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domingo, 17 de maio de 2026

Policia: Suspeito que saiu da Bahia para matar ex-namorada no Paraná tinha cópia da chave da casa da vítima

 


Natan de Souza Brito, de 28 anos, preso após sair da cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, para matar a ex-namorada Thainara Cavalcante, na cidade de Terra Roxa, no Paraná, tinha uma cópia da chave da casa da vítima. Ele confessou o crime à polícia.

Segundo as investigações, o suspeito percorreu cerca de 2 mil quilômetros até a residência da vítima após descobrir, por meio das redes sociais, que ela estava em um novo relacionamento. Na madrugada de quinta-feira (14), ele pulou o muro da residência e usou a chave que ainda mantinha para entrar no imóvel sem levantar suspeitas. Thainara foi atacada com golpes de faca e morreu ainda no local.

Após o feminicídio, o suspeito deixou a residência e seguiu para a cidade de Toledo, também no oeste do Paraná. De acordo com a polícia, ele tomou banho, trocou de roupa e depois procurou uma delegacia para se entregar.

Natan foi autuado em  flagrante por feminicídio e segue preso à disposição da Justiça. O caso segue sendo investigado.


sábado, 11 de setembro de 2021

Clima e Meio Ambiente: FOTOS de satélites revelam maior redução de caudal do Paraná na Argentina em 77 anos

 


O rio Paraná na Argentina tem sido fortemente afetado pela grave seca desde ao menos 2019, indicam fotos publicadas pela Comissão Nacional Argentina de Atividades Espaciais.

O rio Paraná, o segundo maior na América do Sul, está sofrendo grande diminuição de caudal em sete das províncias por onde passa na Argentina, advertiu na quarta-feira (8) a Comissão Nacional Argentina de Atividades Espaciais (CONAE, na sigla em espanhol).

Grupo de satélites SAOCOM da Comissão Nacional Argentina de Atividades Espaciais registra redução drástica no nível de água do rio Paraná
Grupo de satélites SAOCOM da Comissão Nacional Argentina de Atividades Espaciais registra redução drástica no nível de água do rio Paraná

"O rio Paraná está sofrendo um evento de águas extraordinariamente baixas, devido a uma intensa e prolongada seca em sua bacia superior, no Brasil. Desde 1944 que não se observava tal situação, o que tem tido um enorme impacto nos múltiplos usos do rio", notou o hidrologista Marcelo Uriburu Quirno.

Satélites SAOCOM 1A e SAOCOM 1B da Argentina registram redução drástica no nível de água do rio Paraná
Satélites SAOCOM 1A e SAOCOM 1B da Argentina registram redução drástica no nível de água do rio Paraná

Para chegar a essa conclusão, a CONAE comparou as imagens tiradas pelo satélite SAOCOM 1A em 2019 com aquelas fornecidas pelo SAOCOM 1B em 2021. O declínio da água é visível nas áreas de cor marrom.

"Os satélites SAOCOM 1A e 1B foram projetados para fornecer dados sobre os níveis de água nos solos e o estado das bacias hidrográficas; são muito sensíveis às mudanças nas massas de água e fornecem dados de altíssima qualidade, o que nos permite, entre outras coisas, identificar bancos de areia que estão expostos, ilhas mais expostas e a forma como a umidade e os cursos d'água estão secando", disse Sandra Torrusio, gerente de Ligação Tecnológica do CONAE.

"Diante de emergências como esta, que tem sete províncias no limite, o trabalho coordenado pelo chefe de Gabinete entre os governos nacional, provincial e municipal é muito importante, junto com as agências de ciência e tecnologia e os encarregados de responder à situação através do Sistema Nacional de Gestão Integrada de Riscos [SINAGIR, na sigla em espanhol]", continuou, citada na sexta-feira (10) pela agência argentina Télam.

