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terça-feira, 8 de novembro de 2022

A Modelo gostosa Janaína Julik viveu momento de superação após escapar de feminicídio


Janaína Julik, além de ser empresária, é modelo e digital influencer, onde mantém um perfil nas redes sociais que costuma compartilhar com seus seguidores todas as suas experiências pessoais e suas histórias de superação. A linda gaúcha de 31 anos, é formada em RH, apaixonada por sushi e a prática de musculação, esporte este que ela não deixa nenhum dia de realizar.

Jana é frequentemente comparada com a modelo e apresentadora Juju Salimeni, não somente pelo físico, mas também pela aparência, e no início deste ano, as beldades estiveram juntas, pois Janaína foi uma das integrantes que participou da primeira temporada do reality show Juju Boot Camp, transmitido no canal E! Entertainment, e que teve apresentação exatamente da Juju Salimeni, onde o reality colocou 24 mulheres a prova em um treinamento que testava tanto a força física, como mental.

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 A semelhança entre as loiras, faz com que os amigos de Jana a chamem de “Mini Juju” e a beldade comenta a respeito. “A Juju é uma grande referência pra mim, uma baita inspiração de exemplo e de dedicação, e ter participado de seu reality foi extremamente gratificante e maravilhoso”, declarou. Mas nem tudo é flores na vida da gaúcha... uma mancha triste em sua história pessoal servirá para Janaína levantar sua voz contra um mal que assola nossa sociedade, violência feminina. A modelo foi vítima de uma tentativa de feminicídio que partiu do seu ex namorado no último mês de junho, onde infelizmente cenas horripilantes levaram a modelo para as páginas policiais.



"Após de uma tarde entre amigos fui surpreendida com uma agressão gratuita do meu ex namorado em Itapema / SC, o que foi um grande susto, porém graças a Deus e pelo amor que tenho em minha filha, estou dando a volta por cima", revela Janaína que para celebrar um novo tempo em sua vida realizou um novo ensaio fotográfico. A beldade ainda complementou: "Depois de meses traumatizada, estou me refazendo, voltei a cuidar do meu corpo e principalmente da minha mente. Retomei os trabalhos e aguardo o fim da pandemia para iniciar novos projetos", conta Jana. Ela quer ser voz ativa denunciando a violência e os abusos contra as mulheres e tem usado sua página no Instagram para orientar e ajudar mulheres que passaram por traumas semelhantes















sábado, 11 de setembro de 2021

Brasil vive 'tempestade perfeita' de desafios que aumentaram pobreza no país, diz analista

 


Segundo dados, hoje, a renda individual média do brasileiro se encontra -9,4% abaixo do nível do final de 2019. Na população mais pobre, esta perda de renda é de -21,5%. A Sputnik Brasil entrevistou especialista para entender como a pandemia impactou a economia e o que fazer para sua recuperação.

A pandemia da COVID-19 pegou o mundo de surpresa e trouxe consigo não só um grande problema sanitário como também econômico. Com o dinheiro deixando de circular pelas restrições, falência de estabelecimentos e desemprego, o vírus se tornou não só uma ameaça para saúde pública, mas também para ampliação da desigualdade social.

No Brasil, segundo pesquisa da FGV Social, a renda individual média do brasileiro incluindo informais, desempregados e inativos se encontra hoje -9,4% abaixo do nível do final de 2019. Na metade mais pobre, esta perda de renda é de -21,5%, configurando aumento da desigualdade entre a base e a totalidade da distribuição.

Em relação aos mais favorecidos, a queda de renda entre os 10% mais ricos foi de -7,16%, menos de 1/3 da queda de renda observada na metade mais pobre.

Os principais perdedores foram os moradores da região Nordeste (-11,4% de perda de renda contra -8,86% do Sul); as mulheres que tiveram jornada dupla de cuidado das crianças em casa (-10,35% de perda contra -8,4% dos homens) e os idosos, por terem que se retirar do mercado pela sua maior fragilidade em relação ao vírus (-14,2%).  

A Sputnik Brasil entrevistou Marcelo Neri, diretor da FGV Social, para entender melhor os efeitos pandêmicos na economia brasileira, principalmente na parcela da população mais desassistida.

Distribuição de marmitas no centro da cidade de Curitiba. Muitos brasileiros passam necessidade pela falta de emprego e economia inflacionada pelo pandemia, em 1º de abril de 2021.
© FOLHAPRESS / LUIS PEDRUCO
Distribuição de marmitas no centro da cidade de Curitiba. Muitos brasileiros passam necessidade pela falta de emprego e economia inflacionada pelo pandemia, em 1º de abril de 2021.

Neri explica que, sobre a queda de renda evidenciada na parcela pobre (-21,5%), um total de 11,5%, corresponde ao aumento do desemprego, ou seja, a maior parte.

