de você que nunca vai saber quem são seus filhos de verdade, porque nunca vão compartilhar a vida deles com um ser vivo desses”, disse Anitta.
Na sequência, ela sugeriu que Constantino se colocasse no lugar da vítima:
“Se eu te encontrar dormindo no sofá, ou porque você bebeu um pouco a mais numa reunião de amigos, ou porque alguém colocou uma droga na sua água, para não ter que ouvir essas bostas que você fala, e eu comer o seu cu, a culpa também foi sua?”, perguntou a artista.