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sábado, 29 de junho de 2024

Após fiasco em debate com Trump, Biden garante confiança para ser presidente dos EUA

 


O presidente dos EUA, Joe Biden, demonstrou, em um evento para angariar fundos na Carolina do Norte, confiança na sua capacidade de cumprir as funções presidenciais caso seja reeleito. A declaração foi feita após um fraco desempenho no primeiro debate presidencial.

"Pessoal, dou-lhes minha palavra como Biden. Eu não estaria concorrendo novamente se não acreditasse de todo o coração e alma que posso fazer este trabalho. O ex-presidente [Donald Trump] é uma ameaça genuína para esta nação", disse Biden na noite da sexta-feira (28).


O New York Times publicou um editorial, ontem, dia seguinte ao debate, defendendo que Biden deveria suspender sua campanha presidencial e deixar outro candidato democrata ocupar o seu lugar, após um fraco desempenho no primeiro debate presidencial, contra o ex-presidente Donald Trump.
O próprio Biden e sua equipe admitiram que o presidente dos EUA teve um desempenho difícil no debate em Atlanta, mas garantiram ao público que não encerrariam a candidatura à reeleição.
No Brasil, a performance de Biden também gerou uma repercussão negativa na imprensa. O Globo classificou o desempenho do democrata como "desastroso", enquanto uma colunista da Folha de S. Paulo escreveu ter sido "deprimente ver Biden passivo".
O presidente dos EUA, Joe Biden, e o ex-presidente Donald Trump realizam primeiro debate presidencial das eleições de novembro. 27 de junho de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 28.06.2024
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A mídia brasileira também repercutiu que o fortalecimento da candidatura de Trump aumentou a preocupação no Palácio do Planalto com as consequências para o governo Lula, diante de um possível empoderamento da extrema direita no Brasil e do bolsonarismo.
As eleições presidenciais dos EUA estão marcadas para novembro de 2024. Os principais candidatos esperados nas urnas são Biden e Trump, que obtiveram votos de delegados suficientes para serem os presumíveis candidatos dos respectivos partidos Democrata e Republicano. Há um novo debate entre Trump e Biden previsto para o dia 10 de setembro.


domingo, 4 de julho de 2021

Ataque de hackers a diversas empresas nos EUA é atribuído à Rússia; Biden diz que 'não tem certeza'

 


O REvil, que foi apontado como o causador de recentes ataques cibernéticos nos EUA, teria sido o autor de ataques de resgate a mais de 200 provedores de serviços gerenciados no país norte-americano. Biden diz "não ter certeza se são os russos".

Um grupo de hackers "ligado à Rússia", com o nome de REvil, comprometeu mais de 200 empresas sediadas nos EUA em um ataque de ransomware em andamento, relatou a empresa de segurança cibernética Huntress Labs, sediada em Maryland, EUA, escreveu na sexta-feira (2) a agência norte-americana Bloomberg.

Citando uma análise de ameaças interna, os hackers teriam como alvo os provedores de serviços gerenciados (MSP, na sigla em inglês), que fornecem suporte de TI (Tecnologia da Informação) a pequenas e médias empresas. Os ataques permitiriam aos criminosos acessarem as redes dessas empresas e exigirem resgates com a ameaça de desligar os sistemas.

Fontes que estariam familiarizadas com os ataques disseram à mídia que a Synnex Corp e a Avtex LLC estavam entre os MSP visados. George Demou, presidente da Avtex, sugeriu que "centenas" desses serviços podem ter sido atacados, e acrescentou que a empresa agora estava "trabalhando" com clientes que foram impactados.

Por sua vez, um representante da Huntress Labs disse que as informações da empresa mostraram que pelo menos oito parceiros MSP foram afetados, e advertiu que as estimadas 200 vítimas deverão "aumentar significativamente" à medida que forem descobertos mais MSP comprometidos.

Algumas das vítimas do resgate foram solicitadas a fornecer pagamentos em dinheiro de pelo menos US$ 45,000 (R$ 227,640) para que seus serviços voltassem a funcionar, de acordo com a Bloomberg.

