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quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Queimadas: Ensino Médio do distrito de Espanta Gado prejudica alunos por falta de disciplinas importantes



Ensino Médio do distrito de Espanta gado pede Socorro 


Estudantes do distrito de Espanta Gado matriculados na Extensão do Colégio Estadual Santo Antônio das Queimadas-Cesaq estão passando por uma triste e prejudicial situação de estarem desde o início do Ano Letivo sem aulas das disciplinas de Matemática, Química e Física. E isso fará muita falta para formação e aprendizado dos alunos, como também para seu futuro e possíveis carreiras profissionais.

São 6 meses de espera e promessas pela direção da escola, mas nada foi e nem tem previsão de ser resolvido. Um enorme descaso com a comunidade escolar de Espanta Gado. A comunidade aguarda um posicionamento, do Conselho de Educação, da Câmara de vereadores e até do Ministério Público sobre esta situação.

Os estudantes que deveriam estar se preparando para prestarem o vestibular amargam essa realidade trágica da Educação Estadual da Bahia. O que pensa os deputados que tiveram votos no município?


As mais vistas

 

quarta-feira, 23 de março de 2022

Gottino passa mal na Record e precisa ser levado de ambulância a hospital

 


O apresentar do “Balança Geral”, Reinaldo Gottino, passou mal na Record nesta quarta-feira (23) prestes a entrar no ar. Segundo informações do UOL, ele foi levado para o hospital de ambulância às pressas.

Por volta das 11h, Gottino teve um mal estar e alegou sentir dores no peito. Ele foi encaminhado para o hospital Moriah, em Moema. A informação nos bastidores é que o apresentador teria sofrido um pico de pressão. Há expectativa é de que ele volte ao trabalho amanhã (24), caso seja liberado pelos médicos.

O apresentador deverá passar as próximas horas em observação. Ele conversou com amigos próximos via Whatsapp e tranquilizou todos sobre o susto.

Willian Leite, que apresentava a versão do telejornal no litoral e que comanda atualmente as manhãs da emissora, entrou no ar no lugar de Gottino. Já no ar, apresentadores do programa disseram que o apresentador teve “um probleminha”.

Leia mais:

Record diz que quadro de Gottino é estável

Por meio de nota, a Record disse que “Reinaldo Gottino está com quadro estável no Hospital Moriah, em São Paulo. Os médicos resolveram, por precaução, internar o apresentador para fazer exames complementares. Ainda não há previsão de alta”.

O Hospital Moriah confirmou, através de boletim médico, que o apresentador teve dores no peito e que seu estado é estável. “O jornalista e apresentador Reinaldo Gottino foi encaminhado na tarde de hoje para o Hospital Moriah em decorrência de dor torácica. O estado do paciente é estável e sendo submetido, no momento, a exames diagnósticos. O paciente está sob os cuidados da equipe coordenada pelos doutores Leandro Echenique (cardiologista) e Fábio Machado (intensivista)”.

sábado, 20 de novembro de 2021

Europa precisa sair do 'campo teórico' e ser mais forte militarmente, diz conselheiro dos EUA

 



Conselheiro norte-americano pede que Europa aponte para "soluções pragmáticas" e invista mais no seu poderio militar e estratégico se quiser enfrentar com sucesso novas ameaças.


Em uma entrevista ao Politico, o conselheiro do Departamento de Estado dos EUA, Derek Chollet, disse que o governo Biden apoia "absolutamente" os aliados europeus no desenvolvimento de suas próprias capacidades militares mais fortes, entretanto, é hora de os líderes da União Europeia (UE) irem além da teoria e da retórica, salientou.

"É importante sair do reino teórico, do reino dos think tank da autonomia estratégica [...] e falar de soluções pragmáticas, práticas. [...] Queremos uma Europa mais forte", afirmou. .

Chollet advertiu, que caso o contrário, a lacuna entre o que os militares dos EUA podem fazer e o que os militares da Europa não podem fazer só aumentará, especialmente quando se trata de enfrentar novas ameaças da China.

Militares do Exército de Libertação Popular se preparam para o desfile militar comemorativo do 90° aniversário da fundação do exército, na base militar de Zhurihe na China, em 30 de julho de 2017. - Sputnik Brasil, 1920, 18.10.2021

OTAN coloca China no centro de sua doutrina para os próximos 10 anos, conta secretário-geral


Durante uma apresentação dos EUA em Bruxelas, o conselheiro também verbalizou sobre a preocupação norte-americana de que aliados europeus deixem de assumir mais responsabilidades e possam pagar por isso no futuro.


"Assisti a muitos ministros da defesa quando trabalhava no Pentágono e estava aqui em Bruxelas, onde todos os ministros da Defesa ao redor da mesa estariam em acordo violento sobre a necessidade de gastar mais em Defesa e ter um Exército mais moderno e capaz."

