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sábado, 13 de novembro de 2021

Andorinha: Polícia investiga causa da morte de jovem de 19 anos

 


A morte da jovem Vanys Ferreira, de 19 anos, chocou a cidade de Andorinha, nesta sexta-feira (12). Segundo informações apuradas pela nossa produção, a mãe da garota saiu de manhã para o trabalho e, ao retornar, por volta das 14h, encontrou a filha morta na sala da casa, ao lado de alguns livros. mediatamente ela chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que constatou o óbito. O corpo de Vanys foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), que irá investigar a causa da morte da garota, que morava na Rua Fortaleza, Centro de Andorinha.

Nas redes sociais, a jovem gostava de publicar fotos mostrando muita beleza e frases de reflexão. 

Não deixe que o próximo dite as regras por você e muito menos que assuma a frente dos seus sonhos. Não se diminua por ninguém ou por nada. Você é muito mais do que acha que é e merece muito mais do que realmente sonha. A vontade externa, às vezes, pode ser uma armadilha em busca de sugar toda a nossa força de vontade e nos ver no buraco. Faça mais por você e apenas por você!, escreveu Vanys Ferreira no último dia 12 de outubro em seu perfil no Facebook. 

Ainda não temos informações a respeito de velório e sepultamento de Vanys Ferreira.  


Com informações do Blog do Eloilton Cajuhy


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

PGR investiga Léo Índio, primo de filhos de Bolsonaro, por atos do 7 de setembro

 


Primo dos filhos de Jair Bolsonaro, Léo Índio está sendo investigado em inquérito aberto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a organização e o financiamento dos atos bolsonaristas em 7 de setembro, além de ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele virou alvo após postar em redes sociais uma campanha de arrecadação visando as manifestações que atacaram as instituições da República, divulgando contas para doação de criptomoedas que ajudassem a financiar os atos. As publicações foram bloqueadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Moraes acatou um pedido da subprocuradora-geral Lindôra Araújo, que solicitou autorização para que Índio prestasse depoimento. Moraes ordenou que Facebook, Instagram, Youtube e Twitter bloqueassem as contas dele, que é muito próximo do primo Carlos Bolsonaro.


domingo, 1 de agosto de 2021

Polícia investiga morte de menina de 15 anos que teria falecido após relação sexual com homem de 26

 


A Polícia Civil comunicou neste domingo (1) que investiga a morte de uma menina de 15 anos, em Cubatão, São Paulo, por uma parada cardiorrespiratória. Ela foi levada a uma unidade de saúde por um homem de 26 anos que relatou ter relações sexuais com a jovem.

De acordo com o G1, a família da vítima diz que ela não tinha nenhuma doença pré-existente e que também não tinha conhecimento do relacionamento dela com o rapaz.

A polícia informou que a adolescente morreu às 1h20, na Rua Vereador Sônio Célio, no Parque São Luís. 

A vítima, segundo os enfermeiros, não apresentava sinais de violência e chegou a unidade de saúde com quadro de parada cardiorrespiratória e sangramento nas partes íntimas.

O homem que levou a jovem para ser atendida contou à polícia que estava com ela dentro do carro e ambos mantinham relação sexual. Ele disse que, em certo momento, percebeu que a menina estava desfalecida, com as mãos contorcidas para trás e os lábios e pele pálidos.

O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia Sede de Cubatão, de acordco com a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

domingo, 21 de março de 2021

PM-BA investiga denúncias de assédio moral e sexual envolvendo subcomandante na 41ª CIPM

 


O Comando de Policiamento Regional da Capital Atlântico abriu um procedimento apuratório para investigar denúncias de assédio moral e sexual imputadas ao subcomandante da Polícia Militar da 41ª Companhia Independente da Polícia Militar (41ª CIPM), localizada no bairro da Federação, em Salvador.



A informação foi confirmada pela Polícia Militar da Bahia (PM-BA) ao BNews por meio de nota encaminhada na manhã desta terça-feira (16). A reportagem procurou a instituição após ser procurada por uma oficial da 41ª CIPM.


Segundo o militar, ao menos três colegas de trabalho suas sofreram assédio moral e sexual por parte do subcomandante da unidade. De acordo com o relato, as oficiais preferem não se expor por medo de represálias e perseguições.


Em seu relato, ele descreve que uma das policiais buscou a Corregedoria depois que seu superior hierárquico "apalpou suas nádegas e simulou estar se masturbando com uma garrafa de álcool gel e demonstrou estar ejaculando espirrando uma quantidade de álcool".


Contudo, a denúncia não foi adiante e o subcomandante - após tomar conhecimento de que ela procurou a Corregedoria - passou a descrever a oficial publicamente como alguém com "problemas psicológicos" e "maluca".


