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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Após prisão com cartão clonado, influencer Ingrid Caroline posta normalmente e aumenta número de seguidores

 


Influencer é presa em flagrante no Rio ao tentar pagar estadia com cartão de crédito clonado

Ingrid Caroline Borges Gonçalves, de 20 anos - a estudante de direito e influeciadora digital que foi presa no Rio na segunda-feira (24) ao tentar usar um cartão clonado - , voltou às redes sociais nesta terça-feira (25).

 

Sem se deixar afetar pelo episódio, ela fez o seu tradicional “bom dia”, com direito a dancinha sensual para saudar os seguidores.

 

Ingrid também saltou de 188 mil seguidores para 189 mil desde o episódio.

 

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Perfil de Ingrid: mais seguidores — Foto: Reprodução


O caso


Ingrid Caroline Borges Gonçalves, de 20 anos, foi presa em flagrante por policiais da 14ª DP (Leblon), acusada de tentativa de estelionato. Ela foi presa quando tentava fazer uma reserva em um apartamento de temporada na Avenida General San Martin, no Leblon, na Zona Sul do Rio.

 

Ela foi presa pelo crime de tentativa de estelionato, mas pagou fiança e foi solta para responder em liberdade.

 

Em suas redes sociais, Ingrid posta fotos de looks, roupas e imagens de viagens que costuma fazer. A Influencer também se exibe em festas que costuma ir.Em seu perfil, ela se descreve como “figura pública” e afirma: “Bem-vindo seja aquele que veio por bem”.




Uma estudante de direito e influencer foi presa em flagrante na segunda-feira, na Zona Sul do Rio, (24) por tentativa de estelionato.

 

Segundo a 14ª DP (Leblon), Ingrid Caroline Borges Gonçalves, de 20 anos, tentava pagar a estadia em um apartamento de temporada no Leblon com cartões de crédito clonados.

 

Ingrid possui 188 mil seguidores em uma rede social. Em seu perfil, são comuns postagens em viagens por diferentes estados do Brasil, em pontos turísticos.

 

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Fonte: G1

'Ela sabia do esquema e se beneficiou', diz delegada sobre influenciadora digital presa ao usar cartão clonado

 



Apesar da influenciadora digital Ingrid Caroline Borges Gonçalves, de 20 anos, afirmar ter sido vítima de um golpe, a delegada que investiga o caso afirma que não há possibilidade de que a jovem não soubesse da existência do cartão de crédito clonado usado por ela. Ingrid foi presa em flagrante e autuada pelo crime de tentativa de estelionato ao tentar pagar a estadia em um apartamento alugado por temporada, no Leblon, na Zona Sul do Rio, na segunda-feira (24).

 

"Ela foi presa em flagrante. Ela sabia do esquema e se beneficiou. Não há possibilidade de que a influenciadora tenha sido vítima de golpe", declara a delegada Camila Lourenço.

 

Em nota, o advogado Lucas França Bressanin defende que Ingrid foi vítima de um golpe de uma empresa com nome de Grupo+. "Em meados de julho de 2021, a influencer foi abordada através da mídia social Instagram pelo @grupo.maisx onde, na oportunidade, o interlocutor se apresentou como uma agência de viagens e propôs uma parceria para divulgação, em troca, a influencer receberia passagens e hospedagens gratuitas e/ou com descontos".

 

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Apesar da polícia afirmar que a jovem faz parte do esquema, o advogado ressalta que Ingrid não tinha conhecimento da clonagem do cartão de crédito. "Com a parceria firmada, a influencer passou a divulgar em suas mídias sociais o grupo, que exigiu todos os seus dados pessoais para que pudessem disponibilizar as referidas passagens e hospedagens em pagamento pela divulgação. De forma criminosa, premeditada e ardilosa, o estelionatário, em posse de todos os seus dados pessoais, efetuou a clonagem de um cartão de crédito, que foi utilizado pelo malfeitor da forma online e sem o conhecimento da mesma".

 

Ingrid também nega as acusações. Ela fez uma séries de vídeos explicando o caso, depois de ter sido cobrada por seus seguidores. Antes de se pronunciar sobre o assunto, a jovem apareceu em suas redes sociais para dar bom dia aos seguidores, mas não havia falado sobre o assunto. "Não fiz cartão. Não sabia da existência disso. Eu fui vítima de um golpe. Eu vou provar isso".

 

A delegada Camila Lourenço voltou a afirmar que Ingrid confessou que sabia da clonagem do cartão. "Ela admitiu que o cartão que estava no nome dela não a pertencia. Que sabia da falsidade do cartão".

 

Mas, a influenciadora negou que tenha confessado tal coisa. "Eu não confessei nada, até porque era tudo mentira. Falei em todo momento que não sabia da existência do cartão. Eu estou com meu coração em paz por saber que não fiz nada disso. Inclusive a delegacia sabe disso. Leram as conversas, está tudo com eles. Tenho comprovantes de pix, pagamentos que fiz. Nunca precisei usar cartão clonado. Eu sou honesta, tenho caráter, minha inocência vai ser provada".

