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sábado, 13 de novembro de 2021

NASA compartilha FOTO de 'lado oculto' de Plutão iluminado pelo seu maior satélite



Cientistas da NASA compartilharam uma fotografia do "lado oculto" de Plutão que foi feita pela sonda espacial New Horizons.


Em julho de 2015, o aparelho passou perto do hemisfério sul do planeta anão. Pesquisadores montaram uma imagem com base em 360 fotos feitas naquela época.
Na imagem pode ser observada uma parte da paisagem de Plutão que não era diretamente iluminada pela luz solar, mas era iluminada pelos raios refletidos do seu maior satélite, o Caronte, por isso a equipe denominou esta região de "lado oculto" de Plutão, informa comunicado da NASA.
Cientistas conseguiram observar a região entre o polo sul de Plutão e seu equador. Eles consideram que lá pode haver depósitos de gelos de azoto ou metano. A luz de refletida de Caronte era tão brilhante quanto a luz da Lua na Terra em fase de quatro crescente, ou seja, quando o ângulo Terra–Lua–Sol é de 90 graus, de modo que vemos apenas cerca de metade do disco lunar.

Mas reconstruir os detalhes da fotografia não era tarefa fácil. Iluminada pelo Sol distante, a atmosfera opaca de Plutão poderia ser vista como um anel de luz brilhante em torno do lado oculto de Plutão.
​A equipe da sonda News Horizons da NASA captou fotos da parte do terreno de Plutão que não era diretamente iluminada pela luz solar – o que a equipe chama de "lado oculto" de Plutão.
No entanto, os cientistas conseguiram determinar que a região sul do planeta anão é coberta de material escuro, contrastando fortemente com a superfície mais clara do hemisfério norte.
Quando essa passagem foi conduzida, do seu ponto de observação a sonda New Horizons foi capaz de observar principalmente o hemisfério sul de Plutão, grande parte do qual estava em transição para a escuridão sazonal de inverno – algo muito parecido com os invernos escuros do Ártico e da Antártica na Terra, só que em Plutão cada estação dura 62 anos terrestres.
A equipe sugere que durante a estação de verão o gelo de azoto e metano no sul pode ter se sublimado em vapor e partículas da neblina escura desceram sobre a região.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Imagens de satélite provocam especulações de que China estaria construindo sua própria 'Área 51'

 


Uma extensa, remota e misteriosa área de terreno localizada na província chinesa de Xinjiang desencadeou novas especulações que Pequim possa ter criado sua própria "Área 51", onde estaria trabalhando no desenvolvimento de aeronaves militares não tripuladas.

A Área 51 original é uma instalação classificada da Força Aérea dos EUA localizada na vasta zona militar Nevada Test and Training Range, sendo frequentemente considerada local de desenvolvimento e condução de testes de aeronaves experimentais e novos sistema de armas.

A edição War Zone compartilhou imagens de satélite feitas em 1º de junho, obtidas pela empresa norte-americana Planet Labs, que mostram a base de testes secreta da China perto da cidade de Malan, na província de Xinjiang.

Na referida província existe também uma instalação chinesa de testes nucleares, em Lop Nur, criada em 1959 onde foram realizados cerca de 45 testes nucleares antes de cessar as operações em 1996.

A edição dos EUA sugere ter identificado uma série de protótipos de drones da Força Aérea do Exército Popular de Libertação (EPL) com um caça tripulado J-16 Flanker na pista de pouso e decolagem.

Nas mais recentes imagens do aeródromo de Malan em Xinjiang, um caça J-16, que estaria passando por determinados novos testes possivelmente ligados à introdução de métodos de inteligência artificial, surge junto com veículos aéreos não tripulados.

Enquanto as imagens de aeronaves não tripuladas no local não são uma novidade, o que chamou a atenção dos especialista foi a combinação de aeronaves não tripuladas e tripuladas na base.

"À primeira vista, pensamos que poderia ser um aparelho aéreo não tripulado ou opcionalmente tripulado derivado do Flanker que estaria passando por testes ou tivesse algo a ver com um agrupamento aéreo de aeronaves tripuladas e não tripuladas", comentou o colunista da War Zone Tyler Rogoway.

O portal sugere que possa estar em andamento um programa de implementação de inteligência artificial (IA).

Cerca de 200 km a sudeste de Lop Nur, existe uma instalação mais estranha ainda, que estaria passando por vastos trabalhos de expansão. As primeiras evidências disso foram relatadas em 2016.

As três pistas de decolagem de 5 km de comprimento cada uma estão posicionadas em uma formação triangular, segundo apontam imagens de satélite fornecidas pela empresa comercial Maxar para a organização NPR.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Desperdício! Satélite comprado por R$ 175 milhões sem licitação pelos militares é inútil

 


Os militares foram advertidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o INPE, de que o satélite que pretendiam adquirir era inútil para monitorar a Amazônia. Mesmo assim, compraram, sem licitação. E esconderam o parecer do INPE da Câmara dos Deputados

Os militares sabiam que o satélite-radar da banda X adquirido sem licitação pelo Comando da Aeronáutica por R$ 175 milhões ao apagar das luzes de 2020 é inútil. Segundo o jornalista Rubens Valente, do UOL, que revelou a operação, “em um documento protocolado em setembro, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) informou ao MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações) que o satélite-radar da banda X (...) ‘não é apropriado para o monitoramento do desmatamento na Amazônia’”. O parecer do Inpe foi omitido nas informações que o governo Bolsonaro enviou sobre a aquisição à Câmara dos Deputados.


