Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador Ministério Público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério Público. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de junho de 2022

Ministério Público do Trabalho dá 10 dias para Caixa e Pedro Guimarães esclarecerem denúncias de assédio sexual

 



Metrópoles - O Ministério Público do Trabalho (MPT) expediu, nesta quarta-feira (29/6), notificação para que a Caixa e o ex-presidente do banco Pedro Guimarães apresentem esclarecimentos sobre as denúncias de assédio sexual.

A coluna do jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, revelou que Pedro Guimarães é acusado por um grupo de funcionárias do banco de assédio sexual. O caso é investigado, sob sigilo, pelo Ministério Público Federal.

Pedro Guimarães foi exonerado da presidência da Caixa nesta quarta-feira, um dia após a publicação do caso.


segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Procurador da Lava Jato é demitido do Ministério Público

 


Do Conjur - Por 6 votos a 5, nesta segunda-feira (18/10), a maioria do Conselho Nacional do Ministério referendou a recomendação da conselheira Fernanda Marinela de Sousa Santos, relatora do PAD, e decidiu pela demissão do procurador Diogo Castor de Mattos, responsável por um outdoor em homenagem à "lava jato".

O painel foi instalado em março de 2019, em uma via de acesso ao Aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba. Foram exibidas imagens de nove procuradores e a frase: "Bem-vindo à República de Curitiba. Terra da Operação Lava Jato, a investigação que mudou o país. Aqui a lei se cumpre. 17 de março — 5 anos de Operação Lava Jato — O Brasil Agradece". Castor, que integrava a força-tarefa, anunciou seu desligamento após seu envolvimento vir à tona.

O caso havia sido inicialmente suspenso, já que Mattos apresentou um atestado médico por estafa física e mental. Mas foi reaberto após depoimento do cantor João Carlos Barbosa, no inquérito das fake news, sobre o contrato com a empresa de propaganda que produziu o outdoor.

Em setembro do último ano, o CNMP instaurou o PAD para apurar a conduta do procurador. Na ocasião, o corregedor Rinaldo Reis constatou falta funcional e violação dos princípios da moralidade e da impessoalidade, e sugeriu a penalidade de suspensão de 90 dias.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Ministério Público e Procuradoria contestam MP ‘antitrabalhador’, que também favorece trabalho escravo

 


Por Paulo Henrique Arantes, para o 247 - A Medida Provisória 1.045 / 2021, que a Câmara aprovou na terça-feira (10), está prestes a virar lei e é bem pior do que o noticiado pela imprensa. Se o texto original, enviado pelo governo, já era um tanto duro para os trabalhadores, sob a justificativa de que geraria empregos perdidos na pandemia, o material reciclado pelo relator Christino Áureo (PP-RJ) beira a crueldade. Redução de jornada e salário e suspensão de contrato compõem a face mais light da possível futura lei.

Ministério Público da União, Ministério Público do Trabalho e Procuradoria Geral do Trabalho contestaram a medida, enfatizando que o texto viola a Constituição e jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (leia abaixo a nota técnica das instituições).

Para o procurador do Trabalho Italvar Medina, além das flexibilizações da CLT que favorecem o subemprego, a MP fere de morte o combate ao trabalho escravo no país.  “Primeiro, ela busca atribuir poderes de fiscalização das relações de trabalho exclusivamente aos auditores fiscais, o que atingiria atribuições do Ministério Público do Trabalho. Paralelamente, ela limita a possibilidade de os auditores fiscais lavrarem autos e imporem multas por infração à legislação trabalhista”, explica Medina.

Além disso, diz o procurador, a MP “submete a possibilidade de anulação dos autos de infração de auditores fiscais do trabalho a um conselho que não tem natureza técnica e que seria composto também por empregadores”.

A MP em questão ainda tenta impedir que o trabalhador postule qualquer verba por adoecimento e sintomas de doença que surjam posteriormente ao seu vínculo empregatício, mas que tenham sido adquiridos durante a vigência do contrato de trabalho. Não bastasse, retira o caráter salarial de benefícios como o vale-alimentação. 

“Quando foi editada pelo presidente da República, a MP 1.045 instituiu a possibilidade de suspender contratos ou reduzir jornadas e salários mediante o recebimento de um benefício. Na conversão em lei, o relator na Câmara inseriu vários dispositivos novos estranhos ao objeto originário da MP, o que inclusive é proibido pelo regimento interno da própria Câmara e por jurisprudência do STF”, adverte Medina.

Christino Áureo criou dois novos programas. Um deles, denominado Priori, prevê a contratação de jovens de 18 a 29 anos e de maiores de 55 anos a custos menores. “Essas pessoas terão menos direitos, alíquotas menores de FGTS, uma indenização sobre o saldo de FGTS menor em caso de dispensa e a possibilidade de o terço das férias e o 13º Salário serem pagos parceladamente mês a mês, o que contraria a finalidade dessas verbas”, observa Medina.

