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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

É possível ver 'filme' inteiro da vida logo antes de morrer? Pesquisadores acreditam que sim

 


Um grupo de pesquisadores internacionais analisou os últimos momentos da vida de um paciente de 87 anos internado em um hospital.

Os cientistas analisaram os 30 segundos antes e depois da morte de um paciente com 87 anos de idade que havia sido internado após uma queda que provocou hemorragia cerebral. Os pesquisadores realizaram um eletroencefalograma (EEG) para analisar a atividade elétrica em diferentes partes do cérebro. Contudo, no processo o doente faleceu de ataque cardíaco.

"Analisamos a gravação contínua de EEG de um cérebro humano durante o período de transição para a morte. A análise espectral revelou um aumento na potência gama absoluta após a supressão da atividade neuronal em ambos os hemisférios, seguido por uma diminuição acentuada após a parada cardíaca", escreveram os cientistas no estudo.

De acordo com os pesquisadores, a intrigante reação do cérebro determinada pelo aumento das atividades alfa e gama pode ser o equivalente à situação muito comum em filmes de Hollywood, em que a personagem vê um filme da sua própria vida logo antes de morrer.

"[Esta reação] está relacionada a processos cognitivos e recuperação de memória em indivíduos saudáveis, é intrigante especular que tal atividade poderia apoiar uma última 'lembrança da vida' que pode ocorrer no estado de quase morte", explicaram os especialistas.

No entanto, os autores do estudo, publicado na revista científica Frontiers in Ageing Neuroscience, ainda são cuidadosos com o resultado deste trabalho, porque se trata apenas de um caso e o paciente em questão havia sofrido uma lesão traumática na cabeça, que poderia afetar de alguma forma as ondas cerebrais.

Mas mesmo assim os resultados são animadores, o professor de neurociência da Universidade de Sussex, no Reino Unido, Anil Seth acredita que o recente estudo pode ser comparado com um outro trabalho que fez o mesmo tipo de análise, porém nos últimos segundos de vida de roedores.
Inteligência artificial (imagem ilustrativa) - Sputnik Brasil, 1920, 08.01.2022
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Seth afirmou, em entrevista ao The Guardian, que o recente projeto "estende o trabalho de cerca de dez anos atrás, mostrando 'explosões' características de atividade cerebral em roedores antes da morte, com alguma atividade cerebral persistindo mesmo após a parada cardíaca".

"Este estudo, ao mostrar descobertas semelhantes em um humano à beira da morte, é ao mesmo tempo comovente e fascinante, mas se a atividade está relacionada a qualquer tipo particular de experiência subjetiva, sejam as chamadas 'experiências de quase morte' ou impressões de vida passando diante de nossos olhos, é impossível dizer, e provavelmente continuará assim", disse Anil Seth.

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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Médica deixou carta denunciando dificuldade de conseguir oxigênio antes de morrer de covid-19

 


Thedra Saucha nasceu no Rio de Janeiro e graduou-se pela Escuela Latinoamericana de Medicina (ELAM), em Cuba. Há alguns meses, ela e sua companheira, Ramonyele Martins, fixaram residência em Salto do Lontra (PR), município no qual Thedra prestava atendimento médico.

(Ao final confira a entrevista que fizemos com Ramonyele, que conta com detalhes o ocorrido com a Dra. Thedra Saucha).

Na última quarta-feira (14/04), em decorrência de complicações provocadas pela Covid-19, a Dra. Thedra faleceu. Durante sua luta contra a doença, a doutora enfrentou ainda uma série de dificuldades. Segundo relata Ramonyele, que esteve com Thedra durante todo o processo, alguns meses após o início do exercício de sua profissão na cidade, a médica passou a receber uma série de ameaças por parte do Secretário de Saúde do município, que exigia que a mesma cumprisse uma carga horária superior a firmada em seu contrato com a prefeitura. Como conta Thedra, em carta escrita poucos dias antes de sua segunda internação:

“Eu, Thedra Saucha,35 anos, médica pós graduada, sem nenhum processo judicial ou em meu conselho de classe que desabone o exercício da minha profissão, gostaria de tornar pública as perseguições que venho sofrendo por parte do secretario de Saúde do município de Salto do Lontra onde vim morar e trabalhar desde final de 2020. Que fique claro que meu título eleitoral é do RS, e a gestão passada é do mesmo lado que a atual.