Formação de ilhas no meio do rio Paraná na Argentina, provocada pela seca na bacia superior, no Brasil
Formação de ilhas no meio do rio Paraná na Argentina, provocada pela seca na bacia superior, no Brasil

Segundo ela, a situação no Paraná está sendo monitorizada pela Unidade de Emergência e Alerta Precoce da CONAE desde ao menos 2020.

sábado, 26 de junho de 2021

Médico de 44 anos vacinado com as 2 doses e sem comorbidades morre de Covid no Paraná

 


O ortopedista Leonardo Oliveira Nobre, 44 anos, morreu na quarta-feira (23) após contrair a covid-19, em Curitiba, mesmo após ter sido imunizado contra o vírus. Em relação há quanto tempo Leonardo havia tomado a segunda dose da vacina, o Hospital Marcelino Champagnat disse que não sabe exatamente a data, apenas afirmou que o médico foi imunizado junto com todos os profissionais de saúde. Questionada se ele tomou a segunda dose duas semanas antes de contrair a covid, a assessoria da unidade hospitalar afirmou: “Ele tomou com profissionais da saúde. Já faz mais tempo que isso”.


Segundo o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), o médico também não tinha comorbidades e deixou dois filhos pequenos. “Sem comorbidade e imunizado com as duas doses da vacina, ele teve complicações pela covid-19. Sua morte eleva para pelo menos 78 o total de médicos falecidos no Paraná por causa da doença”, informou.


O funeral ocorreu na quinta-feira (24), em cerimônia restrita à família no Crematório Vaticano, em Almirante Tamandaré. Não houve velório. Natural de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Leonardo morava em Curitiba, no Paraná, e era chefe do Grupo do Ombro do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Universitário Cajuru/PUCPR e presidente da Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT-PR. “Tristeza sem fim”, comentou um parente próximo.


“Mortes, mesmo entre pessoas vacinadas, é um fenômeno que, infelizmente, está dentro do esperado. É importante lembrar que não existe nenhuma vacina 100% eficaz. Todas elas são muito úteis, mas existe o que chamamos de ‘falha vacinal’. Casos graves e até mortes ocorreram e vão ocorrer ocasionalmente. Recentemente, os Estados Unidos reportaram 160 casos de mortes de imunizados com vacinas bastante eficazes. O risco existe, mas ele é pequeno, e é importante que se entenda que para cada caso em que a vacina falha, há centenas de outros que ela funciona e previne. Isso acontece com todas as vacinas”, explica Marco Safadi, infectologista e presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira Pediatria (SBP).


Revista Crescer

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Governo Bolsonaro pagou R$ 9 milhões em bombons a empresa cuja sede fica em casa no Paraná


 

Segundo a deputada Jandira Feghali (PCdoB), entre as especificações da empresa Estela Panificadora e Confeitaria está o comércio de doces para revendedores de rua, como ambulantes

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) divulgou na noite desta terça-feira (26) que a empresa de quem o governo Jair Bolsonaro comprou R$ 9 milhões em bombons em 2020 tem como sede uma casa na cidade de Campo Largo, Paraná.

"Essa empresa vendeu em larga escala milhões de bombons pro Governo, a princípio com R$ 89 a unidade. Ou uma caixinha. Entre as especificações da empresa está o comércio de doces para revendedores de rua, como ambulantes", escreveu a deputada Jandira Feghali pelo Twitter. 

Segundo dados do Ministério da Economia, no último ano, todos os órgãos do Executivo pagaram, juntos, mais de R$ 1,8 bilhão em alimentos – um aumento de 20% em relação a 2019. Entre outros gastos absurdos do governo Bolsonaro com alimentos em 2020, está a despesa de R$ 15,6 milhões com leite condensado. Em cada lata do produto, o governo pagou R$ 162. A empresa que forneceu fica no subsolo de um prédio comercial.

Nesta terça-feira, os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e os deputados federais Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo que o órgão investigue os gastos do Executivo em alimentação.

