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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Professor bolsonarista ameaça ministros do STF e diz que eles devem ser contidos “na bala”


“A elevação de ministros do STF a semideuses não está prevista na Constituição e esses canalhas têm de ser contidos, se necessário na bala”, escreveu Leopoldo Grajeda


O clima de tensão e pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) vinda de bolsonaristas aumenta à medida em que Jair Bolsonaro perde apoio e enfrenta ameaça de impeachment. 
Ministros do STF têm sido alvos constantes de ataques nas redes sociais. No último domingo, 3, o matemático Leopoldo Grajeada, professor vinculado à PUC de Minas Gerais, defendeu que os magistrados deveriam ser contidos "na bala". 
“A elevação de ministros do STF a semideuses não está prevista na Constituição e esses canalhas têm de ser contidos, se necessário na bala”, escreveu o bolsonarista em uma discussão no Facebook, como mostrou o Metrópoles. Grajeda, além de professor, é político. Em 2016 ele se candidatou a vereador em Belo Horizonte pelo PEN, mas não foi eleito.
Os ataques de bolsonaristas ao Supremo aumentaram depois da decisão do ministro Alexandre de Moraes que barrou a nomeação do delegado Alexandre Ramagem para a Direção Geral da Polícia Federal.

Zombei do ‘fique em casa’, diz comerciante que perdeu marido por Covid



"Há 15 dias, eu escutava essas palavras ‘fique em casa’ e até cheguei a zombar. Cheguei na loja e fiz um vídeo dizendo ‘fique em casa, mas quem vai pagar nossas contas no final do mês?’. Hoje eu digo, 'fique em casa'", contou Silvana Cunha, que perdeu o marido vítima da Covid


A comerciante de Santa Rita, na Grande João Pessoa (Paraíba), Silvana Cunha defendia o funcionamento do comércio e chegou a zombar do "fique em casa", ao gravar um vídeo para incentivar o isolamento social diante da pandemia do novo coronavírus.

A situação mudou quando o marido, Marco Cirino da Cunha, de 57 anos, sargento reformado da Polícia Militar, morreu na última quinta-feira (30), vítima da Covid-19.

"Há 15 dias, eu escutava essas palavras ‘fique em casa’ e até cheguei a zombar. Cheguei na loja e fiz um vídeo dizendo ‘fique em casa, mas quem vai pagar nossas contas no final do mês?’. Hoje eu digo, 'fique em casa'", lamentou Silvana, que gravou um vídeo após a morte do marido.


"Essas palavras 'fique em casa' são muito pesadas pra mim hoje, porque eu não fiquei em casa, meu marido não ficou e infelizmente faleceu. Ontem eu senti o peso delas mais ainda, quando cheguei e meu filho olhou pra mim: 'mãe, você salvou meu pai?' e eu apenas disse que não", relatou.

Silvana e o filho fizeram o teste para Covid-19 duas vezes, e todos os resultados foram negativos. Dona de uma vidraçaria em Santa Rita, Silvana fechou a loja e conta que tem sofrido preconceito na cidade devido à doença.


Foto de reunião citada por Moro mostra câmera filmando o encontro


Segundo Moro, essa reunião seria a prova de que Bolsonaro quer interferir na PF


A reunião citada por Sergio Moro em depoimento sobre a interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal contava com um cinegrafista que filmava a reunião mostra foto divulgada pelo próprio Palácio do Planalto. Segundo Moro, essa reunião seria a prova de que Bolsonaro quer interferir na PF. O governo federal, entretanto, não disse quem do governo detém o vídeo.
Moro relatou que Bolsonaro ameaçou demiti-lo nesta reunião com os ministros. Ele afirmou que o presidente disse que se Moro não concordasse com a substituição do Superintendente da Polícia Federal no Rio, trocaria o diretor-geral do órgão e o próprio ministro da Justiça.
Segundo Moro, a reunião aconteceu no dia 22 de abril e foi gravada, como indica a foto. 

Ao lado de Bolsonaro, empresário minimiza perdas humanas ao comparar ‘morte de CNPJs’ com vítimas da Covid


“Vou plagiar o ministro Paulo Guedes. Os sinais vitais. As empresas estão rodando a 40 dos 100 batimentos que eles deveriam rodar”, disse um dos dos empresários que acompanharam Bolsonaro em visita ao STF


Empresários que acompanharam Jair Bolsonaro na visita que fez sem aviso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Corte pelo fim da política de isolamento social de estados e municípios, nesta quinta-feira (8), compararam as mais de 8 mil pessoas que morreram pelo coronavírus com as suas empresas.
De acordo com reportagem do Metrópoles, um representante da indústria de brinquedos alertou para o que chamou de “morte de CNPJs”, ou seja, para morte das empresas na volta da quarentena, visto que muitas, segundo eles, não terão como honrar suas folhas de pagamento e terão que demitir trabalhadores.
“Vou plagiar o ministro Paulo Guedes. Os sinais vitais. As empresas estão rodando a 40 dos 100 batimentos que eles deveriam rodar”, disse um dos recebidos na comitiva de Bolsonaro que não se identificaram no vídeo transmitido pelas redes sociais.
“Vão sobrar empresas fragilizadas. Porque não estava rodando, estava rodando a 40 o coração estava ficando fraco e a gente não sabe se dá para rodar a 100 de novo. Aí tem a situação de que o mundo inteiro já está operacional”, acrescentou.