 

A delegada rebateu que tais provas tenham sido apresentadas na delegacia e disse que "esses prints e comprovantes de pagamento não existem".

 

Em seus stories, Ingrid negou as acusações - Reprodução

 

De acordo com a delegada, a Polícia Civil chegou até a jovem após serem procurados pela administradora da plataforma de hospedagem, que desconfiou da reserva.

 

"Fomos procurados por uma plataforma de hospedagem que promove a locação virtual de imóveis. Foi feita uma reserva em um apartamento no Leblon no mesmo dia em que seria feita a hospedagem, a reserva feita no dia de ontem (segunda-feira) para ontem mesmo, e eles constataram isso como uma ação suspeita", explicou Camila.

 

A Polícia Civil informou que as investigações irão continuar para identificar mais suspeitos envolvidos nessa prática criminosa. A influenciadora digital pagou fiança no valor de R$1.212 e foi solta no mesmo dia de sua prisão.

 

A repercussão da história rendeu à Ingrid novos seguidores, passando de 188 mil para 197 mil. "Eu não queria ter atingido essa marco assim. Cheguei a 100 mil visualizações nos meus stories e ganhei seguidores através de uma polêmica negativa e isso me machuca muito", disse a jovem.

 

 

Em suas redes sociais, a influenciadora ostenta fotos viajando por diversos estados, como Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo e Rio de Janeiro. A Polícia Civil acredita que ela fazia essas viagens usando cartões clonados. 

 

Fonte: O dia


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

APÓS ASSASSINAR A ESPOSA, MARIDO USOU CARTÃO DA VÍTIMA PARA FAZER COMPRAS E VIAJAR COM AMANTE

 

O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência


Adriano Meinster, de 35 anos, foi preso após matar a esposa, Ana Paula Proença Almeida, de 25 anos, e enterrar o corpo nos fundos da residência do casal em Fazenda Rio Grande, em Curitiba, no Paraná. Segundo Paulo, o padrasto de Ana, o homem usou o cartão da vítima para fazer compras e viajar com a amante horas depois do crime. De acordo com ele, Adriano gastou cerca de R$ 2.200 para comprar provisões e fazer uma revisão no carro antes de partir com a amante e com o filho, de dois anos. “É para o Brasil inteiro ver o quanto esse cara é um canalha, safado, sem vergonha, não vale a comida que come. No mesmo dia que ele matou a menina, ele foi na em várias lojas com o cartão da Ana Paula gastar, comprar pneu, comprar guarda-chuva para descer para a praia, como se nada tivesse acontecido”, relatou Paulo.

matou esposa viajou com a amante 

A amante de Adriano já prestou depoimento na delegacia de Fazenda Rio Grande, onde confirmou o relacionamento com o suspeito e também a viagem realizada pelos dois. De acordo com o delegado Ademair Braga, Adriano se escondeu em Mandirituba, onde foi preso no último domingo (03). “Nós fomos até o local onde ele estaria, que seria casa dos pais dele, numa região rural de Mandirituba. Lá o encontramos, ele tentou empreender fuga e acabou confessando que teria feito o crime”, explicou Ademair. Adriano confessou que matou a companheira asfixiada, no início do dia 21 de dezembro, durante uma discussão porque a mulher havia descoberto a existência de sua amante.

“Eu levantei para tomar água e nisso ela estava tomando café para ir trabalhar. Eu voltando para o quarto, ela veio por trás de mim perguntando sobre as mensagens que ela tinha visto no celular. Eu dei a explicação, ela não contente veio para o meu lado, eu segurei na mão dela e falei: ‘Vai trabalhar, a tarde a gente conversa’. Nosso filho estava dormindo e levantou da cama. A hora que ele levantou da cama, eu fui para o lado para pegar ele, e nisso ela correu para a cozinha e veio na minha frente com uma faca. Eu tentei desviar e segurei no pescoço dela. Não lembro se exatamente eu dei um ‘mata leão’ ou segurei com a mão no pescoço dela. Eu tentei me defender porque vi a faca, não tinha intenção nenhuma de fazer nada com ela, só de tentar me defender, e nisso a gente debruçou em cima da cama”, contou Meinster.


Após ver a esposa desacordada, ele saiu de casa, levou o filho para conhecidos, e foi a todos os lugares que já havia planejado ir como, por exemplo, na oficina mecânica. Ao retornar para a residência, ele resolveu esconder o corpo da vítima.

“Pensei: ‘Ela deve ter desmaiado’. A hora que eu virei ela, estava alguma coisa de café que tinha saído da boca dela e ela estava mole. Tentei reanimar ela, ver a respiração, ver os batimentos cardíacos, aí eu me desesperei, não sabia o que fazia. […] Passou na cabeça de eu vir na delegacia e me entregar, de cometer alguma coisa contra mim, de fugir, passou de tudo. No desespero sem saber o que fazer, você nunca fez isso, já tinha cometido o crime ali, fui atrás, cavei o buraco e coloquei ela lá”, revelou Adriano.


 

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O corpo de Ana Paula foi encontrado dentro de uma espécie de paiol, nos fundos da residência. Segundo familiares da vítima, o casal estava junto há seis anos.