Nesta quarta-feira (30), conforme reportagem publicada por Valente, o Comando da Aeronáutica assinou o contrato com a empresa finlandesa Iceye pelo qual adquiriu um satélite-radar por US$ 33,8 milhões, ou cerca de R$ 175 milhões.

A Aeronáutica se recusou a informar a banda do aparelho, dizendo que o contrato é sigiloso por cinco anos, mas em outubro havia informado a Valente, em resposta a um pedido via LAI (Lei de Acesso à Informação), que estudava adquirir um satélite-radar da banda X. A banda é determinante para saber a capacidade de um satélite-radar, conforme especialistas. “A banda L é considerada a mais sofisticada e cara. A banda X, a mais simples e barata”, escreveu o jornalista.

O conhecimento liberta. Saiba mais

sábado, 10 de outubro de 2020

IMAGENS de satélite confirmam caças turcos F-16 no Azerbaijão

 


Os caças F-16 turcos permaneceram no Azerbaijão após exercícios conjuntos realizados meses atrás, com Ancara e Baku negando a presença das aeronaves.

Contudo, imagens de satélite mostram ao menos dois caças F-16 Viper, provavelmente da Força Aérea da Turquia, no aeroporto internacional do Azerbaijão.

Esta é a primeira forte evidência de que algumas destas aeronaves estavam no país após a escalada do conflito entre Azerbaijão e Armênia na região de Nagorno-Karabakh, segundo o jornalista do The New York Times Christiaan Triebert.

​Há ao menos dois F-16 no Aeroporto Internacional Ganja no Azerbaijão, mostram as análises da imagem de satélite da Planet Labs do dia 3 de outubro. Os caças são provavelmente operados pela Força Aérea turca, além de um possível avião de carga CN-235. Aqui está uma pequena amostra.

A imagem é datada do dia 3 de outubro e mostra, além dos dois caças F-16, uma possível aeronave de transporte CN-235, segundo o portal The War Zone.





Imagem de satélite mostram ao menos dois caças F-16 Viper e um suposto avião de transporte CN-235

No dia 29 de setembro, a porta-voz do Ministério da Defesa da Armênia, Shushan Stepanyan, afirmou que os caças F-16 turcos estavam presentes e foram utilizados pela primeira vez no conflito na região, onde haviam supostamente abatido um avião de ataque ao solo Su-25 da Armênia.

Apesar das inúmeras dúvidas e contradições, as imagens indicam que os caças F-16 turcos foram utilizados para apoiar o Azerbaijão, onde estão bem posicionados para participarem do conflito.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Esquadrão Espacial dos EUA monitora atentamente satélite iraniano na órbita terrestre



Após Teerã anunciar o lançamento bem-sucedido de seu primeiro satélite militar, o vice-presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general John Hyten, se recusou a confirmar se o equipamento iraniano atingiu de fato a órbita designada, de 425 quilômetros de altitude.

O 18º Esquadrão de Controle Espacial da Força Aérea dos EUA divulgou uma mensagem afirmando que havia "rastreado dois objetos, NOOR 01, QASED Rocket Body (45530) do lançamento espacial com origem no Irã".
tracked 2 objects, NOUR 01 (Sat Catalog No. 45529), QASED Rocket Body (45530) from launch originating in Iran. Both placed in our public w @SpaceTrackOrg for , conjunction warnings to support space flight safety.

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​O 18SPCS rastreou dois objetos, um NOOR 01 (45529) e um foguete QASED (45530) a partir do espaço lançado no Irã. Ambos chegam ao nosso conhecimento SATCAT com SpaceTrackOrg para Space Domain Awareness, alertas conjuntos para apoiar a segurança do voo no espaço.
Após a mensagem postada no Twitter do Esquadrão, o Comando Espacial dos EUA afirmou que o SPACECOM "monitora o espaço com a melhor rede de vigilância/capacidade de alerta de mísseis do mundo".

261 pessoas estão falando sobre isso

​O USSPACECOM monitora o espaço com a melhor capacidade de rede de vigilância / aviso de mísseis do mundo. O Departamento de Defesa e a Força Espacial estão atentos ao lançamento espacial com tecnologia de mísseis balísticos do Irã, confiantes na nossa capacidade de deter e defender qualquer agressão iraniana.
A estrutura recém-criada, responsável pelas operações militares dos EUA no espaço, ressaltou que tanto o Departamento de Defesa dos EUA, quanto o chefe de Operações Espaciais da Força Espacial dos EUA, general Jay Raymond, estavam "atentos ao lançamento espacial com tecnologia de mísseis balísticos do Irã, confiantes na nossa capacidade de deter e defender qualquer agressão iraniana".
Irã lança Noor, seu primeiro satélite militar, 425 quilômetros acima da Terra
© Foto: Reuters / Tasnim News Agency / Handouthttps://sptnkne.ws/Cg6y 
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Após o lançamento do satélite Noor, descrito pela mídia iraniana como o "primeiro satélite multifuncional do país com aplicação na indústria da Defesa e outras áreas", o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, alertou que o Irã "precisa ser responsabilizado", alegando que ao lançar o satélite para órbita terrestre, o país islâmico violou a Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU.
Essa resolução proíbe o Irã de "realizar qualquer atividade relacionada a mísseis balísticos projetados com capacidade de transportar armas nucleares, incluindo lançamentos de mísseis balísticos", mas não proíbe explicitamente Teerã de lançar satélites.

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