Tinha com o município dois contratos, um credenciamento por chamamento público para plantões e outro de procedimentos/consultas PSF.

No início de fevereiro, o Sr. Valdecir me chamou à sua sala e me cobrou que eu cumprisse 40 horas semanais, sendo que o contrato assinado não exige horário. O mesmo afirmou que caso eu não me adequasse a ele (secretário), que em março o meu contrato seria cancelado. Continuei cumprindo única e exclusivamente o que constava no contrato que assinei. Em março o Sr. Valdecir me trocou de posto esperando que eu não me adaptasse e por conta sairia, não aconteceu, permaneci no posto novo”.

O secretário de Saúde não satisfeito, me tirou da escala de plantões do Pronto Socorro onde eu mantinha as terças-feiras noturnas fixas, e alguns plantões que fazia no Covid. Sem aviso, sem justificativa… meu nome apenas não estava mais nas escalas. Mas como existe um chamamento público na qual minha empresa está devidamente credenciada, outros colegas sem nem terem empresa estão fazendo plantões, mas a justiça e o Ministério Público já estão sabendo.

Além das ameaças e mudanças de seus locais de trabalho, Thedra ainda teve seu contrato rescindido. Mesmo estando internada e apresentando todos os atestados médicos necessários para justificar sua ausência.

No dia 19 de março testei positivo para o covid-19, dia 27 fui internada no hospital de Santa Izabel, todos os atestados foram protocolados devidamente na prefeitura. No dia 31 de março, o Sr. Valdecir publica um documento exigindo que eu forneça médico no prazo de 24 horas com rescisão contratual automática caso o prazo não seja cumprido. O pediatra do posto também ficou afastado devido ao covid-19, não repôs médico, nem teve seu contrato cancelado, mas a justiça e o Ministério Público estão sabendo.

Por fim, no dia 2, recebeu alta com prescrição de oxigênio em casa. Entretanto, quando solicitou recarga do oxigênio em sua casa, teve este direito negado — embora fosse procedimento padrão no município.

Recebi alta médica dia 2 do corrente, com prescrição de oxigênio em casa e repouso absoluto. Dia 4 solicitei ao pronto socorro que trouxessem oxigênio. Me foi dito que só após a meia noite pois não tinha quem levasse. Com medo e um torpedo pequeno apenas de oxigênio, solicitei à secretaria de saúde de Nova Prata, Sra. Vanda, que me emprestasse um cilindro. Na mesma hora me foi cedido. Logo percebi o que acontecia de fato no Salto do Lontra.

No dia 5 fui realizar a tomografia evolutiva, meus pulmões estão com 70% de comprometimento. A noite avisei ao Pronto Socorro sobre a troca do oxigênio pois não chegaria até as 2 da manhã. Fui orientada que o Sr. Valdecir, secretário de Saúde, NÃO autorizava e entrega de oxigênio à minha residência ( que fica há 5 minutos do PS), que eu teria que pegar com meus próprios meios. Fui, conectada a máscara de oxigênio, com um torpedo dentro do carro, eu e minha esposa aos prantos temendo pela minha vida, pois não temos família aqui, somos apenas eu e ela. Chegando ao PS por volta das 21 horas, 3 ambulâncias ociosas. Prontamente a equipe de plantão virou o banco do meu carro e alguns com lágrimas nos olhos diziam “ sinto muito dra.”.

Para saber os detalhes do caso, assista a entrevista de Romanyele Martins, companheira de Thedra Saucha.