Fonte: Revista IstoÉ

terça-feira, 12 de maio de 2020

Enfermeira é presa após furtar cartão de crédito de paciente grave do COVID-19



Uma enfermeira identificada como Danielle, 43, foi presa no mês de abril por ter furtado o cartão de crédito de um dos seus pacientes, que estava em estado grave no Staten Island University Hospital North, na cidade de Nova York (EUA), vítima do novo corona vírus.

A vítima se chamava Anthony Catapano, de 70 anos, que veio a óbito no dia 12 do mesmo mês. Três dias antes do falecimento de Catapan, Danielle havia usado o cartão para compras de supermecado e de combustível para o seu carro.

A filha de Antony, Tara Catapano, disse não acreditar que mesmo com a pandemia, as pessoas não se sensibilizam com as pessoas que lutam pela vida. “Ela é um ser humano despresível, não merece exercer essa função”, disse Tara. Danielle foi indiciada no dia 07 de maio.

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domingo, 10 de maio de 2020

Bolsonaro dobra gastos secretos com cartão corporativo da presidência



O total de gastos sigilosos vinculados a Bolsonaro e sua família foi de R$ 3,76 milhão neste ano, um salto em relação a períodos anteriores. Órgãos como GSI e Abin também tiveram alta


Jair Bolsonaro e sua equipe gastam cada vez mais recursos públicos sem prestar contas à sociedade. "Os gastos com cartão corporativo da Presidência da República, usado para bancar despesas sigilosas do presidente Jair Bolsonaro, dobraram nos quatro primeiros meses de 2020, na comparação com a média dos últimos cinco anos. A fatura no período foi de R$ 3,76 milhões, valor que é lançado mensalmente no Portal da Transparência do governo, mas cujo detalhamento é trancado a sete chaves pelo Palácio do Planalto", aponta reportagem de Patrick Camporez e Thiago Faria, publicada no jornal Estado de S, Paulo.

"O fato é que, neste início de ano, essas despesas deram um salto e fugiram do padrão do que gastaram os ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer no mesmo período. Foge do padrão, inclusive, do que gastou o próprio Bolsonaro no seu primeiro ano de mandato, quando apresentou uma despesa de R$ 1,98 milhão de janeiro a abril. Mas não foi só a fatura dos cartões ligados diretamente a Bolsonaro que explodiu neste início do ano. O total de despesas sigilosas da Presidência, que inclui também gastos do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) aumentaram na mesma proporção. Foram R$ 7,55 milhões em despesas sigilosas da Presidência da República de janeiro a abril, 122% a mais do gasto no mesmo período do último ano do governo Temer. Em cinco anos, o mais próximo disso foram os R$ 4,69 milhões (em valores corrigidos pela inflação) despendidos em 2015, na gestão de Dilma", apontam ainda os jornalistas.

terça-feira, 21 de abril de 2020

Tecnologia: Google planeja lançar cartão de débito, diz mídia



O gigante tecnológico conta que até final do ano lançará um cartão de débito associado a uma conta do Google Pay e que visa concorrer com o cartão da sua rival Apple.

Google se uniu aos bancos Citibank e Stanford Federal Credit Union para atender às necessidades mais comuns dos correntistas, explorando aquilo que chamou de "contas correntes inteligentes", que seriam associadas a um cartão físico de débito do Google, informou em 20 de abril o portal Techxplore.
Isso ajudaria os clientes a se beneficiarem de parâmetros úteis e ferramentas orçamentárias, alegou a tecnológica, citada pelo portal.
Google garante que os depósitos estarão seguros pelas agências federais seguradoras de depósitos bancários FDIC e NCUA dos Estados Unidos.
Google ainda não comunicou um calendário de lançamento, mas calcula-se que venha a ser lançado ainda neste ano.
O cartão será projetado para ficar vinculado ao aplicativo Google Pay. O portal adverte que, dessa forma, o Google coletará ainda mais informações sobre os usuários – o que compram e quando e seus hábitos de consumo, possibilitando direcionar anúncios personalizados.
O passo dado pelo Google vem na sequência do lançamento com sucesso pela Apple em 2019 de seu próprio cartão, o Apple Card, que oferece descontos em produtos da Apple ao pagar com o cartão.
Já o Google Pay é um concorrente do programa Apple Pay controlado pelo smartphone da Apple, que permite aos clientes pagar por mercadorias no varejo e em outros locais com seu smartphone. O Google oferece um serviço semelhante e vincula a conta tanto a contas bancárias como a cartões de crédito.
Mas os pagamentos ponto a ponto, transferências eletrônicas de dinheiro feitas de uma pessoa para outra através de um intermediário, popularizados pela PayPal, só funciona com o Google Pay se vinculado a um cartão de débito.
O Google necessitará expandir amplamente as funcionalidades do aplicativo para se posicionar igualmente como um gigante, agora da tecnologia financeira.
O Google divulgou em novembro ao The Wall Street Journal seus planos de se envolver com contas correntes. "Se pudermos ajudar mais pessoas a fazer mais coisas de forma digital on-line, é bom para a Internet e bom para nós", afirmou César Sengupta, vice-presidente do Google Pay.

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