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terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Carla Zambelli mente, diz que pagou viagem aos EUA com recurso pessoal, mas é desmascarada nas redes

 


A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) foi pega mentindo em suas redes sociais nesta terça-feira (25) e a #mamatadaZambelli foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter.

O motivo: Zambelli passou dias nos EUA usando dinheiro público para visitar seus ídolos da extrema-direita e também para participar de uma marcha mundial anti-aborto. 

Questionada sobre as origens do dinheiro usado para o turismo, ela justificou que usou recursos pessoais. No entanto, basta uma simples busca no site da Câmara dos Deputados para provar que Zambelli mentiu. Custos com passagens e hospedagens foram pagos com recursos públicos. 

Quatro diárias no hotel ultrapassam R$ 10 mil reais, como aponta o site. 


Veja a repercussão:

 


 


sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Governo pagou R$ 4,3 milhões para Lacombe, Luciana Gimenez, Sikêra Júnior e outros influenciadores fazerem campanha bolsonarista

 


Sputnik Brasil - De acordo com planilhas disponibilizadas pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) entregues à CPI da Covid, cerca de 32 apresentadores e influenciadores receberam cachês para campanhas do governo federal, segundo a Folha de São Paulo.

A mídia relata que, na televisão, as campanhas foram defendidas por apresentadores bolsonaristas ou por quem trabalha em emissoras com uma vertente mais próxima ao governo, como a Record TV e a Rede TV!.

Na Rede TV!, quem faturou pelo menos R$ 122 mil foi o apresentador e um dos donos da emissora, Marcelo de Carvalho.

Outros apresentadores do canal, como Luciana Gimenez, Sikêra Júnior e Luís Ernesto Lacombe também receberam verbas. O pagamento de 11 cachês à emissora foi feito por meio das empresas de Carvalo, a New Mídia Serviços e TV Ômega Ltda, de acordo com a Folha.

Já na Record TV, quem encabeça a lista é o apresentador Cesar Filho, ele teria embolsado 11 cachês que somam R$ 525 mil. Seguido por Filho, está a apresentadora Ana Hickmann, apontada na planilha como tendo recebido nove cachês, que somam R$ 411 mil.

Além dos mencionados, nomes como Ticiane Pinheiro, Luiz Bacci e Marcos Mion, que atualmente foi para a TV Globo, fazem parte da lista. Os pagamentos foram feitos por meio da empresa Rádio e Televisão Record.

Os desembolsos foram realizados pela Secom por meio de subcontratação das empresas PPR Profissionais de Publicidade Reunidos, Calia/Y2 Propaganda e Marketing e Artplan Comunicação. Segundo a Folha, todas elas têm contratos com o Executivo federal.

No total, a mídia afirma que que o governo federal pagou ao menos R$ 4,3 milhões para apresentadores de TV, radialistas, influenciadores digitais e uma dupla sertaneja para fazerem merchandising do governo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Marinha pagou R$ 533 em lata de chantilly e gastou R$ 128 mil em paçoca


 

Dados do Portal da Transparência mostram que Comando de Operações Navais adquiriu um spray do produto por valor 21 vezes maior que o de mercado. Há também R$ 128 mil em paçoquinhas, a R$ 5,45 a unidade. Elas custam menos de R$ 1

Revista Fórum - Após o escândalo de gastos de R$ 1,8 bi em compras de mercado realizadas pelo Executivo federal, que só em leite condensado pagou mais de R$ 15 milhões, novas informações sobre a gastança no governo Bolsonaro têm vindo à tona.

Um levantamento realizado pela Fórum no Portal da Transparência, da Controladoria Geral da União, mostrou que o Comando de Operações Navais da Marinha do Brasil adquiriu, em 2019, uma lata de spray de chantilly de 250g por R$ 533.

A compra não tem data específica e aparece classificada como “Dispensa de Licitação”, uma modalidade de venda para governos de várias esferas em que o montante da transação não pode ultrapassar R$ 17.600. O chantilly foi listado junto a outros itens (pratos, facas e utensílios domésticos).

Continue lendo na Fórum. 

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Governo Bolsonaro pagou R$ 9 milhões em bombons a empresa cuja sede fica em casa no Paraná


 

Segundo a deputada Jandira Feghali (PCdoB), entre as especificações da empresa Estela Panificadora e Confeitaria está o comércio de doces para revendedores de rua, como ambulantes

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) divulgou na noite desta terça-feira (26) que a empresa de quem o governo Jair Bolsonaro comprou R$ 9 milhões em bombons em 2020 tem como sede uma casa na cidade de Campo Largo, Paraná.

"Essa empresa vendeu em larga escala milhões de bombons pro Governo, a princípio com R$ 89 a unidade. Ou uma caixinha. Entre as especificações da empresa está o comércio de doces para revendedores de rua, como ambulantes", escreveu a deputada Jandira Feghali pelo Twitter. 

Segundo dados do Ministério da Economia, no último ano, todos os órgãos do Executivo pagaram, juntos, mais de R$ 1,8 bilhão em alimentos – um aumento de 20% em relação a 2019. Entre outros gastos absurdos do governo Bolsonaro com alimentos em 2020, está a despesa de R$ 15,6 milhões com leite condensado. Em cada lata do produto, o governo pagou R$ 162. A empresa que forneceu fica no subsolo de um prédio comercial.

Nesta terça-feira, os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e os deputados federais Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo que o órgão investigue os gastos do Executivo em alimentação.