Infelizmente, o que temos visto no Brasil é mais do que o descaso, a inação e o despreparo por parte de governos. O que tem ocorrido é uma ação coordenada de “deixar morrer”, política que tem resultado em centenas de milhares de pessoas pagando com suas próprias vidas.

Os exames que mostram o agravamento do quadro da Dra. Thedra:

Confira carta completa de Thedra Saucha:

Obs. A data da carta é 07/04/2020

A carta foi postada nas redes por Ramonyele Martins, esposa da Dra. Thedra Saucha.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

MÃE DE DAN STULBACH ESTÁ NA UTI COM COVID DIAS APÓS O PAI DO ATOR MORRER POR CAUSA DA DOENÇA

 


No início da semana, o ator Dan Stulbach perdeu o pai, o engenheiro Jozef Stulbach, por complicações geradas pela covid-19. Dias depois, o artista vive um novo drama familiar. Sua mãe, Ewa Parszewska deu entrada no Hospital Albert Einstein e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Segundo informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, aos 80 anos, a arquiteta e tradutora está em estado grave. Ewa está hospitalizada na mesma unidade em que o pai do ator ficou antes de falecer.


Desesperado, pai vê filho morrer em tragédia envolvendo duas carretas; "eu amo todo mundo"

 


A BR-467 foi palco de uma tragédia familiar no município de Toledo, Oeste do Paraná. Um motorista viu o próprio filho morrer após a carreta em que dirigia se envolver em um acidente. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o pai, Ademir Antônio Mateus, dirigia um caminhão na estrada, na manhã da última quinta-feira (4/2). O filho, Henrique Mateus, 23, o seguia em outro veículo parecido. 


De acordo com os policiais, na altura do quilômetro 70, as duas carretas seguiam no sentido Toledo. Um carro, que também transitava no mesmo sentido, estava com velocidade reduzida na pista rápida. Para não bater no veículo menor, pai e filho voltaram rápido para a pista da direita, mas a carreta pilotada por Henrique acabou batendo na traseira do outro caminhão. 


Depois da colisão, os veículos se moveram por aproximadamente 500 metros até parar sobre o acostamento. Uma das carretas pegou fogo, justamente a que Henrique estava. Ao contrário do pai, que não sofreu nenhum ferimento, o jovem ficou preso às ferragens. Desesperado, Ademir Antônio tentava abrir a porta, mas por conta da alta temperatura das chamas não conseguia. Ele tentou usar um extintor para apagar o incêndio, em vão.


Tudo foi registrado em vídeo por um outro motorista. O homem aconselha o senhor durante a gravação. "Não dá mais. Não dá mais", dizia. O pai desesperado, no entanto, ainda esboçava fé. "Ele está vivo. Ele estava conversando comigo". A voz de Henrique falando com Antônio ainda podia ser ouvida: "Eu amo todo mundo", gritou, antes de não resistir aos ferimentos


A PRF disse que não foi possível avaliar a velocidade do veículo que incendiou, mas a carreta do pai do jovem trafegava a 90 km/h, dentro do limite da via.  Socorristas do Corpo de Bombeiros de Toledo e Cascavel foram acionados para prestar prestar socorro às vítimas. 


Aratu On / imagem Crédito YouTube




sábado, 9 de janeiro de 2021

APÓS QUASE MORRER: Pastor que negava gravidade da pandemia muda de ideia depois de 'vale da sombra da morte'

 


O cenário fúnebre descrito na Bíblia virou uma experiência que ele encara como "totalmente real". "Era um lugar tenebroso, mas eu não sentia medo. Escuro para todos os lados, a única coisa clara era onde eu pisava, [o chão era] como um verme gigantesco com pelos, que se movimentava como esteira rolante de aeroporto." Dinho quase morreu. Duas vezes. O que era para ser uma gripezinha, conta à reportagem, "complicou bastante". Passou 51 dias na UTI de um hospital de Campo Grande (MS), onde foi intubado, submetido a uma traqueostomia e isolado após "virar um perigo para os outros pacientes" –teve dois choques sépticos quando contraiu "a pior bactéria hospitalar".


