A atriz Paolla Oliveira utilizou o Twitter nesta quarta-feira (29) para desejar aos seus seguidores uma boa virada de ano. A artista afirmou que para 2022, quer somente "saúde", "leveza" e "Fora Bolsonaro".
Sem citar diretamente as eleições presidenciais, Paolla classificou o próximo ano como "decisivo e importante" e pediu "consciência". "Fim de ano chegando e não consigo pensar em nada que deseje mais que saúde, leveza e um Fora Bolsonaro. 2022 é um ano decisivo e importante. Consciência, amor e respeito para todos", escreveu a atriz.
Pesquisadora Margareth Dalcolmo chama a diplomacia brasileira de “incompetente” e acusa o governo federal de falhar miseravelmente na tarefa de garantir que os insumos da vacina contra a Covid-19 cheguem ao Brasil no prazo contratado
Por Eliane Lobato, para o 247 - A pneumologista Margareth Dalcolmo atribui à “incompetência diplomática do Brasil” o atraso da entrega da matéria-prima para a vacina da Covid-19, anunciado ontem pela China. A médica fez o desabafo ao receber o Prêmio São Sebastião de Cultura, dado pela Arquidiocese do Rio do Janeiro, em evento comandado pelo bispo Dom Orani Tempesta, nesta terça-feira (19), na capital. “É absolutamente inaceitável que tenhamos recebido a notícia de que as vacinas não virão da China. E também não virão da Índia. Nada justifica que o Brasil não tenha capacidade competitiva de servir a seu povo, a não ser a desídia absoluta, a incompetência diplomática que não permite que cada um dos brasileiros esteja - amanhã, nos próximos dias ou meses -, de acordo com o cronograma elaborado, recebendo a única solução que há para a Covid 19, a vacina.”
Dom Orani ficou calado, apesar das palavras dramáticas proferidas por homenageados ou representantes na cerimônia. Como a atriz Beth Goulart, que representou a mãe, a também atriz Nicette Bruno, falecida recentemente devido à Covid-19. “Estamos todos com um grito de revolta na garganta. Talvez, se a vacina tivesse chegado ela pudesse ter sobrevivido”, disse Beth. Foi de Carlos Alberto Serpa, presidente do Conselho Cultural da Arquidiocese, a iniciativa de pedir uma oração em memória dos 1% de brasileiros mortos na pandemia, até agora.
Se o bispo católico ficou em silêncio, Margareth, não. Emocionada, ela apontou o enorme fracasso do governo brasileiro que não foi capaz, sequer, de garantir o sistema de cooperação tão bem costurado, e com tanta antecedência, pela comunidade científica da Fiocruz, onde ela trabalha, e a China. “Nenhuma explicação poderia justificar isso. O acordo foi estabelecido ponto a ponto desde agosto do ano passado para que a Fundação Oswaldo Cruz tivesse a sua linha de produção pronta. E é lamentável que as missões diplomáticas tenham fracassado a esse ponto.”
A especialista me disse, hoje, que “a sociedade brasileira deve ser conclamada à sua consciência cívica para lutar pelos seus direitos. E o direito primordial, agora, é a vacina.” Margareth citou os médicos que estão desde os primeiros momentos ao longo dos 11 meses da pandemia ao lado dos pacientes. “Quantas coisas vivemos, quantos testamentos vimos ser trocados, quantas pessoas ajudamos a morrer, quantas notícias tristes nós demos às famílias. Em casos graves, quando a porta se fecha, sabemos que talvez aquela pessoa nunca mais verá ninguém, se ela morrer, a não ser os nossos olhos atrás de óculos e máscaras.” A vivência limítrofe, segunda ela, não torna os médicos “mais poderosos ou sábios.” Ao contrário: “Nos torna mais humildes, mais atentos com o outro. E é com base nessa atenção que lhes digo que não há nada neste momento que justifique o que acontece agora. Independentemente de todo o nosso esforço, lamento dar essa noticia triste.”
