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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Andressa Urach volta ao Miss Bumbum, revolta evangélicos e web pira (vídeo)

 


A modelo e influencer compartilhou a novidade nas redes sociais e deixou os fãs muito animados

247 com Metrópoles - A vida de Andressa Urach tem um novo turning point: depois de uma fase dedicada à religião evangélica, a modelo e influencer retornou às origens e anunciou participação no Miss Bumbum 2021. Em vídeo postado nas redes sociais, ela contou a novidade para os fãs, que foram ao delírio com o retorno da “old Urach”.

"Estou de volta ao @missbumbumbrasil, o maior concurso do Brasil e do mundo! Agora eu sou garota propaganda e também sócia do concurso. Estou ansiosa para conhecer as candidatas desta edição especial de 10 anos", contou Urach, que recebeu críticas de internautas evangélicos, decepcionados com as mudanças que a modelo vem passando depois que deixou a igreja de lado.

Nas redes sociais, os fãs ficaram felizes com o retorno. A expressão “ela voltou” está entre as mais comentadas do Twitter.

Assista:




 

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Vídeo de Bolsonaro gerou revolta e demissão no alto escalão do Facebook

 


Uma reportagem da revista norte-americana New Yorker, publicada nesta semana, revelou que uma live do presidente brasileiro Jair Bolsonaro provocou revolta e debate no alto escalão do Facebook e provocou a demissão de um engenheiro. O profissional pediu demissão após expressar inconformidade com a aparente condescendência dos executivos da rede social com supostas violações das regras da plataforma pelo brasileiro. A transmissão ao vivo em questão foi a que o presidente fez referências aos indígenas afirmando que  “cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós”, em janeiro deste ano.

Segundo Andrew Marantz, que assina a reportagem e é autor do livro “Antisocial”, sobre extremismo on-line, notícias sobre a declaração do presidente chocaram David Thiel, um especialista em cibersegurança baseado na sede do Facebook, em Menlo Park, Califórnia, segundo O Globo. Ele teria ficado ainda mais inconformado quando constatou que o Facebook não havia removido o vídeo, apesar de clara violação à regra que veda discursos que “desumanizem” ou classifiquem de sub-humano qualquer grupo ou etnia.  

Thiel publicou na Workplace, rede social interna do Facebook, um questionamento sobre a permanência do vídeo na plataforma. Dois experts, um em Brasília e outro em Dublin, avaliaram a queixa e concluíram que a declaração de Bolsonaro não violava as regras. De acordo com a reportagem, o especialista baseado em Brasília justificou a decisão informando que Bolsonaro é “politicamente incorreto” e que, na verdade, o presidente falava em sentindo figurado. 

Thiel discordou da avaliação e suspeitou da objetividade do colega, “já que ele havia trabalhado para pelo menos um político pró-Bolsonaro”, descreveu a revista. O engenheiro recorreu, então, a instâncias superiores, e pelo menos quatro membros do time responsável pela política de conteúdo do Facebook concordaram em se reunir virtualmente com Thiel para debater o tema.

O engenheiro estava tão inconformado com a tolerância do Facebook com Bolsonaro que preparou um PowerPoint de 15 slides para convencer a “banca” de que o brasileiro violou, sim, as regras da plataforma. 

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Em meio à pandemia, Weintraub lança propaganda sobre Enem e revolta estudantes



Medida contraria demanda dos próprios estudantes, que cobravam o cancelamento da prova devido à pandemia. Propaganda anuncia as datas para as inscrições e pede que alunos estudem "de qualquer lugar". Um em cada quatro brasileiros não tem acesso à internet


Luísa Fragão, Revista Fórum - O Ministério da Educação, sob gestão de Abraham Weintraub, lançou uma propaganda nesta segunda-feira (4) nas redes sociais e TVs anunciando as datas de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. A medida contraria uma demanda dos próprios estudantes, que cobraram o governo pelo cancelamento da prova dada às circunstâncias da pandemia.

A propaganda do ministro causou revolta nas redes sociais, fazendo com que a tag “Enem” entrasse nos Trending Topics do Twitter. O vídeo mostra atores, em sua maioria brancos, pedindo que estudantes não desistam de prestar a prova para que o país não perca uma “nova geração de profissionais”.

“A vida não pode parar. É preciso ir à luta, se reinventar, superar”, diz um dos atores. “Estude. De qualquer lugar, de diferentes formas, pelos livros, internet, com ajuda à distância dos professores”, pede outra atriz.

Leia a íntegra na Fórum. 

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