Também sofreu um enfisema que fez o ar vazar dentro do corpo. "Ficou tudo inflado do abdome para cima." Murcha ficou sua impressão de que a doença que lhe fez perder um terço dos 90 kg que tinha antes da internação não era nada demais. Em dezembro, voltou à sua igreja, Ministério Atos de Justiça, e lá admitiu: "Menosprezei um pouco a capacidade de contágio e até a gravidade da enfermidade, achando que, se tivesse Covid, seria, assim, uma gripe, e que no máximo eu ficaria distanciado da igreja por 15 dias".


Dinho retornou ao púlpito mais de cem dias depois e nele elencou o que hoje considera "avaliações erradas que fiz sobre o período da pandemia". Para começo de conversa, acha que a certa altura deu "uma relaxada". Outro equívoco: minimizar a importância do protocolo recomendado por infectologistas. "Cheguei a ficar com raiva da máscara, [dizer] 'estão colocando cabresto social nas pessoas'."


O líder evangélico agora recorre às Escrituras, mais precisamente ao livro de Levítico, que fala sobre "a praga da lepra", para defender as medidas sanitárias. Na passagem, Deus diz que cabe a sacerdotes avaliarem pústulas e estipularem um período de isolamento. "Quem ficar leproso, apresentando quaisquer desses sintomas, usará roupas rasgadas, andará descabelado, cobrirá a parte inferior do rosto e gritará: 'Impuro! Impuro!'. Enquanto tiver a doença, estará impuro. Viver á separado, fora do acampamento", diz trecho do Antigo Testamento. "Distanciamento social e máscara são bíblicos. Há 3.500 Deus já estava nos ensinando isso", afirma Dinho.


Ainda continua imunizado, contudo, contra a esquerda. Inclusive acha que há interesses econômicos por trás da disseminação global do vírus, e progressistas teriam tudo a ver com isso. "Vocês nunca viram o sr. [Bill] Gates de máscara, nem George Soros. Vocês não vão ver. Existe manipulação? Existe", afirma, evocando uma teoria da conspiração sem qualquer lastro factual (ou seja, fake news).


O pastor não sabe como contraiu o coronavírus. Talvez na igreja, talvez quando acompanhou, por dois dias, a esposa no hospital –ela foi trocar uma prótese. Primeiro sintoma: dor nas costas. Logo vieram febre e diarreia. Ele conta que tomou o "kit Covid", que contém remédios como ivermectina e cloroquina, com eficácia questionada pela maior parte da comunidade científica. "Se existe possibilidade de fazer bem, por que não tomar? O problema dessa medicação é que a discussão se tornou ideológica. Mal não me fez."


Também não ajudou. Aos 57 anos e com zero histórico de comorbidades, ele pegou uma das manifestações mais virulentas da moléstia. Dinho considera seu aniversário, em dezembro, um renascimento. Hoje, diz, "vivo pela fé, mas sou zeloso com cuidados na saúde".


Continuará pregando, até porque "tem que cuidar também da alma e do espírito, e nisso a igreja é fundamental, é necessário que as pessoas tenham esse tipo de apoio para o espírito sem descuidar do cuidado com corpo". Cultos lotados e com fiéis desmascarados, porém, estão descartados. Algum conselho para Jair Bolsonaro, o presidente que em diversas ocasiões incentivou aglomerações e diminuiu a magnitude da pandemia? Dinho diz que não. Gosta dele.

 


Antes, afirma: "Covid não é questão política, é de saúde. O vírus não é de direita nem de esquerda. Existe um exagero, uma polarização. É ruim tanto para um lado quanto para o outro. Entendo que questão econômica é fundamental. O Brasil estaria há um ano sem gerar renda se fosse fazer a vontade dos extremistas."