Em nota, a Fiocruz informou que o atraso do envio dos insumos para a produção da vacina provocará “impacto sobre o cronograma de produção inicialmente previsto de liberação dos primeiros lotes entre 8 e 12 de fevereiro”. A Fundação só voltará a se pronunciar sobre datas quando o envio da matéria-prima for confirmado. Tanto a produção da vacina Oxford/Astrazeneca quanto a da CoronaVac, do Instituto Butantan, estão comprometidas.
"Parte dos brasileiros não está preparada para fazer quase nada", afirmou Jair Bolsonaro sobre o desemprego. Horas antes, afirmou que país está quebrado, e ele não consegue fazer nada
Jair Bolsonaro culpou os brasileiros pelo desemprego ao afirmar a apoiadores nesta terça-feira (5) que uma das explicações para a falta de vagas no país é que parte dos brasileiros não tem preparação para fazer "quase nada".
Bolsonaro chegou ao Palácio da Alvorada no fim da tarde acompanhado do ministro José Levi (Advocacia-Geral da União). Em conversa com apoiadores divulgada em versão editada por um canal simpático ao presidente na internet, o chefe do Executivo criticou o volume de ações trabalhistas e afirmou que "ser patrão é uma desgraça", informa o jornalista Daniel Carvalhona Folha de S.Paulo.
"Então, [o Brasil] é um país difícil trabalhar. Quando fala em desemprego, né, [são] vários motivos. Um é a formação do brasileiro. Uma parte considerável não está preparada para fazer quase nada. Nós importamos muito serviço", disse o presidente.
O desemprego bateu novo recorde em novembro, atingindo 14 milhões de brasileiros. A taxa de desocupação chegou a 14,2%, o maior percentual da série histórica da Pnad Covid, pesquisa do IBGE iniciada em maio para mensurar os efeitos da pandemia no país.
Fabrício Queiroz com Flávio Bolsonaro e Fernanda Antunes Figueira com Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Senador Flávio Bolsonaro afirmou em depoimento desconhecer depósito de R$ 25 mil que Fabrício Queiroz fez na conta de sua esposa, Fernanda Bolsonaro. O depósito foi descoberto pelo MP-RJ. "Queiroz nunca depositou dinheiro na conta da minha esposa, pelo que eu saiba”, disse Flávio
O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou, em depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), desconhecer que o ex-assessor Fabricio Queiroz tenha feito qualquer depósito na conta da sua mulher, Fernanda Bolsonaro, em agosto de 2011. Segundo dados do MP-RJ, porém, Queiroz teria feito um depósito de R$ 25 mi em dinheiro na conta bancária da esposa do parlamentar.
“Não sei a origem do dinheiro. Mas dá uma checada direitinho que eu tenho quase certeza que não deve ter nada a ver com Queiroz. Queiroz nunca depositou dinheiro na conta da minha esposa, pelo que eu saiba”, disse Flávio Bolsonaro em depoimento ao MP-RJ no último dia 7 de julho no âmbito do inquérito que apura a existência de um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), segundo reportagem do jornal O Globo publicada nesta segunda-feira (10).
No pedido de prisão preventiva de Fabricio Queiroz, os promotores já haviam apontado que o ex-assessor pagava contas pessoais do senador, como as mensalidades da escola das filhas de Flávio. O MP também investiga o pagamento de 114 boletos bancários referentes a outras mensalidades escolares e do plano de saúde cujos valores – no valor de R$ 261,6 mil - não foram debitados das contas do então deputado nem da sua mulher.
Neste domingo (9), uma outra reportagem do jornal O Globo revelou que Flávio Bolsonaro admitiu que usou R$ 86,7 mil em espécie na compra de 12 salas comerciais em um centro comercial do Rio, em 2008. O dinheiro teria sido um empréstimo feito por Jair Bolsonaro e por um irmão, que não foi identificado. O valor, segundo ele, também teria sido quitado em espécie.
Novo vírus, "100 vezes pior" que o coronavírus, foi previsto por cientista norte-americano que, recordando zoonoses causadoras de pandemias, elege galinhas como futuro foco transmissor.
As enormes distâncias até os exoplanetas teoricamente capazes de suportar vida impedem a observação direta e a exploração dessas pos...