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA, na sigla em inglês) confirmou que está ciente dos ataques cibernéticos, e publicou uma declaração indicando que está "tomando medidas para entender e lidar com o recente ataque de ransomware da cadeia de suprimentos contra o Kaseya VSA [um desenvolvedor de software usado pelos MSP] e os MSP que empregam software VSA".

Supostos hackers da Rússia

REvil é o mesmo coletivo de hackers culpado por ataques de ransomware a diversas empresas nos EUA.

Investigadores governamentais e empresas de segurança ainda não forneceram provas substanciadas de que o REvil está de fato "ligada à Rússia" ou "sediado na Rússia", como a mídia dos EUA normalmente o retrata. As alegações de hacking têm servido regularmente como base para novas sanções contra Moscou.

A Rússia propôs repetidamente expandir a cooperação com os EUA e outros países no campo da cibersegurança e do crime cibernético.

Em junho, durante sua cúpula em Genebra, Suíça, os presidentes Vladimir Putin e Joe Biden supostamente concordaram em discutir seriamente o assunto. Na semana passada, o embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, confirmou que os "primeiros contatos" sobre cooperação nesta esfera ocorreram recentemente, mas acrescentou que "levaria algum tempo para obter alguns resultados sérios".

Posicionamento do governo dos EUA

Entretanto, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesse sábado (3) que não tem certeza se os ataques foram mesmo promovidos pelo grupo, ainda segundo a Bloomberg.

"Não temos certeza se são os russos. Eu tenho um briefing no avião. O pensamento inicial era: não era o governo russo, mas ainda não temos certeza", disse Biden citado pela mídia.

O presidente ainda reiterou que pediu uma análise "mais aprofundada" para as agências de inteligência norte-americanas, e que se for mesmo comprovado que a origem dos ataques é russa, os EUA vão responder.

"Eu instruí a comunidade de inteligência a investigar a fundo sobre o que aconteceu e saberei melhor amanhã [4], se ficarem comprovados envolvimentos da Rússia, disse a Putin que responderemos", declarou Biden.

O ataque acontece em um momento delicado, apenas poucas semanas após o encontro entre Biden e Vladimir Putin em Genebra, encontro no qual a questão da cibersegurança entre os dois países foi amplamente discutida.


terça-feira, 10 de novembro de 2020

Brincando com fogo! Após Bolsonaro falar em "pólvora" contra Biden, embaixador dos EUA posta vídeo de fuzileiros navais

 


O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, publicou um vídeo promocial do Corpo de fuzileiros navais dos EUA, após Jair Bolsonaro falar em usar 'pólvora' contra Joe Biden

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, publicou um vídeo promocial do Corpo de fuzileiros navais dos EUA, após Jair Bolsonaro falar em usar 'pólvora' contra Joe Biden, recém eleito presidente pelo Partido Democrata.

"O Destacamento de Fuzileiros Navais na Embaixada e nos Consulados dos EUA compartilha uma longa história e uma relação importante e duradoura com a diplomacia que nos permite construir com segurança uma relação bilateral mais forte com o Brasil", publicou Chapman.

Em evento no Planalto, nesta terça-feira, 10, Bolsonaro criticou Biden, que pretende aplicar sanções comerciais contra o Brasil caso não mude sua política ambiental.

Bolsonaro disse que a diplomacia nem sempre é suficiente, e que “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo”.

“Assistimos há pouco um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas na diplomacia não dá, não é, Ernesto [Araújo]? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos.”