Descaso: Prefeito de Autazes abandona população e ignora mortos por COVID-19



AMAZONAS – Na tarde desta terça-feira (05), uma cena lamentável de desrespeito aconteceu no município de Autazes, onde familiares da idosa Anastácia, falecida no mesmo dia, tiveram que improvisar e implorar ajuda para conseguir sepultar a mulher.



Nas imagens é possível perceber que não há nenhuma organização no local que mais parece um aterro no meio da mata. 

Desesperado, o neto da falecida, identificado como Wallace Marinho de Souza, faz um apelo as autoridades, que praticamente abandonaram o cemitério, desrespeitando a população de Autazes.






   


Fonte: CM7/AMAZONAS

Bahia: Jaguarari, Jacobina e Mirangaba confirmam casos de coronavírus



A prefeitura de Jaguarari, através da Secretaria de Saúde, confirma o segundo caso positivo de Covid-19 no município.
A Vigilância Epidemiológica informa à população que o paciente que deu entrada em uma unidade de saúde do município na última terça-feira, 28, com quadro característico da doença, foi transferido para uma unidade de referencia, quando o mesmo foi submetido ao exame de Swab naso-orofaríngeo, confirmado pelo Laboratório Central – Lacen o resultado positivo para SARS-Cov2.
Na tarde desta quarta-feira, 06 de maio de 2020, o prefeito Luciano Pinheiro anunciou os dois primeiros casos de Coronavírus no município de Jacobina. Os exames para Covid-19 foram realizados pelo Lacen em Salvador. 

O prefeito pediu que a população continue ajudando a partir deste momento, pois este é um problema que iria chegar a qualquer momento, pois Jacobina tem um município de quase 100 mil habitantes.

O município de Mirangaba, na região de Jacobina, confirmou o registro de dois casos pelo coronavírus. Os pacientes, que são duas mulheres, teriam contraído a doença durante contato, fora do município, com pessoas com o Covid-19. 

Segundo a secretária de Saúde, Ivanete Almeida (Leika), as duas pacientes encontram-se em isolamento social e esão sendo assistida por uma equipe médica especializada.

De acordo com a secretária, uma das pacientes está assintomática, ou seja, é portadora da doença mas não exibe sintomas.



ASCOM PMJ

MIRANGABA - BAHIA


A Prefeitura de Jacobina informa que os 06 casos positivos tratam-se de 03 casos RT-PCR LACEN Bahia e 03 Positivos por Teste Rápido. Informe: O Ministerio da Saude considera os testes rapidos para COVID-19 confirmatorio segundo a portaria n 54/2020. #coronavirusbrazil

Homem que continuou com bar aberto durante isolamento morre de Covid-19



José tinha um bar e uma mercearia no bairro Jardim da Viga, onde morava, e abriu o local até um dia antes de ter os primeiros sintomas


Um homem e seus filhos morreram em decorrência do novo coronavírus após descumprirem o isolamento social e manterem o estabelecimento comercial deles aberto durante a quarentena. De acordo com informações do jornal Extra, José Gomes de Lima, 80 anos, e seus filhos, Liliane Souza de Lima, 51, e Leonardo Ferreira de Lima, 44, vieram a óbito na última segunda-feira (04/05), no Rio de Janeiro.

José tinha um bar e uma mercearia no bairro Jardim da Viga, onde morava, e abriu o local até um dia antes de ter os primeiros sintomas. Seis dias depois, ele morreu. “Ele começou com tosse, febre e foi piorando. A falta de ar aumentou e fomos para o hospital”, contou o outro filho, Leandro.

Três dias depois, Liliane e Leonardo começaram a sentir os sintomas.Com falta de ar e cansaço, eles procuraram ajuda médica.

Foi a última vez que estiveram juntos. “Até anteontem, eu falava com ele. Estavam com uma expectativa boa, conversando, mas o médico disse que houve uma piora. Eu acreditava que eles voltariam para casa”, desabafou.

Leandro revelou ainda que o velório do pai, apesar de ter durado pouco tempo, foi com caixão aberto, pois a causa da morte no atestado de óbito foi síndrome respiratória aguda grave.

Fonte: Metrópoles

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