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sábado, 11 de junho de 2022

Lula denuncia venda da Eletrobrás a preço de banana e aponta crime contra o Brasil

 



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou neste sábado (11) o processo de privatização da Eletrobrás e alertou para o aumento na conta de luz com a entrega da empresa para o setor privado. 

"Cerca de 33 milhões de brasileiros estão passando fome. As pessoas são obrigadas a escolher entre comprar comida ou pagar a conta de luz, que não para de subir. E o que faz o governo? Privatiza a Eletrobrás, para aumentar ainda mais a conta de luz", escreveu o petista. 

"É dizer adeus a programas como o Luz para Todos, responsável por trazer para o século 21 cerca de 16 milhões de brasileiros que antes viviam na escuridão, sem acesso sequer a um copo de água gelada", acrescentou. 

 

 


segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Ponto Novo: Absurdo, Vereador denuncia abandono de cemitérios públicos

 


 Absurdo, Vereador denuncia abandono de cemitérios públicos



Procurado por munícipes pontonovenses indignados com as condições de conservação em que se encontra os cemitérios municipais, o vereador Nel Maia decidiu denunciar o descaso do Poder Executivo com o espaço público que deveria receber com dignidade os falecidos entes queridos das famílias de Ponto Novo, o mato toma conta de todo o local que mais parece uma capoeira.

No ‘cemitério velho’ maioria dos túmulos não podem mais ser avistados, por falta de manutenção do local a impressão que se tem é que o cemitério não passa por trabalho de limpeza a bastante tempo, caso semelhante acontece no ‘cemitério novo’.

“Esse é, infelizmente, um retrato mal acabado de uma gestão que ainda nada fez em relação a esses equipamentos públicos. Fica aqui a minha revolta, o meu lamento e a minha cobrança por melhorias”, relatou o edil.












sábado, 14 de agosto de 2021

Enquanto brasileiros pagam gasolina cara, acionistas estrangeiros levam bilhões da Petrobrás com política de Bolsonaro, denuncia Aepet

 


A Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), em nota publicada em seu portal, afirmou que a política do governo Jair Bolsonaro em relação à Petrobras tem levado a uma evasão bilionária das riquezas produzidas pela estatal petrolífera brasileira, duramente atacada pelo golpe de Estado de 2016, com a Operação Lava Jato e os governos de Michel Temer e Bolsonaro.

Segundo a entidade, “a decisão do Conselho de Administração da Petrobrás de antecipar a remuneração dos acionistas relativa ao exercício de 2021, no valor de R$ 31,6 bilhões é mais um golpe do governo Bolsonaro contra a estatal”, pois, do total, a União receberá R$ 11,6 bilhões, menos da metade. “O restante será distribuído entre os acionistas, majoritariamente estrangeiros”, destaca.

A associação afirma ainda que o valor “é o maior montante de dividendo já pago pela empresa”, o que é “resultado das privatizações e do aumento abusivo dos combustíveis”. Desde o início de 2021, o governo Bolsonaro já aumentou em 46% o preço da gasolina nas refinarias, em 40% o do diesel e em 38% o preço do GLP (gás de cozinha), informa a Aepet.

Governo a serviço dos acionistas

Para atender aos interesses dos especuladores estrangeiros, a direção da estatal mudou, em outubro de 2020, a política de distribuição de dividendos, que poderão ser pagos aos acionistas mesmo se a empresa tiver prejuízo. Desta forma, mesmo com o sucateamento da Petrobras pela política econômica do governo, os acionistas continuarão ganhando dinheiro (que está sendo levado para fora do Brasil, onde é feita a produção).

A antecipação dos dividendos, anunciada pela direção da Petrobras no último dia 4 de agosto, agradou os especuladores, fazendo disparar os DRs (certificados de ações) negociados em Nova York, segundo a Aepet. “Esse aumento especulativo aumenta ainda mais os ganhos dos acionistas que participam da Bolsa de Nova York”, diz a entidade.

“A agitação do mercado americano tem uma razão simples. No total de ações ordinárias, que têm direito a voto nas deliberações da Assembleia Geral da empresa, os acionistas não brasileiros já representam 39,28%, sendo as do estado nacional 50,50%. No total das ações preferenciais, que não têm direito a voto, mas preferência na distribuição de lucros, os não brasileiros detém 44,80% e o governo brasileiro apenas 18,48%”, destaca.

Preço de Paridade de Importação

Segundo a associação, a política de atrelamento dos preços internos dos combustíveis ao mercado externo e ao dólar, instituída por Michel Temer, “mas levada ao extremo na gestão Bolsonaro/Guedes”, apenas serve “para garantir o lucro dos acionistas estrangeiros a qualquer custo”.

