Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador profissionais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador profissionais. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de novembro de 2023

Faixa de Gaza: 198 profissionais de saúde morreram desde o início da ofensiva israelense no enclave

 


Segundo a ministra da saúde palestina, ofensiva israelense também destruiu 55 ambulâncias e colocou 25 hospitais no enclave fora de operação.


Pelo menos 198 profissionais de saúde perderam a vida na Faixa de Gaza desde o dia 7 de outubro, quando teve início a ofensiva israelense no enclave. A informação foi dada, neste sábado (18), pela ministra da Saúde palestina, Mai al-Kaila.

"O exército de ocupação matou 198 médicos, enfermeiros e pessoal de ambulâncias, destruiu 55 ambulâncias, colocou 25 hospitais e 52 clínicas fora de funcionamento desde o início da guerra contra Gaza", disse a ministra.

Paralelamente, o Ministério da Saúde de Gaza informou que, desde o dia 15, encontra dificuldades para atualizar os dados sobre o número de mortos e feridos na Faixa de Gaza devido à falta de comunicação com os hospitais do norte do enclave, que tem sido alvo de intensos bombardeios israelenses.
Nesta sexta-feira (17), autoridades palestinas divulgaram um comunicado revisando o número de civis mortos em decorrência da atuação israelense no enclave.

"O número de mortos em Gaza chegou a 12 mil, entre eles 5 mil crianças", diz o texto.

O comunicado acrescenta que o número de pessoas desaparecidas na Faixa de Gaza, em particular sob escombros, ultrapassou 3.750.



domingo, 17 de abril de 2022

Espanta Gado: Reformas das escolas proporcionaram maior acolhimento e conforto aos alunos e profissionais

 


Que as reformas continuem para trazer uma escola cada dia melhor para a comunidade

Os alunos do distrito de Espanta Gado e região retornaram às aulas presenciais com as escolas reformadas, pintadas e seguindo os protocolos contra o COVID 19. Graças aos investimentos da Secretaria Municipal de Educação, atendendo a cobrança também dos pais, alunos e professores, que há tempos reclamavam do estado dos prédios escolares. A Secretaria de Educação que tem na pasta o professor Rogério Reis, ainda tem melhorias a fazer, como por exemplo, colocar ar condicionado no Colégio Lidirio, mas, no Educandário os aparelhos já funcionam, dando um bem estar maior aos alunos e educadores.  

Em uma das três escolas, o Educandário Manoel Rosa de Oliveira a climatização das salas de aulas  e secretaria da escola. E com com esse investimento, ampliou o conforto com os alunos se sentindo melhor acolhidos, como também os professores e funcionários podendo desempenhar melhor seu trabalho. O diretor responsável pelas escolas, o professor Fábio Vasco Silva relata que com as reformas e principalmente com a climatização das escolas, o processo de Ensino e Aprendizagem foram fortalecidos e os resultados começam a aparecer com alunos sendo bem acolhidos e tendo mais dignidade para desenvolverem suas habilidades. 

A comunidade escolar espera que a Administração pública municipal continue com os investimentos, para que cada vez mais os alunos sejam beneficiados e possam ter escolas bem estruturadas e organizadas. Com escolas bem cuidadas, a comunidade, os alunos e o município só tem a ganhar. Além disso, com o bom trabalho desempenhado pela direção da escola e a boa organização educacional, desempenhada pela equipe de professores, com métodos cada vez mais empenhados em melhorar a pedagogia e interação entre alunos e educadores, sem dúvida os números de avaliação só tende a melhorar cada vez mais. 

Parabenizamos o empenho da secretaria de educação de Queimadas, ao empenho da direção do Colégio LIDIRIO e também ao trabalho incansável da equipe de professores e pessoal de apoio, para tornar o ambiente escolar cada dia mais harmônico e acolhedor.


C7 Notícias











sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

'Atitudes criminosas': profissionais de Saúde pedem impeachment de Bolsonaro

 


A epidemiologista Ethel Maciel, que assinou o documento, cita uma série de fatores que considera inaceitáveis para o cargo, dentre eles os incentivos ao uso de medicamentos ineficazes contra a COVID-19, como a cloroquina.

Nesta sexta-feira (5), um grupo de oito profissionais de Saúde protocolou na Câmara dos Deputados um novo pedido de impeachment contra o presidente da República Jair Bolsonaro. A base para o documento é a atuação do mandatário durante a pandemia de COVID-19.

