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sábado, 18 de novembro de 2023

Termodinâmica usada por brasileiros fornece evidências sobre rota misteriosa no espaço-tempo

 


Pesquisadores brasileiros estudaram as propriedades termodinâmicas de um gás ideal encontrado em um buraco de minhoca, uma "passagem" hipotética entre duas regiões remotas no espaço-tempo.

estudo foi desenvolvido pelo Grupo de Física Teórica e Computacional da Universidade Federal do Cariri (UFCA), no Ceará, contando com a parceria de pesquisadores de outras instituições.
De acordo com o estudo, os especialistas exploraram as contradições nos buracos de minhoca, que precisam de matéria exótica para se formarem e não podem ser observados diretamente, apenas por seus efeitos indiretos.
A termodinâmica foi explorada para compreender como um gás se comporta nas imediações de um buraco de minhoca.
Rápida explosão de rádio passa pelo espaço e atinge a Terra (representação artística) - Sputnik Brasil, 1920, 28.10.2023
Ciência e sociedade
Estudo detecta no espaço rajadas rápidas de rádio incrivelmente breves


quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Uma joia mexicana: esta árvore nativa é usada para tratar mais de 15 doenças

 


É uma joia natural e seu uso no tratamento de doenças é essencial na medicina tradicional mexicana: é o cuachalalato. Contamos mais sobre esta árvore.

A casca do cuachalalato é a chave: como chá, pó ou pomada , essa parte da árvore nativa do sul do México tem potencial antiinflamatório, impede a multiplicação de células bacterianas e é benéfica para os sistemas imunossuprimidos, segundo informações do a Universidade do Texas.
Listamos os múltiplos benefícios, cientificamente comprovados, desta árvore .

Como chá, a casca ajuda a tratar:

1.
Úlceras gástricas.
dois.
Problemas de fígado
3
Infecções renais
Quatro.
Níveis de colesterol mais baixos .
5
Pedras na vesícula.
6
Úlceras na boca e dor de dente.
7
Febres intermitentes
8
Varizes
9
10
Febre tifoide.
onze.
Malária.
12
Câncer de estômago.
A goma ou resina branca da árvore é aplicada na pele para tratar:
1.
Espinhas ou abscessos
dois.
Problemas de pele ou urticária.
3
Esfriamento em bebês.
Quatro.
5
Picadas ou picadas de animais venenosos.

Por que esta árvore é tão poderosa?

Um estudo mostrou que a mistura de ácidos anacárdicos isolados dessa planta apresenta uma percepção de autoindução na bactéria, por isso possui propriedades semelhantes às dos antibióticos.
Sputnik, por cuidados de saúde responsáveis ​​- Sputnik Mundo
Sputnik, por cuidados de saúde responsáveis

As opiniões expressas pelos especialistas neste artigo são compartilhadas apenas para fins educacionais e informativos e não têm a intenção de servir como um diagnóstico ou tratamento


quarta-feira, 31 de março de 2021

Ivermectina não deve ser usada para tratar COVID-19, recomenda OMS

 


Em julho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se posicionou sobre o uso da ivermectina no combate à COVID-19, entrando no mérito de que o medicamento não tem eficácia comprovada. Nesta quarta-feira (31), foi a vez da Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionar. A organização recomendou não utilizar o antiparasitário para pacientes com COVID-19, exceto em ensaios clínicos.

O argumento da OMS é que os dados de estudos clínicos para medir a eficácia do medicamento em questão contra a COVID-19 não produziram resultados conclusivos. "Nossa recomendação é não usar ivermectina para pacientes com COVID-19, independentemente do nível de gravidade ou duração dos sintomas", anunciou Janet Díaz, chefe da equipe de resposta clínica à COVID-19, durante uma coletiva de imprensa. A recomendação só traz uma exceção: ensaios clínicos.


Para chegar a essa conclusão, os especialistas da OMS se basearam em 16 ensaios clínicos randomizados com 2.400 participantes, que compararam a ivermectina com outros medicamentos. Dito isso, de acordo com Bram Rochwerg, pesquisador da Universidade McMaster no Canadá e membro do painel da OMS, o número de estudos comparando ivermectina com placebo "é muito menor".

Em contrapartida, os dois especialistas anunciaram, em uníssono, que as recomendações serão atualizadas conforme novas pesquisas surjam confirmando a eficácia da ivermectina. A OMS não é a primeira a se posicionar dessa forma: a Agência Europeia de Medicamentos também não recomenda seu uso exceto em ensaios clínicos. Além disso, a Food and Drug Administration (FDA), órgão dos EUA, também aponta que a ivermectina não deve ser usada para tratar pacientes com COVID-19.