Por outro lado, o Preço de Paridade de Importação (PPI) aumenta o custo dos combustíveis para o povo brasileiro, que já sofre com a carestia, a fome, o desemprego e o efeito devastador da pandemia do novo coronavírus.

“Jogam o óleo diesel para R$ 5,00 o litro e a gasolina já atingiu cerca de R$ 7,00 no centro do Rio de Janeiro. O impacto na indústria e nos transportes catapultam a inflação e os brasileiros pagam com a carestia e o aumento generalizado de preços”, ressalta a Aepet, que continua: “tudo isso para manter a atual política de preços que só atende a esses acionistas”.

Os engenheiros lembram que “a Petrobrás tem condições de oferecer seus produtos a preços bem menores sem comprometer seus desempenho em benefício das empresas e dos consumidores”.

Privatização

Contra a privatização da empresa, a entidade lembra que a Petrobrás registrou no segundo trimestre de 2021 lucro líquido de R$ 42,855 bilhões. Segundo o Dieese, só este ano, a Petrobrás já registrou em caixa o equivalente a R$ 14,7 bilhões obtidos com vendas de ativos - sendo que, do total, R$ 11,6 bilhões foram obtidos com a privatização da BR Distribuidora. 

Isto é, lembra a nota, “só a venda da subsidiária vai bancar mais da metade da primeira parcela da antecipação de dividendo que a Petrobrás pretende pagar aos acionistas ainda em agosto”. Um prejuízo enorme, pois o custo da privatização pouco arrecadou para os cofres brasileiros e servirão em grande parte para bancar a ganância dos acionistas.

Portanto, a BR Distribuidora foi privatizada e a mixaria arrecadada pela União será reenviada para fora do país. O governo Bolsonaro entregou a empresa.

Segundo a Petrobras, R$ 21 bilhões de dividendos serão antecipados este mês e a segunda parcela, R$ 10,6 bilhões, será paga em dezembro.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Base do governo está transferindo recursos do Fundeb para escolas privadas, denuncia Natália Bonavides

 


O Fundeb foi criado no Governo Lula para ampliar o investimento na educação básica pública. Bolsonaristas querem abrir a possibilidade de uso deste recurso em escolas privadas, filantrópicas e sistema S

A deputada federal Natália Bonavides (PT) denunciou nas redes sociais nesta quinta-feira, 10, que a base do governo de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados está dando um “golpe” e “destruindo o Fundeb, votando para retirar recursos da escola pública para dar às escolas privadas”.

O deputado Paulo Pimenta (PT) lembrou no Twitter que “o Fundeb foi criado no Governo Lula para ampliar o investimento na educação básica pública”. “Com nossa luta aprovamos a prorrogação. Hoje, a direita e bolsonaristas, infelizmente abrem a possibilidade de uso deste recurso em escolas privadas, filantrópicas e sistema S”, denunciou.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

MP denuncia Flávio Bolsonaro por corrupção e diz que senador usou R$ 2,7 milhões de 'rachadinha'




Nesta segunda-feira (28), o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou o senador Flávio Bolsonaro e seu ex-funcionário, Fabrício Queiroz, por diversos crimes, acusando o senador de usar R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo, fruto do esquema de "rachadinha" na ALERJ.

A denúncia do MP-RJ ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra Flávio Bolsonaro e o subtenente da Polícia Militar e ex-assessor do senador, Fabrício Queiroz, vem após mais de dois anos de investigações.
Conforme publicou o jornal O Globo, a investigação de cerca de 300 páginas concluiu que Flávio agiu como líder de uma organização criminosa com a ajuda de Queiroz, que operou o esquema de corrupção do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). Os dois foram acusados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

© FOTO / REPRODUÇÃO / TWITTER
Ex-PM Fabrício Queiroz (primeiro à dir.) ao lado de policiais militares e do seu ex-patrão, Flávio Bolsonaro (primeiro à esq.)
Os dados obtidos pelos investigadores apontam que o senador da família Bolsonaro utilizou ao menos R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo no esquema de rachadinhas que liderava na ALERJ, sendo que o valor foi observado a partir de pelo menos três métodos de lavagem de dinheiro.
As investigações tiveram início em 2018 após um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações suspeitas nas contas de Fabrício Queiroz, que segue preso no Rio de Janeiro desde junho, depois de ser encontrado na casa do advogado de Flávio, Frederick Wassef, em Atibaia, no interior de São Paulo.