No seu último livro "Como sobreviver a uma pandemia", o cientista norte-americano Michael Greger explica que um novo vírus apocalíptico 100 vezes mais virulento irá em breve bater à porta da humanidade se nada for feito para impedi-lo.
Segundo noticia o site Armenian Reporter, o médico salienta o facto de as zoonoses, doenças infecciosas cujos agentes são naturalmente transmitidos dos animais para os seres humanos, serem a dor de cabeça para os humanos em termos de vírus.
Greger garante que o coronavírus não será a última pandemia que assolará a humanidade, recordando que o SARS-CoV-2 foi transferido para os seres humanos através da carne de pangolins, que é considerada uma especialidade nos países asiáticos.
Segundo o epidemiologista norte-americano Michael Osterholm, o vírus H5N1, também conhecido como gripe das aves, assemelha-se ao mortífero vírus da gripe espanhola de 1918 – também originado em pássaros – e pode levar a uma repetição desta pandemia.
"Todos os frangos nascidos são uma nova incubadora para vírus", afirmou, citado pelo site.
Em princípio, Greger concorda. A única abordagem correta para garantir o fim de futuras pandemias seria a de matar todos os frangos deste planeta.
Mas reconhecendo a importância da indústria, preferiu salientar que o importante era começar a criar galinhas não em grandes granjas, mas sim em pequenas explorações, com menos aves e em condições mais higiénicas, para evitar uma nova epidemia.
Nas condições atuais de criação industrial de galinhas, com o "mau fluxo de ar, as más condições dos galpões, a higiene deficiente e o nível excessivo de amoníaco devido a seus excrementos, não é de admirar que as doenças floresçam", alertou o especialista.
Funcionárias do complexo avícola Produkty Pitaniya, localizado próximo à vila de Aleksandr Kosmodemyansky, na região de Kaliningrado, Rússia
Greger recordou que a tuberculose e o sarampo provêm dos ovinos e caprinos, a varíola dos camelos, a lepra dos búfalos de água, a tosse convulsa dos suínos, a febre tifoide dos frangos e o vírus da constipação comum dos bovinos e dos equídeos.
"Estas zoonoses quase nunca chegam às pessoas diretamente, mas através da ponte de uma outra espécie", escreve Greger.
As zoonoses são transmitidas aos seres humanos através da carne de um animal infectado. A maioria destes vírus não são perigosos hoje em dia, mas podem sofrer mutações e começar a enfraquecer o sistema imunitário humano, podendo levar à morte.
O SARS-CoV-2 espalhou-se rapidamente pelo mundo graças à globalização. "Veja-se como uma única refeição pode custar à humanidade triliões de dólares e milhares de vidas", alertou Greger, chamando a atenção para a necessidade de a humanidade ter de aprender a diminuir as hipóteses de surtos pandêmicos.
“O presidente Jair Bolsonaro está irritado com a postura do ministro da Justiça, Sérgio Moro, na crise do coronavírus. No final de semana, o presidente reclamou a interlocutores que Moro é ‘egoísta’ e não está atuando para defender as suas posições no enfrentamento às medidas restritivas dos Estados e municípios como controle da covid-19. Bolsonaro, segundo o Estado apurou, reclama de estar desassistido juridicamente”, diz o Estadão.
A irritação do presidente já é sintetizada em uma montagem que circula em grupos de WhatsApp bolsonaristas e mostra o ministro da Justiça em três versões. Na primeira foto, Moro está com uma máscara na boca. Na segunda, a proteção cobre os olhos. Na terceira, duas máscaras tapam os ouvidos.
No final de semana, em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz da Operação Lava Jato, dizendo que o ministro “só pensa nele” e “não está fazendo nada” para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com os governadores.
Nas redes sociais, Moro tem se isentado de abraçar o discurso de Bolsonaro, que defende que as pessoas fora do grupo de risco voltem ao trabalho. Nesta segunda-feira, o ministro da Justiça, que já sofre pressão nos bastidores, deu seu recado no Twitter: “Prudência no momento é fundamental”. (…)
O Amor sempre é importante
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O amor é confuso, é complexo, as vezes dói e machuca, mas não é ilusão. Ele
é maravilhoso, mas como o livro apresentado no Apocalipse pelo anjo a João ...