Já na ocasião mencionada anteriormente, do posicionamento da Anvisa, a príncipio a agência divulgou: "não há recomendação da Anvisa, no momento, para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus", mas atualizou a sua nota oficial, alegando que "as indicações aprovadas para a ivermectina são aquelas constantes da bula do medicamento" e que o uso fora do previsto na bula "é de escolha e responsabilidade do médico".


Fonte: Inquirer, O Globo

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Anvisa alertou Bolsonaro em abril que cloroquina não deveria ser usada contra coronavírus




Publicado originalmente no site Brasil de Fato
POR IGOR CARVALHO
No dia 9 de abril, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou ao Ministério da Saúde e ao Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 uma nota informativa desaconselhando o uso de hidroxicloroquina no tratamento para coronavírus.
“Recomendamos ao Ministério da Saúde e Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 que os comprimidos de hidroxicloroquina fabricados pelo Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército e pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, sejam destinados exclusivamente às indicações terapêuticas já aprovadas por esta Anvisa e que constam na bula do medicamento”, aponta a nota assinada pelo diretor da entidade, o almirante Antônio Barra Torres.
Ainda de acordo com a nota, a Anvisa demostrava preocupação com o atendimento das pessoas que realmente necessitam do medicamento. No documento, a agência afirma que o estoque de hidroxicloroquina à época, 8,8 milhões de comprimidos, “equivaleria a aproximadamente 3 (três) meses de tratamento dos pacientes malária, lúpus ou artrite reumatoide, ou seja, daquelas indicações terapêuticas aprovadas em bula.”
Dias antes, em 27 de março, o governo brasileiro havia anunciado que a hidroxicloroquina seria liberada para uso em pacientes com a covid-19, desde que apresentassem uma receita assinada por um médico. Em seu site, a Anvisa divulgou uma nota, no dia 31 de março, com as regras para o uso do medicamento.
“O Ministério da Saúde (MS) divulgou que disponibilizará os medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina para uso em pacientes com formas graves da covid-19, a critério médico. A decisão foi baseada em estudos promissores que demonstram o potencial benefício do uso em pacientes graves”, afirma a Anvisa na nota, obtida pelo coletivo Fiquem Sabendo.
Brasil de Fato entrou em contato com a Presidência da República mas não obteve resposta até a publicação dessa matéria.
Para o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde, o documento não poderia ser ignorado pela presidência da República.
“Mais um crime de responsabilidade de Bolsonaro: ignorou uma nota técnica da Anvisa que não recomendava o uso da hidroxicloroquina. O governo transforma o debate da cloroquina em um ato político, contudo é científico. Ao ignorar a Anvisa, o governo mostra que seu compromisso não é com a vida, mas sim, com a produção de fake news [notícias falsas]”.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é o principal defensor da hidroxicloroquina no país, mesmo sem comprovação científica da eficácia do medicamento. Pelo contrário, pesquisas no Brasil e em outros países mostram que o medicamento não deve ser utilizado no tratamento da covid-19.
No último dia 6 de agosto, Bolsonaro afirmou que, se for necessário, solicitará aos EUA mais unidades do medicamento.
“Aceitei do presidente Trump a doação de 1 milhão de comprimidos, que ainda não foram distribuídos porque a cartela deles tem 100 comprimidos. E se o Trump, nós tivermos necessidade aqui de mais comprimidos, pode ser que haja mais necessidade, eu não tenho problema nenhum de ligar para o presidente norte-americano, se tiver mais, manda para nós, a gente manda um avião buscar ou ele manda um avião para cá e a gente distribui esse material aí”, disse.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Ivermectina não deve ser usada contra a Covid-19 e pode causar sérios efeitos colaterais, alerta infectologista



Enquanto alguns médicos e estudos apontam que não há medicação específica para evitar agravamento da covid-19 , outros profissionais da saúde defendem tratamento preventivo contra o novo coronavírus



A suposta cura para o coronavírus da vez é a Ivermectina. Circula pelas redes sociais que a droga, usada para combater parasitas como carrapatos, pulgas e piolhos, previne e até expulsa a Covid-19 do corpo humano.