"Mecanicamente, quando aumentou o desemprego e caiu o salário, que são os componentes da renda do trabalho, a renda dos mais pobres caiu. […] Essas são as causas imediatas: desemprego, desalento, mas há algo por trás também, que está atingindo outros países, que é o combo da inflação alta e do desemprego alto", disse o especialista.

O diretor salienta que a inflação entre a classe mais humilde está três pontos acima da inflação nas classes mais favorecidas, uma vez que "itens como alimentos, gás, gasolina pesam com maior ênfase no orçamento dos mais pobres".

Outro ponto observado, é que o desemprego entre os mais desfavorecidos saltou de 26 para 35%.

"Está estagflação está impregnando o Brasil e, especialmente, a classe de renda mais baixa. É uma situação com difícil saída porque normalmente quando temos inflação alta o desemprego está baixo, a economia está aquecida. Porém, esse cenário da inflação e desemprego altos, e para combater a inflação a gente precisa desaquecer a economia, é como se tivéssemos que piorar o desemprego."

Neri elucida que essa situação cria "choques de oferta", que acontecem quando "se restringe a oferta da economia, piora a inflação e a produção, o que é preocupante, já que estamos vendo 'vários choques' acontecerem dentro de uma espécie de 'tempestade perfeita'".

Brasileiros, que antes não eram moradores de rua, mas pertenciam a uma classe mais desfavorecidas, após os efeitos da pandemia na economia, agora se encontram em situação precária levando o que tinham em casa para as ruas, Brasília, 30 de agosto de 2021
© FOLHAPRESS / ELIO RIZZO
Brasileiros, que antes não eram moradores de rua, mas pertenciam a uma classe mais desfavorecidas, após os efeitos da pandemia na economia, agora se encontram em situação precária levando o que tinham em casa para as ruas, Brasília, 30 de agosto de 2021

"Estamos dentro de uma 'tempestade perfeita' por diversos motivos: primeiro por questões climáticas, estamos na pior seca em muitos anos e isso está tendo impacto no preço da energia […], a própria pandemia é um choque de oferta porque as pessoas não podem trabalhar, assim como algumas cadeias de produção que estão rompidas e enfrentando dificuldades, além disso, a incerteza do mercado pelo contexto político do Brasil."

Em resumo, o especialista diz que "a renda média caiu, a desigualdade aumentou, a inflação e o desemprego subiram e estamos vendo alguns choques prospectivos, como a crise de energia que está apenas no começo, a incerteza na agenda política e a vacinação na pandemia, que avançou, mas tem a variante Delta, então é uma série de desafios que estão impactando os mais pobres".

"Estamos em uma era de pouca prosperidade na qual a desigualdade e a incerteza estão em altas. A vantagem da incerteza é que quando você consegue combatê-la, você consegue melhorar a situação de todo mundo. Se baixarmos a incerteza eleitoral, climática, pode melhorar, mas é um cenário complexo."

Aumento de ambulantes nas ruas de Salvador foi registrado com a pandemia de COVID-19 e o desemprego. Salvador, BA, 3 de agosto de 2021
© FOLHAPRESS / ROMILDO DE JESUS
Aumento de ambulantes nas ruas de Salvador foi registrado com a pandemia de COVID-19 e o desemprego. Salvador, BA, 3 de agosto de 2021

Redistribuição de renda e inflação

Ao ser questionado sobre o auxílio emergencial – assim como outras políticas de redistribuição de renda –, se o mesmo pode aumentar a inflação dentro do contexto da estagflação, Neri responde que, em termos fiscais, "auxílios como o Bolsa Família, por exemplo, respondem a 0,5% do PIB, diferente dos 14% da previdência".

Portanto, "se focalizarmos esses auxílios 'nos pobres', não custa tanto. O que há, é uma questão institucional".

"A série de pobreza mostra que quando foi instituído [o auxílio] a pobreza caiu muito em relação ao período antes da pandemia, depois quando reduziu o montante dado para metade a pobreza triplicou, foi para 16%, agora com a volta do auxílio menor, porém maior que o Bolsa Família, a pobreza caiu para um nível acima do que tinha antes da pandemia, está em 13% [antes era 11%], ela flutuou muito."

Neri ainda destaca que "estamos em uma situação que não temos fonte de financiamento clara para os programas sociais, então qualquer estratégia acaba gerando sinais que não são bem-vindos pelo mercado", o que dá essa impressão que a inflação pode disparar devido aos auxílios.

"O Brasil foi generoso, apesar de não seguir a cartilha do ministro da Economia [Paulo Guedes], foi um dos mais generosos dos emergentes, no entanto, a nossa pandemia foi forte e talvez o recurso não tenha sido bem aplicado."