 

 


NOTÍCIAS MAIS ACESSADAS

 

Governo pagou R$ 162 por cada lata de leite condensado. Empresa que forneceu fica no subsolo de um prédio comercial

 




Em mais detalhes sobre a polêmica compra de alimentos do governo federal em 2020, especificamente sobre o leite condensado, foram 7200 latas por dia, que custaram R$ 162 cada uma




Numa busca detalhada sobre a compra do leite condensado pelo governo federal, tão falado nesta terça-feira (26) após a divulgação da lista da aquisição dos alimentos de 2020 pelos órgãos do Executivo federal, é possível identificar o valor unitário de cada lata: R$ 162.

Os mais de R$ 15 milhões gastos na compra do produto renderam nada menos do que cerca de 2,5 milhões de latas, ou seja, 7.200 latas por dia ao longo do ano passado. De acordo com as especificações da compra, o objetivo foi “cobrir despesa com aquisição de gênero alimentício para o aprovisionamento”.

A fornecedora do produto foi a empresa “Saúde & Vida Comercial de Alimentos Eireli”, de Brasília, que é classificada como Micro Empresa. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) informou pelo Twitter sobre seu endereço:

"O endereço da grande empresa que forneceu mais de -> 15 milhões de reais <- em leite condensado fica no subsolo de um pequeno prédio comercial no bairro residencial do Sudoeste, em Brasília. Aparentemente, não é uma sede grande responsável por compras em milhões".

Outros gastos exorbitantes e cujas explicações são demandadas desde a divulgação da lista foram R$ 1 milhão em alfafa, R$ 2 milhões com chiclete e R$ 6,6 milhões com bombom, entre outros.

O PSOL pediu à PGR investigação sobre escândalo das compras. E o ex-presidenciável Ciro Gomes anunciou que irá à Justiça pedir explicações.

 


 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Rachadinha do 02: gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a funcionários fantasmas, aponta relatório


Onze servidores do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) estão sendo investigados como possíveis funcionários fantasmas na Câmara do Rio. Eles receberam um total de R$ 7 milhões, desde 2001


O gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a 11 funcionários fantasmas, mostra relatório do Ministério Público. Um dos servidores recebeu quase R$ 1,5 milhão ao longo de 11 anos e disse ter como função entregar panfletos.

A reportagem do portal G1 destaca que “o valor não foi atualizado pela inflação e consta em um ofício que está anexado à investigação do Ministério Público contra Carlos Bolsonaro por peculato – quando um funcionário público desvia dinheiro para uso próprio.”
A matéria ainda informa que “o site da Câmara não mostra quais funcionários trabalham nos gabinetes dos 51 vereadores. Só é possível ver uma lista com os nomes de todos os servidores, com um cargo que aparece em códigos. O salário-base de cada um consta em outra tela, onde não é possível ver o nome dos servidores ou o detalhamento das gratificações de cada um. Também não é possível saber para quem o servidor trabalha.”

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Queiroz pagou mensalidades escolares das filhas de Flávio Bolsonaro, diz MP do RJ


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro é destacado como um operador financeiro do senador e amigo íntimo da família Bolsonaro


Promotores do Rio de Janeiro afirmaram ter provas de que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro Fabrício Queiroz pagou mensalidades escolares das filhas do senador. Ele foi preso nesta quinta-feira, 18, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, em operação que investiga um esquema de “rachadinha” na Alerj na época que Flávio era deputado estadual.

A prisão é uma das notícias de maior repercussão no noticiário internacional. Veículos como o britânico The Guardian, o estadunidense Bloomberg, o espanhol El Mundo e o argentino Clarín deram destaque para a prisão do operador político “aliado da família Bolsonaro”, como ele é descrito pela maioria desses meios.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Flavio Bolsonaro pagou R$ 500 mil a advogado do esquema da "rachadinha" do clã



A pedido de Flávio Bolsonaro, o PSL contratou com recursos do fundo partidário o escritório do advogado Victor Granado Alves. Ele é suspeito de envolvimento no suposto vazamento de informações de investigações da PF que teriam beneficiado o clã Bolsonaro. O pagamento foi de R$ 500 mil



O PSL nacional contratou a pedido do senador Flávio Bolsonaro (RJ) o escritório do advogado e ex-assessor Victor Granado Alves, suspeito de envolvimento no suposto vazamento de informações de investigações da Polícia Federal que teriam beneficiado o clã presidencial. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o contrato teria durado 13 meses e meio e custado R$ 500 mil, com recursos pagos por meio do fundo partidário. 

As notas fiscais referentes a prestação de contas do PSL em 2019 apontam que o escritório Granado Advogados Associados, que tem Victor entre os sócios, foi contratado com recursos públicos para atuar na prestação de serviços jurídicos ao escritório da legenda no rio, que na época era comandado por Flávio Bolsonaro. 
O contrato previa um desembolso mensal de R$ 40 mil e foi firmado e, fevereiro do ano passado, mesmo mês em que Flávio assumiu uma vaga no Senado pelo Rio de Janeiro.
Ainda segundo a reportagem, uma das sócias do escritório, Mariana Teixeira Frassetto Granado, também aparece como assessora parlamentar do gabinete de Flávio no Senado. Ela teria sido contratada em março, apenas um Mês o contrato com o escritório ter sido celebrado, com salário bruto de R$ 22.943,73. 
Victor foi citado pelo empresário Paulo Marinho,  como um dos assessores do parlamentar que teriam a informação de delegado da Polícia Federal sobre a deflagração da operação Furna da Onça, e uma operação que investigava um esquema de rachadinha envolvendo pessoas próximas a Flávio na época em que ele ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio. 
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