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domingo, 7 de novembro de 2021

Qual a fortuna de Marília Mendonça? Confira os números

 


Um dos maiores nomes da música sertaneja e Rainha da Sofrência, Marília Mendonça faleceu nesta sexta (05) e deixou uma fortuna milionária.  De acordo com o portal Fórum, antes da pandemia, o cachê dos shows de Marília variava entre R$ 350 mil e R$ 2 milhões.


O faturamento mensal da cantora era em torno de R$ 10 milhões, como informam sites sobre o meio artístico. Já seu patrimônio estaria avaliado em quase R$ 500 milhões.


Além de Marília Mendonça, de 26 anos, outras quatro pessoas morreram no acidente aéreo. O avião levava o produtor e o tio da sertaneja, o piloto e copiloto.


Marília Mendonça domina Spotify

Top 200 do Spotify, a principal parada da maior plataforma de streaming no Brasil, foi dominado por músicas de Marília Mendonça. Entre as 200 músicas mais ouvidas do Brasil nas últimas horas, são 74 canções da rainha da sofrência.

Músicas com Maiara & Maraisa ficaram no primeiro e segundo lugares do ranking do Spotify. “Esqueça-me se for capaz” lidera o ranking e “Todo mundo menos você” aparece na sequência. No ranking global, levando em conta dados do mundo inteiro, essas músicas aparecem em 48º e 68º.

As canções fazem parte do projeto “Patroas”. Marília Mendonça, Maiara e Maraísa iriam unir vozes e fãs para uma turnê em parceria, no Festival das Patroas. A ideia era contar na turnê a história da amizade entre elas, que teve início quando ainda se dedicavam apenas às composições, há quase uma década.

O top 10 de mais ouvidas no Brasil tem ainda “Troca de Calçada”, no nono lugar. No ranking mundial, ela está na 145ª posição. Essa era uma das músicas preferidas de Marília, por fugir um pouco das temáticas que ela cantava.

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Mentiras do Presidente: Bolsonaro distorce números e diz que o gás de cozinha está barato (vídeo)

 


Sem conseguir explicar o alto preço no valor do gás de cozinha, Jair Bolsonaro voltou a dizer que o custo é barato. Também culpou governadores pelo valor do botijão e cobrou dos estados que zerem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ele ignorou, no entanto, que a Petrobrás é responsável pela maior parte dos impostos sobre o produto, conforme o portal Uol. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no país aumentou de R$ 69,98 em agosto de 2020 para R$ 93,32 em agosto de 2021. Na Região Norte, superou a casa dos R$ 100 em julho e chegou a R$ 102,74 em agosto.

"Zerei imposto federal. Cada estado tem o seu ICMS. Gostaria que o governador zerado o ICMS do seu estado. Se zerar o imposto (ICMS), vai ser excelente", disse Bolsonaro na live dessa quinta-feira (19). 

Bolsonaro também sugeriu que brasileiros atuem como milicianos para pegar o gás. "Você pode pegar o teu caminhãozinho, para a tua comunidade, você vive às vezes num condomínio fechado. Uma vez por mês teu caminhãozinho vai lá e compra ali 100 botijões de gás. ICMS tá zerado", disse.


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O gás de cozinha é o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). De acordo com a página da Petrobrás, a composição do GLP de 1 a 7 de agosto deste ano se deu da seguinte forma: 48.2% (realização Petrobrás), 37.0% (distribuição e revenda), 14.8% (ICMS) e PIS/PASEP e COFINS.

O preço do gás de cozinha aumentou 29,44% entre julho de 2020 e julho de 2021. Foi quase três vezes mais que os 9,85% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda mensal entre um e cinco salários mínimos. A Petrobras já reajustou o gás seis vezes este ano, com alta acumulada de 37,8%. 

No acumulado do ano até julho, a inflação para o grupo de renda muito baixa, que recebe até R$ 1.650,50, foi de 4,8%. Nos últimos doze meses, chegou a 10,1%, a maior desde 2016 (10,6%). Em 12 meses, a alta inflacionária para as famílias de renda muito baixa reflete as variações de 29,3% do gás de botijão, de 20,1% da energia elétrica e de 16% dos alimentos no domicílio, sinaliza a pesquisa do Ipea.

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