Movimentação em agência da Caixa Econômica Federal, no centro de São Paulo, para saque da última parcela do auxílio emergencial
© FOLHAPRESS / RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS
Movimentação em agência da Caixa Econômica Federal, no centro de São Paulo, para saque da última parcela do auxílio emergencial

O diretor diz que "a situação de pobreza não deveria ser um problema em condições normais", porém, enfatiza que "há uma armadilha na qual os pobres são os primeiros da fila a sofrer o ajuste fiscal porque não tem garantia nenhuma" e cita que a Saúde, Educação e a Previdência são setores que têm "proteção", mas a Assistência Social não.

Neri também sinaliza que com o ano eleitoral em 2022, "todas as volatividades tendem a ficar bem mais sérias para o futuro".

Soluções econômicas para estagflação

Para contornar esse quadro, principalmente por se tratar de uma estagflação em um país em desenvolvimento, o especialista aponta que o primeiro ponto é ter credibilidade no mercado, "pois não estamos com muita credibilidade no momento".

Outro ponto seria adotar algumas políticas de renda, "já que temos uma longa tradição nisso, como o próprio plano Real", entretanto, elucida que tal estratégia cria "incertezas".

"Brasil foi o país que teve a maior inflação no mundo entre 1970 a 1995, então temos histórico com esse assunto. No entanto, é um jogo meio complicado, porque se faz um plano de estabilização, melhora na hora, mas depois podem vir complicações."

Neri sublinha que para superar a estagflação é necessária "boa credibilidade, política de geração de emprego e decisões sensatas", destacando que um "bom programa social não é necessariamente muito custoso se for focado".

Fila de pessoas no açougue localizado no bairro CPA II, em Cuiabá, que distribuiu ossinhos para população há dez anos. A procura por ossos apesentou aumento significativo pelo elevado desemprego, aumento generalizado dos preços e a pandemia, Cuiabá-MT, 22 de julho de 2021
© FOLHAPRESS / FRANCISCO ALVES
Fila de pessoas no açougue localizado no bairro CPA II, em Cuiabá, que distribuiu ossinhos para população há dez anos. A procura por ossos apesentou aumento significativo pelo elevado desemprego, aumento generalizado dos preços e a pandemia, Cuiabá-MT, 22 de julho de 2021

Classe média

Ao mesmo tempo, a pesquisa mostrou que a classe média teve uma queda expressiva de renda de quase 9%. Se políticas centradas nesta parcela da população (no intuito de investir na volta do consumo dessa classe visando a recuperação econômica) poderiam ser uma solução para o problema, o diretor afirma que sim, "mas por razões mais de mercado".

"Não temos recurso, teremos que fazer uma 'escolha de Sofia', se resolvermos gastar o dinheiro com os mais pobres, o que seria a solução. Mas se jogarmos 'dinheiro de helicóptero' para classe média, se for recursos fiscais, o Brasil já tem uma situação fiscal delicada e esse é uma questão."

O especialista também chama atenção para fato de que "agora existe o 'canto da sereia' do ano eleitoral […] o presidente não está muito popular, se ele resolver gastar para ficar popular, uma técnica utilizada [por políticos] no Brasil nos últimos 30 anos, pode ser que a eleição seja um bom período, mas o pós-eleitoral não seja". "Está tendo solução para 2022, mas como você financia depois?", indagou.

Pessoas fazem compra em supermercado de classe média em São Paulo, 31 de agosto de 2021
© FOLHAPRESS / MATHILDE MISSIONEIRO
Pessoas fazem compra em supermercado de classe média em São Paulo, 31 de agosto de 2021

Na quarta-feira (9), a inflação no Brasil teve alta recorde no preço de combustíveis e alimentos para o mês de agosto, e atingiu números que não eram vistos há 21 anos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,87% ante julho, acima da alta de 0,71% esperada por economistas.

A gasolina acumulou aumento de 31,09% e a alimentação em domicílio teve alta de 0,78% para 1,63%, conforme noticiado. Esses itens são essenciais na vida da população e seus preços inflacionados impulsionam o alargamento do contexto da pobreza.

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


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  • O livro citado de Richard Nolle faz uma boa análise da posição de Quíron conforme título acima; entretanto, o que merece um destaque maior ...
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quarta-feira, 7 de julho de 2021

Como vive a fisiculturista ex-cunhada de Bolsonaro que aponta envolvimento do presidente nas rachadinhas

 


Sem dinheiro para advogado, desempregada e fazendo bicos eventuais em academias de Juiz de Fora (MG). É assim que tem sido a vida da ex-cunhada do presidente Bolsonaro, a fisiculturista Andrea Siqueira Valle. Ela ganhou os holofotes nesta semana, após o site “UOL” revelar uma gravação em que aponta envolvimento direto do presidente Bolsonaro no caso da “rachadinha”. Andrea é irmã de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Bolsonaro e mãe de seu filho caçula, Jair Renan. A informação é da jornalista Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo.