No entanto, o Chollet destaca que quando esses mesmos ministros "voltavam para casa" e tinham que "defender seus orçamentos" não encontravam apoio, acrescentando que "essa é uma dinâmica que ainda acontece aqui".

Porém, caso os aliados europeus finalmente estivessem prontos para levar a sério, Washington ficaria mais do que feliz em fornecer orientação sobre os tipos de capacidades a serem construídas. "Nós, os Estados Unidos, estamos dispostos a fornecê-los", afirmou.

O secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, cumprimenta a Ministra da Defesa francesa, Florence Parly, enquanto eles participam de uma reunião dos Ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 21 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.11.2021
O secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, cumprimenta a Ministra da Defesa francesa, Florence Parly, enquanto eles participam de uma reunião dos Ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 21 de outubro de 2021

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Brasil não precisa de permissão dos EUA para comandar seu 'próprio quintal', diz Lula

 


O petista Luiz Inácio Lula da Silva deu entrevista à RT News sobre seu retorno potencial em 2022 e que lugar ele quer para o Brasil no cenário global.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista à RT News, nesta segunda-feira (7), que deseja mais igualdade no futuro e que países fortes como os EUA não se intrometam nos assuntos de outras nações.

"Essa ideia dos americanos de serem um farol para o mundo e não deixar ninguém competir economicamente está errada. Os americanos devem saber que não queremos um xerife ou um tutor, queremos um parceiro. Queremos irmãos e irmãs", disse o líder do Partido dos Trabalhadores.

Lula destacou a posição internacional brasileira durante seus dois mandatos entre 2003 e 2010.

"Provamos que o Brasil pode ter soberania e protagonismo internacional, e que isso pode ser alcançado sem a necessidade de pedir aos EUA. Não precisamos pedir permissão aos EUA para sermos donos de nosso próprio quintal", alegou. 

"O problema é que o Brasil tem uma classe dominante, uma elite subserviente. Eles não podem fazer nada sem pedir permissão dos EUA", completou.

O presidente Jair Bolsonaro participa no Palácio do Planalto, em Brasília
© FOLHAPRESS / PEDRO LADEIRA
O presidente Jair Bolsonaro participa no Palácio do Planalto, em Brasília

Sobre a liderança de Bolsonaro, Lula foi crítico ao afirmar que a gestão tem sido desastrosa e "quase genocida" devido ao número de mortos que se aproxima dos 500 mil pela COVID-19. 

"[Bolsonaro] não definiu os protocolos, não reuniu os cientistas ou os governadores dos estados, não tomou as decisões que qualquer governo democrático que se preocupe as pessoas teriam feito", reprovou.

Pessoas participam de um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, em frente ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, dia 29 de maio de 2021
© REUTERS / AMANDA PEROBELLI
Pessoas participam de um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, em frente ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, dia 29 de maio de 2021

Na opinião do petista, parte do problema foram as decisões politicamente motivadas do governo Bolsonaro de rejeitar e difamar as vacinas contra o SARS-CoV-2  produzidas na China e na Rússia. Completando que política de saúde pública não deveria  ser baseada em ideologias.

Lula se recusou a confirmar que concorreria à presidência no ano que vem, mas disse que o controle de Bolsonaro no poder estava sendo reduzido à medida que seu apoio público diminui. 

"Tenho certeza de que a democracia vencerá as eleições de 2022", previu o ex-presidente Lula. 


NOTÍCIAS MAIS ACESSADAS

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Bolsonaro está desesperado e não precisa de detratores, porque se autoincrimina, aponta O Estado de S. Paulo

 


"Já se disse que o único trabalho da CPI da Pandemia será o de organizar as inúmeras evidências de que o governo de Jair Bolsonaro comportou-se de maneira irresponsável e muitas vezes criminosa em relação à pandemia de covid-19. E o presidente Bolsonaro colabora, diariamente, com novas provas. Ontem, Bolsonaro chegou a ponto de produzir essas provas no exato momento em que o ex-ministro da Saúde Nelson Teich prestava depoimento à CPI. Enquanto o ex-ministro confirmava aos senadores que deixou o Ministério da Saúde, depois de menos de um mês no cargo, porque descobriu que não teria autonomia e porque foi pressionado a estimular o uso de medicamentos inúteis contra a covid-19 a título de 'tratamento precoce', Bolsonaro discursava fazendo violenta defesa desses remédios", aponta editorial de O Estado de S. Paulo desta quinta-feira.

"A histeria bolsonarista denota desespero. O presidente parece intuir que sua situação política ficará a cada dia mais insustentável diante da exposição pública, na CPI, das extravagâncias, todas fartamente documentadas, cometidas por seu governo ao longo da pandemia. E estamos apenas no segundo dia de depoimentos na comissão, que certamente ainda reservará muitos dissabores para o governo – especialmente quando o ex-ministro Eduardo Pazuello resolver dar o ar da graça", prossegue o editorialista.

