O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, determinou o envio de 800 soldados e 20 helicópteros AH-64 que já se encontram na Europa à região do Báltico, em meio às tensões em torno da situação na Ucrânia, informou a agência Reuters nesta terça-feira (22).
O movimento é uma resposta à decisão da Rússia de manter tropas em Belarus, conforme anunciou o presidente Joe Biden em declaração na Casa Branca um pouco antes, nesta terça-feira (22).
Os EUA também estão enviando oito F-35 da Alemanha para o flanco leste da OTAN e 12 helicópteros Apache da Grécia para a Polônia, segundo a mídia.
"Esse adicional está sendo reposicionado para tranquilizar nossos aliados da OTAN, deter qualquer potencial agressão contra os Estados-membros da organização e treinar com as forças da nação anfitriã", disse o alto funcionário de Defesa dos EUA, garantindo que nenhuma das novas forças sairia dos Estados Unidos.
Os EUA ressaltaram ainda que continuarão a fornecer assistência defensiva à Ucrânia.
O presidente dos EUA anunciou, nesta terça-feira (22), o que ele chamou de primeira parcela de sanções econômicas contra a Rússia, em resposta ao reconhecimento de Moscou das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk.
A decisão afeta um banco militar russo e a dívida soberana do país, além de "elites russas e suas famílias".
Biden também disse que trabalhou com o chanceler alemão Olaf Scholz para garantir que o gasoduto Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2), que traria gás natural liquefeito da Rússia para a Alemanha, não seja aberto.
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificou de "graves" os ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas e deu prazo de 24 horas para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre um pedido de abertura de investigação. "Os fatos narrados nestes autos são graves, de interesse exponencial da República. O manifesto interesse público e superior da nação impõem a observância de prioridade no andamento processual do caso", escreveu a ministra, de acordo com o G1.
A ministra, em seu novo novo despacho nesta segunda-feira (16), estabeleceu o prazo para parecer do Ministério Público sobre o pedido feito por parlamentares do PT, que leva em conta declarações de Bolsonaro em uma live do dia 29 de julho, em que questionou a segurança das urnas eletrônicas. Essa é a segunda vez que a ministra cobra uma posição da PGR sobre o caso. A ministra registrou na decisão desta segunda que, apesar de ter enviado o caso ao Ministério Público no dia 3, até o momento não foi apresentada uma resposta no andamento do processo.
"Em 3.8.2021, determinei vista à Procuradoria-Geral da República e, até a presente data, não houve manifestação", explicou a ministra.Em suas primeiras manifestações sobre o caso, no início do mês, a ministra considerou que o relato feito por parlamentares do PT, ao solicitarem a apuração, é "grave" e, em tese, "pode configurar crime". “Há de se considerar que o grave relato apresentado pelos autores da presente Petição conjuga atos daquela natureza com outros que podem, em tese, configurar crime, mais especificamente, de natureza eleitoral, utilização ilegal de bens públicos, atentados contra a independência de poderes da República, o que, após a necessária análise, conduzirá à conclusão sobre a competência para o conhecimento e o processamento da presente petição”, escreveu a ministra na decisão do começo de mês.
O líder chinês, Xi Jinping, deu ordem para que o setor militar reforce seu treino em 2021 e também para que faça uso de tecnologia de ponta em seus exercícios. Esta ordem chega no momento do aumento de tensões com a Índia e Taiwan que vem acontecendo desde o ano passado.
Sendo o chefe da Comissão Militar Central da China, Xi Jinping instruiu ao Exército de Libertação Popular da China (ELP) para manter "prontidão para combate em tempo integral", estando assim ágil para "atuar a qualquer segundo".
Vendo a tecnologia moderna como "o núcleo da eficácia de combate", o líder chinês instruiu aos militares que realizem simulações de computador durante os treinos, de modo a explorar outras formas para adicionar alta tecnologia em suas operações.
De acordo com o South China Morning Post, a menção de "lutas militares de linha de frente" não especificadas na ordem geral do início do ano ao exército se afastou das ordens anteriores emitidas pelo líder, nas quais o ELP foi instruído a "coordenar crises e deter a guerra".
Em meio a tensões crescentes
Ao longo do ano passado, as tensões entre a China, a Índia e Taiwan aumentaram exponencialmente.
As hostilidades ao longo da fronteira do Himalaia culminaram em um conflito sangrento em junho, quando 20 soldados indianos foram mortos e Pequim sofreu um número não revelado de vítimas. A atmosfera no terreno permaneceu tensa desde então, apesar de ambos os lados terem se comprometido a trabalhar para reduzir tensões.
No mês passado, a China enviou um porta-aviões para estreito de Taiwan, seguido de um navio de guerra dos EUA que havia passado no local no dia anterior.
Porém, o aumento da postura militar de Pequim na região ocorreu quando Taipé lançou um programa de rearmamento e assegurou vários negócios de armas importantes com Washington.
A China e os EUA, por sua vez, continuaram se acusando mutuamente de manobras de provocação no mar do Sul da China, tendo os seus laços ainda mais prejudicados pela guerra comercial e pelo apoio de Washington aos movimentos de protesto em Hong Kong.
"A violência e a destruição que estão ocorrendo no Capitólio dos EUA devem parar e isso deve parar agora. Todos os envolvidos devem respeitar os policiais e deixar o prédio imediatamente".
"O protesto pacífico é o direito de todo americano, mas este ataque ao nosso Capitólio não será tolerado e os envolvidos serão processados em toda a extensão da lei", diz a postagem. conhecimento liberta. Saiba mais
O Amor sempre é importante
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O amor é confuso, é complexo, as vezes dói e machuca, mas não é ilusão. Ele
é maravilhoso, mas como o livro apresentado no Apocalipse pelo anjo a João ...