Sidnei Piva, dono da ITA (do grupo Itapemirim), que cancelou todos os voos da empresa na sexta-feira (17), comprou há pouco tempo uma cobertura de R$ 12 milhões na refinada Riviera de São Lourenço, um condomínio praiano na cidade de Bertioga (SP). O dono da companhia aérea deixou 40 mil passageiros sem poder viajar neste fim de ano, naquilo que o jurista qualificou como um “crime planejado contra o consumidor”.
Piva pagou cerca de R$ 12 milhões pelo imóvel, no edifício Athenas. Estima-se que tenha gasto mais R$ 5 milhões na reforma que fez no apartamento, que não apresentava as condições ideais para moradia, segundo Piva -informa o jornalista Lauro Jardim em O Globo.
Além do caso da companhia aérea, o grupo Itapemirim é acusado de outro golpe por centenas de investidores, ao lado das empresas Extrading Exchange & Trading Platform e Future Design Solutions Ltda (FDS). O grupo não devolveu cerca de R$ 400 mil investidos nas criptomoedas CrypTour, moeda digital lançada em julho deste ano pela Itapemirim, e não deu mais mais acesso à plataforma da Extrading, que foi retirada do ar, para pedir o resgate ou simplesmente ter acesso a informações sobre o destino do dinheiro.
Assista dois vídeos com protestos nos aeroportos que se espalharam desde a sexta-feira:
Ao saber que o STF poderia entrar com pedido de prisão contra si, Salles preferiu deixar a cadeira de ministro mesmo com insistência de Bolsonaro para que "enfrentasse" o Supremo.
Na quarta-feira (23), o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pediu ao presidente, Jair Bolsonaro, para deixar o cargo.
De acordo com o jornal Estadão, Salles decidiu deixar o posto após saber na terça-feira (22), por meio de um colega, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pediria sua prisão.
Segundo a mídia, em conversa com o presidente antes de pedir demissão, o ainda ministro agradeceu a confiança, mas disse que não tinha mais como continuar na equipe.
Bolsonaro teria insistido que ele ficasse e enfrentasse o STF, mas Salles respondeu que, além de levar a crise para o centro do governo, temia pela segurança da mãe, também investigada.
O pedido de prisão teria como fundamento suspeitas de que o ex-ministro estaria atuando para prejudicar as investigações sobre contrabando de madeira ilegal. Ao pedir demissão, Salles esvaziou essa justificativa, uma vez que não tem mais poder algum no ministério.
A mãe de Salles será investigada pela Polícia Federal por ser sua sócia em escritório de advocacia em São Paulo. A partir do momento que o ex-ministro está com suas operações financeiras sob investigação, o escritório entraria nas apurações, segundo a mídia.
Realizada na manhã desta quinta-feira (6), uma operação com 200 policiais civis na comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio de Janeiro, deixou ao menos 25 mortos.
Diversos vídeos foram publicados nas redes mostrando o terror em meio ao intenso tiroteio entre policiais e traficantes. O agente André Frias, da Delegacia de Combate às Drogas, foi baleado na cabeça. Ainda não foram revelados os nomes das outras 24 pessoas mortas.
A ação registra o maior número de mortes pela polícia em uma comunidade desde o início desde julho de 2016, segundo a plataforma digital Fogo Cruzado.
Thedra Saucha nasceu no Rio de Janeiro e graduou-se pela Escuela Latinoamericana de Medicina (ELAM), em Cuba. Há alguns meses, ela e sua companheira, Ramonyele Martins, fixaram residência em Salto do Lontra (PR), município no qual Thedra prestava atendimento médico.
(Ao final confira a entrevista que fizemos com Ramonyele, que conta com detalhes o ocorrido com a Dra. Thedra Saucha).
Na última quarta-feira (14/04), em decorrência de complicações provocadas pela Covid-19, a Dra. Thedra faleceu. Durante sua luta contra a doença, a doutora enfrentou ainda uma série de dificuldades. Segundo relata Ramonyele, que esteve com Thedra durante todo o processo, alguns meses após o início do exercício de sua profissão na cidade, a médica passou a receber uma série de ameaças por parte do Secretário de Saúde do município, que exigia que a mesma cumprisse uma carga horária superior a firmada em seu contrato com a prefeitura. Como conta Thedra, em carta escrita poucos dias antes de sua segunda internação:
“Eu, Thedra Saucha,35 anos, médica pós graduada, sem nenhum processo judicial ou em meu conselho de classe que desabone o exercício da minha profissão, gostaria de tornar pública as perseguições que venho sofrendo por parte do secretario de Saúde do município de Salto do Lontra onde vim morar e trabalhar desde final de 2020. Que fique claro que meu título eleitoral é do RS, e a gestão passada é do mesmo lado que a atual.
