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terça-feira, 12 de maio de 2020

Índia aciona caças Su-30 após detectar helicóptero militar chinês próximo de região fronteiriça



Um grupo de helicópteros militares da China realizou um voo não programado na região de Ladakh, na sequência disso a Força Aérea da Índia acionou caças Su-30MKI.

Helicópteros chineses foram avistados novamente nesta terça-feira (12) sobrevoando a região de Ladakh, sendo esta a terceira vez desde o dia 5 de maio, informam fontes militares da Índia.
"Helicópteros chineses voaram muito perto da Linha de Controle [fronteira não marcada entre a Índia e China no leste de Ladakh] [...] Depois de seu movimento ser detectado, jatos de caça da Força Aérea da Índia efetuaram patrulhas na área", escreve Hindustan Times citando fontes anônimas.
As tensões entre Nova Deli e Pequim se intensificaram na referida região fronteiriça, assim que tropas completamente armadas dos dois lados têm estado presentes no local do impasse bilateral há mais de uma semana.
"Aproximadamente 100 militares completamente armados dos dois lados se mantêm firmes em suas posições perto de [lago] Pangong Tso", disseram fontes militares indianas.
Segundo as mesmas fontes, mais de 1.200 soldados chineses se mantêm em prontidão como reforço perto da região contestada, onde ambas as partes se envolveram em confrontos.
Anteriormente fontes militares indianas confirmaram à ANI que o conflito fronteiriço ocorreu na parte norte de Sikkim, afirmando que "comportamento agressivo e ferimentos leves ocorreram em ambos os lados".
A Índia e a China têm várias disputas territoriais e, ocasionalmente, acontecem confrontos ao longo da fronteira entre o estado indiano de Sikkim e o Tibete, região autônoma da China, bem como na Linha de Controle Real (LAC, na sigla em inglês) mutuamente acordada na região fronteiriça da Caxemira.

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terça-feira, 28 de abril de 2020

Forças russas no Extremo Oriente recebem sistema de radar capaz detectar caças furtivos F-35 e F-22



Novos sistemas de radar Nebo-M e Podlet, reforçados com sistema de controle automático Fundament-M, irão monitorar os céus no Extremo Oriente russo.

De acordo com o jornal russo Izvestia, que cita fontes no Ministério da Defesa da Rússia, o referido equipamento militar foi recebido por uma das brigadas radiotécnicas do Extremo Oriente. Anteriormente, em 2018, o sistema de radar Nebo-M entrou em serviço na Crimeia.
Com um alcance de até 1.000 quilômetros, o radar é capaz de detectar e rastrear vários tipos de alvos aerodinâmicos, como aviões, helicópteros, mísseis balísticos e de cruzeiro, inclusive caças com tecnologia furtiva.
Até 2021 o Ministério da Defesa da Rússia planeja entregar às forças radiotécnicas ao menos 20 unidades de sistemas Nebo-M.
Na semana passada, a Base de Eielson da Força Aérea dos EUA, localizada no Alasca, recebeu as duas primeiras aeronaves furtivas F-35A, anunciou a entidade em um comunicado de imprensa. A base vai abrigar 54 caças furtivos até o final do ano.
Anteriormente, o especialista militar Aleksei Leonkov disse em entrevista ao portal russo Zvezda que os caças F-22 Raptor e F-35 Lightning II dos EUA, que dispõem de tecnologia furtiva, são detectados pelos sistemas de radar da defesa antiaérea russa.

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