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quarta-feira, 22 de junho de 2022

Mancha no Sol dobra de tamanho e pode lançar erupção solar à Terra, segundo mídia

 


Uma "grande" mancha solar surgiu no fim de semana, e foi relatada ter crescido e estar "diretamente voltada para a Terra", escreveu o portal spaceweather.com


Uma grande erupção solar pode atingir a Terra depois que uma grande mancha solar, chamada AR3038, foi detectada no último fim de semana, indicou o portal spaceweather.com.
Segundo a mídia, a mancha solar apareceu "grande" no domingo (19), mas se tornou realmente "enorme" na segunda-feira (20), "tendo dobrado de tamanho" em 24 horas.

"A AR3038 tem um campo magnético 'beta-gama' instável que abriga energia para as erupções solares de classe M, e está diretamente voltada para a Terra", escreve o spaceweather.com.

Embora a erupção solar de classe M seja o segundo tipo mais forte de tais eventos, ela provavelmente apenas resultaria em um curto apagão de rádio, afirmou na terça-feira (21) o jornal The New York Post.
Solar Dynamics Observatory da NASA captura imagem de uma significante erupção solar (flash brilhante na parte superior direita da imagem), 30 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 01.04.2022
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NASA registra explosão solar extremamente poderosa (FOTO, VÍDEO)
"As erupções solares podem alterar temporariamente a atmosfera superior criando interrupções com a transmissão de sinal de, digamos, um satélite GPS para a Terra, fazendo com que [sua verdadeira localização] esteja a várias jardas", explicou a agência espacial norte-americana NASA em 2013, acrescentando que "o calor explosivo de uma erupção solar não pode chegar até o nosso globo".

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Forte erupção solar provoca apagões em alguns pontos da Terra (VÍDEO)

 


Uma forte erupção solar de classe X1.5 foi registrada na terça-feira (10). O fenômeno provocou um apagão em algumas redes de comunicação na Terra.

Conforme dados do Centro de Prevenção do Clima Espacial, a erupção ocorreu no hemisfério Sul do Sol, em uma região ativa chamada AR3006.
O impacto do fenômeno, registrado pela NASA, atingiu as zonas expostas que cobrem grande parte do oceano Atlântico, bem como regiões da América do Norte e Sul, além da África Ocidental e Europa.
Na região do Atlântico, foi registrado um apagão de rádio, afetando as emissões nas frequências inferiores a 30 MHz.
O campo magnético do núcleo primário do AR3006 é considerado "interessante e perigoso" por ser diferente do resto do seu território.
Foram registradas diversas ejeções de massa coronal, ondas de radiação e vento solar, fenômenos que podem afetar as redes de comunicação na Terra.


domingo, 1 de maio de 2022

Energia solar pode ajudar humanos a manter colônia em Marte, segundo pesquisa

 


Uma equipe de cientistas estudou cenários com uso de diferentes fontes energéticas em Marte, concluindo que, embora a energia nuclear possa ser útil em vários contextos, há outras energias que podem ser usadas.

A energia solar pode ser mais eficiente para sustentar uma colônia de humanos em Marte do que a energia nuclear, afirmaram cientistas, citados na quarta-feira (27) pelo jornal Daily Mail.
Após examinar diferentes tecnologias com base nos seus níveis de produção de energia, a equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, EUA, explicou que o Sol poderia gerar a energia necessária para dividir as moléculas de água a fim de produzir hidrogénio, ao mesmo tempo que o último pode ser usado com nitrogênio para produzir fertilizantes de amoníaco.
Ao mesmo tempo, o estudo publicado na revista Frontiers in Astronomy and Space Sciences tem em conta o fato de que os geradores solares devem ser colocados em áreas específicas, devido a fatores como a intensidade solar, temperatura do solo e outros.
Marte (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2022
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Cientista da NASA sugere como Marte e Vênus deveriam ser terraformados para os tornar habitáveis
Os cientistas acabaram descobrindo que a solução ideal para uma colônia em Marte seria uma matriz fotovoltaica que usa hidrogênio comprimido para armazenamento de energia. Geograficamente, o resultado não é o mesmo em todo o planeta.

"Mais perto do equador, o solar vence; mais perto dos polos, vence o nuclear", comentou Aaron Berliner, um dos autores principais do estudo.