Tinha com o município dois contratos, um credenciamento por chamamento público para plantões e outro de procedimentos/consultas PSF.
No início de fevereiro, o Sr. Valdecir me chamou à sua sala e me cobrou que eu cumprisse 40 horas semanais, sendo que o contrato assinado não exige horário. O mesmo afirmou que caso eu não me adequasse a ele (secretário), que em março o meu contrato seria cancelado. Continuei cumprindo única e exclusivamente o que constava no contrato que assinei. Em março o Sr. Valdecir me trocou de posto esperando que eu não me adaptasse e por conta sairia, não aconteceu, permaneci no posto novo”.
O secretário de Saúde não satisfeito, me tirou da escala de plantões do Pronto Socorro onde eu mantinha as terças-feiras noturnas fixas, e alguns plantões que fazia no Covid. Sem aviso, sem justificativa… meu nome apenas não estava mais nas escalas. Mas como existe um chamamento público na qual minha empresa está devidamente credenciada, outros colegas sem nem terem empresa estão fazendo plantões, mas a justiça e o Ministério Público já estão sabendo.
Além das ameaças e mudanças de seus locais de trabalho, Thedra ainda teve seu contrato rescindido. Mesmo estando internada e apresentando todos os atestados médicos necessários para justificar sua ausência.
No dia 19 de março testei positivo para o covid-19, dia 27 fui internada no hospital de Santa Izabel, todos os atestados foram protocolados devidamente na prefeitura. No dia 31 de março, o Sr. Valdecir publica um documento exigindo que eu forneça médico no prazo de 24 horas com rescisão contratual automática caso o prazo não seja cumprido. O pediatra do posto também ficou afastado devido ao covid-19, não repôs médico, nem teve seu contrato cancelado, mas a justiça e o Ministério Público estão sabendo.
Recebi alta médica dia 2 do corrente, com prescrição de oxigênio em casa e repouso absoluto. Dia 4 solicitei ao pronto socorro que trouxessem oxigênio. Me foi dito que só após a meia noite pois não tinha quem levasse. Com medo e um torpedo pequeno apenas de oxigênio, solicitei à secretaria de saúde de Nova Prata, Sra. Vanda, que me emprestasse um cilindro. Na mesma hora me foi cedido. Logo percebi o que acontecia de fato no Salto do Lontra.
No dia 5 fui realizar a tomografia evolutiva, meus pulmões estão com 70% de comprometimento. A noite avisei ao Pronto Socorro sobre a troca do oxigênio pois não chegaria até as 2 da manhã. Fui orientada que o Sr. Valdecir, secretário de Saúde, NÃO autorizava e entrega de oxigênio à minha residência ( que fica há 5 minutos do PS), que eu teria que pegar com meus próprios meios. Fui, conectada a máscara de oxigênio, com um torpedo dentro do carro, eu e minha esposa aos prantos temendo pela minha vida, pois não temos família aqui, somos apenas eu e ela. Chegando ao PS por volta das 21 horas, 3 ambulâncias ociosas. Prontamente a equipe de plantão virou o banco do meu carro e alguns com lágrimas nos olhos diziam “ sinto muito dra.”.
Para saber os detalhes do caso, assista a entrevista de Romanyele Martins, companheira de Thedra Saucha.
Infelizmente, o que temos visto no Brasil é mais do que o descaso, a inação e o despreparo por parte de governos. O que tem ocorrido é uma ação coordenada de “deixar morrer”, política que tem resultado em centenas de milhares de pessoas pagando com suas próprias vidas.
Os exames que mostram o agravamento do quadro da Dra. Thedra:
Confira carta completa de Thedra Saucha:
Obs. A data da carta é 07/04/2020
A carta foi postada nas redes por Ramonyele Martins, esposa da Dra. Thedra Saucha.
Ao comentar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial, que cria um novo auxílio, o ministro associou a recuperação econômica ao processo de imunização da população.