"Bravatear é o que resta a Bolsonaro, já que seu governo, incompetente para conter a pandemia, foi igualmente incompetente para esvaziar a CPI. Sua única competência parece ser a de produzir provas contra si mesmo. Um presidente que, cobrado a usar máscara, diz que 'já encheu o saco isso, pô', como fez em seu discurso, não precisa de detratores", finaliza.





terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Para que Washington precisa de novos reatores nucleares?

 


Os norte-americanos decidiram desenvolver a área militar da energia nuclear. O presidente atual Donald Trump assinou uma ordem para desenvolvimento de reatores nucleares de baixa potência para as Forças Armadas e a investigação espacial. Esta é a primeira vez que os EUA usam a energia nuclear fora da Marinha.

Trump ordenou ao Departamento de Defesa para desenvolver e demonstrar em uma instalação militar nos Estados Unidos a eficiência e flexibilidade energética nuclear em reatores nucleares de baixa potência, além de realizar testes de um reator móvel de baixa potência.

"Tais fontes de energia são indispensáveis para exploração do espaço profundo, onde não é possível usar energia solar, e também no setor da defesa", afirmou a assessoria de imprensa da Casa Branca.

Não foi revelado para que serão exatamente usados os reatores pequenos. Os testes do primeiro protótipo deverão começar dentro de meio ano, segundo a ordem.

Os especialistas do portal Defense News consideram que se trata de fontes de alimentação de reserva para bases militares. Se em uma base militar faltar a eletricidade, um pequeno reator poderá fornecer energia para o equipamento indispensável.

Sem a energia nuclear não será possível realizar voo longos, inclusive tripulados, para a Lua ou Marte, por exemplo. A longo prazo, os reatores nucleares serão necessários para as primeiras colônias extraterrestres, segundo especialista em segurança espacial Brian Weeden, da organização sem fins lucrativos Secure World Foundation.

Nenhum país conseguiu ainda criar um reator nuclear compacto usando a tecnologia da fissão nuclear, que poderia ser usada em aviões tripulados, em navios de pequeno deslocamento ou veículos terrestres, segundo disse à Sputnik o editor-chefe da revista Arsenal Otechestva, Viktor Murakhovsky.

O especialista duvida que os norte-americanos pretendam repetir os equipamentos russos Burevestnik e Poseidon, que funcionam com base na reação nuclear em cadeia com fissão de urânio com cilindros-moderadores e controle de capacidade.

"São sistemas bastante específicos. Foram criados para uma retaliação garantida em quaisquer condições em caso de início de uma guerra nuclear por um agressor e para nivelar o sistema antimíssil ocidental. Os norte-americanos já têm armas suficientes e mais adequadas para seus objetivos", comentou Murakhovsky.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Alemanha precisa posicionar navios no oceano Índico contra China, diz ministra

 


Para monitorar ação chinesa no oceano Índico, Alemanha e Austrália se unem no patrulhamento da região.

A Alemanha vai enviar navios de guerra ao oceano Índico para conter a China, anunciou a ministra da Defesa da Alemanha durante entrevista ao jornal australiano The Sunday Morning Herald.

"Acreditamos que a Alemanha precisa marcar sua posição na região", disse Annegret Kramp-Karrenbauer.

"Esperamos ser capazes de implantar [navios] no próximo ano", disse ela. "Estaremos gastando mais com a defesa em 2021 do que em 2020, apesar do [coronavírus] ter atingido nossos orçamentos. Agora a chave é traduzir isto em um músculo real."

A alta responsável alemã reconheceu a China como "uma importante parceira comercial" para a Alemanha, com "fortes laços econômicos" que beneficiam ambos os lados. Mas não nega ter preocupações com o país:

"Ao mesmo tempo, não fechamos os olhos para condições de investimento desiguais, apropriação agressiva da propriedade intelectual, distorção da concorrência subsidiada pelo Estado ou tentativas de exercer influência por meio de empréstimos e investimentos", afirmou a ministra, que revelou estar trabalhando para expandir as relações com países aliados da OTAN, tais como a Austrália, e criar uma solução pacífica para o conflito no estreito de Taiwan.

Por fim, Kramp-Karrenbauer foi a primeira ministra alemã a confirmar que as restrições impostas na Alemanha à Huawei excluiriam na prática a gigante chinesa de telecomunicações da rede 5G do país europeu. A China é a maior parceira comercial da Alemanha.

Em 2018, a Austrália se tornou o primeiro país a banir a Huawei, um passo mais tarde seguido pelos EUA e países europeus.

Estas foram as declarações mais categóricas até agora ditas a Pequim por um ministro europeu ou alemão, comenta a mídia.

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