Anna Virginia Balloussier - Folhapress

domingo, 20 de setembro de 2020

Vocalista da Chicana esteve em um bar em Candeal onde cantou para as pessoas presentes antes de morrer



Pouco tempo depois da repercussão da morte do vocalista Tarcísio Freitas de Oliveira, o “Tay”, no início da noite de sábado, 19, ele que se consagrou na banda de Axé Chicana surgiram alguns vídeos dele cantando em um bar na cidade de Candeal no território do sisal.




Em posse de um violão ele canta uma canção que jamais esteve em seu repertório no palco, ao lado dos amigos e fãs ele mostrou talento também na música romântica com Tortura de Amor de Valdick Soriano e ‘A Desconhecida’ de Fernando Mendes e arrancou aplausos das pessoas presentes.

A cidade de Candel fica marcada para sempre como a última apresentação de Tay, já que depois que deixou a cidade cerca de 55 km de Feira de Santana onde morava capotou o carro na região do Posto Trevo e morreu na hora.

A delegada Klaudine Passos Silva, que esteve no local, informou que o veículo saiu da mão de direção e pode ter batido em uma árvore. Ainda segundo a delegada, familiares informaram que o cantor teria saído da cidade de Candeal e seguia para Feira de Santana, onde iria fechar compromissos de trabalho.

Calila Notícias







terça-feira, 15 de setembro de 2020

Pessoas que roncam têm 3 vezes mais chance de morrer de Covid-19




Uma pessoa que sofre de apneia obstrutiva tem até três vezes mais chances de falecer devido à Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus, caso seja internada. É o que apontam pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra. Além do ronco, a apneia obstrutiva do sono também pode causar engasgos. Isto porque os músculos da garganta dilatam e, com isto, podem bloquear as vias aéreas enquanto o paciente dorme. A respiração se torna intermitente, com intervalos de 20 minutos, e o ato de roncar acontece quando a pessoa “acorda”.


Os cientistas da universidade revisaram 18 outros artigos sobre apneia para chegar à conclusão de que há mais impactos caso pacientes sejam contamiandos pela Covid-19. Segundo Michelle Miller, uma das autoras, a doença do novo coronavírus é capaz de inflamar as vias da bradicinina, que regula a pressão arterial, e eleva o estresse oxidativo. Esses fenômenos também acontecem com pessoas que roncam. Logo, as chances de letalidade aumentam.

A apneia do sono tende a ser comum em pessoas com obesidade, que ingerem álcool em grande quantidade e com 40 anos ou mais. Homens e mulheres que passam pela menopausa também são acometidos pela apneia.

 IG

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terça-feira, 16 de junho de 2020

Atriz Reese Witherspoon diz que não tem medo de morrer porque sabe "que existe um paraíso"


Em nova entrevista, atriz de 'Big Little Lies' falou sobre suas crenças religiosas


Reese Witherspoon acaba de dar uma entrevista reveladora sobre suas crenças religiosas. A atriz de 44 anos, que freqüenta regularmente a igreja, disse ao LA Times que acredita que existe um paraíso e uma vida após a morte. "Não tenho muito medo, é verdade", disse a mãe de três filhos. "Existe um tempo, um propósito e um lugar, e não tenho medo da morte, porque sei que há o paraíso. Eu sei isso".

Reese Witherspoon, o marido Jim Toth e os três filhos (Foto: Instagram)
A atriz continuou: "Acredito profundamente que há um poder superior - e não sei o que é isso -, mas não tenho medo de morrer". Ela explicou ao jornal: "Muitas pessoas têm essas experiências repressivas com a religião, e eu não. Senti essa incrível aceitação e que todos têm um dom e todos somos filhos de Deus e seu objetivo no mundo é encontrar os dons que Deus lhe deu".
Também na quinta-feira, a estrela de 'Big Little Lies' e 'Legalmente Loira' postou uma foto de seu filho caçula, Tennessee, sete anos, comemorando o fim do ano letivo para o garoto, que é fruto de seu casamento com Jim Toth. Ela também é mãe de Ava, 20 anos, e Deacon, 16 anos, de seu primeiro casamento com o ator Ryan Phillippe.

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