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sábado, 12 de dezembro de 2020

Pressão militar dos EUA sobre Pequim pode impulsionar modernização da Marinha da China, diz jornal

 


A China deve usar a pressão militar dos EUA na região Ásia-Pacífico como força motriz para modernizar a sua Marinha, apontam especialistas militares.

Durante o fórum anual de Defesa em Washington, que se realizou na semana passada, Mark Milley, chefe do Estado-Maior Conjunto, disse que o Pentágono precisa implantar forças em toda a região e adotar armas e tecnologias avançadas para impedir que a China assuma o controle do Pacífico Ocidental.

"Se você está falando sério sobre a grande competição e sobre impedir uma guerra entre grandes potências, se você está falando sério sobre ter capacidade dominante sobre algo como a China […] 500 [navios até 2045] são provavelmente o seu bilhete de entrada", afirmou Milley.

Lu Li-Shih, ex-instrutor da Academia Naval de Taiwan em Kaohsiung, disse por sua vez que as novas implantações militares e estratégias dos EUA mostram que o país está determinado a reforçar sua vantagem sobre o Exército chinês, aponta o South China Morning Post.

"Uma China em ascensão é sempre a maior ameaça estratégica para os EUA", disse.

"A Marinha do EPL já encomendou mais navios em resposta ao plano de 500 embarcações dos EUA", ressaltou Lu Li-Shih, em alusão a um relatório divulgado no mês passado segundo o qual a China planeja construir 20 fragatas de mísseis guiados Type 054A.

"A fim de completar a sua segunda fase de modernização militar, o EPL precisa construir mais porta-aviões, destróieres, fragatas e outros navios para reduzir a diferença em relação aos EUA", comentou.

Segundo Zhou Chenming, um especialista militar chinês, o estreito de Taiwan e o mar do Sul da China são as áreas onde pode ocorrer um conflito entre as duas potências mundiais, enquanto Taipé e vários países do Sudeste Asiático saúdam o envolvimento americano.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Boa forma! Verônica Araújo, desabafa sobre pressão para mulheres voltarem ao corpo após a gestação


 A pressão pelo corpo perfeito é um fardo que as mulheres carregam, mas quando elas são conhecidas por participar de competições fitness ou fazer sucesso em programas de TV pela sensualidade do corpo, a pressão é ainda maior. A ex assistente de palco do programa humorístico "Tudo Pela Audiência", apresentado por Fábio Porchat e Tatá Werneck, e ex-campeã brasileira de fisiculturismo, Verônica Araújo, teve dois filhos nos últimos cinco anos e abandonou a carreira de atleta fitness e na TV. Nas redes sociais, ela chama a atenção ao publicar fotos que incentivem mulheres mamães a seguir um estilo de vida saudável, sem se preocupar com o corpo e peso.



“Acham que a gente precisa estar no mesmo padrão o resto da vida, eu tive dois filhos e quis me dedicar a eles. As perguntas sobre como ou quando eu vou conseguir ter o mesmo corpo de atleta me atormentam”, confessou.



Verônica é destaque nas redes sociais como “mamãe fitness”, mas entende que um corpo de mãe dedicada não pode voltar ao que era antes tão fácil. “Eu gosto de mostrar hábitos fitness para outras mães como eu se inspirarem e cuidar cada vez mais da sua saúde. Não é sobre pressão”, diz. Questionada sobre intenção de voltar a competir em torneios de fisiculturismo, ela foi enfática: “Não quero voltar a competir, quero dar atenção para meus filhos”.























quinta-feira, 16 de abril de 2020

Após pressão de advogados e ligação de Toffoli, Otto Alencar retira projeto sobre precatórios




Depois de pressão de diferentes seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de sindicatos, associações e até do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o senador Otto Alencar (PSD-BA) retirou o projeto de Decreto Legislativo que suspendia o pagamento de precatórios durante a pandemia de coronavírus no Brasil. Precatório é uma espécie de requisição de pagamento de dívida do estado após sentença condenatória. O senador recebeu na última segunda-feira (13) à noite uma ligação de Toffoli questionando sobre a matéria e pedindo que o parlamentar reconsiderasse o projeto, que chegou a entrar na ordem do dia desta quarta (15) para ser analisado pelos senadores. “Eu disse: ‘está certo, não quero nem tenho intenção de prejudicar ninguém’”, falou Otto, que também foi criticado pelo presidente da seccional baiana da OAB, Fabrício Castro (leia aqui). “Eu retirei o decreto, mas vou encaminhar um ofício ao Conselho Nacional de Justiça sobre a Resolução 303 solicitando que não seja permitido o sequestro de recursos das prefeituras que prejudique pagamento de folha pessoal e funcionamento de hospital, postos de saúde, durante a pandemia”, pontuou o senador ao Bahia Notícias. Ele citou o caso das prefeituras de Ribeira do Pombal e Nova Soure, cujos recursos de precatórios fizeram falta para pagamento de pessoal. Sobre as críticas de advogados de todo o país, Otto falou que entende, mas alfinetou: “Os advogados defendem seus clientes, é natural. Até por que eles recebem uma parcela substancial desses recursos”. “Me ligaram também vários presidentes de sindicatos previdenciários. Eu decidi tirar porque não sou ditador, não tenho essa vocação”, completou.

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