O conhecimento liberta. Saiba mais

NOTÍCIAS MAIS ACESSADAS

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Em pesquisa nacional nos EUA, Biden soma 52% e Trump 44%


 

Pesquisa nacional Reuters/Ipsos foi realizada entre 29 de outubro e 2 de novembro e mostrou Joe Biden com maioria absoluta entre todos os prováveis eleitores: 52% disseram estar apoiando o candidato democrata, enquanto 44% disseram que votavam no republicano Trump

WASHINGTON (Reuters) - O candidato democrata na eleição presidencial dos Estados Unidos, Joe Biden, parecia ter uma leve vantagem sobre o presidente Donald Trump na Flórida, nos últimos dias de campanha, com os dois candidatos numa disputa ainda mais acirrada na Carolina do Norte e no Arizona, segundo pesquisas Reuters/Ipsos divulgadas nesta segunda-feira.

Uma semana antes, a pesquisa mostrava empate estatístico entre os dois candidatos nos três Estados.

A última pesquisa nacional Reuters/Ipsos mostrou Biden com maioria absoluta entre todos os prováveis eleitores: 52% disseram estar apoiando o candidato democrata, enquanto 44% disseram que votavam no republicano Trump.

A pesquisa nacional, realizada de 29 de outubro a 2 de novembro, reuniu respostas de 1.333 adultos, incluindo 914 prováveis eleitores. A pesquisa nacional tem intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

Pesquisas Reuters/Ipsos também entrevistaram prováveis eleitores em seis Estados --Wisconsin, Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte, Flórida e Arizona-- que desempenharão papéis fundamentais na votação que decidirá se o republicano Trump vai conquistar um segundo mandato ou se Biden vai substituí-lo no comando do país.


Abaixo estão números das pesquisas por Estado, com base nas respostas online de prováveis eleitores, que incluem respostas de alguns que votaram antes do dia formal da eleição, em 3 de novembro --o que é cada vez mais comum devido ao coronavírus.

FLÓRIDA (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 50%

* Votos em Trump: 46%

* Na pesquisa anterior, Biden possuía vantagem de 49% a 47%, o que representava na prática um empate porque a diferença estava dentro do intervalo de credibilidade da pesquisa.

* 41% dizem que já votaram.

* 47% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 44% dizem que Trump se sairia melhor.

* 53% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 42% dizem que Biden se sairia melhor.

ARIZONA (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 49%

* Votos em Trump: 47%

* Os dois estão em empate estatístico, uma vez que a diferença está dentro do intervalo de credibilidade da pesquisa.

* Pesquisa anterior também apontava um empate técnico, com 48% para Biden e 46% para Trump.

* 49% dizem que já votaram.

* 49% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 41% dizem que Trump se sairia melhor.

* 52% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 42% dizem que Biden se sairia melhor.

CAROLINA DO NORTE (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 49%

* Votos em Trump: 48%

* Como a diferença está dentro do intervalo de credibilidade da pesquisa, a disputa está tecnicamente empatada.

* Na semana anterior o placar mostrava os mesmos 49%-48% para Biden.

* 43% disseram que já votaram.

* 49% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 43% dizem que Trump se sairia melhor.

* 51% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 43% dizem que Biden se sairia melhor.

MICHIGAN (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 52%

* Votos em Trump: 42%

* Biden tinha vantagem de 52%-43% na semana anterior.

* 37% disseram que já votaram.

* 52% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 40% dizem que Trump se sairia melhor.

* 48% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 44% dizem que Biden se sairia melhor.

WISCONSIN (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 53%

* Votos em Trump: 43%

* Semana anterior mostrava 53%-44% para Biden.

* 41% disseram que já votaram.

* 52% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 38% dizem que Trump se sairia melhor.

* 47% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

PENSILVÂNIA (27 Out-1 Nov):

* Votos em Biden: 51%

* Votos em Trump: 44%

* Semana anterior mostrava Biden com vantagem de 50%-45%.

* 25% dizem que já votaram.

* 51% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 40% dizem que Trump se sairia melhor.

* 48% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 46% dizem que Biden se sairia melhor.

NOTAS

As pesquisas de opinião Reuters/Ipsos são conduzidas online em todos os seis Estados em inglês, assim como em espanhol no Arizona e na Flórida.

