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quarta-feira, 8 de junho de 2022

Lula cresce, Bolsonaro cai e vitória em primeiro turno avança, aponta pesquisa Quaest

 



Pesquisa presencial da Quaest, patrocinada pelo Banco Genial e divulgada nesta quarta-feira (8), mostra que o ex-presidente Lula (PT) avançou ainda mais e consolidou a possibilidade de vencer a eleição de outubro já no primeiro turno.

Lula tem 47% das intenções de voto contra 41% de todos os outros candidatos somados.

Em relação ao levantamento anterior, de maio, Lula oscilou um ponto para cima e Jair Bolsonaro (PL) dois pontos para baixo, aparecendo agora com 29%.

Segundo turno

Lula lidera em todas as projeções de segundo turno, ainda que a pesquisa aponte para uma vitória na primeira etapa.

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Rejeição

Segundo o diretor da Quaest, o professor Felipe Nunes, Lula tem a menor rejeição entre os candidatos competitivos. 

Melhor governo da história

De acordo com o levantamento, os governos Lula são vistos como os melhores da história recente por 62% dos eleitores. "Até eleitores adversários reconhecem que o salário valia mais durante o governo Lula", destaca Nunes.

grafico

 


A pesquisa ouviu 2.000 pessoas presencialmente entre 2 e 5 de junho. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03552/2022.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Sistema Solar primitivo estava dividido em regiões interna e externa, avança pesquisa

 


Nosso Sistema Solar primordial tinha uma separação entre as suas regiões interna e externa, mesmo quando era apenas uma massa de gás e poeira, aponta um estudo recente.

A lacuna enigmática, descrita como uma "fronteira cósmica", existia há cerca de 4,5 bilhões de anos, quando o Sistema Solar tinha acabado de se formar.

Essa fronteira cresceu, criando uma faixa de espaço entre Marte e Júpiter, separando os planetas interiores e exteriores, escreve Daily Mail.

estudo, conduzido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), baseou-se na análise de meteoritos antigos – fragmentos de asteroides que caíram na Terra.

Porém, os cientistas não sabem exatamente o que criou tal lacuna no espaço, sugerindo que poderia ter sido causada por Júpiter quando este estava em sua fase inicial de desenvolvimento ou por um vento emergente durante a formação do Sistema Solar.

É conhecido que os primeiros quatro planetas – Mercúrio, Vênus, Terra e Marte – formam a parte interna do Sistema Solar, enquanto os últimos quatro – Júpiter, Saturno, Netuno e Urano – compõem a parte externa.

Atualmente, o espaço entre Marte e Júpiter, local onde se encontra o cinturão de asteroides, é de 3,68 unidades astronômicas, ou seja, cerca de 550 milhões de quilômetros.

Os autores do recente estudo não são capazes de determinar a dimensão histórica da lacuna, que era apenas um buraco no disco protoplanetário, mas teria sido muito menor do que é agora.

Representação artística do Sistema Solar
Representação artística do Sistema Solar

Esta separação física da lacuna poderia ter moldado a composição dos planetas do Sistema Solar, impedindo que o material de ambos os lados interagisse.

Por exemplo, na parte interna da lacuna, o gás e poeira se juntaram formando planetas rochosos como Terra e Marte, enquanto o gás e poeira mais afastados formaram regiões geladas, onde se localizam planetas gasosos tais como Júpiter e seus vizinhos.

"É bastante difícil atravessar esta lacuna, um planeta precisaria muita força de torção externa e impulso", explica Cauê Borlina, autor principal da pesquisa e estudante de pós-graduação do Departamento das Ciências da terra, Atmosfera Ciências Planetárias do MIT.

A causa desta lacuna no Sistema Solar continua um mistério, mas há a possibilidade de Júpiter ter sido responsável. À medida que o gigante gasoso se formava, sua imensa força gravitacional poderia ter empurrado gás e poeira para a periferia, deixando uma lacuna no disco protoplanetário.

Outra explicação para isso pode estar relacionada com ventos emergindo da superfície do disco protolanetário. Sistemas planetários primordiais são dominados por fortes campos magnéticos. Quando estes campos interagem com um disco de gás e poeira em rotação, eles podem criar ventos suficientemente fortes para afastar o material deixando uma lacuna no disco.

sábado, 23 de maio de 2020

Asteroide de 300 metros avança a quase 13 km/s em direção à Terra




O Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da NASA está observando de perto todos os asteroides que se aproximam da Terra a uma distância de 0,05 unidade astronômica.

O asteroide Apollo 441987, também conhecido como 2010 NY65, segue avançando e deve se aproximar da Terra no dia 24 de junho, segundo rastreamento da NASA.
O corpo celeste mede entre 140 e 310 metros, com base em como reflete as luzes. Além disso, estima-se que seja um objeto pequeno nos termos da NASA. Entretanto, ele se aproximará a uma velocidade de quase 13 quilômetros por segundo, chegando tão perto quanto 0,02512 unidade astronômica da Terra.

Ilustração artística de asteroide se aproximando da Terra
Como citado anteriormente, o CNEOS da NASA é encarregado de observar todos os asteroides que se aproximam da Terra em 0,05 unidade astronômica, ou aproximadamente 7,5 milhões de quilômetros.
O 2010 NY65, observado pela primeira vez em julho de 2010, passará pelo nosso planeta no início da manhã do dia 24 de junho, a uma distância de 3,7 milhões de quilômetros.
Apesar de ser pequeno, o asteroide 2010 NY65 pode causar danos significativos ao nosso planeta devido aos efeitos secundários, como tsunamis, que podem ser criados mesmo estando distante.

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