Esse sistema poderia usar eletricidade para dividir moléculas de água e produzir hidrogênio, que depois pode ser armazenado em recipientes pressurizados, e reeletrificado em células de combustível para ter energia em momentos em que não há sol.
Os cientistas esperam chegar a um modelo completo do sistema, com todos os componentes incluídos. Isso ajudará a “planejar uma missão a Marte, avaliar a escolha de opções, identificar riscos, e chegar a estratégias de mitigação de antemão ou durante a missão".
A agência espacial norte-americana NASA está planejando enviar uma tripulação espacial para Marte nos anos 2030, após a primeira aterrissagem na Lua. Elon Musk, fundador do SpaceX, também tem relatado seus planos de estabelecer uma colônia marciana, tendo esse objetivo apontado para os anos 2050.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Vikings chegaram à América antes de Cristóvão Colombo, mostra tempestade solar

 


Muito antes de Cristóvão Colombo cruzar o Atlântico, oito "edifícios" de madeira cobertos de relva se encontravam acima de um pântano no extremo Norte da ilha de Terra Nova, no Canadá, conferindo a derradeira prova de que os Vikings chegaram primeiro ao chamado Novo Mundo.

Contudo, quando exatamente os Vikings viajaram para estabelecer seu assentamento em L'Anse aux Meadows, até agora, ainda não havia ficado claro.

Nesta quarta-feira (20), foi informado que um novo tipo de técnica de datação usando uma tempestade solar de longa data como ponto de referência, revelou que o assentamento foi ocupado em 1021 d.C., exatamente um milênio e 471 anos antes da primeira viagem de Colombo, informa a agência Reuters.

Esta técnica foi utilizada em três pedaços de madeira cortados do assentamento, sendo que todos eles apontaram para o mesmo ano.

A viagem dos povos Viking representa múltiplos marcos para a humanidade.

"Muito respeito deveria ser mostrado para esses europeus nórdicos, por serem a primeira sociedade humana a atravessar o Atlântico", comentou o geocientista Michael Dee, da Universidade de Groningen, nos Países Baixos, que liderou o estudo publicado na revista Nature, citado pela mídia.

Os Vikings eram marinheiros oriundos de países como a Noruega, a Suécia e a Dinamarca. Eles se aventuraram pela Europa, por vezes invadindo territórios, ou então para atividades de comércio.

Tempestade solar foi identificada entre os anéis do crescimento anual das árvores
© REUTERS / PETRA DOEVE
Tempestade solar foi identificada entre os anéis do crescimento anual das árvores

Estes povos possuíam extraordinárias habilidades de construção e navegação, estabelecendo assentamentos na Islândia e na Groenlândia. Suas embarcações de madeira eram propulsionadas por velas e remos. 

A Era Viking é tradicionalmente definida entre os anos 793 d.C. e 1066 d.C. Por sua vez, a datação radiocarbônica se revelou muito imprecisa para datar o assentamento de L'Anse aux Meadows, descoberto em 1960, embora houvesse uma crença geral de que pertencia ao século XI.

No entanto, o novo método de datação baseia-se no fato de que as tempestades solares produzem um sinal radiocarbônico distinto nos anéis do crescimento anual das árvores. Através deles, ficou-se sabendo que houve uma tempestade solar significativa em 992 d.C.

Em todos os três pedaços de madeira examinados, de três árvores diferentes, 29 anéis de crescimento foram formados depois da tempestade solar, significando que a madeira foi cortada em 1021, explicou a arqueóloga da Universidade de Groningen, Margot Kuitems, autora principal do estudo.

Adicionalmente, também foi provado que não foram os povos nativos que cortaram a madeira, uma vez que havia evidências de lâminas de metal, algo que ainda não possuíam.

domingo, 28 de junho de 2020

Uma década em 61 minutos: NASA mostra atividade solar em timelapse deslumbrante (VÍDEO)




A NASA comemorou os dez anos de seu Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês) lançando um vídeo impressionante em timelapse da evolução da atmosfera do Sol durante esse período.

O vídeo compacta uma década de fotos em 61 minutos, com imagens individuais a uma hora de distância uma da outra.
Alguns eventos memoráveis podem ser vistos na compilação, como a passagem do planeta Vênus, que ocorreu em 5 de junho de 2012.
A missão SDO coletou cerca de 20 milhões de gigabytes de dados desde o seu lançamento em fevereiro de 2010. A sonda está circundando a Terra em uma órbita geossíncrona e monitora constantemente nossa estrela com três instrumentos. A NASA espera que a missão dure pelo menos mais uma década.
As imagens usadas para o vídeo foram capturadas em uma faixa ultravioleta extrema do espectro, adequada para o estudo da coroa, a camada mais externa da atmosfera solar.

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