* Na Flórida, a pesquisa reuniu respostas de 1.011 adultos, incluindo 670 prováveis eleitores, e tem intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* No Arizona, reuniu respostas de 989 adultos, incluindo 610 prováveis eleitores, e tem intervalo de credibilidade de 5 pontos percentuais.

* Na Carolina do Norte, a pesquisa reuniu respostas de 1.009 adultos, incluindo 707 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Em Michigan, a pesquisa reuniu respostas de 1.007 adultos, incluindo 654 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Em Wisconsin, a pesquisa reuniu respostas de 1.007 adultos, incluindo 696 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Na Pensilvânia, reuniu respostas de 1.006 adultos, incluindo 673 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

O conhecimento liberta. Saiba mais

domingo, 1 de novembro de 2020

Lady Gaga participará do último comício de Biden antes da eleição

 

Biden e Lady Gaga. Foto: Reprodução

Lady Gaga estará amanhã ao lado de Joe Biden, candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, em seu último comício realizado em Pittsburgh, Pensilvânia, segundo informaram as redes de TV Bloomberg e NBC News. Será a mesma cidade onde ele iniciou a campanha.


Já o cantor e produtor John Legend irá acompanhar a Kamala Harris, vice na chapa com Biden, na Filadélfia.


Faltando dois dias para a eleição, o democrata Joe Biden detém vantagem nacional expressiva sobre o presidente Donald Trump em meio a profundas preocupações dos eleitores sobre a pandemia do coronavírus, mas Trump mantém vivas suas esperanças de ao menos permanecer competitivo nos Estados que podem ser cruciais na disputa pela Casa Branca, segundo levantamento feito pela agência Reuters.


(…)

Do UOL

sexta-feira, 12 de junho de 2020

'Outras coisas': Trump revela o que fará se perder as eleições de 2020 para Biden



O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que continuará com outras coisas se perder a eleição de 3 de novembro, depois que o oponente democrata Joe Biden declarou que o republicano pode trapacear e se recusar a deixar a Casa Branca.

"Certamente, se eu não ganho, eu não ganho. Quero dizer, você sabe, continuarei fazendo outras coisas", afirmou Trump ao canal Fox News em uma entrevista nesta sexta-feira (12).
À medida que a disputa entre Trump e Biden se aquece antes da eleição, os dois afirmam cada vez mais que o outro lado pretende trair o caminho para a vitória.
Biden, que bate Trump na maioria das pesquisas nacionais, no início desta semana disse que sua maior preocupação era que Trump tentasse "roubar" as eleições, embora o ex-vice-presidente não tenha explicado como ele acha que Trump trapacearia. Biden comentou estar confiante de que os soldados escoltariam Trump para fora da Casa Branca se ele perder e não reconhecer o resultado.
O comentário de Trump à Fox News sugeriu que ele poderia aceitar o resultado da eleição, mas o presidente não o disse especificamente. O porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, avaliou na quinta-feira (11) que Trump aceitaria o resultado. Trump acusou os democratas de tentar usar um aumento na votação por correspondência como uma forma para fraudar a eleição, enquanto Biden prometeu enviar advogados para as seções eleitorais de todo o país para procurar esforços republicanos para suprimir a votação.

© AP PHOTO / SUSAN WALSH
Joe Biden, candidato à presidência dos Estados Unidos, pelo Partido Democrata.
Especialistas e autoridades eleitorais estão se preparando para uma noite potencialmente tumultuada nas eleições.
Espera-se um aumento nas votações por correspondência devido a preocupações com a pandemia do novo coronavírus, e especialistas alertam que o processo pode ser prejudicado pelo caos do tipo já visto nas eleições primárias realizadas nos estados durante o surto viral.
Um grande número de cédulas de correio não entregues a tempo de serem lançadas ou contadas pode levar a disputas legais sobre os resultados das eleições. Contar as cédulas por correio também leva mais tempo porque a identidade de um eleitor deve primeiro ser validada, aumentando a perspectiva de que o resultado da eleição não seja conhecido bem após o dia das eleições, afirmam especialistas.

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