 

 


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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Fisiculturista campeão morre de Covid-19 no Paraná

 


Roberto Gervásio, de 40 anos, morreu no último sábado (12), vítima de complicações da Covid-19. O fisiculturista estava internado em Curitiba, no Paraná, há 21 dias. A vítima teve 75% dos pulmões comprometidos pela infecção do coronavírus, de acordo com a família.


“Cerca de 75% do pulmão ficou comprometido. Não tinha comorbidade, pois sempre foi uma pessoa muito cuidadosa. Foi uma surpresa, já que não bebia, não fumava e seguia uma alimentação de atleta. Foi algo bem inesperado mesmo”, disse Kelvin Tavares, irmão de Roberto.

Kelvin também falou como a vítima contraiu a doença. “Ele foi trabalhar em São Paulo e acreditamos que tenha retornado contaminado. Ele foi três vezes ao hospital antes de ser internado. Era uma ótima pessoa, bem esforçada e sorridente. O Roberto sempre seguia o protocolo, tanto que não queria visita de amigos ou parentes em casa”, contou.


sábado, 10 de outubro de 2020

Socorrista do Samu morre por Covid-19, no Paraná

 

Erlon Pimentel, de 34 anos, era casado e tinha uma filha de três anos — Foto: Reprodução/RPC


Erlon Pimentel, de 34 anos, era casado e tinha uma filha de três anos. Ele ficou internado mais de um mês e morreu na noite de quinta-feira (8).

Um socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que trabalhava em Curitiba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana, morreu por complicações do novo coronavírus.

Erlon Pimentel tinha 34 anos e trabalhava no Samu há dez. Ele ficou internado mais de um mês e morreu na noite de quinta-feira (8).


O socorrista era casado e tinha uma filha de três anos.


terça-feira, 28 de julho de 2020

Potencial pandêmico de vírus descoberto no Paraná deixa em alerta pesquisadores da Fiocruz


"Desde 2005, a variante do vírus influenza A H1N2 já foi encontrada outras 25 vezes. Mas esta que identificamos em uma amostra de Ibiporã, no Paraná, é diferente de todas as demais já descobertas no mundo", diz a virologista e chefe do IOC/Fiocruz, Marilda Siqueira


Uma nova variante do vírus A H1N2 transmitida de porcos para humanos descoberta no Paraná vem deixando em alerta os cientistas da Fiocruz. Segundo reportagem do jornal O Globo, os estudos visam avaliar a capacidade de transmissão e o potencial pandêmico da variante do vírus influenza. 

“Desde 2005, a variante do vírus influenza A H1N2 já foi encontrada outras 25 vezes. Mas esta que identificamos em uma amostra de Ibiporã, no Paraná, é diferente de todas as demais já descobertas no mundo”, diz a virologista e chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Marilda Siqueira. “Mas não sabemos ainda o que isso significa, se lhe confere mais risco ou menos. É por isso que vamos buscar outros possíveis casos”, completou. 
De acordo com a reportagem, o primeiro caso no mundo foi descoberto em uma jovem de 22 anos que se recuperou completamente. “Ela provocou um caso gripal leve, uma moça de 22 de anos, que trabalhava num matadouro em Ibiporã, no Paraná. Ela adoeceu em abril, mas se recuperou totalmente. Essa variante do vírus influenza A H1N2 tem potencial pandêmico, mas isso não quer dizer que vá causar pandemia”, ressalta a virologista.
Ainda segundo ela, o potencial pandêmico é semelhante ao do novo vírus descoberto recentemente na China. “Diria que o potencial de causar pandemia é o mesmo. Sendo que o novo vírus influenza identificado na China (G4 EA H1N1), pelo que se sabe, infectou somente os porcos. Este daqui do Brasil foi transmitido para seres humanos”, destaca.
“Precisamos manter vigilância intensa e constante porque as pandemias de H1N1 e do coronavírus Sars-CoV-2 deixam mais do que evidente como vírus respiratórios podem ser devastadores. Então, precisam ser detectados e contidos no início”, afirma. 

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