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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

RELEMBRE: INFLUENCER GOSTOSA E ATLETA ANNE LIMA RENOVA BRONZEADO COM BIQUÍNI DE FITA FORA DE ÉPOCA

 



A atleta fitness Anne Lima mostra o quanto manter o corpo perfeito para as apresentações em competições de fisiculturismo são importantes e dependem de dedicação. Sua última novidade foi um bronzeado com fita adesiva que ela fez no corpo, e as fotos do “momento bronzeado” chamaram a atenção nas redes sociais.

 

“A marquinha com esse tipo de bronzeado fica perfeita. O objetivo é mostrar o desenho feito com a fita mesmo”, explica a influenciadora, se adiantando sobre os comentários maldosos dizendo que a marca fica artificial. Anne fez questão de mostrar tanto a marquinha da parte de cima quanto a de baixo do biquíni.

 

Essa não é a primeira vez que a atleta faz esse tipo de bronzeamento. “Sempre antes de qualquer competição, eu faço o bronzeamento de fita. Ele ajuda muito a chegar na final”, indica. A loira atualizou o bronzeado de olho no verão. “Está esquentando cada vez mais, por isso a marquinha precisa estar on”.

 

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Anne conta que fazer o biquíni com fita no corpo leva um tempo de até 2h e sempre precisa de ajuda. “Não dá para fazer sozinha, porque a fita precisa estar passada em linhas retas. O feio é ficar com marquinha torta”, ressaltou.













Fonte: Cena Pop

sábado, 23 de julho de 2022

Absurdo! VÍDEO: Filipe Ret chuta fã para fora do palco durante show na Bahia

 



Um vídeo que viralizou nas redes sociais, neste sábado (23), mostra o cantor Filipe Ret chutando um fã para fora do palco após uma tentativa de abraçá-lo. O show aconteceu na sexta-feira (23/07) em Feira de Santana (BA).



O rapper estava em cima do palco, quando um fã invade o local para abraçá-lo, que não devolve o gesto e já reage. O fã acabou caindo de costas no meio do público, tendo sido segurado por alguns dos outros espectadores que estavam posicionados à beira do palco.

O segurança do rapper ainda estava chegando perto dos dois quando o artista joga o homem na direção do público. “Qual é, mano? Na moral, cara?”, reclamou Filipe. O cantor seguiu com a apresentação normalmente após o ocorrido.

Após as imagens viralizarem na internet, vários internautas criticaram a postura de Filipe Ret. “O cara podia ter batido de costas ou de cabeça. Que perigo! Alguns famosos andam sem paciência com os fãs. Triste!”, comentou uma internauta. “Caraca, deu uma banda no maluco, jogou do palco e ainda chutou. Esse povo é fã de cada bosta”, disse outro.

Confira o vídeo abaixo:



quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Paolla Oliveira: não desejo nada mais que um Fora Bolsonaro em 2022

 



A atriz Paolla Oliveira utilizou o Twitter nesta quarta-feira (29) para desejar aos seus seguidores uma boa virada de ano. A artista afirmou que para 2022, quer somente "saúde", "leveza" e "Fora Bolsonaro".

Sem citar diretamente as eleições presidenciais, Paolla classificou o próximo ano como "decisivo e importante" e pediu "consciência". "Fim de ano chegando e não consigo pensar em nada que deseje mais que saúde, leveza e um Fora Bolsonaro. 2022 é um ano decisivo e importante. Consciência, amor e respeito para todos", escreveu a atriz.

Paolla Oliveira já fez críticas a Bolsonaro em outras ocasiões, como em agosto de 2021. À época, ele chamou de "idiota" quem prefere comprar feijão em vez de fuzil'Que tipo de liderança é essa que prefere ver a população armada à alimentada?', questionou a atriz.

Antes disso, em junho, a artista já havia declarado sua adesão ao movimento Fora Bolsonaro: “genocida”.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Em derrota diplomática histórica, Bolsonaro fica de fora da cúpula do clima, onde estarão 80 chefes de Estado


 

Preocupado, o Itamaraty, comandado por Ernesto Araújo, tenta uma solução para a crise política e, extra-oficialmente, a chancelaria ainda aposta na inclusão do Brasil no evento

247 - O Brasil ficou de fora da lista de palestrantes da Cúpula da Ambição Climática 2020 (Climate Ambition Summit), evento organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que deverá reunir cerca de 80 chefes de estado. O evento será virtual e ocorrerá no sábado (12).

A exclusão do Brasil, que tem adotado política de relaxamento à preservação do Meio Ambiente, está sendo vista como uma das piores derrotas diplomáticas desde o início do governo de Jair Bolsonaro. 

