A polêmica festa de final de ano de Neymar , do Paris Saint Germain, segue rendendo comentários, mesmo com as poucas imagens que vazaram, já que o uso de celular era restrito. Um dos momentos que chamou a atenção dos fãs foi compartilhado pelo próprio jogador, quando ele dança ao lado de uma cantora argentina.
Trata-se de Emilia Mernes, que era um das convidadas VIPs de Neymar e chamou a atenção pela beleza. Segundo informações, eka teria conhecido o craque em Miami, em 2019. No vídeo, eles dançam e cantam e terminam o stories com “pose para a foto”. A intimidade demonstrada por eles virou um dos assuntos.
Emilia é estudando Literatura na cidade de Rosário e, após fazer sucesso no Instagram, virou vocalista do grupo de cumbia Rombai, em 2016. Dois anos depois, em 2018, Mernes anunciou que seguiria carreira solo.
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Lançou então o seu primeiro single solo, "Recalienta", com o suporte da Sony América Latina. Atualmente, ela tem 309 mil inscritos no Youtube), e 1,8 milhão de seguidores no Instagram. Com carreira focada nos Estados Unidos, em outubro do ano passado, lançou o hit "Bendición" ao lado de Alex Rose. A canção soma quase 6,5 milhões de visualizações no YouTube.
A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, afirmou que a "irresponsabilidade política" é um dos fatores que levaram à trágica marca de 100 mil mortos pela covid-19
A ministra do STF, Cármen Lúcia, disse que a tragédia pelos 100 mil mortos na pandemia brasileira é de responsabilidade de Bolsonaro e seu governo. Ela disse: “esta pandemia está patenteando exatamente isso, tornando escancarado como a irresponsabilidade política, junto com a falta de escrúpulo econômico, principalmente no espaço particular empresarial, junto com cidadãos que não pensam nos outros e não se comprometem com os outros, levaram a um fim de semana como esse que nós acabamos de ter, de uma sociedade enlutada por todos que tenham alguma sensibilidade.”
A ministra ainda declarou: “c em mil mortos é uma tragédia, 100 mil mortos não precisava de ter acontecido, em que pese ser fato que este coronavírus é realmente uma doença grave e que acometeria muita gente.”
A ministra ainda concluiu: “mas foi uma atuação estatal — aliada a uma atuação em parte de uma sociedade perplexa, aturdida diante de tantos desmandos, de tanta falta de orientação segura seguindo-se a ciência e a medicina de evidências — que nos levou a um fim de semana de luto e que, portanto, um luto que impõe luta permanente pela democracia.” Leia mais aqui.
O coronel Américo Massaki Higuti, oficial da reserva da Polícia Militar, foi o causador de uma briga que serviu de pretexto para a brutal repressão contra os manifestantes antifascistas que foram no domingo (1/6) à avenida Paulista para defender a Democracia.
Embora na reserva, o coronel Américo Higuti compareceu à avenida Paulista trajando uma farda do COE, Comando de Operações Especiais, tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo. Acontece que o uso de uniforme é privativo dos militares em serviço ativo. Os militares da reserva e os reformados podem usar seus uniformes por ocasião de cerimônias sociais, militares e cívicas, categorias em que a manifestação de domingo na avenida Paulista definitivamente não se encaixa.
O coronel Américo Higuti é um ativo apoiador de Jair Bolsonaro. Ele mantém três perfis no facebook, em que posta fotos ao lado de celebridades de extrema direita, como o príncipe destronado Luiz Philippe de Orléans e Bragança, Carla Zambelli e o próprio presidente.
Xingamentos na travessia
No domingo, ele participaria do ato em apoio a Bolsonaro e contra o STF (Supremo Tribunal Federal), que acontecia a um quarteirão de onde se reuniam os Torcedores pela Democracia –corinthianos, palmeirenses, sãopaulinos e santistas contra o fascismo.
Um cordão de isolamento formado por uma fileira de policiais militares separava um grupo do outro. Apesar das provocações fascistas dirigidas ao grupo dos torcedores, a situação estava sob controle. Cada grupos gritava suas palavras de ordem e agitava suas bandeiras.
Foi então que o coronel Américo Higuti, o sargento PM Valdani, também fardado irregularmente, já que é da reserva, e um manifestante bolsonarista embrulhado na bandeira brasileira decidiram atravessar a pé a manifestação dos torcedores pela Democracia e contra o Fascismo. O grupo estava sendo escoltado por um soldado fardado da PM.
Ao se aproximarem, em atitude claramente provocativa, os homens foram advertidos. “Não entrem aí, vocês estão querendo briga? Não vão!” Mas foi inútil. Torcedores presentes na manifestação relataram aos Jornalistas Livres que o grupo bolsonarista do coronel Américo Higuti entrou, xingando, na concentração pela Democracia: “ladrões”, “vândalos” e “maconheiros” foram algumas das ofensas.
O coronel Américo Higuti, ao sair do outro lado da manifestação, alegou ter sido espancado, esfaqueado e “vítima de uma emboscada”.
O sargento Valdani, também da reserva, alegou ter sido violentamente agredido pelos Torcedores.
Foi a senha para começar a repressão.
Os PMs que atuavam na segurança dos atos entraram em alvoroço e começou a confusão. Arremessaram bombas contra os torcedores enquanto o coronel Américo Higuti conversava com um soldado, parecendo dar-lhe ordens.
Quando a avenida Paulista já havia se transformado em uma praça de guerra, o coronel Américo Higuti ainda foi visto tomando água, ladeado por PMs, no posto móvel da polícia, em frente ao parque Trianon e ao Masp.
Depois do ato, o coronel foi ao 78º Distrito Policial, denunciando ter sido agredido, esfaqueado, “vítima de uma emboscada” e “impedido de se manifestar livremente”. Mas as imagens mostram que, ao contrário, foi ele que armou contra os manifestantes. Quanto à facada, será mesmo que ocorreu? Um homem esfaqueado não estaria tranquilamente assistindo à repressão que desencadeou e, depois, tomando um copo de água com os soldados do posto móvel da PM. Nem muito menos dando entrevista na porta da delegacia para sites fascistas.
O sargento Valdani também conversou com blogs da extrema direita tão logo terminou de prestar queixa no 78º DP. Estava firme e forte. Estranhamente, logo depois, foi internado, alegando fortes dores causadas pelas supostas agressões dos torcedores.
Jornalistas Livres encaminharam às 10h43 à assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo as seguintes questões. Recebemos a nota em resposta às 16h46.
PERGUNTAS:
Prezados senhores,
(…) Gostaríamos de obter as seguintes informações:
Qual o estado de saúde presente do coronel Américo Massaki Higuti? E do sargento Valdani?
Por que o coronel Américo Massaki Higuti e o sargento Valdani compareceram à avenida Paulista trajando uniformes do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar? PMs da reserva podem usar fardamento em atos políticos?
Por que um policial militar da ativa escoltou os manifestantes pró-bolsonaro em sua passagem por dentro do grupo contra Bolsonaro, colocando em risco a segurança dos escoltados?
Torcedores que entrevistamos dizem que a “provocação” do coronel Higuti foi o que deu pretexto para a repressão que se iniciou a partir daí. Gostaríamos que a PM descreva o fato que deflagrou a repressão.
RESPOSTAS:
Nota da Secretaria de Segurança Pública a respeito dos questionamentos feitos pelos Jornalistas Livres
O Amor sempre é importante
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O amor é confuso, é complexo, as vezes dói e machuca, mas não é ilusão. Ele
é maravilhoso, mas como o livro apresentado no Apocalipse pelo anjo a João ...