A reportagem procurou comandante da 41ª CIPM para comentar o teor da denúncia na última quinta-feira (11). A equipe foi atendida pelo major Anderson Santos Rodrigues, que orientou a procurar o Departamento de Comunicação Social (DCS) da PM. O major explicou que o procedimento padrão e orientação passado pelo Comando Geral da instituição - nesta e outras situações - é que a imprensa busque um posicionamento por meio do DCS.


Desta forma, procuramos o setor no mesmo dia, solicitando um posicionamento oficial a respeito do episódio, e questionando também quais medidas a PM baiana adota para combater e prevenir assédio e eventuais condutas inapropriadas em seu âmbito.


Indagamos ainda a que tipos de punição fica sujeito um membro da corporação que tenha condutas como as descritas no relato ao qual o BNews teve acesso. Nesta terça, uma nota encaminhada pelo DCS informou que o Comando de Policiamento Regional da Capital Atlântico abriu um procedimento apuratório para investigar a denúncia.


Ponto Novo: Ministério Público investiga possível crime de apropriação indébita previdenciária

 


O Ministério Público do Estado da Bahia, através da Promotoria de Justiça de Saúde, abriu Procedimento Administrativo para apurar possível crime de responsabilidade por parte do ex-prefeito de Ponto Novo, Adelson Carneiro. A denúncia partiu do Subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência Social, Allex Albert Rodrigues, lotado no Ministério da Economia, em Brasília, após receber relatório de auditoria realizada no Instituto de Previdência de Ponto Novo-IPPN, entre setembro de 2013 e dezembro de 2016, apontando práticas que poderão caracterizar eventual ilícito penal ou improbidade administrativa.

Em seu relatório, datado de 21 de dezembro de 2018, o auditor da Receita Federal, Robson da Silva Santos, aponta que o ex-gestor Adelson Carneiro deixou de repassar R$ 1.605.565,40 (hum milhão, seiscentos e cinco mil, quinhentos e sessenta e cinco reais e quarenta centavos) referentes às contribuições descontadas dos servidores e não repassadas ao IPPN, ao mesmo tempo que não repassou R$ 3.906.232,82 (três milhões, novecentos e seis mil, duzentos e trinta e dois reais e oitenta e dois centavos) devidos ao Instituto, referentes às contribuições devidas do ente federativo (parte patronal). Na conclusão do documento, Robson Santos sugere a prática do crime de apropriação indébita e o de dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.

As penas somadas para os dois crimes podem chegar a 8 anos de reclusão/detenção e multa.

Apesar de a representação ter sido enviada à Procuradoria Geral de Justiça em 2019, e citar apenas o ex-prefeito Adelson Carneiro, a investigação do MP deverá atingir o também ex-prefeito Tiago Venâncio que, segundo o atual prefeito, deixou de repassar ao IPPN R$ 911.000,00 (novecentos e onze mil reais) descontados dos servidores. Em uma live no início do mandato, Thiago Gilleno disse também que seu antecessor deixou de repassar R$ 5.455.000,00 (cinco milhões, quatrocentos e cinquenta e cinco mil reais) da parte patronal. A Ponto Novo em Foco confirmou a ausência dos repasses na última gestão, mas não foi possível confirmar os valores citados pelo atual prefeito.

Em 2017, o então diretor-presidente do IPPN, sr. Sérgio Freire, divulgou uma tabela em que aparecia o nome do também ex-prefeito, Marcos Silva, como mais um a deixar de repassar as contribuições descontadas dos servidores, o que deve ser apurado pelo MP. Não há ainda informações sobre os repasses de janeiro e fevereiro da atual gestão.

O tema foi tratado pelo professor Josimar Ferreira, neste domingo (21), em sua live ed.11/2021, na página Ponto Novo em Foco, mas até o fechamento dessa matéria nenhum ex-prefeito havia se manifestado.

O Procedimento Administrativo pode ser consultado através da identificação Idea nº 003.9.103027/2019.


Por: Ponto Novo em Foco


segunda-feira, 1 de março de 2021

MPF investiga negócios suspeitos do filho caçula de Bolsonaro


 

Renan recebeu dinheiro de um suplente de senador para abrir empresa que promove encontro entre empresários e a cúpula do governo

O Ministério Público Federal (MPF) começou a investigar o filho caçula de Jair Bolsonaro, Renan, filho de seu segundo casamento — com Ana Cristina Siqueira Valle, que se tornou próspera investidora do ramo imobiliário depois que se casou com o atual ocupante do Planalto, na época deputado federal.

Segundo a revista Veja, A investigação preliminar foi aberta depois que o 04, como Renan é conhecido, abriu um escritório em Brasília e passou a intermediar encontros entre empresários e a alta cúpula do governo. 