O pedido diz que Bolsonaro "viola incessantemente a dignidade, honra e decoro da presidência, o mais elevado cargo político da República, para disseminar mentiras, propagar desinformação sanitária e projetar dúvidas sobre a higidez de vacinas, também para o que julga ser seu benefício político pessoal".

O texto tem a assinatura de Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e de José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde no governo Lula.

"Em meio à maior emergência de saúde pública dos últimos cem anos, o Sr. JAIR MESSIAS BOLSONARO, para sua conveniência política pessoal, usou seus poderes legais e sua força política para desacreditar medidas sanitárias de eficácia comprovada e desorientar a população cuja saúde deveria proteger", diz ainda o pedido.


© FOLHAPRESS / JORGE ARAUJO
Em São Paulo, o ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, participa do Fórum de Tecnologia e Acesso à Saúde, promovido pelo jornal Folha de São Paulo no teatro Tuca Arena, em 31 de agosto de 2015

A epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que também integra o grupo, afirmou, em entrevista à Sputnik Brasil, que Bolsonaro teve "atitudes criminosas" neste período da crise sanitária.

A pesquisadora citou uma série de fatores que considera inaceitáveis para o cargo, dentre eles os incentivos ao uso de medicamentos ineficazes contra a COVID-19, como a cloroquina.

"Eu diria que, frente à maior crise sanitária dos últimos 102 anos, as ações para disseminar desinformação, incitar o descumprimento de medidas sanitárias, como o distanciamento e uso de máscaras, e disseminar a ilusão de 'tratamentos precoces', podem ser apontadas como muito críticas na atuação dele, de fato atitudes criminosas, em face ao conhecimento científico no momento", disse a epidemiologista.

Este foi o primeiro pedido de impeachment protocolado contra Bolsonaro na gestão de Arthur Lira (PP-AL), aliado do presidente da República, que assumiu o comando da Câmara na última segunda-feira (1º). O antecessor, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixou o cargo com mais de 60 pedidos na gaveta.

Ethel Maciel diz que entende que "a independência dos poderes precisa ser preservada e "os crimes de responsabilidade investigados conforme os ritos democráticos".

A pesquisadora afirma que o presidente é "um protagonista do movimento antivacinas" em um dos momentos mais críticos já vividos pelo país.

"Espero que uma mobilização de pesquisadores e profissionais com experiência na área da Saúde possa ser um fator de fortalecimento para que seja pautado o impedimento e a investigação dos crimes cometidos", disse.


© AP PHOTO / ERALDO PERES
Manifestante segura cartaz durante manifestação em apoio ao impeachment de Jair Bolsonaro, Brasília, 24 de janeiro de 2021

Além de Ethel Maciel, Gonzalo Vecina e José Gomes Temporão, também assinam o documento os seguintes profissionais da Saúde: Eloan dos Santos Pinheiro, ex-diretora da Far-Manguinhos (Fiocruz) e especialista em em tecnologia farmacêutica e saúde pública; Reinaldo Ayer de Oliveira, médico e 1º secretário da Sociedade Brasileira de Bioética; Daniel de Araújo Dourado, médico, advogado e pesquisador do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da USP; Ubiratan de Paula Santos, pneumologista; e Ricardo Oliva, médico sanitarista.

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


terça-feira, 29 de setembro de 2020

CRM-MT lamenta morte do 18º médico por Covid-19; veja os profissionais que perderam a vida para a doença

Luiz Eugênio Cervellini morreu de Covid-19 — Foto: Alair Ribeiro/Midia News


Neurocirurgião Luiz Eugênio Cervellini, de 79 anos, foi a última vítima da doença no estado.

Por G1 MT


O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) divulgou uma nota de pesar pela morte do 18º médico em decorrência da Covid-19 no estado. Ao todo, 329 médicos foram infectados com o vírus no estado e 18 morreram.
O neurocirurgião Luiz Eugênio Cervellini, de 79 anos, morreu no sábado (26), em Cuiabá. Ele atuava na Santa Casa de Cuiabá há mais de 20 anos e numa clínica particular.
Casos de Covid-19 entre médicos — Foto: Reprodução
Casos de Covid-19 entre médicos — Foto: Reprodução
Além dele, 17 médicos de Mato Grosso não resistiram ao novo coronavírus.



