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segunda-feira, 15 de maio de 2023

Filho do presidente Lula aciona Ciro Gomes em ação na Justiça Eleitoral da Bahia; entenda caso

 


A já difícil relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ganhou outro capítulo. O filho mais velho do presidente, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, representou criminalmente contra Ciro por eventuais crimes contra a honra na Justiça Eleitoral da Bahia.

A razão da representação se deu por falas feitas pelo candidato derrotado na disputa pela presidência nas eleições de 2022. Em entrevista à Rádio Metrópole em 5 de setembro do ano passado, no período eleitoral, Ciro Gomes teria ofendido a honra de "Lulinha" chamando-o de “filho de ladrão”, “filho corrupto”, além de citar “transações milionárias com a TELEMAR”. 

Os fatos citados por Ciro foram classificados pelo empresário como "mentirosos e injustificáveis mesmo no calor de uma disputa eleitoral". Em contato com o Bahia Notícias, os representantes de Lulinha na ação, os advogados Maurício Vasconcelos e Fábio Tofic Simantob, indicaram que a representação Criminal promovida por Lulinha contra Ciro Gomes foi distribuída para o Juízo da 19ª Zona Eleitoral de Salvador.

"Por sua vez encaminhou os autos a promotora eleitoral junto àquela serventia, Izabel Cristina Vitória Santos, desde o dia 23 de março de 2023, que até o momento não se manifestou em nenhum sentido", completou Vasconcelos. 

O advogado explicou que "como se tratam de crimes contra a honra de natureza eleitoral, a iniciativa de processar o ofensor, por força do artigo 355 do Código Eleitoral, é exclusiva do Ministério Público Eleitoral, não podendo a parte provocar o Poder Judiciário por iniciativa própria como ocorre nos crimes comuns por meio de queixa-crime".

"Embora reconheça a carga de trabalho que recai sobre os promotores eleitorais e a seriedade da promotora de Justiça Izabel Cristina, é injustificável que passados 53 dias do protocolo da representação de Lulinha não tenha havido uma manifestação do Ministério Público Eleitoral, que no caso é obrigatória", indicou o representante do filho do presidente.

O advogado também lembrou que, nos crimes eleitorais, os prazos de prescrição são reduzidos e, caso não ocorra o recebimento de uma eventual denúncia para interromper o prazo prescricional, os crimes apontados ficarão impunes. “Continuo aguardando uma manifestação ministerial o mais breve possível, afinal o empresário Fábio Luís Lula da Silva, embora filho do Presidente da República, nunca disputou mandatos eletivos e em 2022 era um espectador como qualquer outro eleitor brasileiro, o que torna ainda mais graves os achincalhes lançados contra a sua honra”, finalizou o advogado baiano.

Fonte Bahia Noticias


sábado, 4 de setembro de 2021

Linfoma de Hodgkin: entenda o câncer de Caio Ribeiro

 


O comentarista da Globo e ex-jogador Caio Ribeiro, que está tratando um câncer, contou que o procedimento de quimioterapia a que está sendo submetido busca curar o linfoma de Hodgkin. 

"Eu fui diagnosticado com um linfoma, que se chama linfoma de Hodgkin. A boa notícia é que ele tem 95% de (chance de) cura e meu corpo está respondendo muito bem ao tratamento. Já estou na penúltima sessão de quimioterapia, estou forte, com a cabeça boa", disse o comentarista de 46 anos.

O linfoma de Hodgkin é um câncer que se origina no sistema linfático, responsável por produzir e as células de defesa do organismo, além de drenar e filtrar o excesso de líquido do corpo. Ele é identificado ao notar-se caroços, muitas vezes indolores, no pescoço, nas axilas e na virilha, por exemplo.

O tratamento consiste em quimioterapia, radioterapia, anticorpos monoclonais e quimioterapia de alta dose com transplante de medula. O linfoma de Hodgkin apresenta alto índice de cura com quimioterapia.

sábado, 25 de abril de 2020

FLÁVIO BOLSONARO TERIA FINANCIADO PRÉDIOS ILEGAIS DA MILÍCIA COM DINHEIRO PÚBLICO; ENTENDA



Documentos divulgados na manhã deste sábado (25/4) apontam que o senador Flávio Bolsonaro teria financiado e lucrado com a construção ilegal de prédios realizada pelas milícias e com uso do dinheiro público, no Rio de Janeiro. As informações são do site The Intercept Brasil.

O dinheiro usado seria fruto de “rachadinha”, esquema de desvio de salários de assessores, e teria sido coletado no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A defesa do senador já pediu a suspensão do processo nove vezes, mas, até agora, nenhum foi considerado.

Investigações como essa, contra um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, seria um dos motivos para ele ter pressionado o ex-ministro da Justiça Sergio Moro a trocar o comando da Polícia Federal do Rio, que também apura o caso, e em Brasília.

As investigações, que seguem em sigilo, apontam, com o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas, que o esquema ilegal serviu para irrigar o ramo imobiliário da milícia. Os dados mostrariam que o agora senador receberia o lucro do investimentos das edificações por meio de repasses feitos pelo ex-assessor Fabrício Queiroz e pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, que estava foragido e foi morto em fevereiro deste ano.

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