O jovem empreendedor acionou a Presidência da República, por exemplo, para marcar uma reunião de um de seus patrocinadores com representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Após o caso vir à tona, o MPF recebeu denúncias de parlamentares da oposição ao governo e instaurou uma notícia de fato. 

Procuradores do Distrito Federal já solicitaram levantamento de dados do filho do presidente, da empresa Bolsonaro JR Eventos e Mídia e de seus parceiros de negócios.

Uma das empresas estava negociando fechar acordo com o Ministério do Desenvolvimento para construir casas populares. 

A outra, segundo a Folha de S. Paulo, prestou serviços de produção de vídeos aos ministérios da Saúde, da Educação e do Turismo.

Antes do pai se tornar presidente, Renan estava desempregado. Posteriormente, fundou empresa com um capital social de 105 000 reais.

Segundo registros oficiais, parte desse dinheiro foi doada pelo advogado Luís Felipe Belmonte, suplente de senador e um dos dirigentes do Aliança pelo Brasil, o partido que Bolsonaro tentou criar. Renan e a mãe deixaram Resende, no sul fluminense, onde ela tem muitos imóveis, e passaram a morar em um apartamento de Bolsonaro em Brasília.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Lewandowski autoriza diligências da PF em inquérito que investiga ministro Pazuello

 


O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu nesta segunda-feira (15) pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a Polícia Federal realize diligências no inquérito que investiga eventual responsabilidade do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na crise de saúde pública de Manaus, em que pacientes de Covid-19 chegaram a morrer em janeiro por falta de oxigênio nos hospitais. Na decisão, o ministro autorizou depoimentos de funcionários do Ministério da Saúde e de secretarias de Saúde do Amazonas e de Manaus; acesso a e-mails; a informações sobre fornecimento e transporte de oxigênio; a informações sobre gastos com distribuição de medicamentos para tratamento precoce e que não têm eficácia comprovada contra a Covid.

 


Até agora, só o ministro Pazuello foi ouvido na investigação. Ele negou omissão do governo na crise sanitária no Amazonas. No último dia 11, durante audiência no Senado, Pazuello afirmou que não houve relato de falta de oxigênio no início de janeiro em Manaus. Em janeiro, o Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de inquérito para investigar a conduta de Pazuello no enfrentamento da crise da saúde do Amazonas. A apuração requerida pela PGR analisa a suposta omissão do governo diante do colapso que vitimou pessoas no estado diante da falta de oxigênio.

Segundo a PGR, apesar de ter sido observado o aumento de casos de Covid-19 já na semana do Natal, o ministro da Saúde optou por enviar representantes da pasta a Manaus apenas em 3 de janeiro, uma semana depois de ter tomado conhecimento da situação calamitosa em que se encontrava a capital. Outro ponto, de acordo com a procuradoria, é que a gravíssima situação dos estoques de oxigênio hospitalar em Manaus chegou ao conhecimento do ministério em 8 de janeiro por meio da White Martins, fabricante do produto, e que o Ministério da Saúde apenas iniciou a entrega de oxigênio em 12 de janeiro.

Em 14 de janeiro, portanto oito dias depois de Eduardo Pazuello saber do iminente colapso no sistema de saúde de Manaus, o ministério fez a entrega de 120 mil unidades de hidroxicloroquina, como medicamento para tratar a Covid-19, quase a mesma quantidade de testes do tipo PCR que havia sido entregue ao estado do Amazonas. A cloroquina não tem eficácia cientificamente comprovada no tratamento da Covid-19. Além do inquérito sobre a crise em Manaus, a Procuradoria-Geral da República abriu uma apuração preliminar para analisar as ações de Pazuello diante da evolução da pandemia no Pará. 

Se avaliar que há elementos que indiquem crime, a PGR pode pedir a abertura de uma nova investigação do ministro no STF.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

MPF investiga improbidade administrativa por prioridade à cloroquina e não oxigênio em Manaus

 


O Ministério da Saúde pressionou Manaus a distribuir o kit covid, que contém hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina, como tratamento preventivo para a doença. Profissionais de saúde e pacientes confirmam o uso do kit na rede pública


O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas abriu, nesta sexta-feira, 15, um inquérito para investigar improbidade administrativa de agentes públicos, que apesar da crise de desabastecimento de oxigênio, foram pressionados pelo Ministério da Saúde para que fosse priorizada a distribuição de "tratamento precoce com eficácia questionada" pela rede pública de Saúde estadual e municipal.