A medicação foi apontada em uma pesquisa como eficaz na redução da replicação do coronavírus em testes in vitro, ou seja, em amostras do vírus em laboratórios. Entretanto, a comprovação da eficácia do medicamento no corpo humano não foi comprovada.
Em conversa com o VN, o médico infectologista Adriano Oliveira explicou que, nem ivermectina nem nenhuma outra droga possuem, até o momento, comprovação científica no combate à Covid-19.
“Esse uso da Ivermectina profilática para a Covid-19 não tem embasamento técnico científico, portanto, não deveria estar sendo feito.
Oliveira explica que a Ivermectina é uma droga segura para os seus fins, mas, como todo medicamento, pode apresentar sérios efeitos colaterais.
“Sabemos, por exemplo, que é capaz de induzir à hepatite colestática grave. Então a gente tem que tomar muito cuidado, porque o uso indiscriminado de medicação sem prescrição, sem orientação médica, infelizmente pode levar a tragédias”, afirma o doutor.
Ele afirma que, até o momento, a única forma de prevenir o coronavírus é com distanciamento social e higiêne pessoal, principalmente lavar e higienizar as mãos.
“A Ivermectina, de longe, não é a cura para a Covid-19. Infelizmente, não”, frisa.
INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS ALERTAM PARA OS RISCOS
Diversas instituições brasileiras emitiram notas sobre a falta de evidência para utilização da ivermectina na prevenção ou tratamento da Covid-19.
Em nota técnica conjunta, o Centro de Informação sobre Medicamentos, Conselho Regional de Farmácia do Estado da Bahia, Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal de Sergipe e Universidade Federal do Vale do São Francisco alertam profissionais da saúde:
“Conforme a Nota Técnica Informativa Nº 03/2020, desenvolvida este grupo de Centros de Informações sobre Medicamentos (CIMs), não há evidências científicas robustas que sustentem a utilização do medicamento ivermectina para tratar ou prevenir a COVID-19”.
A Rede Covida, projeto de colaboração científica e multidisciplinar focado na pandemia de Covid-19, formado entre o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba), alertou a população sobre os riscos do uso indevido da Ivermectina no tratamento da Covid-19:
“Tanto pela ausência de evidências científicas sobre a droga quanto aos benefícios para os pacientes com esta doença, como por poder produzir efeitos colaterais graves”.
A Sociedade Brasileira de Infectologia ressalta que a ivermectina e a nitazoxanida aparentam resultado positivo em testes in vitro, mas não há comprovação in vivo, ou seja em seres humanos.
A Sociedade resaslta que alguns medicamentos que tiveram resultado similar no teste in vitro, não apresentou o mesmo benefício em humanos. “Só estudos clínicos permitirão definir seu benefício e segurança na COVID-19”.
A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBT) frisa que alguns médicos estão, erroneamente, compartilhando informações falsas.
“Não existem evidências científicas de que quaisquer das medicações disponíveis no Brasil, tais como ivermectina, cloroquina ou hidroxicloroquina, isoladas ou associadamente, colaborem para melhor evolução clínica dos casos. Isso também é verdade para vitaminas, como, por exemplo, a C e D, e suplementos alimentares contendo zinco ou outros nutrientes”.
A SBPT deixa claro que a ciência e a medicina são dinâmicas e, a qualquer momento, novidades concretas podem surgir e serão anunciadas. Entretanto, a melhor maneira de prevenir o coronavírus é mantendo o isolamento social e o uso de máscaras.
Varela Notícias


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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Justiça bloqueia R$ 40 milhões em conta usada por Verônica, filha de José Serra, para receber propinas


A ação da Justiça e da Polícia Federal contra o esquema de José Serra e sua filha levou ao bloqueio de R$ 40 milhões na Suíça. A revelação de que o ex-governador de São Paulo recebeu propinas tão vultosas das empreiteiras o transforma num dos políticos mais corruptos da história do País


Como parte da ofensiva da Justiça, do Ministério Público e da Polícia Federal contra o esquema de José Serra e sua filha Verônica Serra, desfechada na manhã desta sexta-feira (3), foram bloqueados R$ 40 milhões em uma conta na Suíça. Estima-se que os desvios possam superar a casa da centena de milhões de dólares. Com isso, José Serra pode passar à história como um dos políticos mais corruptos do Brasil 
O Ministério Pùblico Federal afirma que Verônica, como operadora do esquema do pai, realizou, ao lado de José Amaro Pinto Ramos, outro operador de Serra, transferências para dissimular a origem dos valores. O esquema serrista manteve o dinheiro em uma conta de offshore controlada por Verônica Serra, de maneira oculta, até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça, que agora foi bloqueada. 
A operação desta sexta só foi possível porque finalmente foi desbloqueado o envio dos extratos e documentos bancários do esquema serrista da Suíça para o Brasil. Os advogados de Serra e  seus operadores conseguiam impedir o envio por dois anos - leia aqui
Segundo a denúncia, nos anos de 2006 e 2007, Serra "valeu-se de seu cargo e de sua influência política para receber, da Odebrecht, pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul".
"Milhões de reais foram pagos pela empreiteira por meio de uma sofisticada rede de offshores no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle."
De acordo com as investigações, José Amaro Pinto Ramos e Verônica Serra constituíram empresas no exterior, ocultando seus nomes, e por meio delas receberam os pagamentos que a Odebrecht destinou ao então governador paulista. Serra governou o estado de 2007 a 2010.
"Neste contexto, realizaram numerosas transferências para dissimular a origem dos valores, e os mantiveram em uma conta de offshore controlada, de maneira oculta, por Verônica Serra até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça."

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