Veja abaixo a identidade dos médicos que morreram de Covid-19:

Agnaldo Cesário da Silva, de 53 anos, foi o primeiro médico morto pela Covid-19 em MT — Foto: Facebook/Reprodução
Agnaldo Cesário da Silva, de 53 anos, foi o primeiro médico morto pela Covid-19 em MT — Foto: Facebook/Reprodução
A primeira morte confirmada pela doença foi a do especialista em ultrassom, Agnaldo Cesário da Silva, de 53 anos. Ele faleceu no dia 21 de junho, em Lucas do Rio Verde, na região norte do estado. Ele deixou a mulher e dois filhos.
Ele trabalhava em um hospital de Lucas do Rio Verde.
Segundo o CRM-MT, Agnaldo foi um dos pioneiros da medicina no município.
O médico deixou a mulher e dois filhos.
O pediatra Reinaldo Rodrigues de Oliveira, de 73 anos, morreu de Covid-19 nesse domingo (28) — Foto: Facebook/Reprodução
O pediatra Reinaldo Rodrigues de Oliveira, de 73 anos, morreu de Covid-19 nesse domingo (28) — Foto: Facebook/Reprodução
O pediatra Reinaldo Rodrigues de Oliveira, de 73 anos, morreu no dia 28 de junho, em Cuiabá, e foi o segundo médico de Mato Grosso que morreu de Covid-19.
De acordo com o CRM, Reinaldo trabalhou na área de pediatria por 35 anos.
Marcel Baracat, de 39 anos, ficou internado com Covid-19 por três semanas — Foto: Arquivo pessoal
Marcel Baracat, de 39 anos, ficou internado com Covid-19 por três semanas — Foto: Arquivo pessoal
Marcel Baracat de Almeida, de 39 anos, era clínico geral e morreu dia 9 de julho. Ele trabalhava no Hospital e Maternidade São Lucas, em Primavera do Leste, e passou três semanas internado em hospital de Cuiabá. Ele morreu na mesma semana que o avô. O avô também foi vítima da Covid-19.
Marcel era viúvo e deixou três filhos, de 6, 8 e 12 anos.
Médico Gabriele Righetti Neto faleceu de Covid-19 — Foto: Divulgação
Médico Gabriele Righetti Neto faleceu de Covid-19 — Foto: Divulgação
O médico Gabriele Righetti Neto, de 45 anos, era otorrinolaringologista e faleceu no dia 16 de julho. Natural no Paraná, ele morava em Mato Grosso desde 2005. Ela havia morado em Guarantã do Norte e à época da morte vivia em Juara.
Gabriele foi para Curitiba fazer tratamento e estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital da Cruz Vermelha, em Curitiba, quando faleceu.
Fernando Augusto Moreno Gurginski, de  26 anos, morreu por Covid-19 — Foto: Arquivo pessoal
Fernando Augusto Moreno Gurginski, de 26 anos, morreu por Covid-19 — Foto: Arquivo pessoal
Fernando Augusto Moreno Gurginski, de 26 anos, faleceu em Cuiabá no dia 18 de julho. Ele tinha se formado na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 2018 e atuava em pronto-atendimento. Ficou entubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) durante quase 20 dias.
Walter Tettila, médico ortopedista — Foto: Arquivo pessoal
Walter Tettila, médico ortopedista — Foto: Arquivo pessoal
O ortopedista Walter Tapias Tetilla, 65 anos que também morreu no dia 18 de julho, em Cuiabá. Ficou internado cerca de um mês, mas o quadro se agravou e ele não resistiu.
Clodoaldo Pirani Júnior, médico que atuava na linha de frente — Foto: Prefeitura de Barra dos Garças/Divulgação
Clodoaldo Pirani Júnior, médico que atuava na linha de frente — Foto: Prefeitura de Barra dos Garças/Divulgação
Clodoaldo Pirani Júnior, de 47 anos, morreu no dia 25 de julho, em Barra do Garças. Ele passou 22 dias internado, mas não resistiu às complicações causadas pelo vírus.
Ele era o responsável pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Milton Morbeck. Dias antes de ser contaminado, o médico gravou um vídeo alertando a população sobre os riscos da doença. Pediu que as pessoas ficassem em casa e se protegessem com o uso da máscara.
Moyses Nadaf Neto, de 65 anos, era ginecologista do Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá — Foto: Facebook
Moyses Nadaf Neto, de 65 anos, era ginecologista do Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá — Foto: Facebook
Moyses Nadaf Neto, de 65 anos, era ginecologista do Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá, morreu dia no dia 26 de julho e estava internado com Covid-19 em um hospital particular de Cuiabá.