Segundo o jornalista Jamil Chade, colunista do UOL, o Itamaraty ainda busca uma solução para a crise política e, extra-oficialmente, a chancelaria ainda aposta na inclusão do Brasil no evento. Para o governo, a situação não é definitiva e a esperança é de que exista espaço para reverter.

Nas Américas foram incluídos Uruguai, Argentina, Colômbia, Peru, Belize, Cuba, Costa Rica, Equador, Jamaica, Guatemala, Honduras, Panamá e Canadá. Também estão na relação países da Europa e a China. Além do Brasil, ficaram de fora o México e os Estados Unidos.

Nesta semana, o governo brasileiro apresentou suas metas de emissões de gases de efeito estufa para o ano de 2060 e submeteu seus planos para a ONU. Os objetivos foram considerados como inferiores ao que se esperava do Brasil.

O conhecimento liberta. Saiba mais

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Um quarto dos mortos do coronavírus no Brasil está fora dos grupos de risco; 5 vezes mais que na Espanha


O perfil da disseminação do coronavírus no Brasil está apresentando uma inesperada aceleração das mortes de pessoas fora dos grupos de risco nos últimos 15 dias. Um quarto (25%) dos mortos no país devido à epidemia são pessoas com menos de 60 anos e sem comorbidades que agravam os sintomas. A proporção de pessoas abaixo dos 60 anos de idade que morreram é mais de cinco vezes maior que a registrada na Espanha. Isso liquida de vez com toda a tese de Jair Bolsonaro sobre o combate à pandemia


Um levantamento realizado pelo jornal O Globo com base nos dados oficiais do Ministério da Saúde indica um perfil inédito e alarmante da disseminação do coronavírus no Brasil: uma inesperada aceleração das mortes de pessoas fora dos grupos de risco nos últimos 15 dias. Nada menos que um quarto (25%) dos mortos no país devido à epidemia são pessoas com menos de 60 anos e sem comorbidades que agravam os sintomas. Isso liquida de vez com toda a tese de Jair Bolsonaro sobre o combate à pandemia
Até o dia 27 de março, apenas 11% dos óbitos foram entre pessoas com menos de 60 anos, e somente 15% das vítimas fatais não apresentavam comorbidades. Agora, porém, esses índices aumentaram — 25% das mortes ocorrem entre pessoas com menos de 60 anos, e 26% dos óbitos foram em pacientes sem registro de doenças preexistentes, como diabetes, cardiopatias e pneumopatias.
O Brasil está apresentando um padrão diferente de países como a Espanha, o segundo com maior número de mortes — quase 170 mil, atrás apenas dos EUA. No Brasil, a proporção de pessoas abaixo dos 60 anos de idade que morreram pela Covid-19 é mais de cinco vezes maior que a registrada na Espanha (4,6%). Segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, neste domingo, o Brasil tem até agora 22.169 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus, e 1.223 óbitos. O balanço de sábado contabilizava 20.727 contaminações e 1.124 mortes.Com base na premissa de que a doença é mais perigosa para idosos e pessoas com comorbidades, Bolsonaro e empresários bolsonarista têm defendido a estratégia conhecida como isolamento vertical, na qual apenas as pessoas consideradas dentro de um grupo de risco seriam submetidas ao isolamento social. O Ministério da Saúde, no entanto, vem defendendo que ainda não é hora de relaxar as medidas de isolamento para todos os que podem ficar em casa.
Os números estão causando enorme preocupação nas autoridades de saúde do país. O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso diz que o aumento das mortes entre pessoas fora dos grupos de risco no Brasil mostra que isolamento vertical defendido por Bolsonaro é despropositado: “Se você tem um número cada vez maior de jovens e pessoas saudáveis morrendo da doença, não faz sentido falar em isolar grupo de risco”
Para o professor do Departamento de Epidemiologia da USP, Eliseu Alves Waldman, o início da epidemia entre os pobres é que está mudando o perfil da doença no país: “O coronavírus pode se expandir muito nessa região (nas periferias), porque as condições de moradia são mais frágeis. As casas são pequenas, e há várias dividindo o mesmo dormitório”.
A italiana Marta Giovanetti, professora visitante da Fiocruz, afirma que a estratégia bolsonarista de exposição das pessoas ao vírus levará ao caos: “Algumas pessoas podem ter pensado que valeria a pena expor a população que não pertence à zona de risco e levá-las ao trabalho, mas sabemos que elas também podem ser vulneráveis. Todos estão sujeitos ao contágio, e pode haver uma procura em massa do SUS, o que vai gerar em seu colapso”.

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