A rotina de Andrea está longe de qualquer glamour. Desde de que se mudou para a cidade mineira, está desempregada e só fez trabalhos pontuais em academias. Com a pandemia, até esses serviços minguaram. Hoje é uma das poucas integrantes da família Siqueira Valle que não têm dinheiro para pagar os R$ 500 mensais cobrados pelo advogado que os defende no caso Queiroz. Por isso, está sem apoio legal. Em situação financeira muito difícil, ela avalia retornar a Resende (RJ), onde mora boa parte do seus parentes que figuraram como funcionários fantasmas nos gabinetes da família Bolsonaro.

Segundo a jornalista, Andrea e Ana Cristina mantém contato. Recentemente, a ex-mulher de Bolsonaro deu parabéns para a irmã em uma rede social por seu aniversário de 50 anos. Depois que sua gravação veio à tona, a fisiculturista fechou seu Instagram, que era aberto até semana passada. Para fugir de jornalistas, troca constantemente onúmero de telefone.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Feira de Santana - Bahia: Com mais 90% de UTIs Covid ocupadas, prefeito diz que cidade vive 'pior momento'

 


Com praticamente 90% dos leitos destinados ao tratamento intensivo da Covid-19 ocupados na cidade de Feira de Santana, o prefeito Colbert Martins (MDB) diz que, se necessário, novas medidas de restrições de atividades serão aplicadas no município. O gestor atribui o início da vacinação contra a doença e o período de férias a um maior relaxamento das ações de combate ao coronavírus por parte da população. Ao Bahia Notícias, Colbert disse que a cidade vive o pior momento desde julho do ano passado, quando registrou os mais altos índices da pandemia.  Nesta segunda-feira (15), do total de 18 leitos de tratamento intenso (UTI) do hospital de campanha do município, estão ocupados 16. 

Até então, 446 pessoas já morreram pela doença. “Estamos com praticamente 90% de ocupação. Os leitos clínicos que são 35 estão com 20 pessoas internadas, coisa que não acontece há mais de sete meses. Então estamos com 36 pessoas internadas e muitas dessas pessoas que vão para leitos clínicos, quando agravam tem que ir para UTI, estamos com um risco muito grande”, disse. Com receio de esgotar a capacidade de leitos da cidade, o gestor disse que no passo em que os casos vem evoluindo, há possibilidade de se chegar em um nível de falta de capacidade de administrar a situação. “Nós estamos chamando atenção da população. Se for necessário fechar todas atividades para poder reduzir a quantidade de pessoas circulando, nós vamos fazer. Já fizemos algumas vezes e podemos ter que fazer novamente, desde a restrição das atividades noturnas, até durante o dia”, disse. 


 


Para o prefeito, há falta de entendimento por parte da população de que a doença ainda circula no município. Ele defende que houve  um relaxamento em razão do inicio da vacinação. “Isso fez com que muitas pessoas achassem que a vacina já chegou para todos, mas não chegou. A vacina está chegando para poucas pessoas, mas em razão disso, muita gente está se expondo. Também estamos em um período de férias, o que faz com que muita gente saia da cidade e volte depois aumentando o índice de contaminação”, disse. Lembrando que a cidade já teve que restringir atividades nos bairros do Tomba e do Sim, que continuam figurando com o maior número de casos registrados de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o prefeito fez um apelo. “Queremos que as pessoas possam se vacinar. Se as pessoas não se cuidarem, muita gente não vai ter nem a perspectiva de tomar a vacina, por tanto, nessa hora cabe a cada um preservar sua vida e a do próximo”, finalizou. De acordo com o boletim emitido neste domingo (14) pela SMS de Feira de Santana, desde o início da pandemia até então 24.161 pessoas tiveram a doença. Deste total, 22.426 pessoas se curaram, e outros 446 óbitos foram registrados. 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Secretário da saúde afirma que a Bahia vive uma “maré alta” da pandemia

 


Com os números da contaminação pela covid-19 estabilizados e sem quedas significativas há cerca de um mês, quando foi atingido um platô, o secretário estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas, afirma que o estado vive uma “maré alta” da pandemia. De acordo com ele, as principais razões para que isso aconteça são as aglomerações causadas por campanhas eleitorais e festas noturnas. O secretário também afirma que houve uma mudança no padrão dos contaminados, com aumento do número de casos entre pessoas de 20 a 40 anos de idade.


Vilas-Boas, revelou também estar preocupado com o aumento do número de casos de covid-19 que não entrarão para os registros oficiais por conta da não testagem da população em diversas cidades da Bahia. Ele lamentou que nesse momento muitas prefeituras estão voltadas unicamente para as campanhas eleitorais, deixando de lado a prevenção contra a doença. O secretário disse ainda que espera voltar a fazer a busca ativa dos casos de coronavírus após a eleição de 15 de novembro.

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