Nesta sexta-feira (5), o ministro da Economia, Paulo Guedes, tentou amenizar o discurso do presidente Jair Bolsonaro sobre o processo de vacinação no país. Segundo ele, o mandatário pode não ter deixado clara sua preocupação com a saúde e a imunização da população por "infelicidade".
"Nós não podemos deixar a economia se desorganizar, é muito importante isso. Essa mensagem que o tempo inteiro o presidente tem tentado passar também que, talvez, por infelicidade, não deixou claro o problema da saúde, da vacinação em massa", declarou Guedes, conforme publicado pelo Estadão.
A entrevista dada à imprensa foi sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial, que autoriza uma nova rodada do auxílio, mas o tema das vacinas, inevitavelmente, acabou surgindo. O texto, aprovado pelo Senado na última quinta-feira (4), deve ser analisado pela Câmara na semana que vem.
"Mas a agonia dele [Bolsonaro] com a economia é a seguinte: se você der o auxílio, chegar lá, a prateleira estiver vazia, todo mundo com dinheiro na mão, a inflação, falta de alimentos… Então temos que manter os sinais vitais da economia funcionando, como fizemos no passado", afirmou o ministro.
Enfermeira aplica dose da CoronaVac, vacina contra a COVID-19, em idoso em São Gonçalo, no Rio de Janeiro
Na quinta-feira (4), Bolsonaro criticou aqueles que têm cobrado que o governo federal compre vacinas contra a COVID-19.
"Tem idiota nas redes sociais, na imprensa, [dizendo] 'vai comprar vacina'. Só se for na casa da tua mãe! Não tem para vender no mundo!", disse o presidente a apoiadores em Uberlândia (MG).
Ao falar sobre o agravamento da pandemia, Guedes defendeu a imunização para ajudar na recuperação econômica diante de uma "tragédia que voltou a nos atingir".
"Isso é a coisa mais importante que nós temos agora. O presidente sempre falou, a economia e a saúde andam juntas. Então, é a vacinação em massa, se não a economia não sustenta, ela volta a cair ali na frente", disse o ministro.
A jovem Ana Beatriz de Carvalho, uma das vítimas do acidente na BR-101, no sul da Bahia, que deixou outras 3 pessoas mortas, faria 24 anos nesta quarta-feira (18). A informação é de familiares dela, que preferiram não gravar entrevista, mas falaram com a equipe da TV Santa Cruz nesta quarta-feira.
Ana Beatriz seguia com o namorado, Luiz Estevão Meneses Neto, de 25 anos, em um carro, quando houve a batida frontal com o outro veículo de passeio, onde estavam quatro pessoas. O acidente ocorreu entre Itabuna e o trevo de Itajuípe, no sul da Bahia.
No segundo carro morreram Maria da Conceição, de 57 anos, e a mãe dela, Doralice Maria de Jesus, de 99 anos, que viajavam no banco de trás. O motorista do carro e outro homem que seguia no banco de passageiro ficaram feridos e foram levados para o Hospital de Base, em Itabuna. Não há detalhes do estado de saúde deles.
Na manhã desta quarta, foram realizados os velórios de três das vítimas. Ana e Luiz foram velados e sepultados no Cemitério Campo Santo, em Itabuna. Já Maria da Conceição foi velada em Itajuípe. Na manhã desta quarta, o corpo da mãe dela, Doralice Maria, ainda não tinha sido liberado para enterro.
Segundo familiares das vítimas, Ana Beatriz era cunhada do prefeito de Coaraci, Jadson Albano. Ela e Luiz voltavam de Coaraci, sentido Itabuna, pois Ana tinha ido fazer uma visita a familiares que moram no município. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um dos veículos invadiu a contramão perto de uma lombada, o que pode ter provocado o acidente.
“Um dos veículos, por algum motivo, perdeu o controle da direção e invadiu a faixa contrária, causando o acidente”, explicou o policial rodoviário federal, Tarcísio Melo, que esteve no local. Durante o tempo do trabalho da perícia técnica e remoção dos veículos, chegaram ao local parentes das vítimas. G1
Cabala: O poder dos Anjos
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Na imaginação, misturam-se a imago (imagem) e a essentia (essência) do
Pássaro e do Homem, para que se construa a transparência do Anjo (do grego
“ág...