Outra invenção do deputado do PP é o programa Requip, ainda pior que o Priori, porque se destina prioritariamente a jovens vulneráveis praticamente sem qualquer direito trabalhista, recebendo uma bolsa menor que um salário mínimo. Segundo Italvar Medina, a justificativa é de que seria fornecida a esses jovens uma formação teórica, algo que já é plenamente alcançado pela aprendizagem profissional.  “Esse programa, na verdade, retira todo tipo de proteção trabalhista, e não garante direitos previdenciários aos contratados dessa forma, o que contraria frontalmente a Constituição”, denuncia o procurador do Trabalho.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Ministério Público abre investigação criminal sobre contrato do governo Bolsonaro para aquisição da Covaxin


 Ministro da Saúde da Índia, Harsh Vardhan, segura ampola da Covaxin 16/01/2021 REUTERS/Adnan Abidi (Foto: Reuters)


A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu uma investigação criminal sobre as negociações do Ministério da Saúde para aquisição da vacina Covaxin, por decisão do 11º Ofício de Combate ao Crime e à Improbidade Administrativa da Procuradoria.

O órgão aponta “temeridade do risco assumido pelo Ministério da Saúde” na compra da vacina indiana CovaxinO MPF já havia apontado corrupção do governo Bolsonaro na compra superfaturada da vacina.

A dose foi negociada a US$ 15 dólares, preço superior ao da negociação de outras vacinas no mercado internacional.

Segundo a procuradora Luciana Loureiro, não há justificativa para as inconsistências na negociação “a não ser atender a interesses divorciados do interesse público”.

domingo, 21 de março de 2021

Ponto Novo: Ministério Público investiga possível crime de apropriação indébita previdenciária

 


O Ministério Público do Estado da Bahia, através da Promotoria de Justiça de Saúde, abriu Procedimento Administrativo para apurar possível crime de responsabilidade por parte do ex-prefeito de Ponto Novo, Adelson Carneiro. A denúncia partiu do Subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência Social, Allex Albert Rodrigues, lotado no Ministério da Economia, em Brasília, após receber relatório de auditoria realizada no Instituto de Previdência de Ponto Novo-IPPN, entre setembro de 2013 e dezembro de 2016, apontando práticas que poderão caracterizar eventual ilícito penal ou improbidade administrativa.

Em seu relatório, datado de 21 de dezembro de 2018, o auditor da Receita Federal, Robson da Silva Santos, aponta que o ex-gestor Adelson Carneiro deixou de repassar R$ 1.605.565,40 (hum milhão, seiscentos e cinco mil, quinhentos e sessenta e cinco reais e quarenta centavos) referentes às contribuições descontadas dos servidores e não repassadas ao IPPN, ao mesmo tempo que não repassou R$ 3.906.232,82 (três milhões, novecentos e seis mil, duzentos e trinta e dois reais e oitenta e dois centavos) devidos ao Instituto, referentes às contribuições devidas do ente federativo (parte patronal). Na conclusão do documento, Robson Santos sugere a prática do crime de apropriação indébita e o de dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.

As penas somadas para os dois crimes podem chegar a 8 anos de reclusão/detenção e multa.

Apesar de a representação ter sido enviada à Procuradoria Geral de Justiça em 2019, e citar apenas o ex-prefeito Adelson Carneiro, a investigação do MP deverá atingir o também ex-prefeito Tiago Venâncio que, segundo o atual prefeito, deixou de repassar ao IPPN R$ 911.000,00 (novecentos e onze mil reais) descontados dos servidores. Em uma live no início do mandato, Thiago Gilleno disse também que seu antecessor deixou de repassar R$ 5.455.000,00 (cinco milhões, quatrocentos e cinquenta e cinco mil reais) da parte patronal. A Ponto Novo em Foco confirmou a ausência dos repasses na última gestão, mas não foi possível confirmar os valores citados pelo atual prefeito.

Em 2017, o então diretor-presidente do IPPN, sr. Sérgio Freire, divulgou uma tabela em que aparecia o nome do também ex-prefeito, Marcos Silva, como mais um a deixar de repassar as contribuições descontadas dos servidores, o que deve ser apurado pelo MP. Não há ainda informações sobre os repasses de janeiro e fevereiro da atual gestão.

O tema foi tratado pelo professor Josimar Ferreira, neste domingo (21), em sua live ed.11/2021, na página Ponto Novo em Foco, mas até o fechamento dessa matéria nenhum ex-prefeito havia se manifestado.

O Procedimento Administrativo pode ser consultado através da identificação Idea nº 003.9.103027/2019.


Por: Ponto Novo em Foco


sábado, 12 de setembro de 2020

Ministério Público identifica R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo nos negócios de Flávio Bolsonaro



Investigação encerrada em agosto também aponta para esquema no gabinete do irmão, Carlos Bolsonaro, e preocupa o clã presidencial, diz revista


Fórum - Em cerca de dois anos de investigação do caso da “rachadinha”, o Ministério Público do Rio de Janeiro identificou nos negócios e em pagamento das despesas pessoais do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), pelo menos, R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo, no período que ele era deputado estadual.
Segundo o MP, os valores foram drenados após diversos saques em espécie feitos por assessores, que nem sequer prestavam serviços de fato, e repassados para Fabrício Queiroz. Lotado com assessor no gabinete de Flávio, o subtenente da reserva da Polícia Militar e amigo do presidente Jair Bolsonaro há quase 30 anos é apontado como o operador do esquema.
Leia a íntegra na Fórum.

Minha lista de blogs