Em um artigo, o professor e e sociólogo, Juacy da Silva, diz que Moysés Nadaf Neto "era uma pessoa afável, simples no trato com as demais pessoas, muito humano, solidário, atencioso e um ótimo médico, sempre pronto para atender a todas as pessoas que o procuravam ou necessitavam de seus serviços profissionais".
Médico Valentim Neder morreu de Covid-19 em MT — Foto: Divulgação
Médico Valentim Neder morreu de Covid-19 em MT — Foto: Divulgação
Valentim Neder morreu no dia 9 de agosto em um hospital de Rondonópolis. Era servidor da Secretária Municipal de Saúde de Alto Garças. A Prefeitura de Alto Garças lamentou a morte do médico e decretou luto oficial de três dias na cidade.
Devido à gravidade dos sintomas, Valentim havia sido transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Rondonópolis.
Monique Silva Batista, de 29 anos, morreu com Covid-19 em Cuiabá — Foto: Facebook
Monique Silva Batista, de 29 anos, morreu com Covid-19 em Cuiabá — Foto: Facebook
A médica Monique Silva Batista, de 29 anos, morreu dia 10 de agosto, em Cuiabá. Ela trabalhava no Hospital Coração de Jesus, em Campo Verde. Monique também atendia em postos de saúde na zona rural de Campo Verde, ela estava internada há aproximadamente um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Amecor, em Cuiabá, mas não resistiu.
Médico morreu com Covid-19 três dias depois de perder a mãe pela mesma doença — Foto: Divulgação
Médico morreu com Covid-19 três dias depois de perder a mãe pela mesma doença — Foto: Divulgação
Marco Aurélio Rodrigues Lima, de 68 anos, era clinico geral, anestesista e médico do trabalho. Morava em Barra do Garças e faleceu dia 25 de agosto. Havia perdido a mãe pela mesma doença três dias antes de morrer. O médico estava internado em Goiânia e em nota, a prefeitura de Barra do Garças lamentou a morte do profissional.
Izabel Cuim, de 58 anos, morreu de Covid-19 em MT — Foto: Divulgação
Izabel Cuim, de 58 anos, morreu de Covid-19 em MT — Foto: Divulgação
A médica Izabel Cuim, de 58 anos, faleceu na Santa Casa de Rondonópolis no dia 31 de agosto. Ela estava internada havia cerca de um mês, morava em Juscimeira e trabalhava no Distrito de Santa Elvira e no Hospital Municipal São Francisco de Assis. Izabel deixa dois filhos, que também são médicos e atuam em Paranatinga e no Paraná.
O neurologista Alexandre da Rocha Serra morreu no dia 1º de setembro, em Cuiabá. O médico atendia no Hospital Geral de Cuiabá (HG) que emitiu nota de pesar pelo falecimento do profissional.
Médico oncologista Guido Vaca Cespedes, de 56 anos, foi o responsável técnico pela criação do 'kit Covid' — Foto: Divulgação
Médico oncologista Guido Vaca Cespedes, de 56 anos, foi o responsável técnico pela criação do 'kit Covid' — Foto: Divulgação
Guido Vaca Céspedes morreu aos 56 anos no dia 2 de setembro, em Sinop. Ele era especialista em oncologia clínica e foi o médico responsável técnico pela criação do ‘Kit Covid-19’ em Sinop.
Valdir Faria de Moraes, de 76 anos, lutou conta o vírus por 15 dias, período em que ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Rondonópolis — Foto: Arquivo pessoal
Valdir Faria de Moraes, de 76 anos, lutou conta o vírus por 15 dias, período em que ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Rondonópolis — Foto: Arquivo pessoal
O ginecologista e obstetra Valdir Faria de Moraes, de 76 anos, faleceu no dia 2 de setembro. Ficou 15 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Rondonópolis. Passou 11 dias entubado e em coma induzido.
Luiz de Gonzaga Figueiredo morreu dia 8 de setembro e atuava nas áreas de cirurgia geral e medicina do trabalho. Foi para São Paulo fazer tratamento contra a doença, no entanto, não resistiu e faleceu. O médico trabalhou por anos na Santa Casa de Cuiabá.
Nelson Hasegawa — Foto: Arquivo Pessoal
Nelson Hasegawa — Foto: Arquivo Pessoal
Nelson Hasegawa, de 71 anos, morreu na semana passada, no dia 22 de setembro, em Lucas do Rio Verde. Era ginecologista e obstetra. Estava internado em um hospital em São Paulo, mas não resistiu. Deixou quatro filhos que também são médicos.

Minha lista de blogs