© AP PHOTO / SILVIA IZQUIERDO
Candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), vota no Rio de Janeiro junto ao seu filho Flávio, em 7 de outubro de 2018
Após quebra de sigilo bancário e fiscal de 106 pessoas, o MP-RJ obteve provas das rachadinhas, esquema no qual 23 assessores de Flávio devolviam a maior parte de seus salários a Queiroz, que organizava a coleta e distribuição dos valores. Alguns dos assessore eram "funcionários fantasmas". Entre os ex-assessores estão parentes de milicianos, parentes da ex-esposa de Jair Bolsonaro, além de familiares, vizinhos e amigos de Queiroz.
A investigação aponta que o dinheiro era lavado e repassado ao filho do presidente Jair Bolsonaro por meio de transações imobiliárias, pela loja de chocolates do senador e também pelo pagamento de despesas pessoais de Flávio com dinheiro vivo.
O esquema teria funcionado por pelo menos 11 anos e envolve, além dos assessores, o sócio de Flávio na loja de chocolates, Alexandre Santini, o empresário imobiliário Glenn Dillard e o policial militar Diego Ambrósio, dono de uma empresa de vigilância.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Caatinga do Moura de Jacobina: Novinha de 16 anos denuncia que foi estuprada


Imagem ilustração


Adolescente de 16 anos denuncia que foi estuprada  


Uma adolescente de iniciais B.B., de 16 anos, usou as redes sociais para denunciar que foi vitima de estupro na madrugada de segunda-feira(06) no distrito de Caatinga do Moura de Jacobina.

Em um texto que causa revolta a jovem relata que estava na casa de um amigo e quando decidiu retornar para casa, um dos convidados lhe ofereceu carona, lhe levando por um atalho e praticando o estupro.

Segundo informações, a jovem prestou queixa na Delegacia de Jacobina e o acusado que tem em torno de 30 anos está sendo procurado pela polícia.

"Era 01:15 na madrugada de domingo pra segunda quando pedir pra ir embora da casa de um amigo, e esse amigo falou que não tava com condições de me levar e um rapaz se ofereceu ao ouvir nossa conversa.

Eu estava feliz, já tinha dançado, resenhado, mas vi que tinha chegado meu limite, só queria ir embora...
No meio do caminho me deparei com uma surpresa, o tal rapaz pegou um atalho, parou a moto que estávamos e falou que não daria essa viagem se eu não transase com ele.

Comecei a chorar horrores, com medo do que poderia acontecer. Pedi pra que me levasse de volta pra onde eu estava e ele disse que me levaria de boa pra casa, que tudo bem se a gente não transase...
Continuamos o caminho e novamente ele pegou outro atalho e repetiu:

Ou você me dá ou te deixo aqui no meio do mato.
O desespero, o medo, não me deixou sair correndo, eu só queria ir pra casa...
Me colocou de costas na moto e começou o ato, mas por eu estar chorando muito e gritando (pior coisa que ja passei em toda ninha vida) ele parou. Mando eu vestir minha roupa e falou que me levaria pra casa.

Eu não conseguia falar, só chorar, até que lembrei de registrar alguma coisa e gravei um áudio na hora do desespero.
Fui ameaçada de morte caso eu contasse pra alguém, me ofereceram resolver isso amigavelmente.
Eu iria ganhar 200 reais pra continuar calada..

Como se 200 reais iria fazer eu esquecer tudo que passei, estou tendo crise de ansiedade por hora, tudo me assusta, meu psicológico ainda nao se acostumou com tudo isso... Principalmente pelos julgamentos, que eu sabia que ia ter muitos. Eu quero minha Justiça, eu quero esse monstro fora da sociedade, se fez com uma faz com outra, isso não pode ficar assim" escreveu a jovem.




segunda-feira, 1 de junho de 2020

Moro denuncia novo crime de Bolsonaro: ele queria promover rebelião armada contra prefeitos e governadores


O ex-ministro Sergio Moro fez uma denúncia gravíssima contra Jair Bolsonaro. Disse que ele pretendia flexibilizar o porte de armas para proteger milícias e facilitar uma guerra civil no Brasil, com rebeliões armadas contra prefeitos e governadores que defendem medidas de isolamento social


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O ex-ministro Sergio Moro foi ao Twitter nesta manhã e fez uma denúncia gravíssima contra Jair Bolsonaro. Disse que ele pretendia facilitar o porte de armas para impulsionar rebeliões armadas contra prefeitos e governadores, abrindo espaço para uma guerra civil no Brasil. “Sobre políticas de flexibilização de posse e porte de armas, são medidas que podem ser legitimamente discutidas, mas não se pode pretender, como desejava o presidente, que sejam utilizadas para promover espécie de rebelião armada contra medidas sanitárias impostas por governadores e prefeitos, nem sendo igualmente recomendável que mecanismos de controle e rastreamento do uso dessas armas e munições sejam simplesmente revogados, já que há risco de desvio do armamento destinado à proteção do cidadão comum para beneficiar criminosos”, disse Moro.
Além de indicar a proteção às milícias, Moro afirmou também que “a revogação pura e simples desses mecanismos de controle não é medida responsável”. Confira seu post:

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