“Cabe apurar, desse modo, se mesmo diante da perspectiva de grave falta de oxigênio, houve opção de agentes públicos por recomendar tratamento de eficácia questionada em vez de envidar esforços imediatos para, com a urgência necessária, abastecer as unidades hospitalares com o insumo ou coordenar os esforços logísticos para transferir a outros estados pacientes então hospitalizados no Amazonas”, diz trecho do documento do MPF

O Ministério da Saúde pressionou Manaus a distribuir o kit covid, que contém hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina, como tratamento preventivo para a doença. Profissionais de saúde e pacientes confirmam o uso do kit na rede pública.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Polícia Civil investiga vídeo falso sobre caixões enterrado com pedras



A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito policial para apurar a origem de um vídeo no qual uma mulher, cuja identidade está sendo investigada, afirma que, em Belo Horizonte, caixões estariam sendo enterrados vazios ou com pedras e paus no lugar dos corpos de vítimas do novo coronavírus.

Tanto a Polícia Civil quanto a Prefeitura de Belo Horizonte afirmam que o conteúdo do vídeo é falso. Em conversa com jornalistas, nesta terça-feira, 5, o delegado-geral Wagner Sales disse que a autora do vídeo pode ser condenada a até nove anos de prisão por denunciação caluniosa, difamação contra autoridade pública e propagação de tumulto e alarme.

“É preciso que a população se conscientize de que as atitudes no mundo virtual têm consequências no mundo real”, disse o delegado, solicitando ajuda dos cidadãos para tentar chegar até a mulher que aparece no vídeo.

“Precisamos que a população nos traga mais informações sobre este vídeo através do número 181. Só assim vamos poder desestimular e responsabilizar os autores destas atitudes nocivas à sociedade”, acrescentou Sales, destacando que, além de provocar incertezas e fomentar a insegurança, o vídeo desrespeita as famílias das vítimas do novo coronavírus.

A falsa denúncia circulou pelas redes sociais nos últimos dias. Nele, a mulher que agora está sendo procurada afirma que parentes de mortos foram surpreendidos ao abrir os caixões e se deparar com pedra e paus. “Aqui em Minas está acontecendo um caso muito engraçado. Principalmente lá em BH”, diz a mulher, criticando o prefeito, Alexandre Kalil (PHS), e a classe política em geral. “Estão enterrando um monte de gente com coronavírus. Aí, o que aconteceu? Mandaram ir lá e arrancar todos os caixões para fazer o exame para ver se é coronavírus mesmo. Sabe o que tem dentro do caixão? Pedra e madeira”, diz a mulher, procurando desacreditar as notícias a respeito da letalidade da doença.

No início de abril, um outro vídeo com falsas acusações sobre a situação em Minas Gerais chamou a atenção das autoridades. Gravado na Central de Abastecimento (Ceasa) de Contagem, na grande Belo Horizonte, o vídeo exibia um homem afirmando que as recomendações de isolamento social, com restrições a algumas atividades comerciais, ameaçava os moradores da capital mineira e região com a falta de alimentos. O vídeo, no entanto, foi gravado em uma área da Ceasa que passava por obras, em dia e horário de menor movimento no local. Imagens posteriormente disponibilizadas pela Ceasa revelam que, naquele mesmo momento, não só havia, ao redor, bancas devidamente abastecidas, como que, mais cedo, o movimento tinha sido normal.

Também neste caso a Polícia Civil instaurou inquérito e ouviu o autor do vídeo, que declarou ter agido sozinho e gravado e divulgado o vídeo para alarmar a população sobre os efeitos econômicos do isolamento social.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 28 de março de 2020

Minas investiga excesso de cadáveres em funerária e estuda exumação para testar coronavírus


O governo de Minas Gerais investiga a entrada de 41 cadáveres em menos de 48h em uma funerária de Belo Horizonte. A polícia afirma que os laudos apontam insuficiência respiratória como causa das mortes


O governo de Minas Gerais colocou sob investigação a chegada de 41 cadáveres, em um intervalo de 48 horas, numa funerária de Belo Horizonte. 
A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "o governo de Minas Gerais admite que corpos estão sendo enterrados no Estado sem que se saiba se a morte se deu por causa da nova doença. O diagnóstico do coronavírus depende de exames laboratoriais “realizados em vida, e não de necropsia”, afirma a secretaria de Saúde. “Após o término da contingência epidemiológica, caso a autoridade policial entenda ser necessária, a exumação do corpo a poderá ser realizada”, diz."
A matéria ainda afirma que "no dia 22 de março, a Polícia Militar mineira recebeu uma denúncia anônima, em que um morador relatava a existência de corpos acumulados em uma funerária da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao chegar ao local, a equipe do 5º Batalhão se deparou com o gerente da funerária, que narrou que, entre os dias 20 e 22 deste mês, 73 cadáveres haviam chegado à funerária com laudos da causa da morte parecidos: pneumonia ou insuficiência respiratória."

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