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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Cientistas americanos encontram substância contra coronavírus em algas para sushi



 

Biólogos americanos esperam que sua descoberta ajude na criação de tratamentos antivírus com base em plantas.


Os cientistas determinaram que o sulfato de rhamnan – polissacarídeo componente das algas verdes Monostroma nitidum, utilizadas para embrulhar o sushi, pode neutralizar eficazmente o coronavírus, conforme o estudo publicado na revista Marine Drugs.
O SARS-CoV-2 invade as células devido à interação entre o domínio RBD da proteína spike e o receptor ACE2 da célula-hóspede. Além do receptor ACE2, o domínio RBD é capaz de se ligar a outros polissacarídeos na superfície da célula.
Os pesquisadores do Instituto Politécnico Rensselaer decidiram verificar se outros polissacarídeos também podem bloquear o coronavírus, por exemplo, o sulfato de rhamnan, nas algas Monostroma. Essas algas são plantadas no Leste da Ásia e na América do Sul para "embalar" o sushi durante sua preparação. Anteriormente foi determinado que os polissacarídeos das Monostroma nitidum podem ser um tratamento eficaz contra infecção do vírus da encefalite japonesa.

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SARS-CoV-2 (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 27.11.2021
Propagação e combate à COVID-19
Com nova cepa Ômicron, especialista teme que surja variante de COVID-19 tão perigosa quanto ebola


Eles avaliaram a ligação da substância com o RBD do coronavírus tanto de sua variante original de Wuhan, como da cepa Delta.

Os resultados mostraram que o sulfato de rhamnan liga eficazmente a proteína spike do SARS-CoV-2, suprimindo a capacidade do coronavírus de penetrar nas células e inibindo os processos de transcrição e transmissão.
Durante os experimentos em culturas de células, ele neutralizou com sucesso um vírus de laboratório, inclusive a variante com mutações características da cepa Delta.
Os autores acreditam que o sulfato de rhamnan, junto com heparina e possivelmente com outros polissacarídeos, pode se tornar um remédio forte contra a COVID-19.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Pequim ameaça EUA com contramedidas após envio de 3 porta-aviões americanos ao mar do Sul da China



O alerta surgiu depois de três porta-aviões da Marinha dos EUA, USS Ronald Reagan, o USS Theodore Roosevelt e o USS Nimitz, terem sido enviados ao oceano Pacífico pela primeira vez em três anos.

Por sua vez, a China também elevou a presença militar na região, respondendo rapidamente e alertando que "contramedidas" poderiam ser tomadas contra os EUA, segundo o portal News.com.au. 
Com a tentativa norte-americana de mostrar suas forças e flexionar músculos na região através de suas capacidades de combate, Pequim adotou uma abordagem mais agressiva ao alertar sobre as contramedidas na região.

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"Ao amontoar estes porta-aviões, os EUA estão tentando demonstrar para toda a região e até para o mundo que segue sendo a força naval mais poderosa, pois podem entrar no mar do Sul da China e ameaçar as tropas chinesas nas ilhas Xisha e Nansha (Paracel e Spratly), para que possam seguir com sua política hegemônica", apontou o Global Times, citando Li Jie, especialista naval de Pequim.
Além disso, o especialista ressaltou que Pequim também pode demonstrar seu poder de fogo através de exercícios militares.
"A China possui armas assassinas de porta-aviões, como mísseis balísticos antinavio DF-21D e DF-26 [...] As forças naval e aérea da China expulsaram diversos navios de guerra norte-americanos que entraram ilegalmente nas águas territoriais chinesas no mar do Sul da China", citou.
Os desenvolvimentos ocorrem em um momento de crescente tensão entre Washington e Pequim no mar do Sul da China, além de questões envolvendo Taiwan e COVID-19.

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