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quarta-feira, 17 de março de 2021

Edir Macedo vai receber indenização do Governo Federal por ter sido impedido de viajar ao exterior

 


O Governo Federal terá que indenizar o bispo Edir Macedo em R$ 50 mil por uma falha da Polícia Federal. Em 18 dezembro de 2012 o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus estava prestes a embarcar em para Portugal quando, já no Aeroporto Internacional de Guarulhos, viu que seu nome constava indevidamente na lista do Sistema Nacional de Procurados e Impedidos.

À época, a Justiça havia determinado que Macedo não poderia deixar o país, pois estava sendo processado pelo MPF (Ministério Público Federal) acusado de crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro. Acusações que o bispo sempre negou.

A Polícia Federal não tinha atualizado o cadastro do bispo e ele foi impedido de embarcar. Macedo já tinha conseguido na Justiça derrubar a proibição da Polícia Federal. Horas depois ele embarcou apresentando a cópia da ordem que o liberava para sair do país. No processo movido, os advogados relatam susto e constrangimento na hora do embarque.

A decisão foi emitida pela juíza Regilena Emy Fukui Bolognesi, da 11ª Vara Cível Federal de São Paulo. Originalmente a indenização estava calculada em R$ 30 mil, valor que o governo federal questiona, já que na ordem de pagamento a juíza aceitou o cálculo da Universal que considera juros e correção monetária e definiu o valor final de R$ 50.151,29.

(…)

Do Poder360

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

APÓS ASSASSINAR A ESPOSA, MARIDO USOU CARTÃO DA VÍTIMA PARA FAZER COMPRAS E VIAJAR COM AMANTE

 

O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência


Adriano Meinster, de 35 anos, foi preso após matar a esposa, Ana Paula Proença Almeida, de 25 anos, e enterrar o corpo nos fundos da residência do casal em Fazenda Rio Grande, em Curitiba, no Paraná. Segundo Paulo, o padrasto de Ana, o homem usou o cartão da vítima para fazer compras e viajar com a amante horas depois do crime. De acordo com ele, Adriano gastou cerca de R$ 2.200 para comprar provisões e fazer uma revisão no carro antes de partir com a amante e com o filho, de dois anos. “É para o Brasil inteiro ver o quanto esse cara é um canalha, safado, sem vergonha, não vale a comida que come. No mesmo dia que ele matou a menina, ele foi na em várias lojas com o cartão da Ana Paula gastar, comprar pneu, comprar guarda-chuva para descer para a praia, como se nada tivesse acontecido”, relatou Paulo.

matou esposa viajou com a amante 

A amante de Adriano já prestou depoimento na delegacia de Fazenda Rio Grande, onde confirmou o relacionamento com o suspeito e também a viagem realizada pelos dois. De acordo com o delegado Ademair Braga, Adriano se escondeu em Mandirituba, onde foi preso no último domingo (03). “Nós fomos até o local onde ele estaria, que seria casa dos pais dele, numa região rural de Mandirituba. Lá o encontramos, ele tentou empreender fuga e acabou confessando que teria feito o crime”, explicou Ademair. Adriano confessou que matou a companheira asfixiada, no início do dia 21 de dezembro, durante uma discussão porque a mulher havia descoberto a existência de sua amante.

“Eu levantei para tomar água e nisso ela estava tomando café para ir trabalhar. Eu voltando para o quarto, ela veio por trás de mim perguntando sobre as mensagens que ela tinha visto no celular. Eu dei a explicação, ela não contente veio para o meu lado, eu segurei na mão dela e falei: ‘Vai trabalhar, a tarde a gente conversa’. Nosso filho estava dormindo e levantou da cama. A hora que ele levantou da cama, eu fui para o lado para pegar ele, e nisso ela correu para a cozinha e veio na minha frente com uma faca. Eu tentei desviar e segurei no pescoço dela. Não lembro se exatamente eu dei um ‘mata leão’ ou segurei com a mão no pescoço dela. Eu tentei me defender porque vi a faca, não tinha intenção nenhuma de fazer nada com ela, só de tentar me defender, e nisso a gente debruçou em cima da cama”, contou Meinster.


Após ver a esposa desacordada, ele saiu de casa, levou o filho para conhecidos, e foi a todos os lugares que já havia planejado ir como, por exemplo, na oficina mecânica. Ao retornar para a residência, ele resolveu esconder o corpo da vítima.

“Pensei: ‘Ela deve ter desmaiado’. A hora que eu virei ela, estava alguma coisa de café que tinha saído da boca dela e ela estava mole. Tentei reanimar ela, ver a respiração, ver os batimentos cardíacos, aí eu me desesperei, não sabia o que fazia. […] Passou na cabeça de eu vir na delegacia e me entregar, de cometer alguma coisa contra mim, de fugir, passou de tudo. No desespero sem saber o que fazer, você nunca fez isso, já tinha cometido o crime ali, fui atrás, cavei o buraco e coloquei ela lá”, revelou Adriano.


 

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O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência. Segundo familiares da vítima, o casal estava junto há seis anos.


Fonte: Revista IstoÉ

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